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Há alguns dias, o Dori publicou aqui a recente declaração de Mark Shuttleworth, revelando a pretensão de tornar o Ubuntu "mais bonito que o Mac OS X". Por mais bonito eu interpretei como mais usável, mais simples e mais Linux para seres humanos, que é justamente a proposta original da distro. Literalmente mais bonito? Vá no Gnome-Look ou no KDE-Look e faça a festa!
Concordem ou não, a verdade é que a Canonical vem fazendo um excelente trabalho com o Ubuntu, tanto do ponto de vista ferramental quanto do publicitário. Mas se Shuttleworth quer mesmo que o sistema idealizado por ele se torne "mais bonito que o Mac OS X", ainda precisa melhorar em alguns aspectos. Enumero abaixo alguns pontos aparentemente simples que acho fundamentais serem cobertos pelo projeto, mas que nestes quase quatro anos utilizando esta distribuição ainda não vi resolvidos:
- Indexador e buscador de arquivos
A primeira versão do Mac OS que usei na vida foi o Jaguar. Depois que conheci o Tiger e, conseqüentemente, o Spotlight, não consigo mais viver sem ele. Eu não olho mais as minhas pastas, eu simplesmente mando o Spotlight encontrar para mim o arquivo que quero. Não adianta vir me falar de Beagle. Por mais que ele seja "simpatiquinho", não tem a mesma eficiência do seu correspondente, e serve no máximo para quebrar galho. Para pessoas que como eu têm HDs espaçosos e são completamente desorganizadas quanto aos seus arquivos (digitais e/ou analógicos), esse tipo de ferramenta é fundamental. Acho que nem preciso comentar a respeito do Tracker, a ferramenta de busca nativa do Gnome, tão pobrinha, tadinha...
- Instalador de fontes
Para muitos, basta ir no Synaptic e mandar instalar o "MS-corefonts" ou qualquer coisa que o valha, e pronto: todas as famílias tipográficas necessárias para a sobrevivência, como Verdana, Times e Georgia, já estão devidamente instaladas. Mas eu sou uma amante da tipografia e não me contento com pouco. Todas as vezes que vou instalar uma nova fonte, tenho que abrir o terminal, logar como root, mandar os arquivos para a "/usr/share/fonts/truetype/" e, por vezes, alterar as permissões deles. No Mac eu simplesmente jogo os arquivos na "/Library/Fonts/", ou uso algum gerenciador. Fica a pergunta: existe algo similar no mundo open source?
- Multimidia
Não estou aqui falando dos plugins proprietários malvados comedores de criancinhas. Estou falando de plug n' play. Estou falando de plugar sua impressora USB e ela funcionar. Se funciona com uma Cybershotizinha, porque não com uma impressora? A minha Lexmark, sabe lá porque, não funciona (apesar de ter sido reconhecida), mas desisti de tentar devido à onipresente ausência de cartucho de tinta. Estou falando também de, agora, nos tempos modernos, ter de baixar manualmente uma libdvdcss da vida pra ver o U2 no conforto das minhas 15 polegadas. Mas isso é tão simples! É só baixar e executar! Ok, diga isso ao público iniciante do Ubuntu.
- UI
Interface gráfica não se trata apenas de tema bonitinho com cantos arredondados e brilhos estilo web 2.0. Trata de usabilidade, de interação homem-máquina (não é a este tipo de interação homem-máquina a que me refiro), de facilidade de uso. Apesar de a interface do Gnome, a meu ver, ser bastante consistente e muito menos confusa e cheia de gueri-gueris que a de seu companheiro KDE, sempre se encontram problemas. Algumas vezes relacionados a traduções mal feitas, a ícones que não comunicam, ou até à primeira impressão. Veja bem: o que deve pensar uma pessoa que usa o Ubuntu pela primeira vez? "Uia! Um sistema cor de cocô!"?
