Digital Drops Blog de Brinquedo

O visitante

Por em 26 de outubro de 2007

Jogos em flash onde você deve clicar em alguma coisa para prosseguir, ô coisinha viciante! Em The Visitor, você controlará um alien-gosma-verme que caiu na Terra e deve entrar no corpo de alguns seres para adquirir suas característica e conseguir prosseguir no jogo. A qualidade da animação não é lá grandes coisas, mas o jogo diverte devido a sua bizarrice.

Jogue, nem que seja até a parte do gato. Repare também que o jogo possui dois finais, um bom e um ruim.

[via Kotaku]

emGames

É a vez do WiMax: Cisco compra Navini por US$ 330 milhões

Por em 25 de outubro de 2007

Uma grande vitória para as empresas que apostaram no Worldwide Interoperability for Microwave Access (WiMax). A Cisco fechou a compra da Navini, uma empresa especializada em produzir equipamentos (antenas, modems, etc) e software para fazer uso da tecnologia. Com isso a Cisco estará entrando de sola no mercado de infraestrutura sem fio de grandes distâncias.

Ao contrário de um hotspot wireless (802.11a,b,g) que não passa de algumas centenas de metros, o WiMax pode atingir distâncias de dezenas de quilômetros.

Nominalmente, é possível transmitir e receber dados com banda de 70 Mbps a uma distância de 50 km. Mas isso, é claro, em condições perfeitas de tempo, sem obstáculos. Ainda assim, em regiões de difícil acesso e onde uma infraestrutura de cabos seria muito custosa, o WiMax parece atender perfeitamente. A velocidade diminui de acordo com a distância e as dificuldades do sinal chegar corretamente.

E são mercados como China e Índia atraíram a Cisco, que em 2004 não demonstrou interesse na tecnologia. Mas com milhões de consumidores e cada vez mais necessidade no tráfego de dados em alta velocidade, tudo mudou de figura. E porque não, o Brasil, com essa vastidão territorial e locais remotos onde Internet ainda é coisa de ficção científica. Para se ter idéia de uso prático, ela foi usada em áreas de desastre como Nova orleans, após o Katrina e em Aceh, depois da tsunami. Como a infraestrutura de comunicações é a primeira a ser afetada, uma base móvel pode reestabelecer a comunicação com o mundo em grandes distâncias e facilitar os trabalhos de resgate e reconstrução.

Essa notícia é dada apenas alguns meses depois do protocolo 802.16g ser aprovado pela IEEE. Existem várias diferenças fundamentais entre o WiMax e o WiFi, como o Quality of Service (QoS), mas fogem do escopo desse artigo. Os links possuem detalhes técnicos para os interessados.

A America Latina, pasmem, não está excluída e somos um grande alvo mercado. Em 2008, o WiMax Forum, entitade certificadora dos fabricantes, para garantir o atendimento as normas e protocolos, fará um congresso no Rio de Janeiro, para toda a América Latina. Pode ter certeza que o MeioBit vai estar lá para trazer as novidades.

Fonte: ComputerWire via Yahoo news

emArtigo Hardware Indústria Internet

Os melhores games do ano segundo a BAFTA

Por em 25 de outubro de 2007

No último dia 23 a British Academy of Film and Television Arts realizou um evento onde premiou os melhores jogos do ano em 15 categorias. Os maiores destaques foram os jogos Wii Sport que ficou com seis prêmios. Já Okami, God War II e Crackdown venceram em duas categorias.

As surpresas ficaram para o elogiado Bioshock que ganhou apenas um prêmio, embora seja o de melhor jogo do ano e o game Crackdown que venceu na categoria ação e aventura, uma das mais disputadas, com títulos como God of War II, The Legend of Zelda: Twilight Princess e Gears of War.

Vale mencionar ainda que nenhum videogame portátil foi premiado. Nem o PS3.

Confira os vencedores:

Melhor Jogo de Ação e Aventura: Crackdown (Xbox 360)

Maior Realização Artística: Okami (PS2)

Melhor Jogo Casual: Wii Sports (Wii)

Melhor Jogabilidade: Wii Sports (Wii)

Melhor Multiplayer: Wii Sports (Wii)

Jogo mais Inovador: Wii Sports (Wii)

Melhor Jogo de Esporte: Wii Sports (Wii)

Melhor Jogo de Estratégia e Simulação: Wii Sports (Wii) !?!

