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Já há vários dias eu venho adiando a escrita desse post, muito em razão de não saber ao certo o que dizer sobre o episódio da exclusão de um jogo dos catálogos da Amazon. Embora o acontecimento possa não parecer tão importante a primeira vista, o jogo em questão não é qualquer jogo. Na verdade, essa obra deveria cair no esquecimento, principalmente devido a sua temática, mas é justamente isso que está causando tanto burburinho na internet (e também fora dela). Bom, vamos aos fatos.
Desenvolvido por uma produtora japonesa cujo nome acho que nem mereça ser mencionado, RapeLay é um “simulador”. O problema é que apo´s criar simuladores de cidades, aviões, guerra e até formigas, algum desclassificado achou que a humanidade precisa de um simulador de estupros. Isso mesmo caro leitor. No jogo nós devemos fazer uso de uma força sobrenatural para violentar mulheres e não satisfeitos com o incentivo a esse ato desprezível, os produtores ainda incluíram a possibilidade de forçarmos um aborto nas vítimas, com a intenção de ganharmos mais pontos. Após ficar a venda por alguns dias na Amazon, até que uma organização contra ataques sexuais entrou com uma ação pedindo a suspensão das vendas do jogo.
Vocês já devem ter lido aqui no MBG eu defender a liberdade de expressão e ser contra a proibição da venda de jogos violentos para maiores de idades, mas mesmo correndo o risco de parecer incoerente, dessa vez eu tenho que dizer que apoio a medida. Me desculpem os que discordarem, mas acho que já estamos passando dos limites.
Será possível que chegamos ao ponto de termos que “nos divertir” violentando virtualmente jovens numa estação de metrô? Será que o ser humano é tão podre que consegue encarar atitudes de tão baixo nível como uma forma de entretenimento? Eu realmente respeito a diversidade, mas acho que incentivar os desejos doentios de uma pessoa não pode ser considerado apenas liberdade de expressão. Talvez eu esteja redondamente enganado mas não acho que os videogames devam servir como um meio de divulgação para tão atitudes tão repugnantes.
PS: Quem costuma ler meus textos deve ter percebido que sempre gosto de colocar uma imagem para ilustrar o post, mas esse será uma exceção. Aqui eu mal tive estômago para terminar minha linha de raciocínio.
Ok... não restam dúvidas de que é um jogo asqueroso... a idéia é simplesmente patética e eu nunca iria adquirir um jogo desses (nem que fosse na ilegalidade pra "dar uma experimentadinha")... Agora sou parcialmente contra a proibição por que cai na "vala comum". Ora, se sou proibido de praticar estupros virtualmente, sou proibido tambem de pegar um lanca-chamas e sair tostando pessoas nas ruas (ou atirando granadas... bom... sabem de que série estou falando). Acho sim que um jogo desses deveria ser banido da face da Terra, mas não posso concordar por que abriria precedentes para outros jogos de gosto "menos duvidoso" (fogo, gente, gritaria... eh... não da pra realmente afirmar que seja menos duvidoso). Então que deixem o repúdio do publico se encarregar do expurgo deste título.. sem intervenção legal!
(apenas minha opinião)
O problema é sempre o limite. Então, podemos fazer um mafioso, que fica feliz em atirar em policiais, roubar carros, usar drogas, mas não podemos fazer um estuprador?
Ok, o aborto é um extra que realmente foi criado para chocar, mas... o que nos impede de colocarmos o limite no também aclamadíssimo GTA, se limitarmos esse jogo?
Talvez devessemos barrar os crimes hediondos, como tortura ou estupro... mas nesse caso, assassinato também estaria entre o que estar barrado, não?
Embora eu esteja defendendo essa linha de raciocínio, devo dizer que concordo com você, Dori. E vou além, ao achar que jogos como GTA não deveriam existir, por mais bem produzidos que sejam. Justamente pela sua argumentação: "Será que o ser humano é tão podre que consegue encarar atitudes de tão baixo nível como uma forma de entretenimento?"
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Desenvolve jogos de computadores?
http://vinigodoy.wordpress.com
Vini, por isso eu disse que demorei para escrever esse texto. Acho o assunto extremamente delicado e não tiro sua razão. Porém, eu não consigo ver um jogo cujo objetivo seja matar simplesmente. É claro que você deve fazer isso para seguir nas missões mas aí acho que o os fins justificam os meios, por mais absurdo que isso possa parecer.