- Eterno beta
Na gana de cumprir prazos e acrescentar o maior número de ferramentas no menor tempo possível, apesar de parecer redondinho, o Ubuntu fica parecendo um pato: nada, anda na terra e voa, mas não faz nada disso direito. Não que eu esteja sugerindo para que os desenvolvedores parem tudo o que estão fazendo e concentrem-se em apenas um problema - não me ouçam, eu não entendo nada de desenvolvimento de software! Mas entendo um pouco de método, e algo me diz que nesse ritmo nada sairá do beta, afinal todo mundo está evoluindo o tempo todo, os desenvolvedores não querem ficar para trás. Resultado: Fazem tudo-ao-mesmo-tempo-agora. Na teoria, pode-se ter a ilusão de que as coisas estão evoluindo de maneira uniforme, mas na prática saem coisas horrendas e mal-feitas, como foi a última versão "estável" do Inkscape.
Algumas das sugestões que proponho aqui podem parecer simples, ou simplistas demais. Podem ser choramingo exagerado. São coisas simples para os linuxers habituais, mas há que se lembrar de uma coisa: o público do Ubuntu é composto de seres humanos, e não linuxers habituais.
Fabiane já estava com saudades dos seus posts!
Concordo com tudo o que você diz, principalmente com essa parte:
É sempre bom lembrar disso!
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Nem pensar! Nunca entenderiam minha letra, minha sorte e que meu Blog não é manuscrito!
Boas dicas Fabiane, mas para mim ainda faltou uma:
Consertar o sistema de copiar colar, tem horas que não sei porque o que está na área de transferência se perde, tipo eu copio um arquivo que está na área de trabalho e abro uma pasta, simplesmente clico com direito e não tem opção de "colar", simplesmente irritante.
Não sei se é seu caso. Mas isso acontece muito quando se usa aplicações de outra interface gráfica. Algo QT no Gnome ou algo GTK no KDE.
Daí é uma constante. Não entendo muito bem porque acontece isso, já que parecem estar tentando obedecer ao Freedesktop, que foi criado pra tentar padronizar as interfaces gráficas.
Sim, na verdade o X não tem uma área de transferência propriamente dita, tem várias. Uma delas é a usada pelo freedesktop, e é a mais comum, embora alguns programas implementem à parte.
Pra copiarcolar texto o mouse2 é mais garantido, aliás, pq pra isso o X tem suporte padronizado.
Instale um gerenciador de clipboard, eu recomendo o parcellite.
Existe uma area de clipboard, mas há programas que gerenciam a sí próprio nesta tarefa. Por exemplo, o Firefox aqui, limpa a area de transferencia ao ser fechado, assim se voce copiar uma URL, fechar o FF e for colar no editor de texto vai perceber que já era o seu conteúdo. É para isso que serve um gerenciador de clipboard para manter o histórico dos ctrl+c da vida.
http://www.getdeb.net/app/Parcellite
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Programador órfão procura placa-mãe.
Pois é,m mas te garanto que a maioria das pessoas não tem tempo nem paciência para ficar procurando todas essas minúncias dos sistema. Isso é o básico de um sistema operacional, ter um clipboard integrado.
O KDE já vem com o Klipper em qualquer distro recente que eu tenha testado. O Xubuntu vem com Clipman.
O fato é que os programas pra facilitar a vida do usuário existem, mas poucas distros os incluem por padrão.
Você pode montar imagens ISO usando o AcetoneISO, nautilus-scripts, etc. Pode abrir pastas como root usando o kdesu/gksu através de scripts simples. Mas as grandes distros são muito conservadoras nesse ponto e não incluem essas facilidades.
Se eu tenho uma imagem ISO de dvd aqui, basta clicar com o botão direito pra montar ou simplesmente clicar em "Abrir com Kaffeine" que ela é montada e o DVD é aberto no Kaffeine.
Não, o básico de um SO é gerenciar memória, E/S e processos.
O X é programa userland e essa coisa de programas limparem o clipboard ao término é coisa típica de programador nerd que pensa mais em recursos (dar um free ao sair) ao invés de usabilidade do usuário (manter o clipboard todo emporcalhado mesmo).
