Digital Drops Blog de Brinquedo

Participe do Google Summer of Code 2008 e de quebra ganhe 4500 dólares.

Por em 28 de março de 2008
gsoc2008

Falhei em não publicar essa noticia antes, porém eu estava um pouco atarefado e admito que deixei passar batido, mesmo assim antes tarde que nunca!

Para quem não sabe, o Google Summer of Code é um programa para incentivar estudantes de todo mundo a desenvolver softwares open source e, de quebra, faturar US$ 4.500,00 (mais US$ 500,00 para a organização mentora do projeto, para cada trabalho aprovado e completado).

Em 2007, o programa recebeu perto de 6.200 inscrições dos mais variados projetos, pagando uma pequena esmola de 31 milhões de dólares. Porém é claro, open source é coisa de comunista e vocês não estão nem ai para esse pequeno prêmio não é?

Antes de qualquer coisa, é bom lembrar que o Google Summer of Code vale só para estudantes, que podem inscrever quantos projetos tiverem vontade e para cada projeto concluído o sujeito ganhará o singelo prêmio!

De modo geral não são coisas complicadas. Se você visitar o site oficial, vai ver que na lista de idéias constam coisas como:

– Playlist browser para o Amarok.

– Portar o K3b para o libburnia libraries.

– Vala plugin para o Anjuta.

– Criar um Workspace individual para Wallpapers do Gnome.

Claro, tem muita coisa complexa também. Porém quando mais “nerd” você for melhor, mais projetos você poderá fazer!

É uma oportunidade maravilhosa para colocar em prática, os conhecimentos acadêmicos e faturar uma graninha extra para sair com as universitárias do campus!

Grande parte dos projetos necessita de conhecimento médio em C, C++ ou Python, o estudante poderá colaborar com projetos como: Inkscape; Gimp; KDE; Gnome; Drupal; Blender; Webkit; Firefox; Debian… e até mesmo o GNU Hurd! São cerca de 200 projetos diferentes com diversas idéias que você vai poder colaborar, basta completar uma e pronto o dinheiro é seu. Sem sorteio nem nada!

O prazo para entrega dos códigos em definitivo vai até setembro desse ano, o que é um tempo mais que suficiente para criar uma aplicação! E ainda mais importante que o dinheiro é o conhecimento adquiro com o projeto, que poderá ser um grande diferencial no mercado de trabalho futuramente.

emAnúncios Dicas Open-Source

Você planeja seus projetos, por menor que sejam? Um caso que deu MUITO errado.

Por em 27 de março de 2008

Era uma vez uma empresa especializada em soluções financeiras e contábeis que vende para um de seus principais clientes um módulo extra de uma ferramenta online. O gerente de conta que efetuou a venda não era da área de tecnologia e ao ver o que precisava ser feito, estimou na hora um prazo para o cliente que ficou satisfeitíssimo. Apesar de ter profissionais de TI e prestadores no seu quadro, o gerente acertou tudo sem consultá-los.

O projeto consistia em converter 10 planilhas de Excel, com dezenas de cálculos financeiros para um aplicativo web: pesquisa em vários níveis de detalhe, sistema seguro baseado em perfil, relatórios específicos com exportação para Excel, gerar relatórios em PDF, sistema de cadastro de informações e comparação de riscos e um sistema de filtros que criaria tudo dinamicamente de acordo com as opções do cliente (em torno 40). Deveria também gerar gráficos que as planilhas de Excel não possuíam, facilitando a leitura das informações.

O tempo estimado pelo gerente para execução?

Quatro semanas para um programador fazer tudo e entregar, sem bugs e com testes.

A equipe de TI da empresa, atolada de tarefas, diz que não existe pessoal para fazer nesse prazo, pois precisaria de gente mais experiente. Então, resolvem terceirizar.

