Digital Drops Blog de Brinquedo

Elite Beat versão PC

Por em 19 de outubro de 2007

Um dos jogos de maior sucesso no Nintendo DS é o Elite Beat Agents. Basicamente, se trata de um game musical onde o jogador deve usar a stylus para seguir o ritmo. Então alguém pensou: Este jogo não ficaria legal se não tivesse a tela sensível ao toque mas um mouse já quebraria o galho. Nasceu então Osu!, clone gratuito do game para pc. 

A jogabilidade é o mais simples possível, alguns números vão aparecendo na tela e basta voce clicar neles na ordem. Apesar de ainda estar em fase beta, o acabamento do game é muito bom e a jogabilidade funciona bem, embora seja difícil acompanhar algumas músicas devido a velocidade. Enfim, a tela sensível ainda faz falta, mas dá para perder alguns minutos no OSU!.

Para jogar, primeiro pegue o game clicando aqui, depois execute o software e após o update, basta fazer o download das músicas e jogar na pasta song. Lembrando que para baixar as músicas você precisa se cadastrar no fórum.

 [via Joystiq]

emGames

Um dia de fúria

Por em 19 de outubro de 2007

O que você faz quando pede um serviço e a prestadora não o instala corretamente? Quebra o micro da loja da prestadora de serviços!

É… também não acho que seja a melhor solução… mas para uma senhora de 75 anos, chamada Mona Shaw, foi a mais prática… e efetiva. Ela adquiriu um pacote de serviços que incluia Internet, telefone e TV a cabo. Primeiro, ninguém chegou no prazo indicado; depois os instaladores apareceram, mas fizeram serviço de porco (sem alusão a palmeirenses). Na semana seguinte cortaram o serviço inteiro.

Aí a velhinha não aguentou, foi com o marido até a loja da Comcast (prestadora de serviços). Foram deixados em um banco do lado de fora da loja, no sol, esperando o gerente chegar. Passadas 2 horas, um funcionário disse que o gerente já havia ido embora e desejou bom dia para os velhinhos.

Uma semana se passou, a senhora Shaw ficou indignada, e, num acesso de fúria, pegou seu martelo e disse ao marido: "Querido, vamos à Comcast". Ao chegar lá, deu uma bela martelada no teclado da atendente. Não satisfeita, usou o monitor como alvo e, depois, se contentou em espalhar os pedaços do telefone.

Nossa amiga e heroína anciã foi presa no local, mas só foi levada depois do atendimento médico pela pressão alta (também pudera). "Os caras da Comcast são idiotas com retardo mental" foi o que ela disse sobre o pessoal da empresa.

Resultado? Uma bela multa de US$345 e a impossibilidade de se aproximar da loja por um ano… mas o serviço foi instalado corretamente depois da cena.

[via WashingtonPost]

emMiscelâneas

Eee PC: OLPC killer?

Por em 19 de outubro de 2007

Dia 16 a Asus lançou oficialmente o seu UMPC ( Ultra Mobile PC ). O EeePC ( Easy to use, Easy to work, Easy to play ) é um Celeron M 900MHz, 256MB a 1GB de RAM DDR2, 2GB a 8GB de SSD ( Solid State Drive ), display de 7 polegadas ( 800×600 ), Ethernet, WiFi, alto-falantes, microfone, três portas USB e a bateria que dura de 2,8 a 3,5 horas, dependendo do modelo. Além disso, é um peso-pena: menos de 1kg! Claro que não há drives de CD ou DVD mas uma webcam não faria mal…está disponível nos dois modelos topo-de-linha.

O sistema operacional que vem pré-instalado, por enquanto, é o Linux ( Xandros ) mas a propaganda diz que é compatível com o Windows XP e dizem por aí que uma versão com este S.O. estará disponível antes do final do ano ( leia-se: Natal ).

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Colocado à venda em Taipei, todas as 98 unidades se esgotaram em minutos, o que pode indicar uma tendência. As informações falam do modelo mais básico ( 256MB de RAM e 2GB de SSD ) com preço oficial de US$ 299,00, enquanto o topo de linha ( 1GB de RAM e 8GB de SSD ) deve sair por US$ 399,00.

A interface parece ser muito limpa e agradável, com um tempo de resposta bem satisfatório, considerando o preço.

Se for mesmo verdade que o OLPC será produzido em lotes de, no máximo, 120 mil unidades por ano, talvez os governos olhem o Eee PC como alternativa…

emComputação móvel Hardware Linux

Sony vendendo suas fábricas de chips

Por em 19 de outubro de 2007

A Sony, depois de anos de rumores, decidiu vender suas duas fábricas de semicondutores ( uma em Oita e a outra em Nagasaki, Japão ). A idéia é formar uma nova empresa, cujo capital será dividido entre a Toshiba (60%) e a própria Sony. A produção do processador gráfico RSX e do Cell não deve ser afetada.

