Digital Drops Blog de Brinquedo

E³: Novo controle do PS3

Por em 10 de maio de 2006

Uma imagem vale mais do que mil palavras, certo? Então olha só o novo controle do PS3. O bumerange não faz falta alguma.

ps3_novo_controle.jpg

Veja essa e mais imagens aqui.

emGames

E³: Nintendo explica a filosofia e estratégia do Wii

Por em 10 de maio de 2006

A Electronic Entertainment Expo (E³) começa apenas amanhã, mas hoje foi o dia da pré-conferência para jornalistas e as informações começaram a jorrar. São tantas novidades que só mesmo indo direto na fonte, para saber tudo o que está acontecendo por lá.

Um artigo me chamou a atenção sobre o que a Nintendo pretende com o Wii. Durante a apresentação, foi feita aos jornalistas a seguinte pergunta: “quantas pessoas vocês conhecem que nunca leram um livro ou nunca assistiram um filme?”. A resposta foi, obviamente, negativa por todos os presentes. A pergunta seguinte foi: “Quantas pessoas vocês conhecem que nunca jogaram um game?”

A Nintendo quer transformar o Wii em um console de games para as massas tão comum quanto a televisão, os livros e os filmes. Pensando assim, explica-se porque ele foi concebido como nome de Revolution. Fico imaginando se finalmente as esposas e namoradas poderão sentar do nosso lado e jogar conosco, ao invés de fazer bico ou ameaçar sair fantasiada de Elfa no próximo Carnaval para ver se damos mais atenção.

zelda_wii.jpg
Zelda para Wii, com o jogador controlando o arco e flecha.

Fonte: Nintendo E³

emGames

RIAA/MPAA fazem lobby para endurecer as leis de Copyright

Por em 9 de maio de 2006

Digital Millenium Copyright Act, o conjunto de leis que transformou professores de sistemas de segurança em criminosos da noite para o dia. Esse conjunto de leis, apesar de americanas, trazem problemas para o Brasil, já que em qualquer negociação comercial, o governo brasileiro é pressionado a adotar o mesmo conjunto de restrições, em troca de benefícios comerciais.

O tratado de livre comércio da américa do norte, exige que seus signatários adotem os mesmos conjuntos de leis. Se a Alca um dia sair do papel, o Brasil seria fortemente pressionado a adotar as mesmas leis. Além disso, o DMCA provou ser muito ruim com qualquer inovação tecnológica que possa ser interepretada como desvio de mecanismos de segurança.

Lembram quando um aluno de uma universidade americana descobriu que ao pressionar a tecla Shift do teclado, o sistema de segurança de proteção a CDs de música de uma gravadora poderia ser derrotado. Ele “blogou” sobre o assunto e foi ameaçado com processos, multa e cadeia. O caso só não foi adiante porque a empresa responsável pela tecnologia tornou-se motivo de chacota.

Agora, a RIAA/MPAA estão fazendo um pesado lobby para a aprovação do Intellectual Property Protection Act of 2006 (IPPA) que irá aumentar as penas, multas, restrições civis de forma que simplesmente falar como, por exemplo, desbloquear um sistema de região de DVD será uma ofensa criminal mais grave que possessão de drogas para tráfico em pequena escala.

Casos como o do professor Edward Felten são apenas uma pequena amostra dos abusos cometidos pela indústria na sua cruzada contra a pirataria. Ele revelou que descobriu o sistema de rootkit usado pela Sony para proteger alguns CDs (basicamente, eles instalavam um vírus na máquina do usuário, sem o mesmo saber e sem meios de remover), mas ficou com receio de divulgar. Pelo DMCA, informar como remover o vírus usado para proteger os CDs seria uma forma de quebra de sistema de segurança.

O IPPA irá estabelecer que criar, importar, exportar, obter controle ou possuir os meios e métodos para desbloquear um produto serão considerados crime. Sinceramente espero que o Brasil adote leis mais duras contra a pirataria, mas que respeitem o cidadão e consumidor antes dos interesses da indústria. Eles preferem restringir a pequisa, inovação e a tecnologia ao invés de se adaptar aos novos tempos. Será que eles acham mesmo que os piratas profissionais na China vão realmente se importar com isso?

