Digital Drops Blog de Brinquedo

Xbox “Jasper” a caminho

Por em 11 de outubro de 2007

Além dos jogos, vez ou outra as fabricantes de consoles lançam versões especiais de seus console. Seja uma cor diferente, seja com um jogo de sucesso, o fato é que esta é mais uma forma de aumentar as vendas. Com o 360 não poderia ser diferente.

As lojas de alguns países europeus começarão a vender um pacote com o console e o jogo Halo 3. Porém, o que mais está chamando a atenção dos consumidores são os rumores de que o modelo está vindo com o tão aguardado chip Falcon.

Mesmo assim a Microsoft parece não ter se dado por satisfeita e já estaria desenvolvendo um novo modelo chamado de Jasper. O console teria sua placa mãe melhorada e o chip gráfico passaria a ser também de 65-nm. Outra peça que receberia uma diminuição no tamanho seriam as memórias.

A expectativa é que o console novo seja lançado apenas em agosto do próximo ano.

[via Kotaku]

emGames

Caso Madonna: Extinção ou Evolução?

Por em 11 de outubro de 2007

madonna_11102007.jpgTá. As gravadoras são hoje como uma espécie de ciso, de apêndice, de dedo mindinho na evolução do entretenimento no século XXI. Estão ali porque ainda não caíram de vez. Mas estão quase, como disse o Cardoso neste post. Artistas como RadioHead, Oásis, Jamiroquai e Madonna, ao entenderem que a receita advinda de venda de álbuns físicos atravéz do canal tradicional estaria beirando a gratuidade, se mexeram.

Uns pagam quanto querem, outros vendem direto e pagam 120 milhas por este direito. Mas falar sobre isso é um pouco menos de tentar adivinhar quando o modelo atual finalmente ruirá de vez e escritórios desertos, com discos de platina empoeirados nas paredes, lembrarão às futuras gerações que, num passado não muito distante, vendia-se suportes de plástico redondos com um furo no meio e era assim que música e entretenimento chegavam ao público.

Mas eu acredito numa possível evolução

O fato do modelo atual cair, despencar sem um colchão de espuma esperando por ele no primeiro andar não é um sinônimo absoluto de que gravadoras e seus presidentes desistirão do jogo. Se a Live Nation hoje assina com Madonna, porque daqui há dois anos uma LiveNation B (interessados me mandem um plano de negócio!) não poderá assinar com a Warner para implantar um novo modelo?

(R)evoluções como essas estão acontecendo na mesma velocidade no cinema, na propaganda, no mercado editorial, educacional: verticalização e customização absolutas. A custa de muita inovação e oportunidade para os interessados.

Os interessados podem e provavelmente serão os mesmos antipáticos e chatos que hoje comandam as gravadoras. É nisso que temos que ficar de olho.


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Destino: Extinção – Grandes nomes abandonando gravadoras

Por em 11 de outubro de 2007

meiobit-madonna.jpgO Mercado pode ser bem cruel para quem acredita ser intocável e que seu modelo de negócios durará para sempre. Foi assim com o acendedor de lampiões, foi assim com o fabricante de carroças, está sendo assim para as gravadoras e grandes estúdios musicais.

Essenciais no passado, hoje eles são pouco mais que um estorvo, ameaçando sua própria clientela, prendendo artistas a contratos draconianos e escolhendo o que será e o que não será sucesso. Seu grande trunfo, a capilaridade dos meios de distribuição hoje é irrelevante. Baixar uma música direto para seu iPod é muito, muito mais prático que sair de casa e visitar uma megastore. Por mais que a magia da “loja de discos” seja algo indiscutível, a praticidade supera a perda da experiência táctil.

Indiferentes a isso, as gravadoras e os estúdios de Hollywood sabotaram e adiaram até não poder mais sua entrada no mundo digital. Só que o resto do mundo não parou. E artistas (tirando o Ozzy) não são retardados. Eles gostam de dinheiro, gostam de respeito. E se uma coisa pode ser dita das gravadoras é que sua arrogância é democrática. Atinge desde a banda iniciante até o popstar.

Resultado?

Bandas como o RadioHead abandonam gravadoras e apostam na distribuição direta. Semana passada, foi o Nine Inch Nails.

Agora, Oasis e Jamiroquai seguiram o mesmo caminho.

A paulada principal? Ninguém menos que MADONNA.

A Garota Materialista abandonou a gravadora e fechou um contrato de US$120 milhões com a Live Nation, uma empresa especializada em promoção de shows. Eles irão promover turnês, licenciar o nome da cantora, vender merchandising E distribuir 3 álbuns. Não é download (ainda) direto, como o caso do RadioHead, mas é uma mensagem bem clara:

Não precisamos mais de gravadoras.

Não é um caso de comodismo, não é um caso de um DVD tornando um VHS obsoleto. As gravadoras são as telefonistas, as empresas que alugavam telefones. Tiveram sua utilidade, mas hoje não precisam mais existir.

As bandas novas hoje contam com muito, muito mais recursos para divulgar seu trabalho. Não precisam mais mendigar espaço implorando por 10 minutos com um executivo de gravadora. O Last.fm e tantos outros estão aí pra isso.

O mais irônico disso tudo é que as gravadoras foram tão gananciosas e tão antipáticas que conseguiram irritar suas estrelas. A Revolução desta vez começou no Palácio.

Fonte: TechCrunch

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O que vem por aí: Animação 3D na TV em tempo real

Por em 11 de outubro de 2007

Nos anos 80 a grande novidade em tecnologia televisiva foi o sistema Mirage. A Globo fez literalmente um carnaval em cima do equipamento, que moldava sinais de vídeo em tempo real em formas como cubos, cones, explosões de pixels e até um pandeiro, criado especialmente para a estréia do sistema no Brasil, durante o Carnaval.