A empresa contratada também tem um gerente de conta que apresenta o projeto como dinheiro fácil, "rapidin", uma conversão de planilhas e fim de papo. Entrega para um analista alguns jpegs e pede para estimar um prazo, na hora. A reação natural é: bombardear de perguntas. A resposta automática: "não é para se preocupar com isso agora". Essa frase é o equivalente tecnológico de "é só a cabecinha".

Prazo estimado? Duas semanas para o sistema entregue e testado.

O sistema começa a ser desenvolvido, com dois programadores. Pedem as especificações, casos de uso, protótipos de tela: "não precisa de nada disso porque é um sistema baratinho, rápido de se fazer pra conquistar o cliente". As tarefas chegam no seguinte formato: 1 arquivo xls com 10 planilhas, 1 arquivo xls com uma pequena massa de dados e um arquivo pdf de como o sistema deveria ficar, mais ou menos. Vendo o passaralho rodeando suas cabeças, os programadores alertam: "Esse projeto vai demorar umas 1500 horas com 2 recursos e mais um para testes". Resposta da gerência: "Não pode, tem que terminar em 2 semanas, senão vamos levar prejuízo".

Oito meses de atraso depois, o cliente tenta homologar mais uma vez o projeto e a empresa terceirizada descobre que toda a parte de cadastro do sistema é inviável. Não foi feita especificação, nem casos de uso nem protótipos de tela e muito menos um planejamento por causa de custos. O cliente não foi consultado e o que foi entregue não tem como ser usado. O projeto está na sua quarta equipe de programação e serão precisos, no mínimo, mais 2 meses de trabalho para ter uma versão básica de acordo com as necessidades do cliente.

Isso é algo EXTREMAMENTE comum na área de TI. Um gerente sem noção promete algo para um cliente. Um outro gerente sem noção promete esse algo a um custo excelente, um negócio bom para as duas partes. E 3 empresas tomam no behind porque dois completos idiotas que se metem na área de tecnologia da informação por saber operar e-mail e editar planilhas prometeram coisas impossíveis em prazos tão factíveis quanto o coelho da Páscoa.

Moral do Post

  • Por menor que seja, qualquer sistema precisa de um Plano de Projeto;
  • Dependendo das condições, uma solução é inviável dentro do prazo e custo estabelecidos;
  • Não adianta colocar mais gente trabalhando em um projeto problemático: 9 mulheres não conseguem gerar um bebê em 1 mês;
  • Trocar a turbina com o avião em vôo pode ser necessário, em outras palavras: jogar fora grandes porções de código e refazer tudo;
  • Prototipação de telas é essencial para que o cliente, ao ver a tela, lembre-se de detalhes que passaram despercebidos na especificação inicial. A vantagem de prototipar é não criar nenhum código de tela dinâmico antes de ter o design fechado;
  • Não estou dizendo para se aplicar RUP, Iconix, eXtreme Programming ou nenhuma metodologia, mas um Plano de Projetos, antes mesmo de programar a primeira linha;
  • É preferível investir alguns dias planejando o projeto do que cair direto no código, mesmo que isso acarrete ouvir algo como "Atraso de 3 dias?! Absurdo não termos nada e já estamos na quarta-feira!"

Se você nunca viu ou fez um plano de projetos, procure no Google por modelos onde se respondem algumas perguntas básicas. Ao preenchê-las, você terá uma noção maior do tamanho da… do projeto. Um bom exemplo: Project Planing Step by Step.

Fonte: Bicalho’s Memory About Fraked Up Projects

emArtigo Dicas Miscelâneas Produtividade Software

Antivírus no Linux!

Por em 27 de março de 2008

linux_no_virus É fato que um bom sistema operacional não necessita de antivírus. A segurança do usuário deve ser garantida pelo sistema, afinal é através das falhas do sistema, seja ela qual for, que a maior parte crackers costumam explorar.

Tenho quase certeza que a maior parte dos leitores já ouviu falar: “Linux não precisa de antivírus”. E essa frase costuma “vender” bem. Principalmente no ambiente empresarial, já que o custo do licenciamento é uma parcela significativa do custo geral dos equipamentos. E pior, o consumo de recursos de hardware é, em grande parte dos casos, um fator preocupante para qualquer usuário, pois grande parte dos softwares antivirais modernos verifica o sistema ininterruptamente.

