Digital Drops Blog de Brinquedo

Aplicativos que duram mais de 6 meses de uso

Por em 18 de julho de 2007

Uma espécie de “problema” que eu tenho visto ultimamente, e relacionado ao post do Steve Rubel, é a enorme quantidade de aplicativos (web ou não) que são criados todos os dias. Porque isto é um problema ?
1) Agora que a web é uma plataforma, com muita frequência surgem aplicativos que são muitas vezes melhores do que os concorrentes. Veja a briga entre os sistemas de webmail, por exemplo: o Yahoo agora suporta o protocolo IMAP; só isso me dá vontade de migrar do Gmail para o Yahoo Mail.
2) Migrar é *sempre* um problema. Independente da quantidade de dados a ser migrada, migrar é ruim. Há risco de se perder dados. Quando estou falandos de aplicativos críticos para a minha profissão, por exemplo meu email e leitor de RSS, tenho baixíssima tolerância a falhas. O outro lado é que infelizmente os desenvolvedores não tem incentivo para ajudar na migração. Voltando ao exemplo dos webmails, é relativamente simples importar meus contatos, mas para importar meus emails para qualquer novo sistema é muito difícil ou impossível. Porque ? Que desenvolvedor gostaria de receber mais de 800Mb de email arquivado de um único usuário ?
3) Boa parte dos usuários costuma migrar com freqüência. Basta sair a última rede social, lá esta o cara….re-convidando seus “amigos”. Na semana seguinte, sai outra novidade, e o ciclo se repete. Com isto, eu vejo uma fidelização do usuário muito baixa. O que é sucesso hoje é uma falência sendo decretada amanhã em 99% dos casos. Isto significa que mesmo que eu use um aplicativo como meu padrão, se o uso do aplicativo cair, terei em mão algo que deixa de ser desenvolvido, e o investimento vai embora.

Qual o meu ponto ? Pelo menos eu tento sempre demorar para adotar um novo aplicativo como padrão. Eu me inscrevo, mas vou testando somente, e somente depois de um bom tempo, com o amadurecimento da ferramenta e minha adaptação (ou não), eu faço uma decisão para migrar. Fiquei no Bloglines por 3 anos, até mudar recentemente para o Google Reader. Estou no Gmail desde 2004, e não me vejo mudando para outra solução em breve.

E vocês, como avaliam novos aplicativos online ?

emIndústria

Open Office trocado pelo Microsoft Office na Nova Zelândia

Por em 18 de julho de 2007

“MS Office não é mais barato, mas é quase impossível eliminar o custo real do open source” (Doug Wilson, CIO da NZ AA)

Futuro, planejamento e integração. Foi a falta disso que fez com que a Associação de Automóveis da Nova Zelândia tenha desistido de continuar usando o Open Office. E vão além, os custos com treinamento e suporte estavam iguais aos do Microsoft Office, mas com problemas de integração e compatibilidade.

Calma stallmanzinho! Não é o fim do mundo. Respire fundo e continue lendo.

Quem ainda acredita que a suíte de aplicativos do Office é apenas um editor de textos, uma planilha e uma ferramenta de apresentação, pode continuar usando o Open Office, pois não vai fazer muita diferença.

O que fez o diferencial não foi o custo também. Não há almoço grátis e quem realmente trabalha e defende o FOSS, sabe disso. O que faltou foram serviços integrados de gerenciamento de documentos e informação, colaboração (que o MS Office, Sharepoint e Exchange fazem com proeza) e, por incrível que pareça, previsibilidade.

Esse último chamou atenção. Segundo o CIO, a falta de um roadmap, um planejamento futuro dos produtos open source, também fez parte da decisão.

A reportagem termina informando os números de uso do Open Office, em pequenas e médias empresas. A mais recente informa que 20% do mercado usa o programa e nas empresas, a média está em 7%.

E o acordo com a Microsoft ainda permite usar o Office em casa e estão estudando usar o Sharepoint para atualizar as informações dos portais, direto do Word. Outro tipo de integração é a gerência de conhecimento: hoje é possível apenas ao digitar o nome de uma pessoa, encontrar dados de projetos em comum, informações de contato, agenda pública, marcar uma reunião ou um almoço. Tudo dentro da mesma ferramenta.

