Digital Drops Blog de Brinquedo

TV digital para poucos… é triste, mas sempre foi assim

Por em 5 de dezembro de 2007

A tevê digital com alta-definição chegou. Você não viu? Nem eu. Explico a razão. A tecnologia é mais veloz que a escalada social. Ou seja, você é pobre e só vai ver na casa daquele seu amigo abonado. Mas é assim mesmo. Não dá para reclamar da vida. Trata-se de uma questão de escala. O aparelho para assistir a tal de HDTV é caro, pois, a produção ainda é pequena por causa do consumo. Daí que a alta-definição não faz escala na nossa sala.

Mas deixe eu defender, ou explicar isso. Como não sou mais tão novinho, lembro quando lançaram o CD. Caríssimo. Depois o preço foi baixando. Hoje qualquer um tem. Lembra dos primeiros tijolos-falantes que não davam sinal em lugar nenhum? Hoje todo mundo tem seu pai-de-santo que seja. Faz parte. A primeira transmissão de tevê via satélite foi a Copa de 70. Não sou assim tão velho, essa meu pai que me contou. Meus tios se reuniram na casa do que tinha tevê para ver o tricampeonato.

E computador? Lembra uns poucos anos atrás quanto custava um laptop de meia tonelada? Então, a questão é a sociedade de consumo. Na medida que mais aparelhos forem sendo vendidos, o preço cai. Por isso a razão deste texto. Um apelo. Senhores e senhoras endinheirados, por favor, comprem os aparelhos. Um para cada cômodo de suas casas. E rápido, se não for pedir muito. Que assim poderemos todos ter acesso à modernidade. Do contrário vamos assistir aos shows da Shania Twain nas lojas. Alguém sabe explicar a razão dela ser sempre a escolhida pelos magazines?

emIndústria

Apple se obriga a vender iPhone desbloqueado na França

Por em 4 de dezembro de 2007

Segundo o site Bites e Bytes a Apple começou a vender os primeiros iPhones na França na semana passada e, como na França é proibido que um celular seja bloqueado, foram obrigados a vendê-lo desbloqueado. Pequeno detalhe: 749 Euros! Para aqueles que querem assinar um contrato de dois anos com a Orange o preço cai para 399 euros. Então como fica isso? Teoricamente a Apple está vendendo iPhones desbloqueados oficialmente. Como ficam as atualizações de firmware, terá uma versão só para franceses?

Fonte: Bites e Bytes

emApple e Mac Indústria

Mickey Mao

Por em 4 de dezembro de 2007

mickey_mao1.jpgInternet, entretenimento e Disney formam um trinômio (ou seria triunvirato?) que sempre enfrentou patrulhamento severo por parte de instituições de proteção a criança. Isso sem falar nos fãs de teorias da conspiração que juram ter visto frases de baixo calão nos céus da áfrica.

Estes tempos podem estar para acabar: a terra de Branca de Neve, Mickey Mouse, Pluto será invadida pela iParenting, cuja aquisição pela Disney foi anunciada hoje na mídia especializada, por valores ainda não declarados.

A idéia é integrar o conteúdo criado por especialistas, educadores e até mesmo alguns usuários para garantir navegação segura e livres de sustos por parte dos menores, além de indicações e resenhas.

Sou contra todo tipo de censura, é bom dizer. Mas, achei uma jogada válida. Proteger sua marca de ataques vindos de todos as lados (i.e. spammers e difamadores em geral) pode garantir a Disney a retomada do terreno perdido nos últimos anos no segmento de animação, por exemplo.

Por outro lado, não se sabe até que ponto os policies (diretrizes, regras etc) aumentarão a ponto de tornar impossível a criaçao de algo novo e deliciosamente mal comportado como algumas animações recentes – de outros estúdios obviamente.

Será que teremos que assistir somente a escolas musicais a partir de agora?

(Imagem: Mickey Mao, de Frank Kozik )

Fonte: C|Net


emInternet

Dá uma forcinha?

Por em 4 de dezembro de 2007

carroeletrico_04122007.jpgQuando fui convidado a ingressar no time de colaboradores do MeioBit, ofereci aos colegas uma idéia básica do que seriam meus posts: não da tecnologia per si…mas de como invenções, pesquisas, lançamentos, tendências e produtos influenciariam na mudança de direcionamentos de nossa vida. De preferência para melhor.

Então comecei a trazer barcos solares, robôs, intrusões – ou não – em nossa privacidade (se é que ela ainda existe) e que tais.

Fiz esta pequena introdução que no meio jornalístico chamados de “nariz de cera” para apresentar uma linha de pesquisa, duvidosa, do pessoal da Universidade de Delaware.

A idéia parece promissora: se um dos grandes problemas para as indústrias é o preço da energia estocada porque não aproveitar os momentos de inoperância de carros híbridos e elétricos (algo como 90% de seu tempo de vida) para que eles funcionem como fornecedores de energia elétrica para casas de seus donos?

Explica-se: entre 4h e 7h da manhã, as usinas de fornecimento sofrem com o pico advindo de prédios comerciais, indústrias e moradias. Neste momento, o sistema criado por Willet Kempton, e seus colegas, o V2G (vem de vehicle-to-grid), se encarregaria de gerenciar o fornecimento de pequenas quantidades de energia. Cada carro, estimam os pesquisadores, poderia render até US$ 4 mil em energia estocada. Kempton continua:

..um carro não faz diferença neste tipo de operação, mas se conseguirmos chegar a 100 carros, conseguiríamos em um terço do tempo, um megawatt de energia estocada.