Mas então, Linux precisa ou não de antivírus?

Depende. Hoje praticamente todos os muitos softwares da categoria para o sistema Linux possuem estratégias pensando no sistema Windows.

De modo geral, usar antivírus no Linux serve para evitar espalhar vírus para computadores Windows. Em grande parte usada em servidores ou grandes redes empresariais para evitar que essas pragas se espalhem, seja verificando remotamente a partições Windows ou verificando emails e sites maliciosos.

Logo se você possui uma partição em Dual Boot com o Windows, um antivírus pode ser uma boa pedida. Até porque verificar o sistema sem iniciá-lo é muito eficiente contra alguns tipos de praga.

Mas sim, de modo geral nenhum usuário Linux precisa de antivírus. É interessante usar um em algumas ocasiões, mais não é algo “importante” para o sistema.

Pessoalmente uso o Avira Antivir em minha distro. Faz muito tempo, olhando nos repositórios encontrei ele e resolvi testar. Muito tempo depois descobri que ele era considerado uma das melhores alternativas gratuitas para o ambiente Windows. Em sua versão Linux possui uma interface gráfica idêntica a versão Windows.

Eu o mantenho até hoje em meu computador porque a porta USB de meu desktop é uma verdadeira meretriz, todo mundo que vem aqui em casa trata logo de plugar uma Pen Drive nela! E como eu não sei onde andaram enfiando ela, prefiro logo verificar o conteúdo para ter certeza se tem ou não vírus. Não que eu ache que o sistema vá entrar em colapso, mas porque me poupa um pouco de paciência com o pessoal reclamando que o PC deles foi infectado. É mais uma “terapia” pessoal contra o stress causado por esses indivíduos. Sempre que encontro algo fico com uma sensação de “dever cumprido”.

Os interessados podem fazer, assim como eu, um script para verificar uma Pen Drive (ou outro dispositivo de armazenamento) assim que conectado, já que grande parte dos antivírus para Linux roda em linha de comando. Como a verificação acontece em segundo plano, não vai alterar nada a dinâmica de uso da Pen Drive, além de ser um procedimento bem rápido.

Quem usa KDE, pode fazer assim:

Conecte uma Pen Drive qualquer, daí quando abrir a janelinha perguntando: “O que você deseja fazer?”; Aperte em “configurar”, depois em adicionar, selecione “Media removível montada” e adicione o comando de verificação de seu antivírus com o terminador %u para ele saber que vai agir somente no ponto de montagem.

Algo como: antivir -e %u. Onde o “-e” é uma opção adicional que eu achei interessante. Opções essas que podem ser encontradas através do comando antivir -help

Basta selecionar a caixa “Ação automática” para que não precise mandar fazer sempre a mesma coisa, coisa que eu não faço, já que minhas Pen Drives não passam por esse ritual.

Você pode também associar com outro aplicativo como: antivir -e %u && konqueror %u . Assim ele vai verificar se existe algum vírus e após concluído o diagnostico abrir uma janela com o conteúdo da Pen Drive. (Ele não efetua comandos em paralelo com o “&&”)

Veja alguns outros softwares antivírus disponível para o Linux:

Panda Antivirus for Linux

AVG Anti-Virus Free Edition

McAfee LinuxShield

Clam AntiVirus

avast! for Linux avast! for Linux Servers

Kaspersky Anti-Virus for Linux File Server

Ok. E esses antivírus ajudam proteger o Linux contra vírus?

De certo modo. O Avira, por exemplo, possui um System Guard muito semelhante ao que é usado no ambiente Windows, verificando se tem algum “malware” rodando no computador enquanto você usa ele. Pessoalmente deixo desabilitado, não vejo necessidade alguma. Não existe proteção melhor do que manter o sistema atualizado. Pra quem usa uma distro que mostra um “resumo” do upgrade, vai perceber que as vezes sai um upgrade de segurança (Meu último foi do CPUS. Acho que era algo que fazia o PC travar), sendo que tal falha havia sido descoberta ha pouco mais de um dia, o que é um tempo extremamente curto para desenvolver algum malware.