Vir3D, eu indiquei o parcellite porque ele é um aplicativo que na minha opnião é melhor do que o glipper que acompanha o gnome. Ele é um applet e já vem instalado é só voce acrescentar no seu painel com o botão direito.
Só indiquei o parcellite por acha-lo melhor que o glipper.
É "sem noção" um painel com todos os applets do GNOME ativados, o usuário tem que ter a minima da boa vontade e clicar com o botão direito->acrescentar->escolher um item da lista que ele vá usar, afinal usuarios de windows só usam um item por vez da area de clipboard e não recente da falta dum gerenciador de clipboard. Eu por exemplo uso as areas virtuais com facilidade, mas muita gente não usa. Tem applets desde exibir o relogio até um turn on/off de touchpad, uns bastante uteis e outros que são efemeridades como um peixinho andando para lá e para cá. Então, esses applets para usar tem que acrescentar manualmente, pois são muitos e olhe que há muito mais nos repositórios.
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Programador órfão procura placa-mãe.
Acho que ele não vai ler o meiobit, se não mandou para o pessoal do Ubuntu seria legal mandar, toda critica construtiva ou não ajuda a melhorar algo.
Concordo com as propostas, mas não adianta querer ficar mais bonito que o OS X, primeiro que isso é impossível, e segundo que acho que o sistema tem que desenvolver características próprias e não se comparar com outros.
O Ubuntu é realmente um sistema muito bom, mas como já foi dito pela Fabiane, continuará sendo um saco se problemas simples de resolver continuarem aparecendo.
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ONCE YOU GO MAC, YOU NEVER GO BACK.
Desenvolver caracteristicas próprias já tem, incluindo a rejeição também. Mas todo mundo que fala sobre não tentar copiar outros sistemas, acabe se esqueçendo que todo mundo copia todo mundo porque é melhor imitar aquilo que as pessoas gostam do que inventar coisas que as pessoas não gostam, em outras palavras é melhor copiar as boas idéias do que criar idéias ruins - esse tem sido o mantra da industria de desenvolvimento, acha que estou errado ? Olhe para o belo excel, oocalc e tantos outros e depois olhe para o visicalc (se ainda tiver CP/M em algum lugar), onde está a identidade das planilhas ?
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Programador órfão procura placa-mãe.
Sistema "bonito" é o OpenSUSE. Ubuntu tenta, mas não consegue deixar a parte estética redonda, sempre parece meio amador.
SuSE tem o melhor KDE.
O KDE para o SUSE tá exatamente na mesma medida do que o GNOME tá para Ubuntu.
Mas é terrivel usar KDE no Ubuntu assim como é ruim pacas usar GNOME no SUSE.
Se o pessoal do Kubuntu parar de fazer experiencia e entregar o Kubuntu com bom acabamento, vai ser o principal concorrente do Ubuntu (gnome).
Não uso SUSE porque já desistí de distros baseadas em RPM.
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Programador órfão procura placa-mãe.
Ubuntu tem sempre que ser usado como parametro...aiai
(Claro, que em específico na matéria da Fabiane, foi em comparação com a matéria do Dori, mas não custa lembrar que a afirmativa Linux=Ubuntu não é uma verdade)..
O OpenSUSE é bem mais usável e amigavel que o Ubuntu, de longe...
Quanto aos tópicos abordados pela Fabiane:
- Indexador e buscador de arquivos
No Linux, são fracos mesmo.Tem muitos bons, mas a maioria, não supre ESTA necessidade de usuários desorganizados...
- Instalador de fontes
No painel de Controle do KDE há um instalador de fontes(em MODO GRÁFICO), onde vc apenas aponta para o(s) arquivo(s) desejado(s) e Voilá. Nem permissão de superuser precisa...
