Digital Drops Blog de Brinquedo

O OpenSocial é seguro? A primeira aplicação foi hackeada em 45 minutos!

Por em 3 de novembro de 2007

Plaxo do Michael Arrington Não demorou muito tempo para alguém descobrir falhas de segurança na implementação de uma aplicação baseada na API OpenSocial da Google. Na verdade, foram necessários apenas 45 minutos! O caso foi reportado pelo Michael Arrington (à direita), editor do TechCrunch, que teve alguns dados na rede social Plaxo Pulse alterados por um usuário chamado "theharmonyguy". "theharmonyguy" atendeu a um pedido do próprio Michael, que solicitou que fossem alterados seus emoticons usados na aplicação Emote (do RockYou), a primeira divulgada pela equipe do Plaxo, para comprovar a falha de segurança. Após a publicação da notícia, a aplicação foi desativada.

Esse caso demonstra que é necessário um cuidado especial no desenvolvimento de aplicações baseadas no OpenSocial, pois essa API não incorpora alguns controles de segurança disponíveis na plataforma do Facebook. É provável que em breve a Google lance uma nova versão da especificação com uma preocupação maior com a segurança dos dados. Enquanto isso, que tal experimentar algumas aplicações já disponíveis? Siga os passos abaixo para ouvir suas músicas preferidas diretamente de um gerenciador de contatos.

Como instalar uma aplicação OpenSocial

As aplicações desenvolvidas usando o OpenSocial precisam de um host, uma rede social que implemente a API. A demonstração abaixo foi feita usando o Plaxo Pulse, que está na versão beta 0.5.

1. Crie ou acesse um perfil no Plaxo Pulse. Em seguida, no menu lateral clique em "Applications". Será exibida a tela abaixo:

Plaxo Pulse_2007-11-03

2. Na seção Add a new application, digite o endereço para a definição XML da aplicação que você deseja instalar, e clique no botão "Add Application". Nesse exemplo, eu adicionei a aplicação iLike, na qual é possível ouvir músicas em streaming. O endereço é da definição XML do iLike é http://g.ilike.com/gadget/songs_ilike.

Pronto! O Songs iLike está instalado! Agora é só ouvir suas músicas preferidas enquanto navega em sua rede social para contatos profissionais. Quer tentar outras aplicações? Então visite o Ning OpenSocial Gadgets Directory e faça sua escolha. Ainda são poucas aplicações, mas isso deve mudar nos próximos dias com a disponibilização de uma área de desenvolvimento para aplicações no Orkut.

Fonte: TechCrunch

emGoogle Indústria Internet

E se a Apple comprasse a Adobe?

Por em 2 de novembro de 2007

Computador da Apple aqui no Brasil é chamado de “computador de designer e publicitário”. E realmente, nos estúdios de design e agências de publicidade o Mac tem uma grande força. Na área de edição de áudio e vídeo, ele é quase um padrão, e a própria Apple produz softwares muito bons, como é o caso do Final Cut Studio (uma grande suíte de produção) e do Logic Studio (que faz jus ao “studio” do nome).

Entretanto, na área gráfica, a Adobe é o padrão (em relação a aplicações). Ela reina absoluta na área de ilustração vetorial (não, o Corel não é comparável), editoração, edição de imagens e, depois que comprou a Macromedia, também abocanhou a área de web.

Como a Apple tem realizado um bom trabalho também na área de aplicativos gráficos voltados a um público leigo (iLife, por exemplo), Brandon Watts do OSWeekly pensou numa situação hipotética: e se a Apple comprasse a Adobe?

Sim, é uma idéia maluca e, pelo menos no cenário atual, um tanto improvável, mas como o próprio autor diz, é interessante e até engraçado pensar no assunto. Veja bem: se a Apple quiser competir nos nichos onde a Adobe dita as normas, terá que fazer seus próprios aplicativos do zero, ou adquirir pequenas companhias que já desenvolvem produtos na áreas, mas quem?

Obviamente que, para uma empresa como a Apple, que hoje é maior que a IBM, seria muito bom atrair todo o seu público-alvo para baixo de suas asas. Talvez até fazer uma migração forçada, como aconteceu com os usuários da versão for Windows do Final Cut, quando ela parou de fabricá-la. Com certeza uma grande vantagem na guerra dos OS.

