Digital Drops Blog de Brinquedo

YouTube assina acordo com EMI

Por em 1 de junho de 2007

O YouTube e a EMI assinaram um acordo para que clipes da gravadora possam
ser exibidos legalmente no serviço de vídeo. Usuários também poderão usar
trechos em suas edições e tudo mais. Na verdade isso acaba sendo apenas uma
formalização do que já acontecia em um mundo regido pelo mantra “usuário gera
conteúdo” através de uso de trechos de vídeos de terceiros.

Procurar no Google – note bem, no Google e não diretamente no YouTube – por
músicas conhecidas, invariavelmente aparece nas primeiras posições algum
material do YouTube. Não há razão para as gravadoras irem contra essa maré e
por isso faz todo o sentido o acordo assinado com a EMI. Anteriormente o
YouTube já havia assinado com a Universal, Sony BMG e Warner Music.

Não tem jeito. O YouTube é a central de vídeos da internet, queira ou não. O
Joost, o Fiz, ou qualquer outro que tente entrar neste mercado por enquanto
serão apenas sistemas periféricos.

[via
Google
Operating System
e
Bloomberg]

emIndústria

Bugs do Street Fighter II

Por em 1 de junho de 2007

Aqueles que viveram sua adolescência ou infância no início da década de 90 com certeza jogou o fliperama Street Fighter II algumas vezes. Agora apareceu um vídeo com alguns bugs encontrados no Street Fighter II Turbo: Hyper Fighting.

Admito que nunca havia visto nenhuma dessas falhas, mas me lembro de uma versão “modificada” do jogo onde era permitido soltar magias enquanto o personagem pulava. Lembro também que uns caras adoravam jogar com o Guile e encher a tela com dezenas de Sonic Boom. Bons tempos aqueles.

[via Kotaku]

emGames

Taco de sinuca com mira laser

Por em 1 de junho de 2007

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Se em uma coisa a FIFA acertou foi em se manter fiel às origens do futebol. Não agraçaram a eletrônica, TV, computadores, nada. Com isso o esporte praticado nos cafundós de Caicó é essencialmente o mesmo praticado em Genebra, já um golfista na Nigéria jamais terá tanta chance quanto um de New Orelans, que joga até debaixo d’água.

Principalmente, o excesso de tecnologia diminúi o fator humano, que em essência é o que interessa, nos esportes.

Por isso acho uma besteira sem-tamanho o CueSight, um taco de sinuca com uma mira laser, projetando uma cruz no ponto de impacto na bola. Só aceito isso s se o sujeito for completamente viciado em sinuca no computador, onde esse tipo de coisa é comum. Do contrário é uma declaração de incompetência tal que o sujeito deveria procurar outro esporte menos complicado. Dominó, talvez.

Falando sério. O sujeito que compra um negócio desses no mínimo deve estar esperando, ansioso, o lançamento de uma camisinha com mira-laser também.

Via CoolestGadgets

emGames Hardware

Bat-Cinto de utilidades anticoncepcional para nerds

Por em 1 de junho de 2007

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O HipHolster é a Pochete 2.0. Sim, pochete, aquele negócio que qualquer criatura próxima ao sexo feminino demonstrava horror de chegar perto. Essa nova tentativa fraz uma faixa para prender na perna (não mostrada) no melhor estilo coldre de faroeste, cinco bolsos, sendo um “secreto” para passaportes. A idéia é você guardar todos os seus gadgets de forma simples, eficiente e de fácil acesso.


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Essa aberração custa US$49,99 aqui. Não é caro. Afinal, usando um negócio desses você vai economizar dinheiro que gastaria com jantar pra dois, flores, camisinha, diária de motel…

Via: PocketShow

emProdutividade

Gates vs Jobs – os vídeos

Por em 1 de junho de 2007

No site da D – All Things Digital já estão disponíveis os vídeos do evento deste ano,  inclusive o aí de cima, apresentado antes de Bill Gates e Steve Jobs subirem no palco. Começa com um evento da Apple, de 1983, onde Fred Gibbons, Mitch Kapor e Bill Gates participam do “Macintosh Software Dating Game”, apresentado por Steve Jobs. É deliciosamente anos 80, acho que esse vídeo está para os envolvidos como o Especial de Natal de Guerra Nas Estrelas está para George Lucas.

