Digital Drops Blog de Brinquedo

Plasma banido da Austrália até 2011

Por em 10 de outubro de 2007

O governo australiano estuda a possibilidade de retirar do mercado vários modelos de TVs de plasma e alguns modelos de LCD que não respeitarem os limites de consumo estabelecidos por lei. A lei de lá, diga-se de passagem.

É opinião entre especialistas do país que, sendo a Austrália um mercado minoritário, nem tão cedo verá modelos adaptados a sua realidade de consumo. Eles, preferiram, então, não mais comercializar nada por lá a partir de 2011. Obviamente caso nenhum fabricante queira quebrar o padrão e criar novos modelos.

Para um lugar que já foi terra de oportunidades, não seria interessante se posicionar de outra maneira e lançar uma linha de produtos com um novo patamar de consumo e, de maneira totalmente proativa, liderar uma campanha rumo a produtos menos agressivos ao meio ambiente?

Até porque TV de Plasma já foi, né?

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Fonte: The Raw Feed

emÁudio Vídeo Fotografia

Criatividade x capitalismo

Por em 10 de outubro de 2007

Nada como um dia após o outro. Meses antes do lançamento do Wii lembro de várias pessoas dizendo que a Nintendo estava morta, que seu destino seria tornar-se uma Sega e coisas do tipo. O tempo passou, o console fabricado pela empresa-que-só-faz-jogo-de-criança se tornou um sucesso e a turma de Miyamoto conseguiu atingir sua meta: transformar pessoas até então inexperientes em “jogadores de videogames”.

Mais do que isso, a BigN conseguiu trazer algo que a indústria estava precisando, respeito. Hoje não se fala apenas na empresa japonesa como uma fabricante de jogos eletrônicos. Frequentemente vemos o nome da Nintendo nas manchetes sobre economia (aqui e aqui)ou em matérias em veículos que antes não davam muita atenção aos videogames.

É óbvio que muitas pessoas fecham os olhos para as façanhas da empresa (também conhecidos como fanboy, termo que não gosto muito) mas está ficando cada vez mais difícil não se render a criatividade daquela que pode ser conhecida como uma das poucas remanescentes do tempo em que videogame era apenas um passatempo e a criatividade contava mais do que qualquer outra coisa.

Essa semana o site Gamasutra publicou uma matéria falando sobre a eleição anual realizada pela revista Game Developer onde a BigN derrubou a EA e assumiu o primeiro lugar no ranking das melhores desenvolvedoras de jogos. Pois é amigos, o grande império foi derrotado. Há anos a EA vem sido reconhecida como a maior produtora do mundo (o que discordo) contudo, nesse ano eles terão que amargar um segundo lugar.

É evidente que em um mundo capitalista as atitudes da empresa americana são aceitáveis, mas lançar a mesma versão de um determindao jogo ano após ano e comprar outras empresas menores não lhe garantem um título como este, pelo menos na minha opnião.

É mais evidente ainda que a Nintendo virou os holofotes para seu lado devido às vendas monstruosas tanto do Wii quanto do DS, mas acho que esta eleição, que pode até ser questionável, acaba lavando a alma de muito jogadores, que assim como eu, cresceram se divertindo com os games em uma época onde o mais importante não eram nem os gráficos nem a valor de produção de um título e sim a diversão que o designer conseguia nos proporcionar.

O sucesso da Nintendo mostra que ainda é possível fazer videogames criativos e ganhar dinheiro com isso.

emGames

40 programas gráficos open source que merecem uma checada. Ou não.

Por em 10 de outubro de 2007

O blog Open Source Tips fez uma grande lista de softwares gráficos open source que, segundo ele, merecem destaque. Entre eles estão o Scribus e o QCad – a grande maioria são ilustres desconhecidos.

Entretanto, se você for analisar a lista, boa parte destes chamados “great softwares” não servem para um trabalho mais profissional, se limitando a trabalhos pequenos, sem muita necessidade de ferramentas mais poderosas, ou que só demandem uso caseiro.

Como diz o Inagaki, e não exatamente com estas palavras, toda lista é deficiente: ele nem cita o Blender!

Não sei quais os critérios utilizados para avaliar os programas pertencentes a esta lista, nem qual o conceito que o sujeito tem de “programa gráfico”. Ao que parece, qualquer software que gere uma imagem na tela é gráfico para ele, senão não teria colocado o DrQueue (que é um gerenciador de projetos) ou o Earth3D (uma espécie de Google Map) na lista.

Afora estes problemas “taxonômicos”, se for pra quebrar um galho até que esses programas podem receber o título de great, sim. Mas lembre-se: quebrar galhos. O Scribus por exemplo, pode ser muito bom pro tamanho dele, mas gera PDFs monstruosos!