A Microsoft que notoriamente atira para todo lado, também entrou no mercado para competir com a Adobe. Sejamos sinceros, isso é muito bom, pois depender exclusivamente de apenas uma empresa não parece uma solução muito confortável. Até agora, a suite Expression não fez muito sucesso, mas se a Microsoft caprichar, um dia pode chegar lá – aqui você pode ver uma breve resenha do Expression Design.

Watts finaliza seu devaneio da seguinte forma: “Realisticamente, estou certo de que a Apple e a Adobe vão continuar mantendo suas relações de colaboração entre si, mas você não pode me dizer que essa idéia de uma aquisição pelo menos não cruzou a mente de alguns executivos de ambas as empresas.

É um cenário interessante, mas como ele mesmo diz, apenas hipotético.

Fonte: OSWeekly [via Slashdot]

emApple e Mac

Planejando o novo Ubuntu

Por em 2 de novembro de 2007

Mal saiu o Ubuntu 7.10, o pessoal da equipe de desenvolvimento já está planejando a nova versão do sistema, chamada de Hardy Heron, algo como “gaivota forte”.

A prioridade desta versão não é acrescentar recursos novos, como foi no desenvolvimento do Gutsy Gibbon, mas aprimorar os existentes, já que o Hardy será um release de suporte extendido (3 anos).

Na “to-do list” da equipe há várias tarefas, algumas listadas abaixo:

– O Compiz Fusion, recurso para impressionar visitas, será mais usável e integrado ao sistema, já que ele é um importante cartão de visitas;

– Integração com o PolicyKit, framework que gerencia privilégios e permissões do sistema, desenvolvido pela Red Hat;

– Aperfeiçoamento do Tracker, ferramenta de busca e indexação de arquivos.

Além disso, eles também planejam uma reforma no visual do Ubuntu, que se mantém mais ou menos o mesmo desde sua primeira versão, mas baseando-se na versão atual. Em vez do laranja e marrom, o novo Ubuntu será preto e laranja, e um dos nomes propostos para o novo tema default é Superhuman – pegou o trocadilho?

O primeiro alpha da nova versão do Ubuntu está marcada para chegar dia 29 de Novembro.

Fontes: Ars Technica [1] [2]

emAndroid e Linux Open-Source

Confirmado! Eee Pc no mercado brasileiro em dezembro.

Por em 2 de novembro de 2007

As caixas postais dos editores aqui do Meio Bit receberam a notícia de que os primeiros exemplares do ASUS Eee PC chegam ao mercado brasileiro no início de dezembro e terão como preço sugerido R$1099.

Os modelos, que atendem pelo nome de Eee PC 4G Surf terão tela de 7″ WVGA (resolução de 800×480), processador e Chipset Intel Mobile, Sistema Operacional Linux (pré-instalado), Windows XP (compatível), Ethernet, WiFi, 512Mb (DDR2) de memória e HD de modestos 4GB S.S.D. (disco de estado sólido)

Se você chegou agora por aqui, o Eee Pc (Easy to use, Easy to work, Easy to play ) é apontado como um possível concorrente do OLPC de Negroponte. E uma boa opção para projetos governamentais de inclusão digital e democratização da informática.


emHardware

Ok, nem sempre dá pra socializar. Mas seria essa a solução?

Por em 2 de novembro de 2007

desk-concept_02112007.jpg

Sabe aquele dia em que você só quer sentar em sua mesa de trabalho e…trabalhar? Então, o pessoal do escritório de design do Marcus Ward Curran entendeu muito bem o recado. Eles criaram o Eclipse Office Partitioning System, um casulo no melhor estilo “não fale comigo hoje, por favor”. A idéia é oferecer painéis dobráveis que podem acomodar (ou seria isolar?) seu ocupante em meio a uma atmosfera de vários recursos.

O Eclipse Office tem tela e luz de projeção interna, sistema de som integrado e capacidade de mudar a cor de sua cobertura durante o dia para refletir seu humor. Engloba outras idéias para divisórias e mesas de reunião, como você pode ver logo abaixo:



A questão aqui é…alguma empresa levemente corporativa encararia uma experiência dessas? Calculo eu aqui com meu botões que não.

Fonte: Engadget


emProdutividade

City Car. Ideal para cidades que pensam seu sistema de transporte.

