Digital Drops Blog de Brinquedo

Extra: Nintendo com fábrica no Brasil!

Por em 12 de maio de 2007

Mais uma vez o Judão deu o furo (não se preocupem, ele gosta): Nintendo vai abrir uma fábrica no Brasil, mais precisamente em Santa Catarina.

Agora é só sentar e assitir a sensacional briga Custo Brasil vs Impostos Absurdos de Importação. Mas como a Nintendo está abrindo a fábrica pensando no mercado exterior, muito provavelmente o custo será bem acessível, o que significa que respinga pro mercado interno: Nós.

Só espero que essas máquinas cheguem ao mercado ANTES do lançamento do primeiro jogo de Star Wars para o Wii, momento em que serei obrigado a comprar um custe o que custar.

emGames

Nokia: tirem o carregador da tomada

Por em 12 de maio de 2007

A Nokia lançou hoje celulares que possuem aviso de economia de energia. O
alerta pede que os usuários retirem o carregador da tomada assim que a bateria
estiver carregada. O motivo é que o carregador continua consumindo energia
mesmo sem um celular para alimentar. O consumo, segundo o
press
release
da Nokia, equivale a 85 mil residências por um ano. Ou seja, muita
energia. Não sei se esse cálculo é dos carregadores dos EUA ou do mundo todo,
não ficou claro. Por enquanto apenas alguns aparelhos têm essa funcionalidade.
Mas em breve cobrirá toda linha de celulares.

A fabricante finlandesa também vai fazer a sua parte. Promente criar
carregadores cada vez mais eficientes e econômicos. Seus planos prevêem que em
2010 os carregadores gastarão 50% menos energia quando ligados à tomada e não
ao telefone. A iniciativa é boa, deixa a Nokia de bem com o hype de ser
ambientalmente sustentável. Mas acho que valeria a pena eles implantarem algum
tipo de mecanismo que automaticamente desligasse os carregadores quando o
celular fosse desplugado. O problema seria resolvido automaticamente e os
consumidores não precisariam se lembrar deste fato.

[via
tree
hugger
]

emCelular Indústria

Online ou offline? Eis a questão

Por em 11 de maio de 2007

Vou direto ao assunto. Você gosta de MMORPGs? O que o faz gostar deste estilo de jogo? Faço essa pergunta pois devo ter algum problema psicológico. Eu devo ser a única pessoa do mundo apaixonada por games e que não consegue se acostumar com o gênero.

Já pensei muito sobre assunto, mas sempre que testo um novo jogo, acho muito legal no começo mas depois perco a vontade de jogar novamente. Já testei vários, de Dofus a Lineage II, passando por Last War e Silkroad, sendo o último o que mais me chamou a atenção, mas acabei desistindo devido a missão quase impossível de se achar uma vaga em um servidor para jogar. Ok, você pode dizer que isso não é motivo para larguar um bom jogo, mas sincramente? Quero ligar o pc e jogar na hora em que sentir vontade.

Outro fator que me incomoda em jogos assim é o fato de ter que passar horas e horas jogando para poder continuar acompanhando seus amigos, já que eles não têm nada para fazer e ficam 5 ou 6 horas por dia matando monstros e adquirindo pontos de experiência. O que quero dizer é que tenho a impressão que a maioria dos MMORPGs exigem uma capacidade sobre humana daqueles que procuram ter uma vida social saudável, incluindo jogar outros games.

Sem contar aquelas quests as quais você nunca conseguirá concluir sozinho e para isso precisa da ajuda de outros gamers, e que muitas vezes não vão com a sua cara, simplesmente porque você não é do país deles. Sei lá, talvez eu seja anti-social demais, mas não gosto da idéia de que dependo de outros jogadores para concluir uma tarefa em um jogo. É irônico pois já fui um jogador dedicado de Day of Defeat, apesar de que em um FPS a interação entre os jogadores nunca será a mesma de um RPG.