Já o bate-papo de 2007 está bem menos brega, com excelentes momentos. Quem não quiser ver todos os sete vídeos, há um com os melhores momentos. Destaque para a cara do Bill quando Jobs responde a pergunta sobre qual seria o maior mal-entendido envolvendo os dois, por parte da mídia. “Conseguimos manter nosso casamento oculto por dez anos”.

emIndústria

Análise do notebook Toshiba A205-S4607

Por em 1 de junho de 2007

Vocês devem se lembrar daquela enquete, sobre a compra de um MacBook ou de um Toshiba. Pois bem, o modelo deixou de ser fabricado poucos dias depois do encerramento da pesquisa, sendo substituído pelo A205-S4607, que está comigo para uma pequena análise. Como veio diretamente dos EUA, o preço é absurdamente mais baixo que os similares aqui na terrinha, mas discutirei isso mais tarde.

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Primeiras Impressões

Esse modelo da linha Satellite, da Toshiba, é vendido como “básico”, mas bate muitos similares “potentes” vendidos por aqui:

* Intel Core 2 Duo T5300 1.73GHz
* 2GB DDR2 RAM
* HD SATA 200GB 4200 rpm
* Intel GMA 950 ( vídeo onboard )
* LCD TruBrite, 1280×800, 15,4”
* DVD +/-R com tecnologia Labelflash
* Webcam, modem, Ethernet 10/100, WiFi, 4 portas USB, uma porta Firewire ( IEEE-1394 )
* Windows Vista Home Premium original.

Todo esse conteúdo vem numa carcaça de 36 x 26 x 3 cm e 3kg. Ele parece ser maior e mais pesado do que realmente é. Como a maioria dos Toshibas, o design é moldado pela função: ele não é feio, mas não é “sexy”. Destaque especial para a tampa superior, num acrílico azul-escuro muito bonito, mas que arranha facilmente.

A parte traseira não tem conexões, pois a tela, quando levantada, avança um pouco para baixo, impedindo qualquer tentativa de ligar alguma coisa. Na lateral esquerda, está a saída VGA, o exaustor de calor ( que sopra pouco, mas bem quente ), o conector S-Video, Ethernet, duas USBs, ExpressCard ( 34 e 54 ) e Firewire.

A parte frontal mostra o logo “Satellite”, sempre iluminado em azul, quando o micro está ligado, a chave de ligação da rede WiFi ( escondida da linha visual, é preciso levantar o micro para vê-la ), cinco indicadores luminosos ( rede elétrica, ligado, bateria, HD e SD ), a entrada para o SD ( que também aceita Memory Stick, Memory Stick PRO, MMC e xD Picture Card ), os conectores de fone-de-ouvido e microfone externo ( há um embutido ) e o controle de volume. Na parte direita, mais duas USBs, o drive de DVD, o modem, a entrada de energia e a trava. ( Perdoem as fotos… só tinha a câmera do celular ).

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Abrindo a tampa, o display impressiona. O formato é de cinema ( 16:9 ), com resolução de 1280 x 800 pixels com tecnologia anti-reflexo apelidada de “TruBrite”. Sobre ele está a câmera, com 1.3MP e o microfone. A qualidade de imagem e som é bem razoável para video-conferências com clientes e amigos, inclusive com o modo noturno.

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As palmas das mãos ficam bem apoiadas numa área que é suficiente para a maioria das pessoas ( onde estão os dois adesivos vermelhos ). O “touch-pad” só tem um problema: o degrau entre ele e o restante do teclado é muito alto, o que dificulta a limpeza.

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O teclado é confortável e grande, cinza com teclas firmes, sem que causem cansaço. São 85 delas, além da ON/OFF e mais seis para controlar o cd, abrir o Media Player e o navegador.

Os alto-falantes são grandes e o som é limpo e claro, perdendo qualidade, obviamente, nos graves. Para quem é acostumado ao som normal dos televisores, ele será mais que satisfatório.

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Ligando os Motores

O tempo de boot é de 31 segundos, até a tela de logon do Vista.

Como todo Toshiba, o desktop vem apinhado de ícones para parceiros e programinhas embutidos. Do Google Desktop até a CNN, há de tudo, passando pelo Microsoft Office 2007 Home 2007 trial ( 60 dias ) e pelo McAffe Internet Security ( 30 dias ).