Por em 2 de novembro de 2007

citycar_subway_02112007.jpg

O grupo de trabalho Smart Cities, do MIT com o patrocínio da General Motors desenvolveu num veículo para resolver em grande parte a questão do trânsito caótico das grandes cidades.

O City Car é um veículo elétrico de dois lugares que teria uso compartilhado entre seus usuários, o coneito é um antigo sonho de urbanistas. A engenharia do carrinho foi criada ao redor de uma roda omnidirecional robótica integrada ao motor o que diminuiu sensivelmente o espaço ocupado, tornou o design do veículo inovador além de conferir grande capacidade de manobra.

Outro grande trunfo do projeto será resolver a questão da “última milha”, conceito que define a distância média percorrida entre o último ponto de uma via expressa (ou sistema de transporte) e o destino final dos motoristas. Os veículos tradicionais resolvem com sucesso esta questão mas, contudo, poluem imensamente o meio-ambiente.

Com o City Car esta questão estaria resolvida. Até porque nas grandes cidades, com fluxo intenso e dificuldade de estacionamento, ele poderia simplesmente ser encaixado a até seis outros veículos iguais. Seis deles ocupam o mesmo espaço de um carro convencional.

Se pensarmos bem, o projeto é todo baseado em uma premissa perigosa em outras partes do mundo: um sistema de transporte coletivo funcional e de grande malha capilar. O City Car tem como um dos usos indicados ser deixado em estações de metrô, por exemplo. Como seria a transposição deste modelo para uma cidade do Brasil, por exemplo? A última milha teria quantos quilômetros?

Fonte: Technology Review


emMiscelâneas

OpenSocial: a convergência das redes sociais

Por em 1 de novembro de 2007

Confirmou-se o esperado: a Google resolveu tirar a pedra do sapato, partindo com força total para cima do Facebook. A gigante de Mountain View anunciou o OpenSocial, uma API sigilosa aberta que viabilizará o desenvolvimento de aplicações para qualquer rede social que adote o padrão definido por ela. Desde a fase embrionária do projeto já haviam várias redes envolvidas, trabalhando sileciosamente para especificar um padrão que pudesse integrar o complexo mapa social de milhões de usuários. Inicialmente, LinkedIn, Ning, Hi5, Plaxo, Friendster, Oracle, Viadeo, SalesForce e Orkut (claro!) se prontificaram a colaborar e adotar o padrão. A adesão ao OpenSocial já era significativa, mas hoje ganhou uma outra proporção com o ingresso de outros apoiadores como MySpace, Bebo, Engage.com, RockYou, Hyves, imeem, Tianji, XING e SixApart (do Moveable Type, do TypePad e do LiveJournal). A lista de apoiadores do projeto deve crescer ainda mais nas próximas semanas.

Google OpenSocial

O OpenSocial trará funções de acesso aos dados dos perfis dos usuários, incluindo seus relacionamentos e suas atividades. Até aí nenhuma diferença da API fornecida pelo Facebook, certo? Errado. O Facebook possui uma linguagem própria chamada FBML, enquanto o OpenSocial é baseado em HTML convencional e JavaScript. O principal benefício da abordagem da Google será o de aproveitar a familiaridade que os desenvolvedores possuem com os padrões atuais da Internet. Ponto para o OpenSocial. Os primeiros screenshots de aplicações desenvolvidas usando o OpenSocial já começaram a surgir, como os exemplos abaixo:

 

iLike no Orkut

iLike no Orkut

Netflix no MySpace 

Flixster no MySpace (aplicação criada em 1 dia)

A Google trabalhou sorrateira e rapidamente para elaborar o plano anti-Facebook que originou o OpenSocial. Será que a Google esqueceu o slogan "Don’t be evil"? Apesar do golpe abaixo da cintura, acredito o OpenSocial não é suficiente para derrubar o Facebook, que já se movimenta para conhecer a API secreta aberta do OpenSocial. É provável que o Facebook adote o padrão da Google, enquanto mantém paralelamente a sua API proprietária para reduzir os riscos da dependência externa. Pelo visto na briga pela audiência das redes sociais vale tudo, inclusive dedo no olho!

P.S.: A especificação do OpenSocial deve ser publicada na próxima semana está disponível em http://code.google.com/apis/opensocial.

Fonte: TechCrunch.

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