Fontes: CNET, CDFreaks

emIndústria

Warner Bros venderá filmes via Bit Torrent

Por em 9 de maio de 2006

A má notícia é que eles terão o mesmo preço dos DVDs, e serão disponibilizados simultaneamente. Assim, vejamos… você pode comprar um filme via Submarino, Amazon ou Americanas, na pré-venda, recebê-lo em mãos no dia em que se torna disponível ou pode pagar o mesmo preço, baixá-lo usando a sua banda, paga com seu dinheiro, e ainda, por ser modelo P2P, compartilhar compulsoriamente com outros, que também pagaram pelo filme e pela banda.

O diretor da Warner Brothers responsável pelo projeto, visto na foto abaixo, à direita, não foi achado para dar declarações.

Pinky_and_the_Brain.jpg
À direita: Diretor de Planejamento da Warner

A Warner também planeja disponibilizar episódios de séries, esses custarão pelo menos US$1,00. Imagino que sejam naquela resolução capenga dos episódios disponibilizados no iTunes.

Claro, todos os filmes baixados virão lotados de DRM, e só poderão se visualizados no computador que baixou o arquivo. Mais uma vez, os grandes estúdios indo na contramão da História, para depois reclamarem de pirataria. No caso será mais um serviço não utilizado. Se não há vantagem sobre um DVD físico, por que motivo alguém irá preferir esse download restritivo?

Fonte: BBC

emÁudio Vídeo Fotografia

Alternativa para logos muito simples

Por em 9 de maio de 2006

Encontrei também no Uêba este website: Letters. Com certeza vai ser inútil para a maioria das pessoas, mas alguém até pode utilizá-lo para a criação de um logo para o seu blog por exemplo. O site é muito simples, assim como o seu funcionamento. Basta escolher uma palavra e clicar no botão submit, que a cada clique ele vai arranjar uma forma diferente de escrever a palavra escolhida. Vejam como tipo a palavra MeioBit:

lettersmeiobit.jpg

Website – Letters

emInternet

Google Maps em ASCII

Por em 9 de maio de 2006

Vejam a que ponto chega a imaginação das pessoas. O dono deste site resolveu fazer o Google Maps em ASCII. Ainda colocou link para comparar com o mapa do Google Maps normal e a imagem via satélite. Por enquanto só o mapa mundi, será que logo teremos todas as cidades do mundo em ASCII :?

Fonte: Uêba

emMiscelâneas

Mais sobre o Flock

Por em 9 de maio de 2006

Tenho usado muito o browser Flock depois do recente lançamento da versão codenome ‘Cardinal’ – versão 0.7 (que você encontra aqui).

Estou achando o Flock um browser excelente, inclusive para postar em blogs do Blogger e WordPress (não consegui configurá-lo para MovableType). Ao publicar seu post, ele deixa você adicionar tags do Technorati e ainda deixa os tags em formato bem agradável no fim de cada post (veja um post feito usando o Flock). Sem falar que agora você pode arrastar fotos da sua conta no Flickr ou Photobucket diretamente para a ferramenta de blogs.Claro que às vezes ele ainda dá suas travadas, mas mesmo nessas versões ‘developer preview’, ou seja, ‘menos’ que alpha, já dá para usá-lo de forma bem eficiente 95% do tempo.

E para mim, que tinha desistido de extensões e etc. porque o Firefox é lerdo demais no Mac (tanto para rodar quanto para abrir uma nova janela), o Flock é fantástico.

Meu conselho é experimentar a Cardinal, mas não usar como navegador principal (ou usar, desde que seus favoritos também sejam guardados em outro browser).

E não esqueça de ativar o pipelining para ele ficar mais rápido. O leo postou como fazê-lo no Firefox neste post de 2004, e o mesmo serve para o Flock.

E lá vão links úteis:

- Flocker – programa que tenta converter extensões não compatíveis com o Flock, disponível para Windows, Mac OS X e Linux;

- Flock’d – a mesma coisa, porém online;

- Lista oficial de extensões para o Flock;

- Lista não oficial de extensões compatíveis com o Flock;

- Outra lista não oficial, maior ainda.

Quem gostar do Flock, coloque suas opiniões aqui sobre o browser, boas e ruins ;)

emArtigo Internet Software