Digital Drops Blog de Brinquedo

O que vem por aí: Animação 3D na TV em tempo real

Por em 11 de outubro de 2007

Nos anos 80 a grande novidade em tecnologia televisiva foi o sistema Mirage. A Globo fez literalmente um carnaval em cima do equipamento, que moldava sinais de vídeo em tempo real em formas como cubos, cones, explosões de pixels e até um pandeiro, criado especialmente para a estréia do sistema no Brasil, durante o Carnaval.

Depois disso tivemos a novidade dos cenários virtuais, hoje tão comuns que se confundem com os cenários reais. Mas essa tecnologia em especial, popularizou algo muito útil até hoje: o posicionamento digital de câmeras.

Surgida originalmente no cinema, a idéia é simples: Um computador  guarda, em tempo real, todas as informações da câmera. Posição nos eixos X,Y e Z, distância focal, abertura, velocidade do filme,  ângulo, etc. Assim um programa 3D pode , com essas informações, gerar objetos que se mesclariam à cena original, mantendo todas as movimentações físicas da câmera.

Imagine agora o próximo passo lógico: Ao invés de um cenário virtual, um objeto 3D, interativo.

Foi o que a empresa francesa Total Immersion fez. Imagine as possibilidades, aquele maldito Dancing Baby mas em uma versão que pode ser chutado.

No vídeo abaixo da TV Japonesa (acho que isso já basta como alerta) na primeira parte os convidados brincam com aqueles efeitos em tempo real semelhantes aos de câmeras da Logitech, que adicionam máscaras e rostos 3D ao usuário. Na segunda é feita uma demonstração da tecnologia da Total Immersion. Um técnico pilota, com um joystick, um modelo 3D de um helicóptero pelo estúdio.

É muito legal, pois estamos vendo os primeiros usos de uma tecnologia que será tão lugar-comum em 5 anos quanto os efeitos de tela azul.

Fonte: TV in Japan

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emÁudio Vídeo Fotografia

Panela velha é que faz comida boa

Por em 11 de outubro de 2007

airportNestes tempos de Halo3, BioShock, Command & Conquer 3, Colin McRae: DiRT e tantos outros jogos de última geração, é incrível ver como um jogo antigo ainda faz sucesso…

Estou falando do Transport Tycoon Deluxe (TTD), ou melhor, do Open TTD. É isso aí! Um louco fez uma bela engenharia reversa, passou o código de Assembly pra C… e agora está passando pra C++. Para quem conhece de linguagem de programação, sabe que isso é loucura. Mas deu muito certo.

O resultado é um jogo ótimo, com vários bug fixes, uma nova inteligência artificial, sem limitações de veículos, pontes maiores, um multiplayer de fazer inveja a qualquer jogo de estratégia e várias outras ótimas idéias para melhorar a jogabilidade. O gráfico é o mesmo, tanto que faz-se necessário os arquivos originais para que tudo funcione, mas agora o jogo foi portado pra windows, BSD, Linux, BeOS e um amigo rodou no Palm.

A versão 0.5.3 está disponível para download, vale a pena conferir.

Enquanto passam o código fonte para C++ na versão 0.5.4, estão fazendo gráficos exclusivos para o Open TTD para tirar a característica do jogo original. Uma vez com gráficos próprios, eles dirão adeus ao Transport Tycoon Deluxe e seguir seus caminhos próprios… ao infinito e além!

Features: http://nylon.net/ttd/ott.htm
Site do jogo: http://www.openttd.org/

P.S.: Artigo enviado por Paulo Correia. Por algum motivo, o sistema não reconheceu o usuário…

emGames Open-Source

Qual será o próximo passo do Googlezilla?

Por em 10 de outubro de 2007




Essa semana a Google deu mais um passo significativo em direção ao cumprimento de sua missão: “organizar a informação do mundo e fazê-la universalmente acessível e útil”. Com a aquisição do Jaiku, a Google entrará forte na briga pela preferência dos micro-bloggers. A notícia ainda ecoa no Vale do Silício, mas o mercado já se pergunta “Qual será o próximo passo do Googlezilla?”.

