Digital Drops Blog de Brinquedo

E ainda achavam que o melhor visual da Microsoft era o Studio…

Por em 25 de março de 2008

Lembram da Tina Wood, aquela loirinha muito cuti-cuti (tm Judão) que apresenta os vídeos do Channel 10, o canal de blogs da Microsoft? Ela fez aquele hilário "A Vida na Microsoft", e chamou a atenção de muita gente?

Eu, como bom chato e aprendiz de stalker, pedi para nosso contato verificar a possibilidade de arrumar uma foto da bela moça. Pois bem, vejam o que chegou por SEDEX aqui em casa, no começo da semana…

Isso mesmo, uma foto, autografada e tudo. E não, não tem sorteio não, fiquem espertos. É minha, my precious.

Claro, quem tem restrições quanto à Microsoft e/ou louras bonitas, pode tirar uma foto com o Stallman. E DE GRAÇA, na faixa! Neste post do BR-Linux há um genial template onde você pode colar sua foto 3×4 e posar do lado do barbudo…

emMiscelâneas

A Persistência da Memória

Por em 25 de março de 2008

Meu primeiro computador foi um CP-200, uma cópia da Prológica dos Sinclair ingleses. Rodava em um processador Z80, e tinha incríveis 16kB de memória. Não MB, kB. para dar uma idéia, a foto deste artigo tem 32KB. E está bem comprimida.

Um computador inteiro rodava com a mesma memória necessária para exibir meia-foto pequena.

Depois disso passei para o ZX Spectrum, com 48KB, e depois para o maravilhoso Amiga, com 512KB de memória. Acreditem, era bem melhor que qualquer PC da época.

Quando migrei para a linha PC, com um incrível 386 DX-40(MHz), coloquei 4MB de RAM. 8 vezes o que tinha no Amiga. Custou caro, o MB de RAM custava US$50,00. Hoje esse preço caiu em uns 2000%, pois 2GB de RAM para notebook, se procurar bem, saem por US$47,00.

Agora chegou o cartão de memória MicroSD de 8GB que comprei para o celular (dica: não é um iPhone). Não lembro do preço, mas acho que foi menos de R$200,00. Resolvi fuçar as gavetas e ver o que achava. Realmente foi uma viagem no tempo. Acompanhem a imagem:

A placa maior é uma memória EDO de 8MB. Abaixo um Memory Stick da Sony com 16MB (as câmeras vinham com 256KB, bando de japas sovinas!) e o módulo quadrado é parte do gabinete de memória de um mainframe. Não me perguntem como consegui, nem quanta memória tem ali, deve ser quase nenhuma.

No meio, o MicroSD de 8GB.

Para dar uma idéia da equivalência, para ter a mesma quantidade de memória -8GB- em módulos EDO de 8MB, colocados lado-a-lado percorreriam 110 metros.

Onde isso vai parar? Não sei. O importante é perceber o quanto esse avanço foi maravilhoso. Em menos de uma geração passamos de máquinas com vagas lembranças para uma capacidade de armazenamento incrível. E lembre-se: Embora os filmes estejam mais e mais pesados, um livro ocupa HOJE a mesma quantidade de bytes que um livro ocupava 20 anos atrás. A diferença é que hoje você pode levar em um cartão menor que uma unha TODA a sua biblioteca de consulta.

O futuro é ou não é maravilhoso?

Nota: O título deste post é uma referência à série COSMOS, de Carl Sagan. Se você não viu, veja. Se viu, veja de novo.

emHardware

Panasonic Lumix DMC FX500

Por em 25 de março de 2008

Panasonic Lumix DMC FX500

Bem, mais uma compacta de 10 megapixels chega ao mercado. Depois da explosão de lançamentos que aconteceram durante o mês da PMA 2008, os fabricantes estão um pouco contidos e liberando apenas compactas voltadas para o público amador. A Lumix DMC FX500 é uma compacta da Panasonic feita dentro da famosa e duradoura parceria com a Leica. Para quem não sabe, as duas empresas se ajudaram quando entraram para o ramo da fotografia digital. A Panasonic não entendia nada de lentes e a Leica não manjava nada de sensores digitais e componentes eletrônicos. Dessa parceria surgiram as câmeras digitais de ambas as empresas. Se notarmos bem, cada câmera da Leica tem uma correspondente na Panasonic, praticamente gêmeas idênticas, mas o logotipo Leica garante que a câmera tenha o triplo do preço da irmã menos famosa.

Esse novo modelo chega com um sensor de 1/2,33 polegadas e com a definição máxima de 10 megapixels. Um grande atrativo do modelo é o visor de 3 polegadas touchscreen (definição de 230.000 pontos) e a lente Leica DC Vario-Elmaritque que vai de uma potente grande angular de 25mm até uma meia tele de 125mm com estabilizador de magem ótico. Outra coisa muito bacana no modelo é o diafragma com abertura máxima de f/2,8 (em grande angular) o que possibilita fotos com pouca iluminação. Em segundo plano eu destaco a existência dos modos de prioridade e velocidade de disparo que vai de 1/2000 a 60 segundos. Muito raro uma compacta ter esse tempo máximo de abertura de obturador por conta do ruído que é gerado em um sensor tão pequeno.