É claro que várias características me chamam a atenção em um MMORPG e a principal delas é o vasto e dinâmico mundo apresentado na maioria dos games. Sempre fui fascinado por jogos com grandes ambientações e os MMORPGs talvez possuam os mundos mais detalhados e variados já produzidos. Desertos, cidades, florestas, montanhas, cavernas e até outros mundos. Mas com o poder de processamento das máquinas de hoje, mesmos os RPGs offline conseguem reproduzir esta característica. Vejam Oblivion, por exemplo.

Portanto continuo tentando descobrir quando conseguirei me render a este que é um dos mais fascinantes gêneros já criados. Já me disseram que o dia em que eu jogar World of Warcraft eu mudarei de opnião, mas fico pensando se vale a pena comprar o jogo, até porque o mesmo requer o pagamento de mensalidade.

emGames

Google Earth sonoro?

Por em 11 de maio de 2007

Como foi anunciado ontem aqui no Meio Bit, o Google Earth trouxe várias novidades para a sua nova versão 4.1, e pelo jeito não param por ai. O pessoal do Google parece estar em negociações com uma empresa que fez um programa para associar sons às imagens do Google Earth.

A empresa conta com um repertório de mais de 3500 horas de gravações de sons das mais diversas situações, cidades, animais, florestas, desertos, etc. Se os acordos forem bons para ambas as  partes, podemos ter em breve um Google Earth ainda mais animado. A idéia é que as pessoas possam ouvir de seus computadores os mais variados sons presentes nas áreas mais distantes do mundo.

Fonte: BBC News

emInternet

Os maiores fabricantes de laptops

Por em 11 de maio de 2007

Responda rápido: quem é o maior produtor de laptos do planeta? Lenovo? Dell? HP? Toshiba? CCE?laptop.gif

Nada disso: é a Quanta, sediada em Taiwan. Ela fabrica em regime de OEM para a Dell, Compaq, Gateway, HP, IBM, Sony, Sharp, Fujitsu e Siemens. Ah! E também comercializa sua própria marca. Logo atrás, vêm as fábricas Compal, Wistron, Inventec e Asus. Essas cinco dividem 86,6% do mercado mundial de laptops.

Em 2006 as vendas de micros portáteis cresceram 24,6%, chegando a 72,6 milhões de unidades. Este ano, devem ultrapassar as 89 milhões de unidades.

Talvez seja a hora de rever seus conceitos e deixar a “marca” de lado, economizando alguns trocados ( exceto no caso da Asus, que tem preços bem salgados ).

[via Extremetech]

emAnúncios

Joost: será que aguenta ?

Por em 11 de maio de 2007

O badalado aplicativo Joost, que promete videos sob demanada em tela cheia, está fazendo muita gente pensar. Apesar do aporte de capital recente e vários acordos com produtoras de conteúdo, a possibilidade da infraestrutura do sistema não aguentar existe.

O Joost utiliza um sistema híbrido, servindo conteúdo a partir de servidores centralizados bem como peer-to-peer. Pois bem, depender da conexão dos usuários para ter uma qualidade boa de serviço é complicado. Se já foi complicado com o Skype, que hoje em dia funciona muito bem, imagine para um serviço que demanda muito mais largura de banda. E outra: com essa moda das operadoras de limitar o uso de protocolos p2p (como bittorrent), é possível que para que a qualidade seja aceitável sejam necessários muito mais peers.

O Joost está sendo liberado, e o lançamento deve acontecer muito em breve (dias). Vai ser interessante ver como o sistema se comportará quando uma quantidade enorme de usuários quiser testar o serviço.

Uma coisa é certa: o Joost é um marco na área de distribuição de conteúdo multimidia.

emÁudio Vídeo Fotografia Indústria Internet

Processadores Intel – parte III

Por em 10 de maio de 2007

 Nesta última parte o Marcelo explica em termos simples algumas das características de gerenciamento de energia dos processadores da linha Core. O mais interessante é que esse processo é completamente transparente para o usuário.  Clique aqui para assistir.


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