Digital Drops Blog de Brinquedo

Resumo Meio Bit Games

Por em 25 de março de 2008

Tivemos recorde de comentários em um único post no Meio Bit Games essa semana. O post? Sorteio do Halo3 para Xbox 360, mais de duzentos participantes. O vencedor foi o Cristiano Waster. Parabéns cara !

E por falar em Halo 3, também tivemos uma análise do jogo e comentamos sobre o seu enredo. Comentamos também sobre o sucesso de vendas de Super Smash Bros Brawl, a estranha lista de melhores games de 2007 da Famitsu, a possível abertura de GTA 4, a questão dos mundos abertos no jogos, as mudanças de Ryu e Ken através dos tempos e que o clássico Metal Gear Solid poderá ser baixado no PS3 usando a Playstation Network. Ah! Tivemos uma análise de Assassin’s Creed para PS3.

Também tentamos convencer o Romulo que ele não está ficando louco, nos surpreendemos com os novos jogos disponíveis via Steam, limpamos a vista com as Frag Dolls. Tivemos também vários previews: Tom Clancy’s EndWar, The Bourne Conspiracy e Race Driver: Grid.

Exibimos as primeiras imagens de The King of Fighters XII, The Sims 3, um remake colorido do bom e velho Metroid 2 e estamos com uma nova enquete. Nos vídeos, tivemos um de Resident Evil Code Veronica, um stop-motion de Lego baseado em Portal e a jogabilidade de um suposto novo game do Sonic.

Como nem tudo são flores, noticiamos mais uma morte bárbara na qual vão usar videogames como bode expiatório.

Colaborou com o resumo: Rafael Vasconcelos.

emGames

Algumas dicas para e-mail e IM

Por em 25 de março de 2008

Desde o começo da Internet, existe o e-mail, e ela é ainda a ferramenta mais popular. Eu uso e-mail e IM muito intensamente. Recebo mais de 200 emails por dia, e troco mensagens instantaneas diariamente via MSN e Google Talk.

Algo curioso está acontecendo: as pessoas estão começando a tratar IM como se fosse e-mail. Ou seja, enviam uma mensagem para você, e respondem horas, as vezes dias depois, como se fosse um email arquivado. Acho este tipo de comunicação interessante, mas muito ineficiente. O fato é que deixar o cliente de email rodando e logado não quer dizer o usuário receberá mensagens enviadas enquanto estiver longe do computador, por exemplo se faltar luz, ou se vier uma outra pessoa e resetar o computador ou mudar de usuário….é receita para desastre, já que algo importante vai ser perdido, mais cedo ou mais tarde. 

Talvez melhor do que analisar o problema que já existe, é tentar explicar porque está acontecendo isso. Creio que o motivo das pessoas estarem enviando IMs como se fosse email seja para tentar "chegar antes", ter maior prioridade na lista de tarefas a cumprir do destinatário. Se eu recebo um email, por exemplo, não o respondo imediatamente, mas sim quando me for mais conveniente, e depende da prioridade que aquele assunto tem para mim. Mas no IM, aquilo pipoca na tela, e eu me sinto quase que obrigado a responder na hora, justamente pelo fato de a meu ver IM ser uma ferramenta para conversa em tempo real.

Tudo isso parece estar ligado ao fato de nós estarmos recebendo emails com uma frequência cada vez maior. Como eu disse, recebo mais de 200 por dia, e este número está crescendo: cada vez tenho mais gente me encontrando, tenho múltiplos projetos em andamento, e ao invés de telefonar, as pessoas preferem mandar uma notinha curta, algo que eu também prefiro. Vejo com frequência gente decretando "falência no email", apagando todas as mensagens pendentes pois simplesmente não conseguem dar conta, e começam do zero. E lógico, existem vários "métodos" para tentar superar esta avalanche de informação, mas nada funciona melhor do que simplesmente se organizar e não deixar acumular.