Isso é um problema do GNOME/Ubuntu...e não do Linux. E MESMO no Gnome, jogue os arquivos no diretório .fonts dentro do HOME....tão difícil quanto jogar no "/Library/Fonts/" do MAC
- Multimidia
Verdade. Algumas distros não possuem a facilidade do Libdvdcss, por ser um formato proprietário. Algumas, vem com ela(Sabayon), mas avisam que ela pode infringir direitos. Ponto pro MAC.
....agora, não reconhecer uma Cybershot, ou uma impressora USB(liguei uma HpLaserjet1017 e uma Lexmark do trabalho, e não tive maiores problemas), já é exagero. Cartão SD, MiniSD também, apenas plugo e Funciona(Montando automaticamente). Testei no Fedora, Debian e openSUSE.
- UI
Verdade. Precisamos de algumas traduções melhores
(EU não tenho grandes problemas com o Inglês, mas traduções mais decentes poderiam ser um objetivo de algumas distros)...
- Eterno beta
Bom, não se pode assoviar e chupar manga ao mesmo tempo. E é isto que a maioria dos desenvolvedores Faz....e não é algo "apenas do OpenSource"..
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"Isso é um problema do GNOME/Ubuntu...e não do Linux."
Mas o Ubuntu não pode se dar ao direito de usar essa desculpa. Sendo uma distro com objetivo de atrair o público leigo, tudo que vier dos repositórios oficiais tem que ser tratado como "Ubuntu Linux". Os caras são obrigados a atrais a responsabilidade para si. Ao menos é como eu entendo.
Sim, esta não é uma desculpa do UBUNTU. É pra mostrar que se da pau no UBUNTU não quer dizer que em outras distros não funcione/não exista...
...se no Ubnutu não funciona, eles que se virem pra consertar
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Foi exatamente o que eu disse.
Se ao menos HOUVESSE uma pasta ~/.fonts no diretório home...
Megalopolis
Fabiane, ~ É o home do usuário.
Diabos, tu nunca usou o terminal? Lol aposto até que nos Mac Os X é assim.
Isso vem desde as versões pré históricas dos unixes da vida, o ~ é o simbolo pessoal e talz, você pode ver até em meia dúzia de webservers comunitários que a página pessoal do usuário é acessada em ~usuario.
Pra criar o arquivo em questão, use mkdir ~/.fonts , funciona em qualquer working directory, já que o path jogado como argumento é absoluto...
Geralmente o ~ tá no /home/nomedousuario, mas é problema seu mudar ou não.
Agora, plz, volta pra lá me explica como instalar fontes no windows sem superprivilégios (bem, eu quero, já que rotineiramente eu uso pcs onde a minha fonte favorita não está instalada) já que o primeiro resultado do google é uma mera gambiarra temporária.
Bigode, NÃO HÁ um diretório .fonts na pasta home (sim, na MINHA pasta de usuário, o único usuário da máquina). OK, agora há, porque ACABEI de criar.
Megalopolis
Sim, agora, se quiser instalar uma fonte, só copiar pra lá, nem de superprivilégios precisa.
Claro que o arquivo não é criado por padrão, pq não são todos os usuários que precisam instalar fontes.
Fabiane, em quase todas as distros modernas tu pode instalar uma fonte pra determinado usuário jogando ela no ~/.fonts.
Portanto é superior ao Mac e aos Windows da vida, já que tu não precisa de superprivilégios pra instalar alguma fonte.
Só reiniciar a aplicação que usa fontes, não precisa reiniciar o X.
Sim, eu sei, o Fedora era assim. Já o Ubuntu, pelo visto, não é uma distro moderna.
Mas nunca precisei de superprivilégios para instalar fontes do Mac ou no Windows. De onde tu tirou isso? o.O
Megalopolis
No Ubuntu funciona, ainda não achei uma distro em que não funcione.
No windows precisa de conta de administrador, já que tem que escrever no windows/fonts. A não ser que tenha algo parecido. No mac ae eu não sei, mas eu suponho que o OS X faça a coisa direito e não deixe o usuário mexer em pastas que não são dele. Ou então o Library é na verdade o ~/Library.