E sobre o “Linux” não possuir vírus porque não é popular: Todos os usuários do Vista que conheço fala que ele é imune. Então me parece que popularidade não é um bom argumento. Até porque, diversos sites e portais importantes rodam sobre Linux (Terra, Globo.com, HSBC, etc), sendo assim, motivo não falta.

E assim como eu disse anteriormente, o que importa não é a quantidade de vírus ou vulnerabilidades, boa parte dos vírus relatados para o ambiente Windows também são puro vaporware, o que realmente importa é a velocidade das correções. Usar um software antivírus pode ser interessante, mais cabe a você decidir o nível de importância que isso tem no seu dia-a-dia.

Enfim, está ai a dica, inclusive agora (quem não sabia) pode pensar em outros usos para quando conectar um dispositivo no seu PC. Quem sabe um Backup automático?

emAndroid e Linux Dicas Segurança

Firefox 2.0.0.13 lançado corrigindo bugs de segurança

Por em 27 de março de 2008
Mas claro, em 30s ninguém mais vai se lembrar dos SEIS bugs de segurança da versão 2.0.0.12, sendo dois críticos, dois elevados e um moderado, pois sinônimo de navegador com problema de segurança é o Internet Explorer.

Claro, por via das dúvidas, e se você não quiser ser vítima de um bug que executa código alienígena com privilégios elevados, e não quiser fazer o upgrade, pode seguir a recomendação e desligar o Javascript.

Eu recomendo que faça o upgrade, e agradeça ao pessoal da Mozilla por ser tão ágil, afinal o bug acima foi descoberto dia 25/3. Pensando bem o CEO da Fundação Mozilla até merece sua BMW M5 e seu salário de US$500 mil / ano.

emInternet Segurança

Microsoft perde ação na Justiça – mas você não vai gostar

Por em 27 de março de 2008

Um grupo de canalhas chamado Impulse Media Group, que estava sendo processado pela Federal Trade Comission dos EUA por envio de SPAM pornográfico levou a melhor.

A Microsoft era uma das partes envolvidas, tendo providenciado toneladas de provas, através de logs do Hotmail e caixas-postais-armadilhas, mas os caras alegaram que os emails, com imagens explícitas propagandeando seus serviços eram enviados por "afiliados", não pela empresa principal.

Um juri de Seattle concordou, e ainda tivemos que ouvir o canalha-mor da empresa dizer "Não fizemos nada errado".

Enquanto isso a caixa-postal de um MONTE de gente continua se enchendo de lixo pornográfico (pr0n wants to be free, não pago!).

Felizmente a Microsoft não vai parar por causa disso. Representantes da empresa já disseram que vão continuar com seus esforços antispam. Eles já processaram mais de 130 empresas, e vão continuar. Isso sim é dinheiro bem-utilizado.

Fonte: Seattle PI

emIndústria Internet

Licença do Safari cria um buraco negro, consome a si mesma e destrói o Universo

Por em 27 de março de 2008

Steve Jobs foi longe demais.

Em uma prova de que só o Stallman presta atenção nessas licenças de software, a Apple conseguiu contradizer a si mesma, publicando o Safari for Windows sob uma licença que, se aceita, proíbe o uso do software em máquinas Windows.

"This licence allows you to install and use one copy of the Apple Software on a single Apple-labeled computer at a time"

Eu não acho que muitas máquinas rodando Windows sejam classificadas como "Apple-labeled computers".

O resultado foi uma fissura no espaço-tempo continuum, que em algumas horas destruirá toda a Criação.