Abaixo, listo algumas pequenas regras para dar conta do recado, tanto do email quanto IM:

1) Gerencie sua caixa de email: crie pastas e arquive suas mensagens, e retire-as da caixa de entrada. Se você nunca teve a caixa de entrada vazia, não sabe o que está perdendo…é um alívio.

2) Torne um hábito responder todos os seus emails, pelo menos uma vez por dia.

3) Se desejar ficar online via IM, se estiver "online" mesmo, esteja disponível. Se não quiser ser incomodado, escolha entre não ficar online, ou ficar "away", sabendo que sempre alguém vai querer conversar sobre algo mais importante.

4) Não chame as pessoas que estão como "away" para papear sobre o tempo. Não é legal.

5) Se possível, unifique suas contas de email em uma única conta. Isto torna o processo de gerenciamento de mensagens muito mais eficiente.

6) Arquive tudo que tiver um mínimo de importância. Eu somente apago emails de listas de mensagens e newsletters, o resto é arquivado. Volta e meia há algo que eu realmente preciso achar…e foi discutido via email.

7) O Google Chat é seu amigo. Mesmo que você não esteja online, suas conversas ficam arquivadas no Gmail….uma mão na roda.

8) Ao invés de rodar um cliente de IM para cada rede (MSN, Google, etc), instale um cliente multi-protocolo. No Windows e Linux, recomendo o Pidgin. Para Mac, Adium. Saiba que alguns recursos que podem ser úteis não são suportados (como vídeo e áudio), mas o principal funciona muito bem.

9) Use seu status personalizado a seu favor. Coloque algo interessante, com onde você se encontra, ou se não quer ser incomodado.

10) Se houver a opção, use o protocolo IMAP. Seu email fica sincronizado com o servidor, e pode ser acessado de onde estiver.

Que outras dicas vocês teriam sobre este assunto ?

emInternet Produtividade

O vício em internet pode estar mais perto do que se pensa

Por em 24 de março de 2008

Alguém ai já ficou conhecido por colegas ou familiares  por ser viciado em internet ou em computador? Acho que muito dos nossos leitores. Porém, a maioria pensa que isso é tudo mentira e, que quando quiser ou precisar  larga sem absolutamente nenhum problema. Curiosamente, já escutei a mesma frase de muitos fumantes jovens que começam a fumar dizendo que quando quiserem eles param. Infelizmente, não é o que acontece.

O vício por internet parece estar tomando proporções que talvez poucos imaginaram quando ela surgiu. Especialistas querem incluir o "vício" por internet como um novo distúrbio psiquiátrico. Chegam a nomear as realidades virtuais e jogos multiplayer como "heroinware" – uma mistura com as palavras heroína e software. O que pode fazer algum sentido após vários casos de mortes em lan-house que ocorreram na Coréia e nos países do oriente.

O psiquiatra, que escreveu o editorial em uma revista especializada, diz que isso já se tornou um problema de saúde pública nos Estados Unidos. Estima-se que 210 mil pessoas entre 6 e 19 anos sofram com a internet, destes 20% precisariam inclusive internação.

Muitos podem achar que é brincadeira esse tal de "vício em internet" quando na verdade é muito mais sério do que se pensa e, muitas vezes se demora para procurar ajuda. Os médicos afirmam que esse tipo de paciente pode perder a noção de tempo, esquecendo do dormir ou se alimentar, o isolamento social também é um sintoma muito freqüente.

Diferente da Coréia do Sul, que já tem mil conselheiros exclusivamente para tratar esse tipo de paciente, aqui no Brasil as pesquisas sobre isso ainda estão ganhando espaço, até porque a população que tem acesso a uma conexão com a internet é proporcionalmente menor.

O transtorno há 3 subtipos: excesso com jogos; preocupações sexuais; e com mensagens de texto ou e-mail.

