Digital Drops Blog de Brinquedo

Internet deixou o jornalismo mais preguiçoso?

Por em 19 de maio de 2006

A Internet é, sem dúvida, uma grande invenção tecnológica do século passado. Ela continuará amadurecendo por vários anos, talvez décadas. Com a facilidade para busca de informação o jornalismo precisa melhorar. Aqui no Brasil, volta e meia flagramos algumas mancadas. O Cardoso citou outro dia no blog dele uma notícia postada no Terra sobre filhotes de ganso lutando com uma borboleta.

Judson_Laipply_ig.jpg

Agora vejo essa chamada na página principal do IG, um vínculo para um vídeo engraçado: “E não é que o carequinha manda bem no palco!”. Céus… o nome dele é Judson Laipply e é um comediante que tem como uma de suas performances, uma dança ao longo de 50 anos de música. Eu fiz a pesquisa e descobri essa informação em exatos 3 min 42 segundos.

Como foi feita a busca:
“comedian dance” no Google;
“comedian dancing” no Google;
“music comedian dancing” no Google;
“comedian dancing” no YouTube;
“dancing comedian” no YouTube;

Encontrei o nome dele, o post original no YouTube e você pode ainda entrar em contato. Custava o IG, com todos os recursos disponíveis, ter feito isso? Que vergonha…
Post original pelo próprio autor: Judson Laipply – Evolution of Dance.

Talvez o jornalismo tenha sido uma das profissões mais afetadas, de forma direta, pois os leitores ficaram mais críticos, mas falhas bobas como essa podem ser evitadas com um mínimo de pesquisa.

emInternet

Internet Grátis – Reduto dos Hackers

Por em 19 de maio de 2006

Analisando minha coleção de SCAMs, Cavalos de Tróia e emails falsos em geral, cheguei a algumas conclusões:

Os arquivos contaminados, disfarçados de cartões online, programas de atualização ou “fotos da prima pelada” se resumem a Executáveis (.COM e .EXE) e executáveis disfarçados de screensavers (.SCR).

100% são direcionados para Windows.

10% usam hospedagem gratuita, em sites que permitem a criação de páginas sem qualquer tipo de confirmação ou identificação, como UOL, Sapo.pt, webcindario, AOL, Geocities.

Dos scams da Nigéria, correntes, etc, 100% usam emails gratuitos, como Yahoo ou Hotmail.

Vivo denunciando esses criminosos, alguns sites são muito rápidos, outros levam dias, ou sequer removem as páginas com os sites de phishing.

Há uma saída MUITO simples, que pode resolver 95% de todos os problemas de segurança. Para isso os sites gratuitos deveriam:

Bloquear a disponibilização de arquivos executáveis

Só isso. O Gmail não permite envio de executáveis, nem dentro de ZIPs. Só com isso eles já ficam no final da lista de sites preferidos pelos hackers. Quer disponibilizar um executável? Aponte para o site que produziu o programa. Quer enviá-lo? Use o SEU email do SEU provedor pago, que tem seus dados e se responsabiliza por você. É um projeto legal? Ótimo, Sourceforge, Snapfiles e tantos outros estão aí pra isso. Hospede seus arquivos lá.
O que não dá é termos um bando de provedores irresponsáveis, disponibilizando o lixo de um bando de piratinhas e script kiddies, achando que não são coniventes. No dia que um Terra ou um UOL levar um BELO processo nas costas, por disponibilizar arquivos contaminados, pensarão duas vezes.

emInternet

Symantec processa Microsoft alegando quebra de contrato

Por em 19 de maio de 2006

Eles estão pedindo o de sempre: compensação financeira e o algo mais, o bloqueio do lançamento e distribuição do Windows Vista. O imbróglio envolve uma empresa chamada Veritas que possuía um acordo com a Microsoft e dentro desse contrato, eles incluíram tecnologia para mover grandes volumes de dados.

A Symantec comprou a Veritas e possui um software chamado Volume Manager. O problema é que a tecnologia já havia sido transferida e licenciada antes da compra, sendo incluída no sistema de arquivos do Windows Vista. A Microsoft alega que está agindo dentro do direito dela.

A boa e velha indústria de processos dos EUA entra em ação. Se não consegue concorrer, processe. Eles provavelmente entrarão com um acordo, pois o pedido fere justamente a maior fonte de receitas da Microsoft. Mas isso mostra claramente o receio do que está por vir da Symantec. Com o Windows Vista, várias tecnologias de segurança e otimização estarão integradas ao sistema operacional.

O consumidor recusará pagar a mais por produtos hoje considerados essenciais como anti-vírus, spywares, e outros tipos de malware, nem irão desembolsar por programas com funcionalidades de firewall simples demais ou programas para comprimir arquivos apenas no formato zip.

Já existem artigos especulando se haverá vida para esse tipo de software depois do Vista. Vários articulistas afirmaram que o Windows XP com firewall iria ser o fim do software de terceiros. Eles se reinventaram e os produtos comerciais hoje são muito melhores. Talvez o processo seja justamente uma forma de capitalizar em cima de perdas futuras e focar-se em outros mercados, como o corporativo.

Fonte: Reuters via EWeek

emIndústria

MacBook: primeiras impressões

Por em 19 de maio de 2006

Recebi hoje o novo MacBook, recém lançado pela Apple. Adquiri a configuração básica: CPU Intel Core Duo 1.83 Ghz, 60 Gb de HD, 512 de RAM.