Me poupou o trabalho. Talvez Macmaníacos ainda tenham a vantagem de simplesmente arrastar fontes direto do link no browser para o diretório?
Não. A gente clica duas vezes na fonte e aperta o botão "Install Font".
Pelo menos eu faço isso.
stoploudness!
"Knowledge is just opinion that you trust enough to act upon." — Orson Scott Card
Então eu devo ter falado besteira, porque sempre usei Windows como administrador.
Megalopolis
Existe algo melhor. Serve?
http://i186.photobucket.com/albums/x128/dyegowill/...
Não precisa saber a pasta das fontes como no Mac ou no Gnome. Basta clicar em 'Adicionar Fontes' e indicar a pasta onde estão as fontes. Pra adicionar como root, clique em 'Modo administrador'.
Não estou aqui falando dos plugins proprietários malvados comedores de criancinhas. Estou falando de plug n' play. Estou falando de plugar sua impressora USB e ela funcionar.
A minha multifuncional HP C4280 foi detectada no Ubuntu/Kubuntu sem que eu tivesse que dar um único clique. Foi só digitar o texto e mandar imprimir.
Provavelmente o seu problema é por conta da fabricante e do péssimo suporte ao Linux. Claro que pro usuário pouco importa quem é o culpado, mas fica difícil pedir pra equipe do Ubuntu criar drivers pra todo tipo de dispositivo para as quais nem mesmo o fabricante se deu ao trabalho de criar os drivers nativos ou mesmo divulgar informações que possibilitasse o seu desenvolvimento por terceiros.
Eu tenho uma HP LaserJet 4L, ligada na porta paralela. Foi espetar e usar. No XP, um verdadeiro parto...
Andei dando uma olhada e até no Windows Vista tem o driver da sua impressora... Eu usei uma Laserjet 6L por muito tempo no XP e nunca tive problemas. Porém nos Linux que usei eu tinha que ficar configurando ela pelo CUPS para poder imprimir alguma coisa.
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Victor Franco: meu nome e meu blog!
CUPS pelo Browser
http://127.0.0.1:631/
tão fácil quanto o "Adicionar Impressora" do Windows Xp....
Ou usa aqueles printer-config do Fedora ou utilitário de impressora do Gnome.
"Bem difícil né?"
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www.forum-invaders.com.br
"Provavelmente o seu problema é por conta da fabricante e do péssimo suporte ao Linux."
E quem se importa de quem é a culpa? O problema é que a impressora não funciona no Linux.
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www.josuegomes.com
Exatamente. E é por essa razão que sempre dou uma checada em compatibilidades com Linux antes de comprar hardware. De repente, alguns fabricantes se tocam que estão perdendo clientes em potencial...
Não escancara desse jeito, que assim as ações destas empresas despencam na bolsa.
Você não sabe a felicidade que é quando o hardware funciona de primeira em Linux. Lembro das primeiras vezes que rodei no meu note o OpenArena sem precisar configurações esotéricas.
http://hogwartslinux.wordpress.com
Oh, mas sei, sim! Exatamente por causa do que eu disse.
Eu poderia tentar na sorte e confiar em alguns padrões, como USB. Foi o que fiz ao comprar minha câmera digital e, felizmente, funcionou às maravilhas. Mas hardware interno, desses de espetar? De jeito nenhum, melhor se precaver procurando por coisa comprovadamente compatível.
Mas esse é o problema maior na minha opinião para quem já decidiu que vai mudar para Linux e escolheu sua distribuição: tem-se que ter muita sorte para que seu hardware funcione de primeira, redondinho. Se não funcionar, aí o pobre coitado terá que buscar uma solução nas listas de discussão da vida. E isso faz muitos novatos que não tem tempo a perder desistir no meio do caminho.
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Lenda Detected
Essa sorte não é necessária com as "Distros Mãe" (Debian, Fedora, OpenSUSE, Slackware). A UNICA coisa que configurei foi minha placa de Vídeo(GForce 7600 GO) onde eu o FIZ por PREFERIR o Driver proprietário ao Pago...