Agora vamos pensar.

Existem duas maneiras de atacar um problema: ou você foca no próprio problema ou em sua solução. É quase um mantra para quem gerencia projetos e, vez em quando você ouve de um profissional mais experiente: “Pare de focar no problema ou foque na solução, ora bolas”.

O pessoal de Delaware me parece ter focado no problema. O pico de energia levou a utilizar energia circulante ou parada para suprir uma deficiência esquecendo-se que um bem particular será usado para contornar uma limitação governamental.

Ok, estamos todos no planeta terra pensando num bem maior e somos como a Liga da Justiça, heróis contra o vilão do aquecimento global.

Mas uma abordagem focada na solução, deveria incluir:

a) Alternativas para não locomoção. Ou seja: teletrabalho, melhor infra-estrutura comercial perto de casa, cidades planejadas etc

b) Diminuição do consumo de energia: porque não pensar num sistema que comande o consumo de habitações e divida entre elas o consumo?

c) E os carros movidos a hidrogênio? Me parece que eles tem mais chance do que carros elétricos. Como fica o cenário do projeto frente a esta questão?

Conclusão

Tecnologia é bom e todo mundo gosta. Soluções são melhores ainda.

Fonte: New Scientist

emIndústria

Quickoffice (de verdade) nos telefones Sony-Ericsson

Por em 4 de dezembro de 2007

A habilidade de editar documentos é essencial em aplicações de smartphones. Sem isso temos visualizadores e nada mais. Usar telefone só pra visualizar algo não faz mais sentido nos dias de hoje, se você quer um smart-alguma coisa.

Nos aparelhos Windows Mobile temos o Office, original, da Microsoft, em toda sua glória mobile. Já nos outros, como Symbian, tínhamos gambiarras, versões light, ou nem isso. O filé, só comprando.

Só que com a concorrência se acirrando, está na hora de dar mais alguma coisa para o consumidor. No caso dos Sony-Ericsson, foi fechado um acordo para que os aparelhos da marca venham com o Quickoffice Full, nas versões que rodam Symbian UIQ.

Não é nada não é nada, estamos falando de um programa (excelente) de US$49,95.

Fonte: Slashphone

emCelular

O iPod do Capitão Nascimento

Por em 4 de dezembro de 2007

Essa veio direto da Academia de Polícia de Nova York, mas não tem nada a ver com o Mahoney, o Tackleberry ou o Hightower.

Ciente de que um monte de recrutas vai pra casa de metrô, resolveram otimizar o tempo dos alunos. Distribuiram iPods com aulas em vídeo, texto e áudio, onde os recrutas podem aprender sobre táticas, leis e procedimentos, enquanto estão indo para casa ou voltando das aulas.

No caso do Brasil, os policiais também aprovariam a idéia, afinal além de tocar músicas e exibir vídeos, iPods são reconhecidos por funcionar como blindagem contra tiros de fuzil. Aquele seu xing-ling fanfarrão não chega nem perto.

Fonte: ZDNet (de novo)

emApple e Mac

Exterminador do Futuro de volta aos jogos. Será uma boa?

Por em 4 de dezembro de 2007

Uma vez eu arrumei um jogo do Exterminador do Futuro que era a encarnação do mal. Mal projetado, mal programado e mal executado. A inteligência artificial dos bots era do nível de um executivo da NBC. Os gráficos pareciam sprites, mas o jogo era em 3D – juro! – Ele sobreviveu pouco mais de 10 minutos no meu HD.

Como peguei trauma, nunca mais procurei jogos da franquia, mas pesquisando para este texto descobri que alguns são considerados bem razoáveis, dentro do limite de qualidade esperado de “jogos de filmes”.

Pois bem; O novo filme do Exterminador do Futuro vem aí. Sem o T800, que está ocupando governando a Califórnia, sem o T1000 que está ocupado comandando o 303o Grupo de Estudos Logísticos e sem a Terminatrix, que está… bem, se eu soubesse onde ela está eu não estaria aqui, Terminator Salvation: The Future Begins tem tudo para -desculpem, t-boys- ser uma bomba.

A bomba aliás é de fragmentação, a Halcyon, empresa que detém os direitos sobre a série resolveu lançar um videogame baseado no filme. Ao invés de contratarem um estúdio especializado, ou alugar a franquia para uma EA da vida, criaram uma divisão própria para desenvolver o jogo. Será feito para todas as plataformas, inclusive mobile. Sim, jogo de celular.

Parou de rir? OK, eu espero.

O jogo está agendado para chegar às ruas junto com o filme, no verão (nos EUA) de 2009.

Assumindo que o filme não tem nem elenco ou roteiro, quanto tempo até ele estar razoavelmente pronto? E quanto tempo até a divisão de jogos da Halcyon agregar a expertise necessária para fazer um jogo de primeira linha? Mais de um ano e meio, com certeza.

Incrível como tem gente disposta a cometer os mesmos erros de sempre. Assim como o Exterminador, nós já vimos esse filme.

Imagem ilustrativa da Kristanna Loken, para provar que alguma coisa prestou no Exterminador 3.

Para mais notícias sobre jogos, visite o MeioBit Games, é grátis!

Fonte: ZDNet

emGames