Digital Drops Blog de Brinquedo

Blender 2.45 RC1

Por em 27 de julho de 2007

Já está disponível para download um release candidate da nova versão do Blender, software open source de modelagem, animação e edição 3D. Ao contrário de seu antecessor, que veio cheio de inovações e novos recursos, esta é uma edição apenas com correções de bugs. Os autores do projeto costumam fazer um concurso para escolher a splash screen de cada versão, mas esta ainda possui a splash antiga, pois ainda não foi revelado o vencedor.

Fonte: Allan Brito, autor de Blender 3D: guia do usuário.

emSoftware

PSI – Personal Software Inspector

Por em 27 de julho de 2007

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O programinha é da do Secunia, tradicional empresa da área de segurança. A idéia, faz sentido. Todos temos toneladas de programas instalados, mas nem todos são bem-comportados, avisando de atualizações, falhas de segurança, etc. O Firefox por exemplo atualiza todas as extensões, isso é um quebra-galho danado, imagine se você tivesse que fazer isso manualmente?

Agora transporte isso para seu PC inteiro. O Personal Software Inspector se propõe a analisar sua máquina e identificar quem está desatualizado, e quem foi descontinuado. São mais de 4200 softwares reconhecidos pelo programa, o que cobre a maior parte dos mais comuns.

Fonte: DownloadSquad

emSegurança Software

MediaTemple – agora via iPhone

Por em 27 de julho de 2007

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O MediaTemple, provedor onde o MeioBit está hospedado lançou um painel de administração exclusivo para o iPhone. Levando-se em conta que mesmo nos melhores smartphones acessar páginas web normais é um transtorno, algo formatado para o iPhone pode significar um ganho de produtividade bem grande.

Quando seu site absolutamente não pode sair do ar, e cada segundo conta, um painel desses pode fazer a diferença. Infelizmente o acesso é vedado para aparelhos mundanos, só o jesusphone da Apple pode entrar, mas na página de demonstração é possível ver como ficam as telas.

Fonte: DownloadSquad


emApple e Mac Internet

Jogando contra?

Por em 27 de julho de 2007

Eu não entendo muito os games hardcore, mas eu tenho razoável certeza de que o filme acima não é um incentivo para ninguém que se preze.

Via Crunchgear

emGames

Music as in free speech

Por em 27 de julho de 2007

O ministro da Cultura e pai da artista (?) mais zuada/zoada/outro adjetivo para “ridicularizada” de sua preferência, de todos os tempos em sites de humor, Gilberto Gil disse que os músicos deveriam distribuir suas músicas da mesma forma que o Linux, e as gravadoras deveriam rebolar pra achar outra forma de garantir o leitinho das crianças. Isso mesmo, outro hype open source.

Bom, primeiro vamos esclarecer rapidamente como funciona o modelo open source de distribuição de software e tentar aplicá-lo a indústria fonográfica. Para um esclarecimento mais detalhado, vá à esta página do BR-Linux. Neste modelo colaborativo, o desenvolvedor faz a cria, disponibiliza gratuitamente pra quem quiser baixar, distribuir, estudar, executar E aperfeiçoar, sem que a pessoa precise pedir ou pagar pelo direito de fazer isso.

Se o modelo de distribuição de músicas for assim, o músico, além do arquivo de áudio, deveria distribuir o “arquivo aberto” do software de edição e mixagem de som, não? Seria o mais lógico, pois o usuário teria a possibilidade de alterar/aperfeiçoar a música e, inclusive, fazer um fork – tudo bem, Sandy e Júnior, Zezé de Camargo e Luciano, Latino e seu apê, e outras mazelas musicais já fazem forks de sucessos há muito tempo sem, entretanto, efetivamente “aperfeiçoar” a obra, ou distribuí-la livremente.

Ah sim, claro, já ia esquecendo! Free as in freedom! O desenvolvedor, no caso o artista, poderia fazer um projeto comercial, onde o “código-fonte” seria distribuído mediante pagamento, e o usuário que quisesse se meter a DJ teria todo o suporte necessário da gravadora. Vamos analisar uma situação hipotética: caso o usuário que comprou esta distro comercial trave o Pro Tools na hora de editar o novo sucesso da Tati Quebra-Barraco, ele poderia ligar para a gravadora, que lhe prestará o devido serviço. E, logicamente, este projeto deveria ter um outro subprojeto derivado e de distribuição gratuíta, como o Fedora da Red Hat e o OpenSUSE da Novell. Não seria uma forma muito interessante das gravadoras ganharem dinheiro, visto que quem mixa músicas usa o arquivo “binário” mesmo, e não pagaria para ter os “fontes”.

Lógico, Gil está completamente certo quando defende que o modo como as gravadoras vêm comercializando música está definhando, com dias contados desde os tempos do Napster, e que elas precisam urgentemente procurar outros meios de sobreviver. Mas tenho pra mim que o digníssimo ministro não entende patavina da forma de distribuição do Linux (assim como muitos dos seus usuários ferrenhos), porque o que ele tentou descrever foi a distribuição nos moldes dos freewares.

Mas sempre existe outra licença que pode ser adotada, não exatamente open source, e que garante a livre distribuição.

Update: O que eu quis dizer é que, não importa a forma como a música é distribuída, a menos que o autor permita, o usuário não poderá alterá-la por conta dos direitos autorais inalienáveis, que é justamente a liberdade mais defendida no modelo open source. Portanto, se não se pode modificar o conteúdo, não é open source, é proprietário, e não é distribuído da mesma forma que o Linux. Um raciocínio muito ao pé da letra? Talvez, mas não se pode esquecer que justamente por não se discriminar exatamente como a coisa funciona é que surgem as confusões entre “livre” e “grátis”.

Fonte: INFO Oline

emOpen-Source

Embarcando o Linux ( II )

Por em 27 de julho de 2007

Bom, pessoal, para quem gosta de ver o “esqueleto”, aí vão duas fotos do último protótipo da placa de CPU que projetei.

Ela utiliza um processador Cirrus EP9302 rodando a 200MHz, 16 MB de Flash e 32MB de RAM. A “placa-filha” tem o conector de alimentação ( pode-se usar uma fonte comum, de PC ), ethernet 10/100, duas portas USB host, uma serial, uma USB periférica, conectores de áudio, além de um conector multi-saídas, com I2C, GPIOs, etc…

Como pode-se notar, há alguns… recursos técnicos… mas é um protótipo, ora bolas! O Linux rodou redondo, finalmente, apesar de precisar escrever ainda um ou dois drivers.

Em breve, à venda na lojinha do Meio Bit.

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emAndroid e Linux Hardware Indústria Miscelâneas

Torres de celular e saúde

Por em 27 de julho de 2007

Mais uma pesquisa sobre os potencias efeitos sobre a saúde das pessoas que estão próximas a torres de celular. Desta vez, pesquisadores testaram se havia associação entre sintomas e sinais (como nausea, ansiedade, aumento de pressao arterial) em pessoas próximas a torres de celular. Os testes foram feitos perguntando sobre sintomas, em grupos com a torre emitindo sinal, e depois com o sinal desligado.

Conclusão do estudo: as pessoas não conseguiam diferenciar quando o sinal estava ligado ou não. Da mesma maneira, não houve associação de presença de sinal com a presença de sintomas.

Claro que semana que vem aparece mais um estudo, com resultados opostos. Mas a maioria dos estudos até agora mostra que não há efeito nocivo, pelo menos em relação a proximidade de torres de celular. [via BBC]

emCelular