Se há alguma coisa a fazer é ficar esperto aos principais sintomas os seguintes:  

– Uso exagerado do computador, muitas vezes associado à perda da noção de tempo e descuido de obrigações comuns;
– Angústia , tensão e até depressão quando o equipamento não está acessível;
– Desejo de hardware mais poderoso, mais software e mais horas de uso;
– Comportamento negativo, incluindo irritação, mentira, mau desempenho nas tarefas, isolamento social e fadiga.

Caso esteja enfrentando alguns dos problemas acima listados, procure ajuda médica.

Veja mais detalhes no editorial do American Psychiatric Association

Fonte: Folha

emComputação móvel Internet

Tópicos do Fórum do Meio bit

Por em 24 de março de 2008

Hoje venho para trazer mais alguns tópicos interessantes que estão sendo discutidos no fórum do Meio Bit. Aqui vai:

Add-Ons do Firefox – muitas dicas boas de add-ons que você pode não conhecer.

Qual o seu computador? – existe algum fórum sem esse tipo de pergunta?

O drive A: ainda é útil? – já estou pensando em deixar meu gabinete mais leve.

Como você aprendeu a programar? – dicas e relatos legais para quem está começando.

emAnúncios

Entrevista com Peter Brown da Free Software Foundation – parte 1

Por em 23 de março de 2008

Se vocês acham que vida de blogueiro é só acender charuto com notas de 100 dólares, sair com modelos e atrizes, viajar para lugares paradisíacos e conhecer expoentes do Software Livre que tomam banho e se comportam de forma civilizada e simpática (não é a regra, o Rodrigo que o diga), acreditem, nem tudo é diversão.

Estou com 1h de entrevista com Mr Brown aqui, e acreditem, o iMovie não faz milagres. (Steve Jobs faz, dizem, mas isso é outro papo). Traduzir, editar e legendar vídeo dá MUITO trabalho.

Para não perder o timing do evento, decidi publicar de forma picotada a entrevista, feita em conjunto com Pablo Hess, da Linux Magazine.


Peter Brown é um súdito da Rainha, contador de formação que se apaixonou pelo conceito de Software Livre, se apresentou como voluntário e foi galgando posições até se tornar Diretor-Executivo da Free Software Foundation. Consegue defender sua causa seu ser chato, e em suas próprias palavras não pega fogo se tocar em um Mac. Embora não seja mais um programador, nos velhos tempos ele escreveu vários jogos para computadores da linha Sinclair, na Inglaterra. Ele gosta de dizer que teve seu primeiro programa publicado em uma revista em 1985, no mesmo número em que a revista deixava de ser publicada e o editor dizia ser aquele o fim do software compartilhado, que a partir de então os programas seriam somente produzidos de forma profissional, e não havia mais sentido em publicar e compartilhar código-fonte. Ele literalmente viu a "morte" do Software Livre, mas pelo visto os boatos dessa morte foram um tanto exagerados.

Usei várias perguntas dos leitores, e posso adiantar alguns fatos: Sim, ele só escuta música em Ogg Vorbis, sim, ele toma banho, não, ele não é chato nem antipático, muito pelo contrário. Também não cobra para tirar fotos, divide a conta da cerveja, não exige que suas entrevistas sejam disponibilizadas em formatos livres e não, ele não defende a idéia de software livre ou morte. Tanto que sua máquina fotográfica é uma HP, com firmware proprietário. Peter é inteligente demais para fazer pirraça. Ele defende Software Livre sempre que possível. Se não for possível, use o que tiver que usar, e trabalhe em prol de uma solução Livre.

Vamos então às nossas duas perguntas iniciais:

1 – Qual sua opinião quanto às empresas de software proprietário que, quando ninguém mais usa seus programas, abrem o código e tentam posar de amigo do software livre?



2 – Durante muito tempo o Software Livre produziu cópias de softwares proprietários. Não era hora de criarem uma killer application que “forçasse” a migração para software livre, por parte dos usuários?