O Ubuntu rodando pelo LIVECD, também reconheceu tudo em minha máquina.
...e minha máquina não tem nenhum Hardware pré-histórico.
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A lexmark tem boa reputação com laser, especialmente no Linux.
Houve uma época que ela enviava os arquivos PPD, depois começou a avacalhar oferecendo instaladores que requeriam java, aí foi triste. Mas como por aqui só entra lasers, os drivers gerericos PCL e PS funcionam bem.
Compramos umas novas lasers e eles voltaram a fornecer PPDs. Ufa!
Com jato de tinta, o testemunho que posso dar é que minha epson vampira de tinta uma CX4700 foi plugar e usar, sem drivers, no maximo uma balao informando se eu queria ajustar as preferencias dela - que pergunta obvia, quem em sã conciencia deixaria uma vampira de tinta usar o modo qualidade-normal.
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Programador órfão procura placa-mãe.
Na verdade na verdade, a UI de todos está estagnada. Funcionalmente todas estão no mesmo patamar e não há nada a ser feito quanto à isso enquanto seguirmos o modelo WIMP da PARC.
Hoje temos no máximo algumas diferenças sutis entre todas as interfaces disponíveis, seja Mac OS X, Windows XP/Vista, GNOME ou KDE, e principalmente diferenças visuais. Eu me sinto muito melhor usando o Mac OS X.
Impressoras é um problema. Curiosamente, minha impressora no Mac usa o mesmo driver que eu usava no Linux - Gutenprint do CUPS. O driver da EPSON só Deus sabe o que fazer depois que instala porque o Readme não diz.
Quanto à releases de software, é a filosofia do "release early, release often". O problema é que eles esquecem do release often na maioria das vezes. Eu acho que tem coisas que devem ser eternos betas pra nunca ficar estagnado em uma versão sem uso. Se você tivesse usado o famigerado Debian durante seu freeze de 3 anos da árvore estável você entenderia.
Quanto ao Spotlight concordo completamente. Não sei o que é abrir o Finder desde que comecei a usá-lo. CoverSutra pro iTunes então é outra mão na roda
stoploudness!
"Knowledge is just opinion that you trust enough to act upon." — Orson Scott Card
São problemas "pequenos" como estes que fazem com que o GNU/Linux seja visto pelos iniciantes como um bicho de sete cabeças.
Instalação de programas em geral, nem só da impressora, se torna um problemão para quem está iniciando... Eu sofri um pouco para instalar minha Lexmark, mas agora está funcionando perfeitamente no Ubuntu.
Eu sempre digo que para alguém usar GNU/Linux tem que ter vontade, motivo e tempo...
Exatamente!
Se eu fosse um pouco menos paciente teria desistido. Quem vem do mundo Windows pra se aventurar no Ubuntu sofre um pouco. Principalmente na instalaçao de programas dependências (AAHH!!) e drivers.
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"Espaço reservado para frase inteligente"
Creio que essa revolução a qual Shuttleworth mencionou, será bem mais interna do que apenas uma interface nova.
E ficamos na expectativa de que não de a louca na Canonical, e diga que eles não cobram nada pelo Ubuntu, e por isso não devem nada a ninguém.
Ratifico o pedido para que as sugestões sejam enviadas à equipe de desenvolvedores,vejam: https://wiki.ubuntu.com/Artwork/Incoming/Intrepid/...
Aqui minha impresora antiga da Lexmark funciona bem e foi fácil a configuração, só não consegui fazer funcionar a webcam da Vimicro, parece que no kernel 2.6.27 os drivers virão instalados
No caso do indexador de arquivos, só acho que falta o lado lúdico. Talvez um cachorrinho mascote. O povão não quer achar nada, quer é ficar olhando pro cachorrinho simpático. Já que chama beagle, que usem um Beagle.
Mentira, mascotes são totalmente supérfluos.
A tela azul da morte não teve mascote, e sempre foi um sucesso.
Opa.
Pera.
