Digital Drops Blog de Brinquedo

Movable Type agora é OpenSource

Por em 13 de dezembro de 2007

Abrir o código-fonte de um programa como OpenSource, via uma licença GPL costuma ser a última atitude desesperada para salvar um produto antes popular da morte certa. O Eudora fez isso, parece estar dando certo. Agora é o Movable Type, a plataforma preferida dos blogs, antes da chegada do WordPress.

Por muito tempo o Movable Type foi pago, não que haja nada de errado nisso, mas ele era MUITO bem-cobrado. Existe uma diferença entre uma empresa que solta um produto para ganhar dinheiro e uma que solta um produto EXPLICITAMENTE para ganhar dinheiro. E a Six Apart parecia ter mais gente criando e desenvolvendo licenças e modelos de suporte, e addons, e “plus a mais” na versão paga, do que desenvolvendo o software em si.

Mesmo assim o MT foi por muito tempo uma excelente plataforma, se não a mais amigável, e manteve o MeioBit no ar por anos. Infelizmente pararam no tempo. Vejamos se com a chegada do Movable Type Open Source essa tendência é revertida.

Fonte: Movable Type


emOpen-Source Software

DIVX Pro grátis por tempo limitado

Por em 13 de dezembro de 2007

Não é o tipo de Software Free que o Stallman gosta, mas é o que a galera quer. Por tempo limitado o DIVX Pro está liberado para download, di grátis, zero, na faixa.

Basta ir nesta página, fazer o download (Mac e Windows somente) e seguir as instruções para obter o serial, lembrando que o custo normal do DIVX Pro é US$19,90.

No pacote temos um CODEC com melhor performance e o DIVX Converter, além de trials de outras aplicações.

Claro, se Papai-Noel existir mesmo Steve Jobs dará o Quicktime Pro de Natal pra galera.

emSoftware

Microsoft cancela plano diabólico, mas continua “do Mal”

Por em 12 de dezembro de 2007

Isso mesmo. Aquele programa de espionar usuários em troca de uma cópia do Windows ou outros programas chegou ao fim, mais cedo do que o imaginado. A data do cancelamento? Ontem. Só que ninguém avisou, e o pessoal foi inadivertidamente se cadastrando pelo site, que ainda estava recebendo novos inscritos.

E veja só o mais curioso a respeito desta notícia: quem se cadastrou depois do cancelamento na surdina vai continuar sendo monitorado, mas não vai receber sua caixinha do Vista (ou de qualquer outro produto que estava no acordo).

Resumindo: achou que estava se dando bem? Perdeu, preibói. Ou melhor: perdeu, seu pobre, porque playboy tem grana pra pagar as setecentas pilas cobradas no Vista Ultimate. Alguém ainda duvida da procedência demoníaca da empresa de Redmond?

Fonte: Daily Tech

emIndústria

Linux embarcado: mais do mesmo

Por em 12 de dezembro de 2007

Talvez vocês tenha notado meu desaparecimento. Foi por uma boa causa. Aquele meu sistema embarcado conseguiu, finalmente, conversar com o mundo via TCP/IP.

“Poxa… mas o GNU/Linux® já tem a pilha TCP pronta, cadê a dificuldade?”. Pois é, Flipper… o mundo embarcado não é assim preto e branco. Na verdade, costuma ter 16.777.216 tons de cinza… entre o processador escolhido (um ARM, lembram-se?) e o conector RJ45 existe mais coisa do que imagina a nossa vã filosofia. Há desde fabricantes que não liberam bons manuais até códigos defeituosos, passando por placas de circuito impressas mal feitas.

Imaginem o cenário: você montou o protótipo, a coisa não funciona. Mas você não tem certeza se o problema está no software, no hardware ou nos dois. Sentiram o tamanho da encrenca? Foram quatro semanas e três pessoas “full time” até a solução final.

Bem, onde quero chegar? Em lugar algum. Só mostrar a vocês o resultado de alguns dias de experimentação:

Imag006.jpg


Imag007.jpg

Reparem nos “recursos técnicos”: protótipo é assim mesmo. Parece pouco, mas acreditem, foram horas de trabalho, pesquisa e daquela arte oculta de adivinhação, também conhecida como “leitura de manual”. Ah sim! São duas placas, montadas uma sobre a outra. Reparem que o estagiário soldou os leds para dentro!

Outra coisa que vale a pena comentar: quem é interessado na área pode ter o “gostinho” de experimentar uma plataforma de desenvolvimento, mas não quiser fazer isso remotamente, pode baixar uma versão da ferramenta de desenvolvimento da Atmel. É baseada no Eclipse e pode ser instalada no Windows (gerando código para GNU/Linux®).


emAndroid e Linux Hardware Miscelâneas

Somente vendido na América do Norte

Por em 12 de dezembro de 2007

Recentemente, lí vários reviews positivos de um jogo de RPG-Ação chamado The Witcher  por ter acertado em vários aspectos: estória envolvente, tomadas de decisão cinza, onde o bem ou mal não estão claros (o oposto de Star Wars), bons gráficos, performance, personagens, música. Convencido de que valeria a pena comprá-lo, procurei nas lojas brasileiras online e presenciais: nada. Achei estranho já que o jogo é distribuido pela Atari, do Neverwinter Nights 1 e 2, amplamente encontrado por aqui.