Melhor Enredo e Personagem: God of War II (PS2)

Maior Realização Técnica: God of War II (PS2)

Melhor Áudio: Crackdown (Xbox 360)

Melhor Trilha Sonora: Okami (PS2)

Prêmio “Jogo a ser observado”: Ragnarawk

Prêmio “PC World Gamers”: Football Manager 2007 (PC)

Melhor Jogo do Ano: Bioshock (Xbox 360)

emGames

Stallman e os traidores do movimento

Por em 25 de outubro de 2007

Como se já não bastassem as confusões comuns entre software livre e software grátis, Richard Stallman nunca gostou da denominação “open source”, e resolveu explicar o porquê de “software livre” (em inglês “free software”) e “open source” serem coisas diferentes. Curiosamente, o termo “open source” foi cunhado lá pelos idos de 1998 e visava justamente acabar com a confusão que a nomenclatura “free software” causava.

Stallman escreveu então um longo ensaio (a.k.a. ladainha), para explicar conceitos com os quais ninguém se preocupa na hora de usar o software e esperar que ele cumpra a função para a qual foi escrito.

Agora, atente para o parágrafo abaixo:

“Nós do movimento do software livre não achamos que o open source é um inimigo; o inimigo é o software proprietário (não-livre). Queremos que as pessoas saibam que defendemos a liberdade, mas não aceitamos ser confundidos como defensores do open source.”

Segundo Stallman, o open source erra o alvo quando deixa de promover o principal objetivo do software livre: não somente colaborar, mas defender valores éticos e a liberdade do usuário. O open source seria então apenas um nome para ser usado no mundo corporativo, para ficar bonito na hora de fazer o marketing para os bambambans das empresas – o que não deixa de ser verdade.

Pra quê simplificar se você pode complicar, não é verdade, minha gente?

Em seu texto, o profeta do software livre diz que “open source é uma metodologia de desenvolvimento; software livre é um movimento social” e que somente o software livre respeita a liberdade dos usuários, porque é um movimento com responsabilidades éticas. O open source visa apenas o sentido prático da coisa – o que é muito mais lógico.

RMS peca quando tenta atribuir valores filosóficos. Ok, muitas pessoas usam alguns produtos por conta de algum ideal, mas nenhum software com modelo open source alcançará relevância se ficar se atendo a estas questões. As pessoas querem que o software funcione e seja útil, só isso. Não importa que seu modelo de desenvolvimento seja open source ou não (a menos que o modelo de desenvolvimento seja essencial para sua atividade, como por exemplo no caso de programadores que se dedicam a esse tipo de software).

Se não for útil, não adianta muito todos os conceitos agregados. O software livre pode ter os ideais mais bonitos, éticos e corretos do mundo, pode ter as mais belas intenções, mas se não serve, bem, não serve. Ou o pessoal envolvido com FOSS trata de fazer soluções que sejam eficientes (como efetivamente vêm fazendo, e projetos como Apache, Blender, Firefox e o próprio Linux provam que é possível), ou ficam filosofando e chorando pitangas enquanto vêem a Microsoft e a Apple se darem bem.

PS: Vamos ver o Cardoso vestido de Stallman!

PS2: Diabinha do BSD? Nem pensar, meu blog não está no páreo.

emOpen-Source

Veja o Cardoso vestido de Stallman

Por em 25 de outubro de 2007

O MeioBit, o Contraditorium e o Carloscardoso.com estão concorrendo ao Best Blogs Brazil, concurso que vai eleger os melhores blogs brasileiros em 2007. O problema é que o voto é voluntário, coisa que as eleições americanas já provaram que não funciona.

Economistas defendem que incentivos funcionam, portanto decidimos incentivar a votação. Mas não com pendrives e outros prêmios óbvios, pois nossa verba para suborno anda baixa, e não garantiria muitos votos. Façamos então algo diferente.

