Digital Drops Blog de Brinquedo

Mp3 player colossal no nome e na forma

Por em 10 de dezembro de 2007

Em um mundo onde as tecnologias possibilitam a criação de dispositivos cada vez menores, fazer o caminho contrário às vezes serve, pelo menos, para chamar a atenção. Pelo menos foi o que deve ter estimulado a criação do Colossal Mp3 Player, abaixo:

E o interessante é que a única coisa que chama a atenção neste gadget é o tamanho, que realmente faz jus ao nome, e o fato de ter speakers embutidos. No mais, essa “coisinha” tem apenas 256MB de memória flash e um LCD monocromático, pouco até perto dos Fostons da vida.

E… ah sim! Ele custa 20 dólares. Pra fazer piada com um amigo ou dar de presente no amigo secreto da empresa até que ele serve.

Fonte: Gizmodo e Engadget

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Ruby on Rails 2.0 lançado

Por em 10 de dezembro de 2007

Já está disponível para download a versão 2.0 da popular plataforma de desenvolvimento web.

Uma das maiores novidades é o uso de uma nova arquitetura de serviços, chamada de Representational State Transfer, proposto por Roy Thomas Fielding em sua tese de doutorado sobre arquiteturas para web no ano 2000. Para quem não sabe, ele é co-fundador da Apache Software Foundation e participou da criação do HTTP, HTML e URI.

Outras melhorias estão na segurança, tratamento de erros, maior proximidade com protocolo http e performance. A lista completa você encontra aqui.

Fonte: RubyOnRails

emOpen-Source Software

Projetores. Isso funciona?

Por em 10 de dezembro de 2007

Eu sempre mexi com projetores em ambiente corporativo, então nunca tive oportunidade de testá-los em aplicações que não fossem Powerpoint e Excel. Nos fóruns americanos vemos muitos usuários domésticos que preferem esses equipamentos às televisões, mesmo as de alta definição. SIM, existem projetores 1080i.

Assim como o aquecedor a gás, os projetores levam uma fama baseado em sua performance inicial que hoje pode ser injusta. Lembro que diziam que eles queimam fácil, a lâmpada custa 80% do preço do equipamento e se você olhar de cara feia ela faz “poc” e morre.

Ainda continua assim? Pela quantidade de modelos disponíveis, acho que não devem ser tão ruins assim.

Quem sabe ao invés de uma TV de Plasma de 72″ um projetor não saísse mais em conta?

Algum dos leitores usa esse tipo de equipamento para assistir filmes (educativos ou não, mas a Tracy Lords em 72″ deve ser uma coisa. Já o Kid Bengala dispenso) ou jogar?

Ou será que está todo mundo no mesmo estado que eu, esperando algum amigo otário comprar para então decidir se pega ou não?

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Street Fighter, entrevistas e Sega

Por em 10 de dezembro de 2007

Nova semana se iniciando e o natal chegando, nada melhor do que ficar por dentro do que aconteceu nos últimos dias nos games. Para começar, temos duas entrevistas interessantes: uma com o Renato Degiovani, criador do Amazônia e outra com Glauco Bueno, diretor da America Central e do Sul da Synergex, sobre os planos da empresa para o Brasil. Ainda falando do nosso país, foi inaugurada em São Paulo a primeira loja da rede Gamers, uma iniciativa bem interessante que pode ajudar o mercado brasileiro como um todo.

O Nintendo Wii está vendendo tanto que a Nintendo teve de retirar todos os comerciais do console. Pena que aqui no Brasil não é a mesma coisa, por causa dos impostos abusivos dos games. Enquanto isso a Capcom revelou os primeiros detalhes sobre o aguardado Street Fighter IV, com direito a imagens e tudo.

Descobrimos um clone do Wii sendo vendido no país que não passa de uma enganação e um rumor de que a Sega voltaria a fabricar consoles. Por fim, indicamos um dossiê completíssimo do Megaman. Vale a pena conferir.

emGames

Convergência ou divergência?

Por em 9 de dezembro de 2007

Lembro bem da primeira tevê que chegou lá em casa. Era uma Telefunken com imagem em preto-e-branco, movida a válvulas. Não sou assim tão velho. Minha família era pobre mesmo. O aparelho, usado, tinha um seletor de canais barulhento e vez ou outra precisava de um soco para voltar a exibir.