Sem ativar nenhum programa, quase 1GB da RAM já estava sendo usada. Depois de uma “limpeza”, esse valor passou para algo entre 580 e 650MB.

Uma das boas aplicações pré-carregadas é o Ulead DVD Movie Factory. Além de permitir gravar DVDs ( inclusive a partir de imagens ISO ), ele tem a funcionalidade de criar a etiqueta. Ok, até aí, nada demais. Mas o drive tem a tecnologia “Labelflash”: tire o disco, vire-o, coloque novamente e feche a gaveta. Mande imprimir a etiqueta e ela será “tatuada” na parte de cima do disco. É um efeito muito interessante, mas as mídias ainda são caras ( US$ 2,00 lá ) e difíceis de achar.

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No uso normal, do dia-a-dia, editando textos, ouvindo músicas, acessando a internet, vendo filmes, o sistema se comporta muito bem. Como o HD é de 4200 rpm, convém não abusar na hora de gravar um DVD ou CD e ficar abrindo arquivos. Outra coisa: os programas demoram um pouco mais que o normal para abrir, mas depois disso, rodam tranquilamente.

Uma coisa que chamou a atenção foi a qualidade de áudio e vídeo, nos conectores externos. A saída de vídeo não tem flutuações nem “fantasmas” e o áudio não sofre de “cliques” ou ruídos. Seria perfeito, não fosse o “resize” do monitor LCD ao se ativar a TV.

Colocando à Prova

Como vocês devem imaginar, foi nesse brinquedo que “inventei” de instalar o OS X. É por isso que a coluna “Escreve que eu te leio” da semana passada ainda não saiu mas como tudo na vida, esse desastre também teve um lado bom: testar o sistema de recuperação da Toshiba.

São dois DVDs: inicializa-se o sistema com o primeiro e, em minutos, ele pede o segundo. Coisa bem rápida, fiquei impressionado. Mas depois do Vista instalado, aparece uma tela do tipo “Não desligue, não mexa, não respire…” e aí se vão quase quarenta minutos, instalando as aplicações da Toshiba e amigos. Por ser uma recuperação, deveria haver uma opção de não instalar essas firulas… mas os discos cumprem seu papel.

Para estragos menores, há a opção de se abrir um console com as principais ferramentas da Microsoft em modo texto, como o diskpart.

Palavras Finais

Para trabalhar ou para o lazer, esse laptop vem bem a calhar. Nada de aceleradora 3D e, portanto, os últimos jogos vão sofrer se rodarem nele.

A bateria também não dura o suficiente para se maravilhar. Assistindo a um DVD, ela descarregou em quase duas horas. Mas editando um texto no Word e criando uma apresentação no PowerPoint, sem a rede WiFi, a autonomia saltou para três horas. Bem razoável, mas nada fantástico, como disse.

O único desapontamento foi a falta do Bluetooth. Sem o IrDA, o BT seria a única forma ( sem fios, claro ) de se ligar a um celular. Foi preciso adquirir um adaptador que é incoveniente, ocupa uma porta USB e sempre está sob o risco de ser perdido por aí.

O ponto forte foi a assistência técnica. Ligando para a Toshiba no Brasil e explicando que o micro foi comprado nos EUA, perguntei como seria a garantia. E, muito educadamente, me informaram que a garantia é mundial, desde que apresentados os documentos de compra e da alfândega.

Por último, a parte triste: o valor, nos EUA, é de US$ 1200,00. Ou seja: uns R$ 2400,00. Agora, imaginem quanto deve sair por aqui um similar, mas pagando nossos impostos camaradas somados ao custo-Brasil? E ainda dizem que a reserva de mercado acabou…

emArtigo Computação móvel Hardware

Last.fm vendida por US$ 280 mi

Por em 1 de junho de 2007

Nota rápida: a CBS Corporation pagou US$ 280 milhões pela rádio online Last.fm. O que mais chamou a atenção do grupo americano ( que tem 179 rádios “reais” ) foi o rápido crescimento da comunidade do site. Em cinco anos, chegou a 15 milhões de usuários.

Parece que todo o pessoal vai continuar na empresa, ou seja: nada de perder a identidade. Ao menos, por enquanto.

Estou vendo que essa aí vai durar mais que as outras… vou preparar outra carta.

[via BBC]

emIndústria Internet