Não percam no decorrer dos próximos dias o resto da entrevista.

emDestaque Open-Source

Salsas e Caretas (VIII)

Por em 23 de março de 2008

Feliz Páscoa, pessoal! Íamos colocar um "easter egg" no site e quem encontrasse ganharia uma foto, em tamanho natural, do Cardoso se espreguiçando em Porto de Galinhas… mas ficamos com medo de sofrer um ataque DoS.

Bem, acho que as salsas saíram à procura dos ovos do Papai Noel… poucos emails esta semana. Vamos lá, gente! Deixem a timidez de lado e voltem a nos enviar perguntas… interessantes.

 

Eu, Tu, Eles…

Sofia Jose André: "gostari muito de estar iscrita fiz isto ontem mais sempre que tento entra  pelo contacto no qual me enscrevi dizem-me que o nome do  utilizador e  minha senha não estão validadas por favor mandram-me contctar ão  administrador do fórum preciso muito de ser membro da fórum porque  vai
ser muito útel para aumentar meus conhecimentos sem mais nada obrigada e  desculpem-me por te usado este canal para isso não encontrei outra forma
predão.
"

Oi Sofia. Oi Jose. Oi André. Eu pensei em dezenas de formas de responder a este email. Mas desisti quando vi o endereço do remetente: sofiajose@andre.meiobit.com. Estou cada dia mais desconfiado que as baratas nos sucederão. E em breve.

 

All your notebook are belong to us!

Rodrigo: "Se ninguém escreveu ainda (praticamente impossível, mas não custa tentar), eu quero o notebook da promoção!"

Rodrigo, já sorteamos camisetas, jogos, capas para notebooks… mas notebooks mesmo… só depois que o conteúdo for fechado e a mensalidade valer R$ 49,90.

 

Deixa eu!

Well: "Um usuário comum, como eu, que não tem permissão de criar artigos pessoalmente, devem enviar o artigo por este meio método que estou usando
agora? Se sim, como fica a formatação, fotos, links e etc?
"

Well, well… deixe-me pensar… você usou um "meio método" para enviar sua dúvida ao "Meio Bit"… que santa coincidência, Batman! Relaxe, Well… envie seus meio-artigos em full-html que nós fazemos o trabalho sujo (desde que não seu meio-português não seja sujo demais).

 

Também acontece no fórum!

Impossível deixar passar este diálogo, retirado do nosso fórum:

perini: "MeioBit!! O que ouve?

Sou só eu, ou mais algum meiobiter está achando o fórum meio parado últimamente, principalmente devido aos editores que não estão escrevendo muito .Isto se deve à falta de assunto, notícia, vamos lá quero novidades."

mau.dias: "Re: MeioBit!! O que ouve?

com o perdão da piadinha mas.. meiobit ouve de tudo, seus leitores são muito ecléticos musicalmente, hehehe.."

Vou votar nesse cara para o usuário da semana!

 

That’s all, folks! Até semana que vem!

emMiscelâneas

Second Life: O que que estão esperando para fechar o caixão ?

Por em 23 de março de 2008

 

Já viu um Chester vivo? Não? Já viu um enterro de um anão, ou um filho de mulher de vida fácil chamado "Júnior"? A maioria não viu. Pois, creio eu, ser mais fácil ver tudo isso em um só dia que encontrar um usuário freqüente do Second Life.

Desde que o cliente brasileiro foi lançado, a quantidade de usuários onine vem caindo: De 120 mil na estréia, hoje temos uma média de 30 mil, com picos de 50 mil. As previsões de 2 milhões de usuários registrados em fevereiro deste ano micaram: hoje são apenas 700 mil. Só estes números já seriam base suficiente para enquadrar a iniciativa de trazer o SL para o país como um fracasso retumbante (observem o post do Cardoso detalhando o número de acessos do seu blog pessoal e compare os números). Entretanto, a situação atual do metaverso que ninguém usa está se deteriorando por dentro: o Second Life está virando um mundo-cão, digno de programa do Datena.