O tempo passou e hoje, com um pouco mais de recurso, tenho uma tela plana de muitas polegadas e milhões de cores. Som estéreo, surround. Uma beleza. Não precisa apanhar e nem colocar bom-bril na ponta da antena. Nem antena tem mais. O sinal vem pelo cabo com mais de uma centena de canais.

Eu adoro assistir a quase tudo. E da minha infância restou esse trauma. Agora vejo que poderei ter tevê digital pelo celular. Eu me pergunto: por quê eu iria fazer isso? Qual a razão para gastar os olhos em tela minúscula? O mercado cria necessidades que não existem, mas muitas vezes exagera.

O celular é, sem dúvida, o aparelho da convergência das tecnologias cotidianas. Estou convencido, como diria o presidente, que em breve ele será o controle remoto de todas as coisas da casa. Mas ele, definitivamente, não combina com imagens em movimento.

Há uma clara divergência entre um e outro conceitos. Filmes pertencem aos espaços amplos. Telefones móveis, à miniaturização. Pode ser que as seqüelas da Telefunken sejam ainda muito fortes e presentes. Pode ser… vou conversar com a psicóloga.

emArtigo Celular Indústria Telecom

Que raios são “tibs” ?

Por em 8 de dezembro de 2007

Alguns podem ter reparado que ao lado do nome de usuário de quem comenta há agora uma contagem de “tibs”. Mas o que diabos são os “tibs” ?

Tibs são como pontos, por alguma atividade realizada no site. Quando alguém posta um comentário ou cria um tópico no fórum, vai ganhando tibs. Certo, mas o que eu posso fazer com esses tibs acumulados ?

Primeiro, dá para ter uma idéia melhor da atividade de quem está participando.
Segundo, podemos ver quem são os usuários mais ativos no site :-) no ranking de usuários.
Terceiro, temos várias coisas que podemos fazer com isso: concursos, por exemplo, e outras que estamos planejando.

A tabela atual de pontos:

Criar um tópico no fórum: 2 pontos
Responder um tópico no fórum: 1 ponto
Postar um comentário: 1 ponto

Aguardem que temos várias novidades encaminhadas quanto ao uso dos “tibs”.

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Save the Wales: criador da Wikipedia defende sua cria

Por em 8 de dezembro de 2007

Não lembro onde, mas uma vez eu vi uma frase que dizia que a Wikipedia seria uma boa idéia se vivêssemos num mundo perfeito, pena que ela não funciona no mundo real. Quer dizer, funcionar ela funciona, e possui alguns artigos que podem tranqüilamente ser usados como referência. O problema são todos os outros.

Recentemente, a Wikipedia foi bloqueada aos funcionários do governo holandês, e também numa escola na Pensilvânia. Em todos estes banimentos, o motivo foi mais ou menos o mesmo: informações incompletas, imprecisas, incorretas e mais alguns “ins”.

Mas Jimmy Wales, o pai da Wikipedia, saiu em defesa de sua cria, cada vez mais sendo vista com maus olhos por conta destes banimentos. Segundo ele, durante uma palestra em Londres, professor que se recusa a aceitar Wikipedia como referência é professor ruim, e que em vez de proibir, deveriam estimular seu uso nas escolas. E disse mais: proibí-la, é como proibir alguém de ouvir rock – ninguém vai obedecer.

O grande problema na verdade não é a aceitação ou não da Wikipedia como referência por parte das instituições, mas sim o modo como essa “proibição” vem sendo feita. Se a Wikipedia tem informações duvidosas, que dirá outros zilhões de sites que formam a rede e que também estão por aí servindo de bibliografia para trabalhos escolares? Já cansei de ver artigos científicos “academicamente aprovados” muitos piores que qualquer artigo da Wikipedia.

O que tanto educadores como pais devem fazer é estimular o senso crítico das futuras gerações, afinal, não é porque está impresso num livro, com ISBN, capa, folha de rosto e tudo o mais que é perfeitamente aceitável.

E como disse o Mauro, “a Wiki é maior que a Wikipedia”.

PS: Perdão pelo trocadilho no título. Foi mais forte do que eu.

Fonte: Info Online

emInternet Web 2.0