Seria a tela azul um mascote?
Estaria o Mark seguindo os passos de Bill? Ou seja, primeiro o marketing e depois a qualidade do produto?
Ou os passos de todas as empresas do mundo? Sorry darling, ninguém vive só de qualidade.
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www.josuegomes.com
Tem razão, todos fazem o mesmo: primeiro a embalagem, depois o produto.
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Abraços!
Palavras Sussurradas
Utilizei MacOS apenas duas vezes, portanto não tenho como tirar conclusão do mesmo, mas como utilizo apenas Linux em casa a mais de 4 anos posso afirmar que para quem está acostumado com Linux utilizar Windows é bastante complicado também, essa idéia de procura na internet, confere o anti vírus, confere o anti trojan, instala tendo que clicar 500 vezes, reinicia, etc, etc...
Antes de migrar para Linux fui um daqueles que os amigos sempre lembravam na hora que deu problema no Win, está travando, um programa parou de funcionar, hardware não ta ativando...
Acredito que na pratica todos os sistemas estão muito fáceis de utilizar, mas aquele que a pessoa está mais acostumada vai ser o mais fácil
Concordo em partes. Eu comecei a usar computadores pelo Linux a uns anos atrás. E na época que os Linux(pelo menos o Debian e Conectiva 6) nem tinha auto-mount dos disquetes. Mas quando vi no Windows era só clicar no tal do 'A:' em vez de digital um monte de coisas descobri que como podem ter soluções melhores para alguns problemas. Com certeza se um usuário começar pelo Linux vai ser melhor e mais fácil de aprender, mas não dá para negar que o Windows é muito mais fácil de usar, mesmo com vírus, trojan e essas coisas. Talvez hoje em dia essa diferença de facilidade de uso nem seja tão grande hoje em dia.
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Ricardo Serathiuk
Uma coisa que falta nas distribuições Linux e que nenhum desenvolvedor FDP se lembra. Ok, ok. Eu sei usar o sistema de permissões do Linux, E eu também sei usar o SUDO. Agora, se eu tento copiar um instalador (um tarball por exemplo) da minha home para a /usr/share, diretório qual estou habituado a compilar meus programas, eu preciso abrir o terminal, logar em root e movê-lo pra lá.
Ok, mas eu não sou usuário final e não uso meu sistema em modo gráfico? Poxa, custa o Nautilus ou o Konqueror (ou Dolphin) interpretar uma coisinha mais ou menos assim: Se usuário/grupo timm tentar copiar/mover/salvar arquivo para alguma pasta de propriedade do root OU pasta da qual não tem acesso, abrir um pop-up e pedir autenticação! OU senha de root OU senha do usuário SE ele sudar o comando cp/mv.
Resolveria até o problema das fontes da Fabiane, e aí sim: O Linux estaria bem mais próximo do Mac OS X.
Mas agora, os caras tem uma habilidade imensa para programar, mas não tem habilidade para pensar como usuário final e pensar em maneiras acessíveis para os ditos seres humanos? Complica...
É por isso que o pessoal do Fedora desenvolveu o PolicyKit, e o Gnome está adotando o GIO. Juntando os dois, agora é possível implementar as coisas como você descreveu, de forma muito mais simples (aqui tem uma descrição mais ou menos sobre..).
O ruim é que ainda que mais simples, eu não acho que alguém deva implementar antes da versão 2.26.
Aquele Policy Kit é meio escroto, precisaria melhorar bastante pra ficar mais user friendly e mais funcional, mesmo. Mas é um começo (que é o mesmo desde o Fedora 6 pelo que me lembro
)
Naada, ele não é tão velho e tem melhorado muito. Ele foi criado e começou a ser usado no Gnome 2.22 (Fedora 8 e Ubuntu 8.04), e agora para o Gnome 2.24 foi aceito como módulo oficial do Gnome (junto do Empathy - WebKit ficou para a próxima versão).
Provavelmente para o Gnome 2.26, essa funcionalidade esteja implementada...