Externamente, o MacBook é compacto e leve. Chama a atenção o sistema magnético que segura a tela na posição fechada, e também o conector magnético do cabo de força. Ao ligar o sistema, impressiona o silêncio, não escuto nenhuma ventoinha. O monitor também me deu uma boa impressão. Dizem que é novidade ele ser “glossy”, mas se eu não soubesse passaria direto, não percebi muita diferença em relação ao meu antigo notebook, um Dell. O teclado, uma das novidades do MacBook, é muito bom. As teclas são adequadamente espaçadas e com sensação tátil boa. Já para configurar os acentos em português foi outra história. Alias, por enquanto o maior choque é em relação ao sistema operacional, o Mac OS, que para mim é uma novidade, e toda novidade requer um período de adaptação. Assim que tiver maior experiência com o MacBook escrevo um review completo.

Seguem algumas fotos:DSC03695.JPG

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emApple e Mac

Samsung lançará hard-disk híbrido em janeiro de 2007

Por em 18 de maio de 2006

Já discutimos aqui várias vezes sobre o futuro dos dispositivos de armazenagem de dados. Pois uma idéia da Samsung atingiu maturidade comercial e a produção em escala industrial começa ainda esse ano. O lançamento oficial será em janeiro de 2007, em tempo para o lançamento do Windows Vista.

O motivo é que Samsung, Seagate e Hitachi estão trabalhando em projetos semelhantes. O Windows Vista usará os recursos disponíveis em drives híbridos, principalmente notebooks. Essa estratégia também faz parte da nova plataforma mobile da Intel, chamada de Santa Rosa, que incluirá uma arquitetura de acesso de alta performance para esse tipo de armazenamento, codinome Robson.

A idéia do drive consiste em integrar 256MB de memória Flash de alta performance junto com os discos e carregar nesse local os arquivos de sistema mais acessados. Evita-se que o disco precise ser ligado e acelerado, algo que consome muita energia. Em testes, as baterias de notebooks atuais duraram 30 minutos a mais apenas trocando o disco comum por um híbrido.

E faz muito sentido essa estratégia que está colocando em hardware algo que muitos power users fazem hoje, com memória RAM. Quem possui 2GB de RAM pode deixar o sistema bem mais rápido ao criar um disco de RAM e enganar o Windows, apontando os arquivos de troca para o disco virtual.

Ao fazer isso de forma automática e em memória não-volátil o sistema operacional diminui o tempo de boot , economizando energia e reduzindo o calor gerado. Estamos falando apenas da primeira geração.

Provavelmente veremos no futuro próximo, híbridos usando SSDs (Solid State Disks) de 32GB associados a HDDs (Hard Disk Drives) de vários GBs, num único equipamento. Ou seja, não será nem um nem outro formato, mas o melhor de dois mundos: armazenagem ultra-rápida e silenciosa com o custo reduzido dos discos rígidos para guardar grandes volumes de informação.

Fonte: TGDaily

emHardware

MMO Games: Cada vez mais malwares estão mirando nesse tipo de jogo

Por em 18 de maio de 2006

Massive Multiplayer Online é o estilo de jogo onde tudo acontece online, podendo ser um Role Playing Game (RPG) ou não. Mundos inteiros, galáxias, dimensões fazem parte desse universo, com pessoas de verdade interagindo. Para quem não é gamer, o conceito pode ser difícil de entender. É como um mundo dinâmico, onde os eventos acontecem mesmo você não estando presente.

A popularidade dos MMOs cresceu muito, pois o conteúdo é constantemente expandido e bem elaborado, há o estímulo em interação e a curva de aprendizado diminuiu. Com a massificação, chegam também os vírus, trojans, worms e toda sorte de malwares com alvo específico para esses jogos.

Segundo a Panda Software, o número de ataques e ameaças potenciais aos gamers tem aumentado consideralmente e isso requer as precauções de sempre: não rode programas para otimizar seu jogo, otimizar a tela, editar qualquer coisa em tempo real. Bots para ganhar expericência ou clonar itens e dinheiro. Mantenha antivírus e firewal ativados e atualizados. Bom senso, mas isso é um “recurso” em falta.

Os programas são normalmente usados para furtar dados da conta do usuário e vender/trocar o dinheiro virtual e itens raros. Considerando que alguns desses itens e o dinheiro são vendidos por dólares na vida real, isso não é apenas uma forma de arruinar o dia de outra pessoa.

Fonte: TGDaily

emSegurança

Google Web Toolkit – Componentes Gratuitos em Ajax

Por em 18 de maio de 2006

Depois que o Yahoo lançou o seus componentes para facilitar o desenvolvimento de aplicações Ajax, o Google fez isso, finalmente, ontem. Ainda não tive a chance de testar pessoalmente, mas os demos disponíveis falam por si mesmos.

O Google Web Toolkit é uma coletânea de componentes web, usados pelo próprio Google em serviços como o Gmail para ajudar profissionais que trabalham com web. Não são ferramentas de design, mas podem ser aplicadas por quem entende Java e JavaScript. Todos sabemos que uma experiência pode ser arruinada por interfaces ruins e complicadas.

A estratégia do Google parece ser justamente padronizar alguns conceitos de interface em Ajax, sem que o programador precise fazer seu próprio kit de componentes, um trabalho tedioso e muitas vezes complicado.

Dica: Paulo Iap
Fonte: Ajax.NET Professional

emInternet