Resultado? Cartão de crédito e apontei o navegador para o Direct2Drive e recebo as boas-vindas assim: This product is only available for purchase in North America.

Bah! E vários produtos estão na mesma situação. O que passa na cabeça dos executivos? Se eles dificultam a obtenção do jogo por vias legais, em 2 minutos eu já estava decidindo se baixava o jogo completo via BitTorrent ou não. Eles devem ter motivos mercadológicos e acordos de distribuição, mas sinceramente, não me interessa.

Fui na loja da Atari. Mesma babaquice. Eu já estava pensando em alugar o meu amigo-que-mora-nos-EUA pra fazer a compra. Eu compro jogos e quem me conhece sabe bem disso. Então, tentei encontrar um meio termo entre comprar o jogo e evitar a pirataria.

digital_download_witcher_atari

Resolvi simplesmente burlar o sistema de compras e fazê-lo acreditar que eu estava nos EUA. Não é tão simples quanto parece. Apontar o browser para um anonymizer como o Anonymouse não funciona. É uma loja que usa https e o suporte ao protocolo é pago em todos que eu encontrei. Outro problema é usar um servidor proxy. Trafegar dados de cartão de crédito por servidores obtusos não é uma boa prática para o seu bolso. Existem centenas de servidores oferecendo esse serviço gratuito para apenas pegar dados de incautos.

the_witcher

A solução veio com o TOR, um sistema de comunicação anônimo. Eu tive que aguardar a conexão passar por servidores localizados nos EUA e quando efetuei a compra, o país verificado retornou EUA, San Francisco, California. Perfeito. O pagamento via PayPal ajudou e em 4h e 30min, o jogo já estava legalmente comprado dentro do meu PC.

Em tempo: o jogo é muito, mas muito bom. ;-)

emInternet Miscelâneas

A melhor propaganda do ano

Por em 12 de dezembro de 2007

Que a série de propagandas da Apple Get a Mac é a melhor já produzida para a empresa desde a Think Different lá pelos idos da década de 90, ninguém tem dúvida. Tem gente que se ofende e diz que é um despropósito, tem gente que se reconhece, balança a cabeça e dá risada.

O fato é que ela chama a atenção e já serviu de (ins)piração para dezenas de propagandas parecidas, e até a Novell entrou na onda – uma pena que escolheram mal a atriz para fazer o papel de Linux, e ela parece mais uma chata intrometida que uma alternativa bacana.

Agora, a Apple alugou banners em uma penca de sites por aí, fazendo uma espécie de continuação do vídeo “Podium“, inegavelmente o melhor da última safra, em que “o cara do PC” está num palanque pedindo apoio ao Vista, com um cartaz onde se lê “Don’t give up on Vista”.

Nesses banners, “o cara do Mac” nota um outro banner onde há um letreiro apagado escrito “Don’t give up on Vista” acima de onde eles estão e pergunta ao “cara do PC” se ele sabe algo a respeito. Ele responde como sendo parte da campanha em favor do sistema da Microsoft, e aperta um botão vermelho para acender o letreiro. Só que uma parte do letreiro não fica acesa. Veja o gifzinho tosco que eu fiz:

Você pode ver a propaganda no Gizmodo. Bem bolado, não?

emApple e Mac

Novo plano diabólico da Microsoft: dê sua alma em troca do Vista

Por em 12 de dezembro de 2007

Ok, o título foi um pouco exagerado. Não é exatamente a sua alma que a Microsoft quer, e sim a sua privacidade, o que dá mais ou menos no mesmo.

O plano da empresa agora é fazer um acordo que, a princípio pode ser tentador para piratas que querem sair da ilegalidade: você instala um aplicativozinho no seu computador que permite que Redmond monitore absolutamente tudo o que você fizer durante três meses, e em troca, ela te dá uma cópia do Vista Ultimate, Office Ultimate 2007, Money Plus Premium, Encarta Premium ou do Streets and Trips, dependendo do que você escolher.

A empresa do tio Bill está chamando este pacto com o demo acordo de Windows Feedback Program que, por enquanto, é limitado aos EUA, mas se você morar lá e tiver algum interesse, pode se cadastrar seguindo este link.

Alguém pode achar que vale a pena, afinal se você não deve, não há o que temer. Mas até onde é possível sacrificar a sua privacidade em função de uma (até onde se sabe) pesquisa de mercado? Depois falam que a Microsoft é do capeta e ninguém acredita.

Dica do Rafael, do Futilidade Pública.

Fonte: Notebook Review [via Engadget]

emIndústria