Fonte: Open Source Tips, via Smashing Magazine

emOpen-Source

Steve Ballmer: Linux viola patentes da Microsoft e de outros

Por em 10 de outubro de 2007

AVISO AOS FANBOYS:

Cardoso é baba-ovo do Bill Gates e está na folha de pagamento de Redmond, portanto se forem concordar com o artigo assumam que a senha do autor foi hackeada, assim sua visão maniqueísta não precisará ser afetada. Ou então esqueçam imediatamente deste texto quando reclamarem do próximo artigo, se for elogioso à Microsoft.

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Steve Ballmer, bla bla bla bla bla outra vez bla bla bla bla bla bla.

Bla bla bla bla patentes bla bla bla propriedade intelectual bla bla bla bla bla. Linux. Bla bla bla.

Bla bla, patentes, bla bla bla eles devem a nós bla bla bla bla bla bla. Bla bla. BLA! BLA!

Novell é boazinha bla bla bla bla Raquel é malvada bla bla bla bla.

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Propriedade Intelectual é assunto sério? SIM. Só quem defende o fim dela é quem nunca criou nenhuma ou não vive de fazê-lo.

Patentes são instrumentos com valor legal? COM CERTEZA, a Apple mesmo perdeu US$100 milhões para a Creative, por copiar a interface desta, para os iPods.

Ameaças entretanto costumam surtir pouco efeito depois da segunda tentativa. O blefe se torna óbvio demais.

A Microsoft deveria parar com esse discurso de terror e se concentrar nos pontos positivos dos acordos. “medo das patentes” vende muito menos do que “integração com o Exchange” ou ser, simplesmente “o Linux recomendado pela Microsoft”, que está deixando a Novell rindo de orelha a orelha.

Ficar fazendo ameaças de processar sabe-se lá quem por violar sabe-se lá o quê é algo digno de 1984, e 1984 é Copyright (c) 1984 by Apple.


Fonte: Linux Watch

emIndústria Linux

Old school gamer legítima

Por em 10 de outubro de 2007

Quem disse que apenas a Nintendo conseguiu atingir o público da terceira idade? Quem disse que o Xbox 360 não faz sucesso no Japão? Para derrubar todas estas teorias, um jogador lá da terra do sol nascente fez o vídeo abaixo. Tá certo que a japonesa de 96 anos não chega a ser um prodígio nos games, mas pelo menos parece estar se divertindo.

Eu bem que evito escrever notícias sobre o game de maior sucesso de vendas dos últimos tempos, mas todo dia aparece algo inusitado relacionado a saga de Master Chief. E fica aqui a dica, quando você for jogar uma partida online e se achar o melhor do mundo porque matou um adversário, saiba que uma vovó quase centenária pode estar do outro lado.

[via Joystiq]

emGames

gPodder – Gerenciador de podcasts para Linux

Por em 10 de outubro de 2007

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Os Sourceforges da vida apresentam uma característica irritante: muita gente cria projetos com objetivos ambiciosos mas nunca sai do status “planejamento, pré-alfa”. É quase uma versão das páginas onde todos os links são “em construção”, que foram comuns no final dos anos 90. Assim, quando um projeto efetivamente vai pra frente e cumpre o que promete, é algo que deve ser comemorado.

O gPodder segue esse caminho. A proposta é ser um gerenciador de podcasts cheio de funcionalidades. E estão conseguindo.

Entre as características mais interessantes temos:

  • Sincronização com iPods e players genéricos
  • Controle de fila de downloads
  • Browser de canais
  • Limitador de banda
  • Suporte a bit torrent
  • Customização de formatos

Claro, nem tudo são flores. As dependências não vão deixar a Fabiane feliz e ainda há bugs constrangedores, como um podcast ser apagado da biblioteca local mas permanecer no iPod, mas se alguém reclamar é só lembrar que estão na versão 0.10.

No geral é um programa que vale ser usado, se você roda Linux e sente falta de um gerenciador exclusivo de podcasts.

Fonte: Cybernet TechNews

emLinux Podcast

Mi API, su API

Por em 10 de outubro de 2007

myspacelogo_11102007.jpgSeguindo os passos do Facebook, o Myspace anunciou que vai liberar API´s para a comunidade de desenvolvedores criarem seus próprios aplicativos. A questão é que, se hoje, o MySpace já permite colar códigos de vários widgets (inclusive os do criados a partir do API do Facebook), o que seria realmente identificável como uma aplicação gerada pelo API deles?

Além disso, a grande jogada do MySpace é oferecer a possibilidade dos desenvolvedores rodarem seus próprios programas de remuneração e garantir 100% da receita. Pois é startups, essa foi pra vocês.

Alguém se habilita?


emIndústria Internet