Digital Drops Blog de Brinquedo

Procurando desafio?

Por em 24 de julho de 2007

Tenho que admitir que nunca fui muito fã  de damas (o jogo, ok?). Sempre achei o xadrez muito mais interessante, embora não tenha QI suficiente para me considerar um jogador.

Foi anunciado que um grupo de cientistas canadenses conseguiu, após 18 anos de pesquisas, criar um programa imbatível no jogo de damas. O software conhecido como Chinook foi idealizado Jonathan Schaeffer na Universidade de Alberta e é capaz de realizar 39 trilhões de combinações. Segundo Schaeffer, mesmo com nas melhores condições, o jogador só conseguirá empatar a partida. Caso queira desafiar o programa (e levar uma surra), basta clicar aqui.

Foram usados cerca de 50 computadores diariamente para chegar a solução e para quem pensou em um programa para o xadrez, é bom esperar sentado. Segundos pesquisadores, devido ao enorme número de possibilidades do jogo, seria preciso séculos de pesquisas com os mais potentes computadores do mundo (HAL 9000 ?!?) para criar um software imbatível no xadrez.

A criação do cientista é um grande passo no apromoramento da inteligência artifical. Como disse uma vez aqui no Meio Bit, na minha opnião esta área é talvez a que menos evoluiu nos jogos e todo avanço será sempre bem vindo.

[via Reuters]

emGames Miscelâneas

O Real Estado da produção de conteúdo no Brasil

Por em 24 de julho de 2007

meiobit-pareomundo.jpgQue a produção de conteúdo na Internet Brasileira é pequena, não há dúvida. Sendo honesto, no mundo inteiro a relação entre consumidor / produtor é de menos de 1%. Mas imaginava-se que a produção de conteúdo fosse mais qualitativa. Agora uma pesquisa jogou por terra essa idéia.

Uma pesquisa do grupo E.LIFE determinou que 80% do conteúdo gerado por usuários no Brasil está dividido em:

  • Orkut (50,78%)
  • Blogger (13,48%)
  • Blogspot (11,55%)
  • WordPress (2,96%)
  • ReclameAqui.net (2,22%)
  • YouTube (2,19%)
  • Flickr (1,10%).

Ou seja: quase metade de tudo que se cria de “novo e original” por aqui é criado no Orkut.

Informação útil é informação que é propagada. Qual a última vez que alguém viu um post em um blog comentando algo original criado no Orkut? Ou um texto na mídia tradicional, seja o UOL, seja o IDGNow!?

O máximo que encontro, quando encontro, são notícias como esta (valeu, Felipe) de uma comunidade do Orkut de nome “CHURRASCO DA TAM EM CONGONHAS”.

ISSO é o tal conteúdo original? Antes que digam que isso é uma aberração, e que o bom conteúdo existe, por que motivo ele não é propagado? A boa informação é viral por natureza. Mesmo que o autor não queira, acaba se espalhando.

Visto que isso não acontece, devemos tirar o Orkut da equação, o que nos deixa com 50% do conteúdo inicial.

A idéia de alguns blogueiros, de que escrevem e ninguém lê, na verdade é errada. Uma visão realista é que ninguém escreve E ninguém lê. Isso, a longo prazo, é fatal para o Brasil, pois sem o hábito da leitura E da escrita, não se cria senso crítico. Sem senso crítico, você deixa de ser um Cidadão e vira só mais um cordeirinho, manipulado por todo mundo, do Presidente à sua sogra.

Fonte: Info

emBlog

Laboratório de Windows Mobile da MS usando Macs

Por em 24 de julho de 2007

O repórter do vídeo abaixo tomou um susto; visitando um laboratório de aplicações Windows Mobile da Microsoft, deu de cara com um monte de Macs.

Para quem é de fora realmente é estranho, mas quem quer ganhar dinheiro não tem tempo a perder com mesquinharias, e se o pessoal que pesquisa aplicações avançadas para Windows Mobile quer usar Macs, a Microsoft seria burra se implicasse com isso.

É coisa de chefe brasileiro que fica vigiando quantas garrafas de café o departamento toma durante o dia. (caso veridico)

Legal é o repórter entusiasmado com o HTC Touch, um excelente -talvez o melhor- smartphone Windows Mobile da atualidade, mas uma proposta fundamentalmente diferente do iPhone.

Fonte: Mobility Today

emCelular Computação móvel Indústria

Sinal dos tempos na telefonia pública

Por em 24 de julho de 2007

meiobit-orelhao.jpg

O Steven Levitt fez uma observação interessante em seu blog; ele viu um sujeito no aeroporto O’Hare usando um… telefone público. Isolado, sozinho, quase um leproso tecnológico, em tempos onde o celular domina completamente a paisagem. Nos EUA os telefones públicos estão desaparecendo com uma velocidade muito grande, sumindo junto com outro equipamento já sem utilidade: A secretária eletrônica.

