Digital Drops Blog de Brinquedo

Pagestackr: projeto brasileiro concorre ao Rails Rumble 2007

Por em 18 de setembro de 2007




Nos dias 8 e 9 de setembro aconteceu o Rails Rumble 2007, uma competição para desenvolvimento de aplicações Web usando Ruby On Rails. Foram 48 horas de muita cafeína para centenas de programadores de todo o mundo, que resultaram na qualificação de 92 aplicações. Uma das equipes favoritas a levar o cinturão do Rails Rumble (foto acima) é a Area42, formada por brasileiros, que desenvolveu o Pagestackr.

O Pagestackr é um gerenciador de bookmarks que não usa tags para classificar os links como o del.icio.us. A abordagem adotada pelo Pagestackr é mais prática: informe uma URL que ele indexa todo o conteúdo para facilitar a busca da página posteriormente. Brilhante idéia!

Quer ajudar a equipe Area42 a ganhar a competição? Então cadastre-se e vote neles!

emInternet Web 2.0

Aprenda um idioma na Web

Por em 18 de setembro de 2007




O LingQ (pronúncia: link) é um sistema de aprendizado de idiomas desenvolvido por Steve Kaufmann, um ex-diplomata que fala fluentemente nove idiomas. O método de Steve não é baseado em livros de gramática, mas em atividades práticas. No ambiente do LingQ é possível realizar atividades de leitura, audição, redação e conversação (com Skype). Maioria das atividades são gratuitas, mas para participar das práticas de conversação via Skype é necessário comprar pontos através do PayPal. Uma seção de 15 minutos custa 500 pontos, que correspondem a US$ 5. Atualmente, os seguintes idiomas estão à disposição: inglês, russo, alemão, francês, sueco, espanhol, italiano, português e japonês. Viel Glueck!

emProdutividade Web 2.0

Não siga Linus Torvalds!

Por em 17 de setembro de 2007

Isso mesmo. Se você quer manter sua liberdade, não siga o Finlandês vendido que inventou o Linux. meiobit-stallman3.jpg

Ou nas palavras de Richard Stallman, chamado mui apropriadamente pelo Fake Steve Jobs de Rei dos Freetardados, em uma entrevista para a PC World:


O fato de Torvalds dizer “open source” ao invés de “software livre” mostra de onde ele vem. Eu escrevi o GNU GPL para defender a liberdade de todos os usuários de todas as versões de um programa. Eu desenvolvi a versão 3 para fazer esse trabalho melhor, e proteger contra novas ameaças. Torvalds diz que rejeita esse objetivo; provavelmente por isso ele não gosta da GPL versão 3. Eu respeito seu direito de expressar suas opiniões, mesmo achando que elas são tolas. Entretanto, se você não quer perder sua liberdade, é melhor não segui-lo.

Mais adiante Stallman revela que não apóia o Open Source:

Defensores do Open Source (o que não sou) promovem um “modelo de desenvolvimento” no qual usuários participam no desenvolvimento, afirmando que isso normalmente torna o software “melhor”, e por “melhor” eles dizem apenas no ponto de vista técnico. Usando o termo assim, de forma inplícita, eles dizem que somente questões práticas importam – não a sua liberdade.

Eu não digo que estão errados, mas estão perdendo o foco. Se você negligencia os valores de liberdade e solidariedade social, e aprecia somente o software poderoso e confiável, você está cometendo um terrível engano


Deixe-me ver se entendi: Ele atacou o sujeito que tirou seu kitzinho de ferramentas GNU da obscuridade, deu-lhes utilidade. Entrou em uma cruzada onde não basta que um software seja poderoso e confiável, tem que ser “livre”? O Ubuntu não presta por não ser livre, idem o Photoshop?

Isso me parece coisa de uma geração que tem preguiça de procurar Causas de verdade, e prefere “protestar” do conforto de seu sofá. Ser contra Linus Torvalds hoje em dia ainda mais no Terceiro Mundo é no mínimo algo subversivo. TODOS, TODOS os projetos de inclusão digital decentes passam pelo Linux, a contribuição de Torvalds é inegável, se hoje até os tablets da Nokia rodam Linux, é graças a ele. Se a Microsoft está se virando para produzir programas decentes (e vem fazendo isso pelo menos desde o XP) é graças ao Linux.

Stallman pode viver em sua linda utopia cybersocialista que funciona em ambientes universitários, mas no mundo real são os Torvalds e os Gates e os Jobs e o Shuttleworths que tocam o mundo. Os Stallmans e seus discursos messiânicos só atrapalham. Só quero ver se quando ele fica doente se só toma remédios cuja fórmula esteja licenciada via GPL…

Fonte: Slashdot

[NOTA] Este post está protegido pelo ZICA – Zero-Idiot Comment Act. Flames e trolls não serão tolerados.

emOpen-Source

Crie seu próprio mundo

Por em 17 de setembro de 2007

O game/chat 3D Second Life é amado por uns e odiado por outros, mas é inegável o sucesso alcançado pelo serviço criado pela Linden Lab. Após o produto ter sofrido um boom com várias empresas do mundo real divulgando suas marcas para os usuários, parece que sua força vem esgotando de uns meses para cá.