Direto de Cupertino, ou o que sobrou da cidade

Entretando, ainda há esperança. Advogados, que em geral estão associados às Forças da Destruição, avaliaram o acordo e concluíram que cláusulas que gerem paradoxos de tal magnitude são invalidadas por algo chamado "cláusula de impossibilidade", e se você acha que isso faz parte da piada, leia o final deste artigo.

Disclaimer: A imagem acima é meramente ilustrativa, e não representa um Buraco Negro. Na verdade é um Buraco de Verme.

emApple e Mac

Zoundry no Linux: Eu consegui

Por em 27 de março de 2008

Não é segredo para ninguém que o meu editor de blogs favorito é o Zoundry Raven, seguido de perto pelo seu "irmão" mais velho, o Zoundry Blog Editor. Também não é segredo para ninguém que meu sistema operacional favorito é o Linux, mais especificamente o Ubuntu. E é justamente aí que reside um grande dilema: não existe uma versão para Linux do programa, só para Windows.

Contudo, obtive sucesso na instalação do Zoundry (o clássico) sob o Linux, e é isso que vou compartilhar com os leitores agora. Na verdade, o Raven também instalou, o gerenciador de perfis funciona 100%, mas na hora de rodar o programa propriamente dito ele dá uma engasgada fatal.

Na imagem abaixo é possível ver o Zoundry, em primeiro plano, e o Evolution em segundo; as barras de ferramentas evidenciam que a tela foi capturada do Linux. E nesse exato momento estou editando este post do próprio Zoundry da fotografia.

zoundryclassicwine.jpg

O único inconveniente é que o Wine não implementa anti-aliasing das fontes, o que faz com que as janelas dele fiquem parecendo jurássicas se comparadas às nativas do Linux (ou do próprio Windows com ClearType bem afinado). Mas é frescura demais preocupar-se com isso quando o programa como um todo funciona que é uma belezinha.

Para instalar o Zoundry no meu Linux eu segui os seguintes passos.

1. Habilitar os pacotes restritos
Vá em System, Administration, Software Sources; marque todas as caixinhas, exceto a relativa ao CD-ROM, e clique em "Reload". Com isso você estará autorizando o Ubuntu a baixar pacotes inclusive de softwares que não são exatamente open-source. Aliás, como dica de bônus: este procedimento deve facultar ao seu sistema que baixe todos os codecs de que necessite para reproduzir áudio e vídeo corretamente.

software-sources.jpg

2. Instalar WINE e cabextract
Agora vá em System, Administration, Synaptic Package Manager, e procure por um pacote chamado "wine"; marque-o para instalação. Em seguida, procura por um pacote chamado "cabextract"; marque-o para instalação também. Por fim, clique em "Apply". Os pacotes necessários serão baixados, e em poucos minutos (ou menos, ou mais, depende da velocidade da sua conexão) seu sistema estará com o WINE corretamente instalado.

3. Instalar IEs4Linux
Visite o site do IEs4Linux e execute o procedimento para instalação do IE6 (ou outra versão à sua escolha). Na verdade é tudo muito simples, e vou reproduzir aqui.

Numa janela de terminal digite:

wget http://www.tatanka.com.br/ies4linux/downloads/ies4linux-latest.tar.gz
tar zxvf ies4linux-latest.tar.gz
cd ies4linux-*
./ies4linux

Quando terminar este procedimento um instalador gráfico surgirá na tela, diversos pacotes serão baixados para seu computador e a versão escolhida do IE estará disponível por meio de um lindo ícone na sua área de trabalho.

4. Baixar e instalar Zoundry
Agora que você já tem um IE plenamente funcional no seu Linux, visite com ele o site do Zoundry, e baixe a última versão disponível para a versão clássica do editor. Quando o IE perguntar se deve salvar ou abrir o arquivo, pode deixar abrir.

5. Usar
Agora você já pode configurar o seu Zoundry como bem entender, inserir suas contas, e trabalhar muito para ganhar dinheiro, fama, prestígio e mulheres (ou não: nunca se sabe quando uma piadinha vai chegar em "ouvidos" despreparados para a vida como ela é).

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