Digital Drops Blog de Brinquedo

Bug no IE 6

Por em 21 de dezembro de 2007 - 35 Comentários

Você ainda usa o Internet Explorer 6? Tem o XP com Service Pack 2? Pois então, se seu micro foi atualizado com o boletim de segurança MS07-069, há o risco do navegador travar assim que abrir um site qualquer e permanecer assim, inútil, eternamente.

A Microsoft afirma que o problema afeta poucos usuários, e colocou no ar uma solução: editar o registro e adicionar uma DWORD com o nome “*” e valor “1” à sub-chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Internet Explorer\Main\FeatureControl\ FEATURE_PROTECT_DECOMPRESSION_FILTER_FROM_ABORT_KB942367. Complicado? Baixe o arquivo indicado nesta página (usando o Firefox, Safari o Opera, já que o seu IE6 foi para o espaço) e tudo deve voltar ao normal.

Mas, só entre nós: já está na hora de migrar para o IE 7, não acha?

[via TechNet]

emMiscelâneas Segurança Software

Site Open Source da Microsoft agora em português

Por em 21 de dezembro de 2007 - 46 Comentários

OSMS.jpg

Um espectro se espalha pela Microsoft, é o espectro do Open Source. Primeiro foi o Porta 25, agora é o site inteiro de Open Source da empresa que é migrado para a língua portuguesa, com direito a conteúdo local e tudo.

Interessante é que enquanto os Stallmaníacos se digladiam, a Microsoft investe em projetos como o IronRuby e IronPython, e parcerias com MySQL, JBoss e a salvação de todo mundo que tem site PHP: Zend.

Não há uma questão ideológica aqui, o que a Microsoft está fazendo é atender demandas de mercado. se o Mercado quer Open Source, vai ter Open Source. Reconhecer uma demanda e supri-la é o básico. O próprio Stallman faz isso, ao manter uma versão Windows do EMACS. Errado é bater o pé e fazer pirracinha “com você eu não brinco”, coisa que a Microsoft fez durante anos e alguns OpenXiitas continuam fazendo até hoje, como os que dizem que não rodam o Moonlight por ser “associado” à Microsoft, embora o próprio Stallman tenha elogiado o programa e o declarado “livre’.

emOpen-Source

Download gratuito da Microsoft Press: Introdução ao LINQ

Por em 21 de dezembro de 2007 - 6 Comentários

Essa é uma dica rápida para quem está interessado(a) no Language Integrated Query, que é uma das grandes novidades do C# 3.0. O download completo do livro, em inglês e em formato pdf pode ser feito no Visual Studio 2008 Learning Portal. ms_linq_cvr O conteúdo do livro abrange bastante coisa.

São ao todo 6 capítulos, divididos da seguinte forma:

1. LINQ Introduction
2. C# Language Features
3. Visual Basic 9.0 Language Features
4. LINQ Syntax Fundamentals
5. LINQ to ADO.NET
6. LINQ to XML

E ele ainda vem com uma saideira sobre o ADO.NET Entity Framework, uma nova abordagem sobre mapeamento de entidades objeto/relacional, ou seja, transportar o paradigma de bases de dados relacionais para a orientação a objetos.

Outros dois livros estão disponíveis parcialmente: um sobre Asp.Net Ajax e outro sobre Silverlight. Basta ter uma conta no MSN ou Hotmail para acessar o conteúdo.

emDownload Miscelâneas Software

Bibliotecas AJAX: Interfaces avançadas, abertas e prontas para usar. Sem reinventar a roda!

Por em 20 de dezembro de 2007 - 34 Comentários

Um dos maiores problemas para quem cria aplicativos web são as limitações impostas pelo browser. Com o tempo, tecnologias, linguagens, paradigmas e arquiteturas surgiram para tentar aproximar a experiência da Web ao Desktop. Flash, Flex, GWT, Silverlight, AJAX são apenas alguns nomes que o desenvolvedor precisa saber pelo menos para que serve.

Iniciativas como o Adobe Integrated Runtime (AIR) estão indo justamente ao contrário: a web está chegando ao desktop. Flash e Flex são boas opções, se completam e podem dar o poder tanto ao designer quanto ao programador. Mas o denominador comum em qualquer sistema operacional e browser, continua sendo JavaScript e HTML.

O Ajax Toolkit da Microsoft apresenta uma série de componentes usando o Microsoft Ajax Library, que apresentam uma série de facilidades ao desenvolvedor, quando associados a outros componentes do Asp.Net como a GridView. O Java Server Faces é o equivalente do mundo Java.

