Digital Drops Blog de Brinquedo

Mac in Rio – Apresentação

Por em 4 de março de 2007

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Este é o primeiro de uma série de artigos onde irei contas as experiências de um micreiro das antigas (do tempo em que se falava “micreiro”) que já foi usuário Linux quando ele era difícil, usuário Windows quando ele era ruim, usuário DOS quando não havia alternativa, e esse tempo todo sempre sonhou em ter um Mac.

Pois é, crianças, agora rolou. Depois de infinitas negociações e uma viagem completamente contrária a qualquer lógica custo/benefício, coloquei a mão em um MacBook.

Basicamente ele é o sonho de um usuário Windows e o pesadelo de um usuário Linux. É a caixa-preta mais branca que você já viu, e como diz a propaganda, “simplesmente funciona”. Eu sei que ele tem um terminal, afinal de contas no fundo, no fundo roda uma versão do BSD, mas não consegui achar e sinceramente não faz a menor falta. O bicho não tem sequer um LED de HD. O computador que é sinônimo de visual é extremamente espartano.

Um exemplo: Fui espetar um mouse USB para ver o que acontecia. Nada. Nem um pio. Achei que tivesse dado problema, pois no Windows eu receberia um balãozinho dizendo que um hardware foi detectado, depois um aviso de que havia sido identificado, depois um aviso de que estava procurando drivers, depois um aviso de que ele estava pronto pra ser usado. O Mac assume: “Espetaram um mouse. Tá tudo nos conformes? Bota pra funcionar”. Sem alarde. Câmeras digitais idem. Não é mais que a obrigação reconhecer a câmera. Na verdade ele VAI reconhecer, esse é o marketing da Apple. Não há sentido em fazer alarde por algo… natural.

Curiosamente, muitos dos “problemas” do Vista, como as confirmações para instalação de drivers existem no Mac. Mesmo assim ninguém fala delas. Dois pesos, duas medidas. Instalação de programas e CODECs por exemplo exigem confirmação. Nada mais justo.

A adaptação está sendo bem simples, ainda mais depois que descobri que se eu usar a tecla da maçã como se fosse Control, e ignorar a Control… tudo funciona. Não é CTRL+I para gerar itálicos, é MAÇÃ-I. O Jobs gosta de ser diferente…


Vamos então, do início:

Parte 1 – O Hardware

O necessário, somente o necessário. A Apple não gosta de papagaiadas. Estranho, mas é verdade. Nada de 123 conectores na traseira, etiquetas de informações inúteis, portas de acesso que fariam um F14 ficar com inveja. A traseira é limpa, sem nenhum conector. No lado direito, a entrada para o CD/DVD, sem gaveta externa. Na esquerda, nove conectores:

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  1. Força

  2. Rede

  3. Vídeo

  4. Firewire

  5. USB

  6. Outra USB

  7. Microfone

  8. Saída de áudio

  9. Cadeado

Nota: Todas as imagens estão sendo feitas com um Toshiba Satellite A65 como comparação.

Na frente uma luz de power/standby e o sensor do controle remoto.

No monitor, a câmera iSight, um buraco minúsculo para o microfone e um outro para indicar a câmera em funcionamento.

Na tampa, a maçã que acende.

Embaixo, a única porta de acesso é a bateria.

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E acabou. Não há mais nada. Nem sequer um botão para abrir a tampa, o fechamento é magnético. Comparem com a papagaiada que é o fundo do Toshiba. Parece um F14 com suas portas de acesso de manutenção.

Na próxima parte, falarei dos pequenos sustos dos primeiros momentos, da facilidade de configurar uma conexão Bluetooth e com a Apple invadiu meu telefone.



emApple e Mac

Terrorismo Nuclear no Second Life

Por em 4 de março de 2007

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O SLLA – Second Life Liberation Army é uma organização terrorista que vem atacando o Second Life, exigindo maior participação dos usuários nas decisões que envolvem o site/jogo/produto. Pior de tudo: Estão tendo cobertura da imprensa. Uma de suas últimas obras foi detonar um artefato nuclear no meio de uma das ilhas virtuais. O que faria sentido se você pudesse efetivamente destruir propriedade ou matar algum avatar.

Sinceramente acho que esse é um novo recorde mundial de nerdice. Para superar isso o sujeito teria que andar com um cartaz “Greve de Orkut – quero meus scraps de volta” ou algo assim.

via Game Politics


emInternet

Picaretas cá e lá: Best Buy com a boca na botija

Por em 4 de março de 2007

best buy.JPGUma série de investigações sobre práticas desleais acabou descobrindo que a BestBuy, uma grande cadeia de lojas de eletrônicos e eletrodomésticos nos EUA estava agindo de uma forma bem canalha, no nível de dar razão ao Michael Moore.

O que faziam: O Sujeito via um produto em casa. Corria pra loja. Lá o vendedor mostrava outro preço. Pra provar, abria um website da empresa falso, rodando na Intranet deles. Convencido de que perdera a promoção, o cliente ia no papo do vendedor e levava o produto pelo preço mais caro.