Claro que num país como o nosso, onde ainda há cidades com os pitorescos “postos telefônicos”, não podemos esperar um sumiço tão radical dos telefones públicos. Por mais que a telefonia celular seja usada hoje por todas as camadas das população economicamente ativa ou até economicamente “que se vira”, não é o bastante para aposentar o orelhão.

Mas se você tem mais de 25 anos, e mora em um grande centro, pode reparar:

Ninguém nunca mais enfrentou fila para falar em orelhão.

emCelular

TV Digital em teste

Por em 24 de julho de 2007

Os aparelhos para recepção digital já estão sendo testados por fabricantes, o que nos aproxima do lançamento, ainda esse ano, como prometido pela indústria.

O problema é que os conversores custarão mais de R$ 100,00, estimados pelo governo, por culpa do próprio: impostos. Como disse um jornalista do Financial Times, nunca precisamos tanto de um governo mais eficiente.

Os pedidos para diminuição de impostos ou isenção fiscal foram pedidos, mas não houve qualquer retorno. Uma pena, pois com aparelhos mais caros, menos gente terá acesso. Será tão difícil assim fazer a conta, prezadas autoridades?

Fonte: Folha Online

emMiscelâneas

Embarcando o Linux

Por em 24 de julho de 2007

embedded.jpgNão é de hoje que vocês sabem que ando “flertando” com dispositivos embarcados rodando Linux. Este é um dos principais motivos do meu relativo desaparecimento.

Hoje, felizmente, minha própria placa ganhou vida ( It’s alive… it’s alive! ) e é bem possível que o volume de trabalho diminua… se bem que, levando em consideração que a curva de aprendizado para se programar o Linux é muito alta… não sei, não. Aliás, antes que começem a dizer que sou preguiçoso/burro/vendido, vou logo avisando: além do software, também faço o hardware. Uma documentação fácil de se entender viria bem a calhar ( e observem que volume nem sempre se traduz em qualidade ).

O ponto é o seguinte: é preciso tanto trabalho, mas tanto trabalho para se embarcar o pinguim, que, sinceramente, estou reconsiderando a opção pelo Sistema Operacional. Além das incertezas do licenciamento, é muito difícil achar informação. Pelo menos, a informação certa. Há milhares de “Howtos” espalhados pela internet, mas a maioria ou é superficial ou obsoleta. Vou dar um exemplo prático: o processador que escolhi tem três linhas de interrupção externa. Como saber se o kernel as configurou para serem ativadas por nível ou transição? Em qual arquivo está isso? Não é importante? Apenas se eu quiser ficar com o hardware de referência, fornecido pelo fabricante.

Não é o tipo de coisa que o programador comum saiba ( até porque, o programador comum faz coisas mais… comuns, certo? ) e mesmo programadores experientes se enrolam. Mas é o tipo de coisa que o sujeito que “embarca” o Linux precisa saber. Ao menos, precisa saber onde está, pois sempre há um chip novo que não tem driver ou é preciso otimizar algum já existente.

Se o sistema fosse vendido por alguns dólares e esse dinheiro fosse usado única e exclusivamente em documentação ( não me xinguem, mas vejam a diferença entre o que a Microsoft oferece e o que a comunidade oferece ), seria a opção de nove em cada dez projetos. Sem isso, é bom provável que o Windows CE continue sua expansão.

Aliás, o que é bem comum acontecer é que, em vez da empresa licenciar o Windows CE, por exemplo, acreditando na “redução de custos” que o software livre trará para o projeto, acaba virando refém de outras distribuidoras de software. Seis mil dólares por uma licença do ambiente gráfico, quatro mil pelo ambiente de desenvolvimento, o dobro do salário para o engenheiro que entende de Linux ( se comparado com aquele que programa para a “plataforma-proprietária-do-demo” ) e por aí vai. É claro que sempre vai aparecer alguém e dizer que somos todos estúpidos, que poderíamos fazer tudo sem pagar nada, já que temos alguns fontes… mas, convenhamos: projeto atrasado, sua equipe trabalhando no meio da madrugada e aparece uma dúvida. Você escolheria um bom suporte ou um fórum qualquer?

emAndroid e Linux Hardware

Como ter um PSP sem gastar nada

Por em 23 de julho de 2007

Sintam inveja desocupados de plantão. As pessoas ocupam seus tempos da forma que acham mais adequada e aqui temos dois exemplos que merecem reflexão. Em ambos os casos, os artistas resolveram desenhar um PSP usando softwares de edição de imagem. No primeiro caso há um tutorial ensinando a desenhar o portátil usando o Photoshop. No segundo, pasmem, usando o limitado Paint do Windows, com direito a dashboard e tudo. O pior é que a versão do Paint ficou melhor :s

Ok, você nunca quis aprender a desenhar um PSP? Então veja como se faz um Ipod ou um Subaru Impreza, ambos no Paint.

PS: O Rafaelle Picca (video do carro) é um artista e velho conhecido do pessoal que gosta de design. Ou seja, ele não é um desocupado.

emGames Miscelâneas