É importante para quem está envolvido em projetos FOSS prestar atenção a essas necessidades e tentar oferecer serviços integrados e planejamento. E nem precisam ser mais baratos. Não adianta tapar o sol com a peneira e culpar quem usou. Os custos para “adaptar às necessidades” ficaram altos demais. Adicione a isso os problemas em treinar e incompatibilidade de documentos compartilhados e você tem a fórmula para migrar de volta para o sistema padrão.

Fonte: Computerworld

emSoftware

Fujitsu lança telefone à prova d’água

Por em 18 de julho de 2007

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O F704i é um celular com 1.8cm de espessura, 3G, slot MicroSD, MP3 e câmera de 1.3Megapixels.

A Fujitsu garante que ele sobrevive por pelo menos meia-hora, submerso em 1m de água.

Eu entendo a vontade de estar conectado, mas será que não dá pra ficar sem o celular nem por uns minutinhos? Imagine se a moda pega. Nem na piscina vamos ficar em paz?


Via Reghardware

emCelular

Firefox chega a 27.8% do mercado de navegadores na Europa

Por em 18 de julho de 2007

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Segundo a ZDNET o Firefox cresceu em média 3.1% no mercado europeu nos últimos 4 meses.

A maior penetração do navegador é nos países da europa oriental.

Curiosamente a globalização, que é acusada de não respeitar as individualidades dos diversos países não se aplica na área de navegadores. Temos gostos diferentes em regiões diferentes. Na Inglaterra, por exemplo, a Microsoft foi votada a marca mais querida, mas a relação Explorer / Firefox não é muito diferente do resto do Continente.

Para usuários e desenvolvedores isso é excelente. Significa que ambos os navegadores continuarão correndo atrás de novidades, para garantir suas bases de usuários, e garante que a Microsoft manterá suas aplicações, como o Silverlight, funcionando no Firefox. Até por questão de sobrevivência.


emInternet

Jogos casuais dominando o mundo

Por em 18 de julho de 2007

Algo irônico está acontecendo com a indústria dos videogames. Enquanto as empresas vêm gastando milhões de dólares para desenvolver consoles capazes de rodarem jogos cada vez mais realistas, o mundo começa a voltar suas atenções para os jogos casuais. Jogos que a maioria das pessoas conseguem jogar, tendo experiência com videogames ou não, muitas vezes com gráficos simples e o mais importante, com jogabilidade simples e que não exigem horas ou até dias de dedicação do jogador.

Isso está ficando cada vez mais evidente, seja com as vendas impressionantes do Nintendo DS ou do Wii, ou com empresas gigantescas como a EA montando estúdios exclusivos para o desenvolvimento dos Casual Games. Pra se ter uma idéia, estima-se que um jogo topo de linha para o Xbox 360 ou PS3 custe cerca de 30 milhões de dólares para ser produzido e como o preço desses consoles é relativamente alto, menos pessoas compram eles. Com uma base instalada pequena, a chance de vender esses jogos é menor.

Por outro lado, os jogos casuais custam menos de 1 milhão de dólares para serem produzidos e como são vendidos com o preço entre US$ 5 e US$ 30, há uma grande chance de muitas pessoas comprarem. A matemática é simples: muitas  empresas estão preferindo apostar em ganhar 1% de 100 milhões do que ganhar 10% de 1 milhão. Ou seja, estão gastando menos, vendendo mais e agradando uma boa parcela dos jogadores ou então convertendo novas pessoas em jogadores.

Mas não pense que apenas a BigN está sabendo tirar proveito desta tendência. Várias softwarehouses estão enxergando no mercado de celulares um novo eldorado. Como os aparelhos estão ficando cada vez mais potentes, muitos jogos execelentes estão aparecendo nos telefones móveis e o jogador casual está adotando a idéia. Jogador este que muitas vezes nem possui um console em casa mas que não pode ficar sem um joguinho para passar o tempo na fila do banco.