Prostituição


É um mundo virtual, certo? Neste mundo, você necessita trabalhar. A economia precisa se desenvolver. Só que emprego não é fácil.
Dado o nível de desemprego dentro do SL, muitos avatares partiram para a prostituição, e muitos dos developers se especializaram em criar movimentos e roupas eróticas para os avatares. Há até uma recriação da famosa rua de Amsterdam aonde as mulheres ficam expostas em vitrines.

Criminalidade


Há bandidos no second life. Neste caso em especial, foi necessária a intervenção do "BOPE virtual" para coibir o tráfico e os "assassinatos" que ocorrem na favela virtual "Cidade de Deus". O avatar Rmo Kurka explica: "Eu entrei nessa vida de bandido porque não consegui arrumar emprego no SL. Dentre os policiais, os traficantes do morro só falam com os "corruptos", que dão para eles Lindens (moeda virtual) e armas". Há usuários sugerindo a criação de delegacia virtual. E há estupros no metaverso também.

Revolução de Shopping Center e Terrorismo

Com o uso de bombas atômicas virtuais, o Exército de Libertação do Second Life explode lojas e construções, exigindo a abertura do capital do SL pela empresa responsável.

Recessão econômica e falência

Neste post no fórum oficial do SL Brasil, um avatar reclama da falência de sua pessoa jurídica virtual e pede medidas protecionistas para "pequenas empresas" dentro do SL. A equação é simples: a culpa é dos usuários que "pirateiam" os itens comprados e o excesso de cópias os desvaloriza. É óbvia a falta de procura para tanta oferta, já que, frequentemente, a primeira pergunta do brasileiro ao entrar no SL é "como ganhar dinheiro?".

Para quem não sabe, a principal atividade monetária do SL que não seja compra e venda de terrenos e ítens (depois da prostituição) é ficar sentado em locais apropriados ou dançando.
Já neste caso, a situação é mais complexa e alarmante: este site lista as consequências em cascata que a maior magnata do SL (uma Ayumi Hamasaki depois do inverno tenebroso, que parece ter encontrado no metaverso uma maneira legal de ficar bonita sem plástica) pode causar ao sistema econômico do negócio por vender ítens baratos demais, como as grandes cadeias de lojas americanas fazem. De acordo com a análise, sozinha ela pode falir a si mesma e levar junto a própria Linden Labs devido ao colapso monetário dentro do ambiente virtual.

Poluição Visual e Cidades Fantasma


O senso estético dos criadores de imóveis no SL claramente é de gosto duvidoso. Prédios bizonhos, casas esdrúxulas, e anúncios em painéis gigantes para todos os lados. Como de início o hype em torno do negócio era grande, muitas grandes empresas ergueram construções enormes no ambiente e, dado o esvaziamento do sistema, as abandonaram.

Hoje, algum desavisado caminhando no Second Life por certos locais, escutando o assovio tenebroso do vento e entrando em edifícios vazios sem enxergar nenhum avatar "vivo", pode se sentir como o Tom Cruise no filme "Vanilla Sky", ou o Will Smith no "Eu sou a Lenda": a sensação de pós-hecatombe-nuclear é realmente assustadora. Faltou só o velhinho sentado no que era a minha casa me entregar uma cebola.

Além destes problemas, note que não foram citados os evidentes avatares inconvenientes (muitos), o fato do programa ser pesadíssimo e exigir quase tanta banda quanto o Joost e a absoluta falta de sentido no negócio, mesmo que tais problemas não existissem.

Fora do ambiente virtual, semana passada, o fundador do SL deixou a empresa. A representante do SL no Brasil acordou para a realidade e mudou o foco de seus investimentos. Mesmo assim, o número de participantes continua caindo. O hype acabou e hoje a imprensa malha (embora comedida, não sei o motivo). O último a sair, que apague a luz.

Alguém aqui frequenta este negócio, e quer advogar em seu favor?

emAnálise Artigo Internet