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O MeioBit está concorrendo Melhor Blog, Melhor Blog Coletivo e Melhor Blog de Tecnologia.

O Contraditorium concorre como Melhor Blog, Melhor Blog Individual e Melhor Blog Pessoal.

O Carloscardoso.com concorre como Melhor Blog Pessoal.

O trato é o seguinte:

Se o MeioBit E um dos outros dois, tanto o contraditorium como o Carloscardoso.com ganharem, EU, Cardoso, me comprometo a ir receber o prêmio, na cerimônia de entrega, vestido de Santo IGNUcius, a Figura Canônica de Richard Stallman, com auréola E cartazinho promovendo Software Livre pendurado no pescoço.

OU vestido de Tux. Vocês decidem.

Basta que visitem o site do concurso, cadastrem-se e votem.

Garantimos fotos, vídeos e imunidade diplomática para a zoação.

saintignucius.jpg tux_fantasia.png


Não deixe de votar na nossa enquete, qual fantasia você prefere que eu use!




emBlog Linux Open-Source

Gimme your Face.

Por em 25 de outubro de 2007

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Yahoo e Google tentaram, mas quem levou foi a Microsoft. Com um investimento de 240 milhões de dólares garantiu a exclusividade para anunciar no Facebook e comercializar mídia para esta “plataforma” fora do território americano.

O interessante na questão é notar que o movimento a ser interpretado como “compra de software e código” pelos mais afoitos está muito longe disso.

Seguindo os passos do Google – que compra “palavras chave” na cabeça das pessoas do mundo inteiro ao relacionar vídeos online a Youtube, e-mail à Gmail, localização à GoogleMaps, a Microsoft adquire a intrincada rede de relacionamentos e informações num ambiente que, segundo informações internas, registra 250 mil novos usuários por dia.

Os 240 milhões valem mais porque representam o “patrocínio” do fluxo de compartilhamento de fotos, informações pessoais e até mesmo o desenvolvimento de aplicativos próprios para rodar do Facebook. Até 2011.

Longo prazo, caminho direto à abertura de capital, investimentos milionários. Nada mal para um carinha que só anda de chinelos e mal sabe falar em público hein?

Fonte: Ars Tecnica

emWeb 2.0

Damn Small Linux 4.0

Por em 25 de outubro de 2007

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Aproveitando o artigo do Marcellus sobre distribuições Linux de bolso, fui dar uma olhada no Damn Small Linux, que acabou de liberar sua versão 4.0.

Está lotado de atualizações, foi para o kernel 2.4.31 e a detecção de hardware está pra lá de decente, mesmo em máquinas virtuais. Nada mal comparado ao Mandrake 8, que bootava do CD e depois parava por não conseguir identificar um drive CD na minha máquina.

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Em uma época em que qualquer filminho da Misty Mundae ocupa 300MB, é excelente ver que dá pra colocar um sistema operacional completo em menos de 50MB. Isso mesmo, aquele pendrive velho de guerra de 256MB jogado na gaveta dá e sobra, e se seu PC aceita boot via USB, está com a vida ganha.

Em termos de aplicações, temos três navegadores, editores de texto, planilhas, “jogos” (não vou forçar a amizade chamando freecel de jogo), editores de imagens, clientes de email, PIMs, Instant Messengers… são literalmente centenas de aplicações. Fora os servidores. Há até servidor web no pacote. Quem quer controle do ambiente, pode levar esse bicho no pendrive e ser feliz.

A parte ruim é que não dá pra fazer um omelete sem quebrar alguns ovos, e pra enfiar tanta coisa quem 50MB tiveram que abrir mão do visual. O DSL é feio. BEM feio. O gerenciamento de fontes é inexistente, e seu modelo de janelas é igual ao do Linux de 10 anos atrás.

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Se você não liga para isso, quer ter uma distribuição sob seu controle, sem se arriscar a usar programas suspeitos em lanhouses e casas de amigos esquisitos, o Damn Small Linux é uma ótima opção. Mas se você faz questão do último visual, janelas coloridas piscando girando 3D, compre um notebook.

Fonte: Download Squad

emLinux