Mas existem outras opções além das fornecidas por Sun e Microsoft? Se o cliente quiser um sistema em PHP, JavaScript e HTML somente, o desenvolvedor é obrigado a fazer tudo do zero? Ou comprar componentes caros para que a apresentação e funcionalidade fiquem aceitáveis, dentro do prazo e custo? Mesmo quem usa .Net ou Java, pode se beneficiar, já que foram recomendadas pela Adobe:

Ext JS

Grids editáveis, árvores complexas, componentes de navegação, tudo criado em JavaScript e compatível com qualquer linguagem server-side, já que é possível popular através de XML. Veja um exemplo que faz uso do Google Gears. Ou veja esse leitor de feeds criado sem nenhum plug-in necessário, apenas JavaScript.

Bibliotecas como o Ext JS podem ser muito úteis em qualquer projeto, já que seu uso é simples, a documentação é farta.

Script.Aculo.Us

Outra biblioteca para criação de interfaces complexas, usando JavaScript e HTML. E o como já existem várias empresas utilizando, a coisa fica ainda melhor para os desenvolvedores. Exemplos de quem usa? Gucci, Apple, Basecamp e Feedburner. Integração é o sobrenome dessa biblioteca e isso fica claro na página que explica como usá-la com as mais diferentes tecnologias como .Net, Java, Perl, Ruby on Rails, PHP, Django, etc.

O website possui algumas falhas, mas os demos não deixam dúvida que é uma ótima escolha também.

Prototype

É uma framework para facilitar o desenvolvimento de aplicações e também usado por nomes como Basecamp e Feedburner. Compatível com o Script.Aculo.Us, eles se completam, já que o anterior concentra-se mais em fornecer opções de interface e o Prototype, bibliotecas de classe para usar orientação a objetos e livrar o programador de muita programação mundana, chata e provavelmente com muitos erros.

Ao usar o Prototype, AJAX torna-se algo trivial, sem as dores de cabeça em fazer tudo do zero. Um bom desenvolvedor sabe que solucionar problemas é mais importante do que gastar semanas recriando algo que já está pronto para uso.

A escolha de usar essas frameworks acima, depende sempre de estudo caso a caso. Não há O melhor e sim o mais indicado para o problema a ser enfrentado.

Update: Depois de ler os comentários, mais duas frameworks merecem menção nesse post.

Mootools (Dica do Lucas Cavalcante)

Depois de olhar os componentes da framework e objetos visuai do Mootools, não há como negar: trabalho profissional. Da forma como ele está, pode ser usado em qualquer projeto high profile onde uma interação natural seja mais necessária e escrever linhas e mais linhas de código repetitivo esteja fora dos seus planos.

Definitivamente recomendado. Os componentes estão muito bem acabados.

JQuery (Dica do Pedro Menezes, Fedola, Willgm, Darkflames)
Esse entrou por demanda popular e é outra framework que pode economizar semanas de desenvolvimento e dores de cabeça. A comunidade em torno dele criou dúzias de componentes e existe uma framework visual completa usando-o como base. Também vem sendo usado comercialmente e pode trabalhar em paralelo com outras frameworks.

Interface Elements (Dica do Darkflames)

Semelhante ao Mootools e ao Ext JS, usando o JQuery como base, o Interface Elements é uma coleção de objetos de interface prontos para usar em seus projetos. A compatibilidade multiplataforma também é garantida ao usar apenas JavaScript e XML. Fiz alguns testes e ela me parece muito boa em alguns componentes, outros, nem tanto. Mas com certeza, é mais uma opção no seu cinto de utilidades e não deve ficar de fora.

Se vocês souberem de outras frameworks, maduras o suficiente para serem usadas em projetos, deixe um comentário e esse post será atualizado. Se tiver dicas, reviews ou resenhas de tecnologias semelhantes que você queira compartilhar, os fórums estão abertos a todos os usuários cadastrados.

emInternet Software

Apple inova com a negociação extrajudicial Caracu

Por em 20 de dezembro de 2007 - 39 Comentários

steve_eviljobs.jpg

Steve Jobs não é bonzinho. Não se engane. Ele pode ser o Escolhido, pode ter o Dom da Cura, mas ele é bem mais implacável do que a imagem de Zen vendida por seus assessores e RPs.

O ThinkSecret é (ou era) um blog especializado em rumores e informações de alcova sobre a Apple, comandado por Nicholas M. Ciarelli desde os 13 anos. Aos 19 ele publicou um furo de reportagem, falando do lançamento do MacMini e da suite iLife2005, com duas semanas de antecedência.

A Apple não gostou. Entrou com um processo alegando que Nicholas violava a Lei ao pedir dicas anônimas e que induzia funcionários da Apple a violar seus acordos de confidencialidade. Queriam inclusive que ele divulgasse quem passou as dicas quentes. O garoto era bom, tanto que anunciou o iPod uma semana antes da Apple divulgar o player.

Problema: De um lado temos uma empresa mega-corporation malvada cheia de dinheiro daquelas que deixam o Michael Moore sexualmente excitado. Do outro lado temos um estudante. A briga já é tão injusta quanto seria um combate -se não entender pergunte a um leitor de quadrinhos- Tucão versus Galactus.