Já o projeto dos Cell de 45nm é uma incognita. As duas companhias divulgaram que trabalharão em conjunto para desenvolver o processo produtivo, mas sem uma data especificada. É bom lembrar que um processo produtivo mais avançada permite uma grande economia por chip, o que deixaria a vida do pessoal de vendas do Playstation 3 muito mais agradável.

[via TGDaily]

emHardware Internet

Ikwa, o Orkut profissional

Por em 18 de outubro de 2007

Apesar do título sugestivo, o Ikwa não é um Orkut melhorado, por mais que em estágio beta ser melhor que o original (que por sinal ainda está em estágio beta, desde 2004). Ele é sim uma rede social, mas voltada à profissionais das mais diversas áreas do conhecimento.

Fiquei sabendo deste site através do blog do Marco Gomes, onde ele cita brevemente o projeto, me cadastrei para receber um convite e hoje pude usar o serviço.

Após o login, fui direcionada para um dashboard um tanto quanto vazio, mas o link “explore” na barra de navegação me chamou a atenção e eu cliquei lá para ver o que era. Muito mais interessante! Uma espécie de “árvore do conhecimento” relaciona as áreas profissionais num diagrama, que se torna cada vez mais detalhado a medida que se vai explorando cada ramo.

O site é muito bem subdividido, com informações a respeito das atividades relacionadas e instituições onde hajam tais cursos. Há também vídeos (os bioclipes) sobre os mais variados assuntos, mas não espere muita coisa: o projeto ainda está num estágio muito inicial, mas se cumprir as espectativas e, ao contrário do Orkut, sair do beta, pode ser de grande valia. Também é prometido para breve informações sobre trabalho, freelas e etcs – um painel com anúncios classificados, quem sabe?

Por enquanto, o Ikwa ainda funciona na base dos convites, e cada pessoa tem direito a dez, mas é possível se cadastrar para receber um.

UPDATE: Marco Gomes, um dos caras que tocam o projeto Ikwa, é um dos “12 empreendedores que estão fazendo a web 2.0 brasileira” – via blog do próprio.

emInternet

Mesmo com estratégia nova, Radiohead não vendeu. E daí?

Por em 18 de outubro de 2007

download_rh_18102007.gifA Forbes nos lembra que a estratégia de divulgação-venda do Radiohead ( que já foi discutida em outros momentos aqui mesmo no MeioBit) não impediu que os downloads via Bittorrent (ou outros meios) continuasse. É o mesmo que dizer que as cópias piratas do Tropa de Elite marcaram um fracasso de bilheteria. Sinceramente, não vejo relação alguma.

É óbvio que num primeiro momento quem está dominando ainda são early adopters (por mais que esteja disseminada a cultura digital ela é ainda hoje uma cultura de early adopters). Idéias como a do Radiohead visam a sobrevivência do negócio da música, seja por um modelo futuro ou por iniciativas experimentais como essa. Mas em escala mundial. Nas periferias, nas pequena lojas (será que viram hotspots para download e queima de Cd´s personalizados?), em sua casa.

São faixas de público diferentes. São estratégias diferentes. Não vamos esquecer de ter uma visão diferente também, certo?

Fonte: Slashdot

emÁudio Vídeo Fotografia Internet

Onde nenhuma Rede jamais esteve…

Por em 18 de outubro de 2007

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Espaço, a fronteira final. Sim, a referência do título é Star Trek, foi dita por Vint Cerf, um dos Pais da Internet. (não, não foi o Al Gore, sorry, eco-chatos)

Ele está defendendo que o ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), o órgão responsável pela padronização de domínios e extensões crie meios para registrar domínios extra-terrestres. Não no sentido .vu == Vulcano, mas no sentido local mesmo. Segundo ele até 2010 devemos ter estabelecido essa padronização, pois por aí teremos roteadores e máquinas em órbita ou em outras superfícies planetárias ligadas à Internet.

Em verdade não será a primeira rede espacial, a NASA tem sua Deep Space Network, mas será a primeira usando a estrutura da Internet para que experimentos e equipamentos sejam acessados remotamente de forma mais transparente do que é feito hoje em dia.

Admiramos o otimismo de Vint Cerf e dos cientistas envolvidos, mas por mais anárquica que a Internet seja ela ainda respeita alguma coisa, ainda mais quando alguma coisa se chama Einstein, e mudanças profundas terão que ser feitas nos protocolos envolvidos. Não só na área de correção de erros e preservação de dados, como no controle de latência. Um servidor Quake na Lua seria algo tão ruim quanto, bem, um no Brasil. O sinal, best case scenario, levaria 3 segundos para ir e voltar. Que tal um ping mínimo de 3.000ms?

Um servidor em Marte, na distância máxima, quando os dois planetas estão mais afastados, levaria 42 minutos para enviar uma mensagem e obter uma resposta. Imagine um pacote com erro sendo retransmitido e levando esse tempo todo para ser reenviado.

Seria um Mundo de RealPlayers, “buffering” se tornaria a palavra mais usada do planeta.

Fonte: TGDaily


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