Porém é importante notar que quem apostou todas as suas cartas neste nicho de mercado foi a Nintendo. A companhia não vinha muito bem das pernas e caso o Wii fosse um fracasso, hoje poderíamos estar vendo a empresa japonesa ser vedinda para uma concorrente. A BigN mostrou que a mesma indústria que movimentou 30 bilhões de dólares no último ano ainda permite que inovações sejam feitas, desde que as empresas consigam oferecer o que o público deseja.

Atenção! Preparem as pedras. O que vou falar agora irá desagradar meio mundo. Mesmo com a falta de tempo que tenho tido, particularmente ainda prefiro os jogos mais complexos. Quanto mais história tiver melhor, quanto mais interatividade melhor. No último final de semana consegui finalmente jogar o Wii. Sinceramente não gostei muito. É tudo muito legal mas no final das contas acho que ainda prefiro o jeito tradicional de se jogar. Pode ser que eu tenha me decepcionado um pouco por ter jogado apenas os jogos mais simples do console, mas cheguei à conclusão de que não quero um Wii para mim. Sou o tipo de jogador que gosta de jogar sozinho, no escuro e aproveitando ao máximo o jogo e pensando assim, acho que o videogame da Nintendo não me satisfaria.

Ok, eu sou um dos que estão naquelas poucas dezenas de pessoas que não venderia um rim para adquirir um dos maiores fenômenos da história dos jogos eletrônicos, mas o fato é que fiquei com a senseção de que o aparelhinho leva ao pé da letra demais a idéia de tentar fazer com que pessoas aprendam a jogar videogame. Eu estou jogando videogames a mais de 22 anos da forma tradicional, sentado em um sofá com um controle na mão e usando basicamente meus polegares e no fim das contas não consegui me adaptar direito ao controle do Wii. Não estou dizendo com isso que o videogame da Nintendo é uma porcaria, apenas que se fosse comprar um console da nova geração, o console do controle diferente não seria minha primeira opção.

emDestaque Games

Inacreditável: Sequestrado para revelar senha do jogo

Por em 18 de julho de 2007

meiobit-gamer.jpgA primeira impressão é de que é uma ação de marketing viral, mas como não há exatamente um beneficiado, e a Folha de S. Paulo é, até prova em contrário um veículo sério, sou forçado a entender como verdadeira esta notícia.


Uma quadrilha composta por quatro jovens foi presa na manhã desta terça-feira por policiais civis do DAS (Divisão Anti-Seqüestro) de São Paulo. Eles são suspeitos de seqüestrar um jovem para conseguir sua senha no jogo Gunbound.

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), Anderson Faquini, 19, Alexsander Kaiser Pereira, 27, Tamires Rodrigues Vieira, 19, e Igor da Silva Carvalho, 27, atuaram em conjunto no seqüestro relâmpago de um jovem de São Paulo em maio deste ano.

A intenção da quadrilha, segundo a SSP, era a de obrigar o jovem a fornecer sua senha para que eles vendessem a pontuação –e o lugar no ranking– por R$ 15 mil usando o site Youtube.

Será que não estão levando isso longe demais? Será que agora nem sentar em casa e jogar podemos? Ou devemos nos esconder atrás de nicknames anônimos? Eu sou o melhor jogador de Duke Nukem do mundo (devo ser mesmo, o único que sobrou) e não posso nem falar isso, pois um esperto vai tentar me sequestrar e vender minha senha no mercado negro?

Isso me parece um daqueles filmes ruins onde o sujeito é um überhacker sequestrado por um vilão e forçado a invadir alguma instalação governamental. Sendo que na vida real não há nenhum Chuck Norris para nos salvar.

emGames

Gears of War, breve no Mac

Por em 18 de julho de 2007

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É com prazer que anuncio; Gears of War está chegando para Macs. Junto com Unreal Tournament 3. Palavra de Mark Rein, co-fundador e vice-presidente da Epic Games. Pelo visto os Macs já são relevantes o bastante para despertar o interesse dos produtores de jogos. Só espero que a comunidade gamer exista dentro do Mundo Mac, e faça sua parte, comprando os jogos.

Antes que perguntem, não, não tenho esperança nenhuma de ver esses lançamentos em alguma loja brasileira, e se aparecer, será com preços extorsivos como tudo para Mac aqui.

Via Macworld


emApple e Mac Games