Para complicar mais um pouco a vida do SL, um projeto muito interessante esta prestes a ser lançado. Com o nome de Vastpark, o serviço irá possibilitar que cada usuário crie seu próprio mundo virtual ou até um jogo. Embora possa ser considerado um editor de games 3D, a idéia dos criadores é oferecer um software de fácil manuseio (confira no vídeo abaixo).

As pessoas poderão criar portais ligando seus mundos aos de outros usuários e haverá ainda um sistema onde os participantes poderão disponibilizar objetos com outros criadores e uma comunidade já está sendo criada para compartilhar informações e tutoriais.

O programa será gratuito, porém haverá uma conta profissional que custará US$ 19 por dois anos e com direito a 1GB de armazenamento. Por enquanto ainda não há data prevista para o lançamento, mas você poderá se cadastrar para ser um usuário beta no site do projeto.

Embora eu esteja naquela parte da população que não vê a mínima graça no Second Life, fiquei muito curioso para usar o Vastpark e acredito que neste perderei algumas horas brincando. Fiquei com a nítida sensação de que o software tem tudo para virar uma nova febre em breve.

[via Kotaku]

emGames

Qual será o futuro das grandes corporações na Web 2.0?

Por em 17 de setembro de 2007

whoOwnsWhat2.png

Desde o estouro da bolha da internet, quando alguns investiam muitas vezes apenas pelo potencial que a Internet vinha mostrando possuir, e atualmente com os impactos negativos da bolha de crédito, o mercado financeiro tem sido mais cauteloso com empresas de tecnologia, especialmente em relação a investimentos em pequenos e novos empreendimentos.

Embora surjam cada vez mais novidades – fato característico do mercado – provenientes principalmente de empresas de pequeno porte, o crescimento destas pequenas empresas pode ser um processo complicado que muitas vezes se torna inviável sem um significativo aporte de capital.

É exatamente na lacuna do crescimento das novas empresas que as grandes corporações – com organização vertical e estrutura física – têm encontrado saída para a própria sobrevivência: através de aquisições nas quais paga-se um montante alto para que outra grande corporação não consiga adquirir a empresa, independentemente do real potencial da idéia, do produto ou da perspectiva da pequena empresa em relação ao mercado. Ou seja: pagando-se pelas atuais idéias que são difíceis de mensurar em dinheiro e nem sempre os preços dessas aquisições condizem com a realidade do mercado. Além disso, em algumas negociações, a alta dos valores é nitidamente movida pelas especulações.

Assim, a aquisição de iniciativas de sucesso é um excelente caminho para as grandes corporações consolidarem sua posição de mercado sem correrem o risco de serem ameaçadas por pequenas e inovadoras startups.

Agora cabe a pergunta: por quanto tempo a indústria se sustentará assim?

Imagem cedida por MyDigiMedia.

Este artigo foi elaborado por Gabriela (Bia) Pereira, auditora e analista financeira e Rodrigo Prior, publicitário e gerente de projetos baseados em inovação para mídias interativas.

emIndústria Web 2.0

Museu Halo 3

Por em 17 de setembro de 2007

Tenho que admitir. Não aguento mais ouvir falar no Halo 3. Tá certo que a Microsoft deve divulgar incansavelmente o seu “maior” jogo, mas sinceramente, é complicado abrir sites de videogames todos os dias e ver vários e vários textos sobre o assunto. Eu mesmo já devo ter falado umas 40 vezes sobre o jogo por aqui!

De qualquer maneira, essa notícia achei muito interessante. A Bungie Studios, produtora do game, decidiu criar uma espécie de museu virtual para promover o jogo. Baseado em uma maquete que irá percorrer os EUA, o site é muito bem feito e permite ao jogador fazer um passeio virtual pelo “museu”. Contando com links que levam a informações diversas, vídeos e até a possibilidade de gerar um wallpaper com images do passeio, achei uma idéia muito legal e inteligente de divulgar o game.

[via Kotaku]

emGames

OMPC – One Mac Per Child (ou: 200 aplicações educacionais para Macs)

Por em 17 de setembro de 2007

meiobit-macbook.jpg

Com certeza as crianças ficariam muito felizes se ao invés do OLPC fossem presenteadas com um Macbook. Talvez quase tão felizes quanto Steve Jobs ficaria, mas o mundo não funciona assim.

Mas… se você quer aproveitar seu Mac e seu pimpolho, pode e deve dar uma boa olhada nesta lista, organizada e selecionada por Simon Elliott, e que na verdade contém muito mais que software educacional. Eu diria que é algo essencial para qualquer iniciante no mundo Mac, e mesmo quem ainda não viu a Luz, somente para ter uma idéia do tipo de programas disponíveis para a plataforma.

Via: Digg

emApple e Mac