A velocidade ISO vai de 100 a 1600 no modo normal e no modo High ISO Auto vai de 1600 a 6400. Não confiaria muito na qualidade dessas fotos com ISO tão elevado, pois a Panasonic é famosa por gerar fotos com muito ruído. O último grande atrativo do modelo é a capacidade de filmagem em várias definições diferentes, sendo que a de maior definição é a de 1280×720 pixels em 30 ou 15 quadros por segundo.

Essa é mais uma opção para quem está procurando uma câmera compacta para levar no bolso e com uma boa definição. Claro que não posso afirmar nada em relação a qualidade da imagem, pois ainda não existem testes práticos. Temos que ressaltar que a barreira dos 10 megapixels para equipamentos compactos foi ultrapassada permanentemente. Que graça tem comprar uma câmera de 8 megapixels quando posso ter uma de 10, mesmo que eu só use a definição VGA para fazer todas as minhas fotos.

A Panasonic Lumix DMC FX 500 vai estar disonível nas cores cinza e preta e chega as lojas dos Estados Unidos em Maio de 2008 ao preço de U$ 399,95.

Fonte: PopPhoto

emFotografia

South Park: legalmente gratuito

Por em 25 de março de 2008

 

SouthParkHD

 

Aquela animação porcamente desenhada, politicamente incorreta e que tem milhões de fãs espalhados pelo mundo afora agora está disponível na net, "di grátis, tio!".

"South Park Digital Studios" é o nome do novo site, com muito material disponível, incluindo as doze temporadas. Outras três já foram encomendadas e também estarão online. Detalhe: sem censura. Infelizmente, a visualização só funcionou no IE… briguem com os criadores Trey Parker e Matt Stone, pessoal.

[via Dailytech]

emDownload Internet Miscelâneas

Resumo Meio Bit Games

Por em 25 de março de 2008

Tivemos recorde de comentários em um único post no Meio Bit Games essa semana. O post? Sorteio do Halo3 para Xbox 360, mais de duzentos participantes. O vencedor foi o Cristiano Waster. Parabéns cara !

E por falar em Halo 3, também tivemos uma análise do jogo e comentamos sobre o seu enredo. Comentamos também sobre o sucesso de vendas de Super Smash Bros Brawl, a estranha lista de melhores games de 2007 da Famitsu, a possível abertura de GTA 4, a questão dos mundos abertos no jogos, as mudanças de Ryu e Ken através dos tempos e que o clássico Metal Gear Solid poderá ser baixado no PS3 usando a Playstation Network. Ah! Tivemos uma análise de Assassin’s Creed para PS3.

Também tentamos convencer o Romulo que ele não está ficando louco, nos surpreendemos com os novos jogos disponíveis via Steam, limpamos a vista com as Frag Dolls. Tivemos também vários previews: Tom Clancy’s EndWar, The Bourne Conspiracy e Race Driver: Grid.

Exibimos as primeiras imagens de The King of Fighters XII, The Sims 3, um remake colorido do bom e velho Metroid 2 e estamos com uma nova enquete. Nos vídeos, tivemos um de Resident Evil Code Veronica, um stop-motion de Lego baseado em Portal e a jogabilidade de um suposto novo game do Sonic.

Como nem tudo são flores, noticiamos mais uma morte bárbara na qual vão usar videogames como bode expiatório.

Colaborou com o resumo: Rafael Vasconcelos.

emGames

Algumas dicas para e-mail e IM

Por em 25 de março de 2008

Desde o começo da Internet, existe o e-mail, e ela é ainda a ferramenta mais popular. Eu uso e-mail e IM muito intensamente. Recebo mais de 200 emails por dia, e troco mensagens instantaneas diariamente via MSN e Google Talk.

Algo curioso está acontecendo: as pessoas estão começando a tratar IM como se fosse e-mail. Ou seja, enviam uma mensagem para você, e respondem horas, as vezes dias depois, como se fosse um email arquivado. Acho este tipo de comunicação interessante, mas muito ineficiente. O fato é que deixar o cliente de email rodando e logado não quer dizer o usuário receberá mensagens enviadas enquanto estiver longe do computador, por exemplo se faltar luz, ou se vier uma outra pessoa e resetar o computador ou mudar de usuário….é receita para desastre, já que algo importante vai ser perdido, mais cedo ou mais tarde. 

Talvez melhor do que analisar o problema que já existe, é tentar explicar porque está acontecendo isso. Creio que o motivo das pessoas estarem enviando IMs como se fosse email seja para tentar "chegar antes", ter maior prioridade na lista de tarefas a cumprir do destinatário. Se eu recebo um email, por exemplo, não o respondo imediatamente, mas sim quando me for mais conveniente, e depende da prioridade que aquele assunto tem para mim. Mas no IM, aquilo pipoca na tela, e eu me sinto quase que obrigado a responder na hora, justamente pelo fato de a meu ver IM ser uma ferramenta para conversa em tempo real.