Posso estar enganado, mas as redes sociais, que constituem um terreno fértil mas pouco explorado pela Google, se tornarão o centro das atenções nos próximos meses. A Google já tem duas redes sociais (DodgeBall e Orkut), mas ambas não conquistaram a simpatia do público americano que prefere se relacionar através do MySpace e do Facebook.

A Google já tem investido em projetos para avaliar novos conceitos em redes sociais como o My World e o SocialStream, mas o grande movimento foi decidido em uma reunião ultra-secreta no QG da Google em setembro. Seguindo os passos do Facebook (e agora do MySpace), a Google publicará no dia 5 de novembro um novo conjunto de APIs que permitirão o desenvolvimento de aplicações que acessem o seu gigantesco banco de dados social. A temporada de caça ao Facebook começa no próximo mês em Mountain View!

emGoogle Indústria Internet Web 2.0

Plasma banido da Austrália até 2011

Por em 10 de outubro de 2007

O governo australiano estuda a possibilidade de retirar do mercado vários modelos de TVs de plasma e alguns modelos de LCD que não respeitarem os limites de consumo estabelecidos por lei. A lei de lá, diga-se de passagem.

É opinião entre especialistas do país que, sendo a Austrália um mercado minoritário, nem tão cedo verá modelos adaptados a sua realidade de consumo. Eles, preferiram, então, não mais comercializar nada por lá a partir de 2011. Obviamente caso nenhum fabricante queira quebrar o padrão e criar novos modelos.

Para um lugar que já foi terra de oportunidades, não seria interessante se posicionar de outra maneira e lançar uma linha de produtos com um novo patamar de consumo e, de maneira totalmente proativa, liderar uma campanha rumo a produtos menos agressivos ao meio ambiente?

Até porque TV de Plasma já foi, né?

autralia_tvplasma_10102007.jpg


Fonte: The Raw Feed

emÁudio Vídeo Fotografia

Criatividade x capitalismo

Por em 10 de outubro de 2007

Nada como um dia após o outro. Meses antes do lançamento do Wii lembro de várias pessoas dizendo que a Nintendo estava morta, que seu destino seria tornar-se uma Sega e coisas do tipo. O tempo passou, o console fabricado pela empresa-que-só-faz-jogo-de-criança se tornou um sucesso e a turma de Miyamoto conseguiu atingir sua meta: transformar pessoas até então inexperientes em “jogadores de videogames”.

Mais do que isso, a BigN conseguiu trazer algo que a indústria estava precisando, respeito. Hoje não se fala apenas na empresa japonesa como uma fabricante de jogos eletrônicos. Frequentemente vemos o nome da Nintendo nas manchetes sobre economia (aqui e aqui)ou em matérias em veículos que antes não davam muita atenção aos videogames.

É óbvio que muitas pessoas fecham os olhos para as façanhas da empresa (também conhecidos como fanboy, termo que não gosto muito) mas está ficando cada vez mais difícil não se render a criatividade daquela que pode ser conhecida como uma das poucas remanescentes do tempo em que videogame era apenas um passatempo e a criatividade contava mais do que qualquer outra coisa.

Essa semana o site Gamasutra publicou uma matéria falando sobre a eleição anual realizada pela revista Game Developer onde a BigN derrubou a EA e assumiu o primeiro lugar no ranking das melhores desenvolvedoras de jogos. Pois é amigos, o grande império foi derrotado. Há anos a EA vem sido reconhecida como a maior produtora do mundo (o que discordo) contudo, nesse ano eles terão que amargar um segundo lugar.

É evidente que em um mundo capitalista as atitudes da empresa americana são aceitáveis, mas lançar a mesma versão de um determindao jogo ano após ano e comprar outras empresas menores não lhe garantem um título como este, pelo menos na minha opnião.