Aqui no Rio uma loja famosa do Shopping Avenida Central costumava fazer parecido. Anunciavam sempre um ou dois produtos a preço excelente. você ligava, confirmavam o estoque. Chegava na loja, nada. Depois de 3 vezes experimentei chegar 9h da manhã, e do lado da loja liguei, do celular. O cara confirmou. Eu entrei, como quem não quer nada, e claro “ah, acabou”. Me identifiquei como o autor da ligação, afirmei que não vi ninguém sair da loja no minuto anterior, e ameacei armar um escândalo.

Saí da loja com meu equipamento a preço de banana, e nunca mais voltei a comprar nos canalhas.


Via BoingBoing

emIndústria

Você conhece o Mário?

Por em 4 de março de 2007

Como assim que Mário? O irmão do Luigi, oras. Desde que ele aprendeu a falar, a voz do personagem tem sido feita por Charles Martinet, um ator californiano com bem menos reconhecimento do que merece. Se a profissão de dublador já é relegada ao 3o plano em filmes e séries de TV, em videogames então são verdadeiros desconhecidos. Até programadores são mais conhecidos (vide Syd Fields e John Carmack). Como disse para o Sérgio Stern, excelente ator que fez diversas vozes famosas, incluindo o Mike Wazowski, em Monstros SA, só dão bola quando colocam atores “famosos” para estragar os personagens.

Felizmente em videogames isso é raro. Já imaginaram o Rodrigo Santoro fazendo a voz da versão nacional de Duke Nukem?

Via: Technabob

emGames

ATENÇÃO: WordPress 2.1.1 inseguro. Atualize para o 2.1.2 imediatamente.

Por em 3 de março de 2007

Update: WordPress 2.1

Um dos servidores do WordPress.org foi invadido e o código da versão 2.1.1 infectado com malware que permite controle remoto do sistema. Apesar de não afetar todas as cópias distribuídas, a versão 2.1.1 foi considerada insegura e será substituída pela versão 2.1.2.

Faça o update imediatamente e espalhe a notícia. Se você acessar um blog rodando a versão 2.1.1, entre em contato com o blogueiro para realizar a atualização o mais rápido possível.

Se você está rodando a versão 2.0, não foi afetado e no caso de atualização, vá direto para o 2.1.2.

Fonte: WordPress Blog

emInternet Segurança Software

Por caridade, use o Messenger da Microsoft

Por em 3 de março de 2007

Um velho hoax se tornou realidade. A Microsoft atrelou o uso de seu Microsoft Live Messenger a programas de caridade. Agora se o usuário colocar um tag ao lado de seu nome no Messenger, parte da receita de publicidade gerada será destinada a organizações humanitárias.

A iniciativa I’M favore as seguintes entidades:


  • Cruz Vermelha Americana

  • Boys & Girls Clubs of America

  • National AIDS Fund

  • National Multiple Sclerosis Society

  • Ninemillion.org

  • Sierra Club

  • Stopglobalwarming.org

  • Susan G. Komen for the Cure

  • U.S Fund for UNICEF


A única coisa que você precisa fazer é colocar do lado de seu nick uma tag, como: “cardoso *unicef”. No site da campanha você encontra todas as tags. Sua navegação não é afetada, e seu cartão de crédito não será molestado.

Não há teto para o valor arrecadado, sendo que a Microsoft garante um mínimo, no primeiro ano, de US$100 mil para cada uma das entidades. E se você acha US$900 mil pouco, a conta do MeioBit está à disposição para depósitos nessa monta.

Via Uneasysilence

emIndústria Internet

Consiga uma chave de ativação do Vista na marra

Por em 2 de março de 2007

Password requiredÉ isso que o “Vista Brute Force Keygen”, a nova dor de cabeça da Microsoft, promete aos seus usuários.

O programa que já está disponível por torrent, faz exatamento o que seu nome diz, o “força bruta” significa que ele usa de todas as combinações possíveis até descobrir uma senha legítima.

Esse tipo de técnica não é nova, praticamente desde a invenção de senhas o uso de “força bruta” já é usado, sendo uma técnica teoricamente funcional porém muito lenta até algum tempo atrás antes da grande capacidade de processamento dos desktops, é também graças a ela que a maioria dos sistemas que trabalham com senhas possuem uma quantidade máxima de tentativas, já que “força bruta” nunca foi ligada à inteligência.

O problema é que agora que qualquer desktop já possui capacidade de processamento suficiente, requerida pelo próprio sistema operacional, o numero de cópias “autênticas” geradas por método “não-autêntico” deve ser grande.

Mas o problema não para por aí, por os códigos de ativação “autênticos” do VBF keygen serem descobertos aleatóriamente, muitos dos boxes do vista já no mercado podem simplesmente serem inválidados, para isso basta que um usuário com uma dessas chaves complete seu registro on-line antes do comprador do windows original, já que a qualificação de “original” será dado ao primeiro registro da mesma chave de ativação.

Alguém tem dúvidas de que a Microsoft ainda terá muita dor de cabeça?

emSegurança Software