Agora o Think Secret divulgou uma nota.

Apple e Think Secret chegaram a um acordo que resultou em uma solução positiva para ambos os lados. Como parte do acordo confidencial, nenhuma fonte foi revelada e o Think Secret não será mais publicado [grifo meu – cardoso]. Nick CIarelli, publisher do Think Secret diz “Estou satisfeito que tenhamos conseguido esse acordo amigável, e agora poderei seguir adiante com meus estudos na faculdade e outros projetos jornalísticos”

Como assim, Bial? O guri tinha um dos sites mais visitados do mundo Apple, tocava com competência desde os 13 anos, foi afogado em custas judiciais e ameaças de advogados corporativos (eu vejo Lei e Ordem, sei como é isso) PERDEU O SITE e ainda tem que dizer que foi bom pra ambas as partes?

Steve Job tem que entender que levar o próprio KY não o torna um sujeito mais legal. Processar blogs porque seus funcionários não conseguem ficar de boca calada também não.

Fonte: Think Secret, Crunchgear

emApple e Mac

Nanotecnologia – além de borgs agora produz baterias revolucionárias

Por em 20 de dezembro de 2007 - 20 Comentários

setedenove.jpg

Ao contrário dos borgs, as baterias estão muito longe da perfeição. Na verdade se você abrir uma bateria de notebook moderníssima, verá que suas células diferem estruturalmente muito pouco do primeiro modelo, criado por Alessandro Volta, em 1800. Ainda temos uma quantidade muito pequena de energia ocupando um espaço muito grande, com muita perda.

Durante um tempo houve a esperança de baterias atômicas substituirem nossas pilhas comuns, mas além de caras e de você ter chances de gerar filhos esquisitos, se esquecer o celular no bolso da calça, elas geram pouca energia por muito tempo. Excelente para marcapassos mas ruim para câmeras digitais.

De vez em quando surge a idéia de se usar células de combustível. Parte ruim: as que existem para produtos de consumo usam Metanol. Imagine a possibilidade: Ao invés de uma bateria pegando fogo, teremos uma bateria pegando fogo, explodindo e espalhando um álcool altamente venenoso pelo ambiente. Acho que por isso a bateria de NAPALM/Zyklon-B não foi pra frente.

As baterias Lítio-Iônicas de hoje são excelentes, não apresentam efeito-memória, duram bastante e se desgastam de forma graciosa, mas a demanda de energia dos dispositivos também aumentou. Meu primeiro Palm funcionava meses com duas pilhas AAA. Já o Palm III só funcionava uns 10 dias. O Palm T3 descarregava em poucas horas. O PDA Dell X51v, com WIFI ativado, mal dura duas horas. Notebooks idem. Tirando os Sony Vaio (as Leis da Termodinâmica não foram aprovadas no Japão, então eles não precisam respeitá-las) donos de notebook sofrem.

Em uma bateria Li-Ion normal, os átomos de Lítio migram do ânodo pro catodo, gerando a corrente elétrica. Quando a bateria é carregada, os átomos fazem o caminho inverso. O problema é que o substrato vai se “esfarelando”, por isso a bateria perde sua capacidade de “reter carga”. O substrato de Silício, embora seja bom parar reter energia, se perde bem mais rápido que o de Carbono normalmente usado.

Até agora. Yi Cui, Professor-Assistente de Engenharia de Materiais na universidade de Stanford criou uma técnica onde nanofios de Silício são usados para reter os átomos de Lítio. Com isso o “esfarelamento” é menor e a quantidade de energia armazenada aumenta em 10 vezes. O melhor: O Professor Cui avisa que o processo é completamente entendido, facilmente replicável e pode ser escalado para produção industrial.

Ele e sua equipe já entraram com um pedido de patente, agora está na dúvida entre abrir uma firma ou fazer um acordo com um fabricante de baterias.

Fonte: Slashdot e Stanford



emHardware

Lançado o NetBSD 4.0

Por em 20 de dezembro de 2007 - 9 Comentários

O NetBSD (aquele *nix-like que roda até no Sega Dreamcast) chega à versão 4.0. Em todas as 54 arquiteturas suportadas, o código foi melhorado em vários pontos (segurança e drivers, principalmente).

Dois fatos curiosos: o venerável compilador Fortran 77 (g77) não é mais distribuido, apesar de estar disponível via gerenciador de pacotes e o sendmail, considerado por muitos um queijo suíço em matéria de segurança também foi deixado de lado. Agora, só o Postfix vem na distribuição default.

Essa versão é dedicada a Jun-Ichiro “itojun” Hagino, membro da equipe central de desenvolvimento, que faleceu em outubro. Graças ao seu trabalho, o NetBSD foi o primeiro sistema open source a disponibilizar uma pilha IPv6.

[via Slashdot]

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