É mais evidente ainda que a Nintendo virou os holofotes para seu lado devido às vendas monstruosas tanto do Wii quanto do DS, mas acho que esta eleição, que pode até ser questionável, acaba lavando a alma de muito jogadores, que assim como eu, cresceram se divertindo com os games em uma época onde o mais importante não eram nem os gráficos nem a valor de produção de um título e sim a diversão que o designer conseguia nos proporcionar.

O sucesso da Nintendo mostra que ainda é possível fazer videogames criativos e ganhar dinheiro com isso.

emGames

40 programas gráficos open source que merecem uma checada. Ou não.

Por em 10 de outubro de 2007

O blog Open Source Tips fez uma grande lista de softwares gráficos open source que, segundo ele, merecem destaque. Entre eles estão o Scribus e o QCad – a grande maioria são ilustres desconhecidos.

Entretanto, se você for analisar a lista, boa parte destes chamados “great softwares” não servem para um trabalho mais profissional, se limitando a trabalhos pequenos, sem muita necessidade de ferramentas mais poderosas, ou que só demandem uso caseiro.

Como diz o Inagaki, e não exatamente com estas palavras, toda lista é deficiente: ele nem cita o Blender!

Não sei quais os critérios utilizados para avaliar os programas pertencentes a esta lista, nem qual o conceito que o sujeito tem de “programa gráfico”. Ao que parece, qualquer software que gere uma imagem na tela é gráfico para ele, senão não teria colocado o DrQueue (que é um gerenciador de projetos) ou o Earth3D (uma espécie de Google Map) na lista.

Afora estes problemas “taxonômicos”, se for pra quebrar um galho até que esses programas podem receber o título de great, sim. Mas lembre-se: quebrar galhos. O Scribus por exemplo, pode ser muito bom pro tamanho dele, mas gera PDFs monstruosos!

Fonte: Open Source Tips, via Smashing Magazine

emOpen-Source

Steve Ballmer: Linux viola patentes da Microsoft e de outros

Por em 10 de outubro de 2007

AVISO AOS FANBOYS:

Cardoso é baba-ovo do Bill Gates e está na folha de pagamento de Redmond, portanto se forem concordar com o artigo assumam que a senha do autor foi hackeada, assim sua visão maniqueísta não precisará ser afetada. Ou então esqueçam imediatamente deste texto quando reclamarem do próximo artigo, se for elogioso à Microsoft.

ballmer.jpg

Steve Ballmer, bla bla bla bla bla outra vez bla bla bla bla bla bla.

Bla bla bla bla patentes bla bla bla propriedade intelectual bla bla bla bla bla. Linux. Bla bla bla.

Bla bla, patentes, bla bla bla eles devem a nós bla bla bla bla bla bla. Bla bla. BLA! BLA!

Novell é boazinha bla bla bla bla Raquel é malvada bla bla bla bla.

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Propriedade Intelectual é assunto sério? SIM. Só quem defende o fim dela é quem nunca criou nenhuma ou não vive de fazê-lo.

Patentes são instrumentos com valor legal? COM CERTEZA, a Apple mesmo perdeu US$100 milhões para a Creative, por copiar a interface desta, para os iPods.

Ameaças entretanto costumam surtir pouco efeito depois da segunda tentativa. O blefe se torna óbvio demais.

A Microsoft deveria parar com esse discurso de terror e se concentrar nos pontos positivos dos acordos. “medo das patentes” vende muito menos do que “integração com o Exchange” ou ser, simplesmente “o Linux recomendado pela Microsoft”, que está deixando a Novell rindo de orelha a orelha.

Ficar fazendo ameaças de processar sabe-se lá quem por violar sabe-se lá o quê é algo digno de 1984, e 1984 é Copyright (c) 1984 by Apple.


Fonte: Linux Watch

emIndústria Linux