Tudo isso parece estar ligado ao fato de nós estarmos recebendo emails com uma frequência cada vez maior. Como eu disse, recebo mais de 200 por dia, e este número está crescendo: cada vez tenho mais gente me encontrando, tenho múltiplos projetos em andamento, e ao invés de telefonar, as pessoas preferem mandar uma notinha curta, algo que eu também prefiro. Vejo com frequência gente decretando "falência no email", apagando todas as mensagens pendentes pois simplesmente não conseguem dar conta, e começam do zero. E lógico, existem vários "métodos" para tentar superar esta avalanche de informação, mas nada funciona melhor do que simplesmente se organizar e não deixar acumular.

Abaixo, listo algumas pequenas regras para dar conta do recado, tanto do email quanto IM:

1) Gerencie sua caixa de email: crie pastas e arquive suas mensagens, e retire-as da caixa de entrada. Se você nunca teve a caixa de entrada vazia, não sabe o que está perdendo…é um alívio.

2) Torne um hábito responder todos os seus emails, pelo menos uma vez por dia.

3) Se desejar ficar online via IM, se estiver "online" mesmo, esteja disponível. Se não quiser ser incomodado, escolha entre não ficar online, ou ficar "away", sabendo que sempre alguém vai querer conversar sobre algo mais importante.

4) Não chame as pessoas que estão como "away" para papear sobre o tempo. Não é legal.

5) Se possível, unifique suas contas de email em uma única conta. Isto torna o processo de gerenciamento de mensagens muito mais eficiente.

6) Arquive tudo que tiver um mínimo de importância. Eu somente apago emails de listas de mensagens e newsletters, o resto é arquivado. Volta e meia há algo que eu realmente preciso achar…e foi discutido via email.

7) O Google Chat é seu amigo. Mesmo que você não esteja online, suas conversas ficam arquivadas no Gmail….uma mão na roda.

8) Ao invés de rodar um cliente de IM para cada rede (MSN, Google, etc), instale um cliente multi-protocolo. No Windows e Linux, recomendo o Pidgin. Para Mac, Adium. Saiba que alguns recursos que podem ser úteis não são suportados (como vídeo e áudio), mas o principal funciona muito bem.

9) Use seu status personalizado a seu favor. Coloque algo interessante, com onde você se encontra, ou se não quer ser incomodado.

10) Se houver a opção, use o protocolo IMAP. Seu email fica sincronizado com o servidor, e pode ser acessado de onde estiver.

Que outras dicas vocês teriam sobre este assunto ?

emInternet Produtividade

O vício em internet pode estar mais perto do que se pensa

Por em 24 de março de 2008

Alguém ai já ficou conhecido por colegas ou familiares  por ser viciado em internet ou em computador? Acho que muito dos nossos leitores. Porém, a maioria pensa que isso é tudo mentira e, que quando quiser ou precisar  larga sem absolutamente nenhum problema. Curiosamente, já escutei a mesma frase de muitos fumantes jovens que começam a fumar dizendo que quando quiserem eles param. Infelizmente, não é o que acontece.

O vício por internet parece estar tomando proporções que talvez poucos imaginaram quando ela surgiu. Especialistas querem incluir o "vício" por internet como um novo distúrbio psiquiátrico. Chegam a nomear as realidades virtuais e jogos multiplayer como "heroinware" – uma mistura com as palavras heroína e software. O que pode fazer algum sentido após vários casos de mortes em lan-house que ocorreram na Coréia e nos países do oriente.

O psiquiatra, que escreveu o editorial em uma revista especializada, diz que isso já se tornou um problema de saúde pública nos Estados Unidos. Estima-se que 210 mil pessoas entre 6 e 19 anos sofram com a internet, destes 20% precisariam inclusive internação.

Muitos podem achar que é brincadeira esse tal de "vício em internet" quando na verdade é muito mais sério do que se pensa e, muitas vezes se demora para procurar ajuda. Os médicos afirmam que esse tipo de paciente pode perder a noção de tempo, esquecendo do dormir ou se alimentar, o isolamento social também é um sintoma muito freqüente.

Diferente da Coréia do Sul, que já tem mil conselheiros exclusivamente para tratar esse tipo de paciente, aqui no Brasil as pesquisas sobre isso ainda estão ganhando espaço, até porque a população que tem acesso a uma conexão com a internet é proporcionalmente menor.

O transtorno há 3 subtipos: excesso com jogos; preocupações sexuais; e com mensagens de texto ou e-mail.

Se há alguma coisa a fazer é ficar esperto aos principais sintomas os seguintes:  

– Uso exagerado do computador, muitas vezes associado à perda da noção de tempo e descuido de obrigações comuns;
– Angústia , tensão e até depressão quando o equipamento não está acessível;
– Desejo de hardware mais poderoso, mais software e mais horas de uso;
– Comportamento negativo, incluindo irritação, mentira, mau desempenho nas tarefas, isolamento social e fadiga.

Caso esteja enfrentando alguns dos problemas acima listados, procure ajuda médica.

Veja mais detalhes no editorial do American Psychiatric Association

Fonte: Folha

emComputação móvel Internet