Depois disso tivemos a novidade dos cenários virtuais, hoje tão comuns que se confundem com os cenários reais. Mas essa tecnologia em especial, popularizou algo muito útil até hoje: o posicionamento digital de câmeras.

Surgida originalmente no cinema, a idéia é simples: Um computador  guarda, em tempo real, todas as informações da câmera. Posição nos eixos X,Y e Z, distância focal, abertura, velocidade do filme,  ângulo, etc. Assim um programa 3D pode , com essas informações, gerar objetos que se mesclariam à cena original, mantendo todas as movimentações físicas da câmera.

Imagine agora o próximo passo lógico: Ao invés de um cenário virtual, um objeto 3D, interativo.

Foi o que a empresa francesa Total Immersion fez. Imagine as possibilidades, aquele maldito Dancing Baby mas em uma versão que pode ser chutado.

No vídeo abaixo da TV Japonesa (acho que isso já basta como alerta) na primeira parte os convidados brincam com aqueles efeitos em tempo real semelhantes aos de câmeras da Logitech, que adicionam máscaras e rostos 3D ao usuário. Na segunda é feita uma demonstração da tecnologia da Total Immersion. Um técnico pilota, com um joystick, um modelo 3D de um helicóptero pelo estúdio.

É muito legal, pois estamos vendo os primeiros usos de uma tecnologia que será tão lugar-comum em 5 anos quanto os efeitos de tela azul.

Fonte: TV in Japan

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Panela velha é que faz comida boa

Por em 11 de outubro de 2007

airportNestes tempos de Halo3, BioShock, Command & Conquer 3, Colin McRae: DiRT e tantos outros jogos de última geração, é incrível ver como um jogo antigo ainda faz sucesso…

Estou falando do Transport Tycoon Deluxe (TTD), ou melhor, do Open TTD. É isso aí! Um louco fez uma bela engenharia reversa, passou o código de Assembly pra C… e agora está passando pra C++. Para quem conhece de linguagem de programação, sabe que isso é loucura. Mas deu muito certo.

O resultado é um jogo ótimo, com vários bug fixes, uma nova inteligência artificial, sem limitações de veículos, pontes maiores, um multiplayer de fazer inveja a qualquer jogo de estratégia e várias outras ótimas idéias para melhorar a jogabilidade. O gráfico é o mesmo, tanto que faz-se necessário os arquivos originais para que tudo funcione, mas agora o jogo foi portado pra windows, BSD, Linux, BeOS e um amigo rodou no Palm.

A versão 0.5.3 está disponível para download, vale a pena conferir.

Enquanto passam o código fonte para C++ na versão 0.5.4, estão fazendo gráficos exclusivos para o Open TTD para tirar a característica do jogo original. Uma vez com gráficos próprios, eles dirão adeus ao Transport Tycoon Deluxe e seguir seus caminhos próprios… ao infinito e além!

Features: http://nylon.net/ttd/ott.htm
Site do jogo: http://www.openttd.org/

P.S.: Artigo enviado por Paulo Correia. Por algum motivo, o sistema não reconheceu o usuário…

emGames Open-Source

Qual será o próximo passo do Googlezilla?

Por em 10 de outubro de 2007




Essa semana a Google deu mais um passo significativo em direção ao cumprimento de sua missão: “organizar a informação do mundo e fazê-la universalmente acessível e útil”. Com a aquisição do Jaiku, a Google entrará forte na briga pela preferência dos micro-bloggers. A notícia ainda ecoa no Vale do Silício, mas o mercado já se pergunta “Qual será o próximo passo do Googlezilla?”.

Posso estar enganado, mas as redes sociais, que constituem um terreno fértil mas pouco explorado pela Google, se tornarão o centro das atenções nos próximos meses. A Google já tem duas redes sociais (DodgeBall e Orkut), mas ambas não conquistaram a simpatia do público americano que prefere se relacionar através do MySpace e do Facebook.

A Google já tem investido em projetos para avaliar novos conceitos em redes sociais como o My World e o SocialStream, mas o grande movimento foi decidido em uma reunião ultra-secreta no QG da Google em setembro. Seguindo os passos do Facebook (e agora do MySpace), a Google publicará no dia 5 de novembro um novo conjunto de APIs que permitirão o desenvolvimento de aplicações que acessem o seu gigantesco banco de dados social. A temporada de caça ao Facebook começa no próximo mês em Mountain View!

emGoogle Indústria Internet Web 2.0

Plasma banido da Austrália até 2011

Por em 10 de outubro de 2007

O governo australiano estuda a possibilidade de retirar do mercado vários modelos de TVs de plasma e alguns modelos de LCD que não respeitarem os limites de consumo estabelecidos por lei. A lei de lá, diga-se de passagem.

É opinião entre especialistas do país que, sendo a Austrália um mercado minoritário, nem tão cedo verá modelos adaptados a sua realidade de consumo. Eles, preferiram, então, não mais comercializar nada por lá a partir de 2011. Obviamente caso nenhum fabricante queira quebrar o padrão e criar novos modelos.

Para um lugar que já foi terra de oportunidades, não seria interessante se posicionar de outra maneira e lançar uma linha de produtos com um novo patamar de consumo e, de maneira totalmente proativa, liderar uma campanha rumo a produtos menos agressivos ao meio ambiente?

Até porque TV de Plasma já foi, né?

autralia_tvplasma_10102007.jpg


Fonte: The Raw Feed

emÁudio Vídeo Fotografia