Mas olha só, em jogos da 2º guerra também devemos matar, e se tentarmos simplificar as coisas, ele não seria tão diferente do GTA. O problema, acredito eu, está nas pessoas que pegam o jogo só para causar o caos pelas ruas da cidade, banalizando a violência.
Só quero deixar uma coisa bem clara, não estou querendo dizer com isso que se um jogo tiver estupro como forma de prosseguirmos no jogo passarei a aceitar o ato. Pois é, estou mesmo sendo incoerente, mas isso é uma coisa que não aceito.
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Vida de Gamer | A vida como ela é (ou deveria ser)!
"Será possível que chegamos ao ponto de termos que “nos divertir” violentando virtualmente jovens numa estação de metrô?"
Metrôs são muito sem graça!
"Será que o ser humano é tão podre que consegue encarar atitudes de tão baixo nível como uma forma de entretenimento?"
Com certeza.
"Eu realmente respeito a diversidade, mas acho que incentivar os desejos doentios de uma pessoa não pode ser considerado apenas liberdade de expressão."
Felizmente é.
Eu pessoalmente acho RapeLay, assim como a maioria dos jogos da 'catigoria', de muito mau gosto. E olha, eu joguei sem pestanejar Randy Balma - Municipal Abortionist e aquele jogo chinês de torture porn feito no paint.
E pra quem quer mais discussão sobre o jogo de mau gosto lá vai ae:
http://sexyvideogameland.blogspot.com/2009/02/was-...
http://sexyvideogameland.blogspot.com/2009/02/rape...
http://sexyvideogameland.blogspot.com/2009/03/my-l...
E sobre um jogo de não tão mau gosto assim com uma cena de estupro
http://sexyvideogameland.blogspot.com/2009/02/big-...
Sou contra a proibição!
Tenho certeza que jogos como esse, diminuiriam e muito os atos de estupros na vida real.
Seria interessante usá-lo em penitenciárias em busca de um estudo mais aprofundado, para saber o quanto um jogo desses pode saciar a vontade de estuprar de um estuprador, evitando o crime real.
É muito fácil criticar um jogo.
Difícil é achar formas de resolver o problema na vida real.
Falowzzzzzzzzzzzz
É impressionante também como jogar Cooking Mama mata a minha fome. Podiam enviar NDS's pra Somália, iriam resolver muitos problemas lá.
Fabião, há uma grande diferença entre problemas psíquicos e problemas de necessidade física.
A fome é física, logo nada virtual a substituaria. Se fosse assim, não existiriam obesos no mundo.
O estupro, diferente do que a maioria pensa, não é um problema de necessidade sexual, mas sim de necessidade de poder.
Quem estupra, são pessoas extremamente submissas e com um sentimento de rejeição muito grande. O estupro é uma forma de pessoas, com essa ausência, demonstrarem que em algum momento possuem poder.
E acho sim, que um jogo pode substituir essa ausência de poder na vida real.
Falowzzzzzzzzzzzzz
Bom, brincadeiras a parte (o meu post foi, óbviamente, uma brincadeira), eu discordo veementemente que simuladores resolvam o problema de necessidades psíquicas.
Você ignora simplesmente o fato mais primordial nisso tudo: É só um jogo. O criminoso não têm resistência além da virtual, sempre vai ganhar, e sempre irá querer mais.
Outra: É discutível dizer que todo estupro é causado por "necessidade de poder". O fator sexual ser sumáriamente ignorado e posto em segundo plano para TODOS os estupros é muito vago, penso eu.
Sim, o fator sexual é uma parte importante de qualquer estupro (penso eu), é deve ser incluído em todas as análises do fato. Mas não da forma como esse juiz fez:
http://karstenf.com/2009/02/onde-as-mulheres-nao-t...
Hey, de certa forma um jogo e filmes retratando o estupro dessa maneira é bom, se o agressor for "intelectualmente desprivilegiado". Não faz muito tempo escutei uma notícia de um carinha que foi estuprar uma moça, e, provavelmente pensando em seus filmes/videogames foi tentar fazer sexo oral com ela. Acabou tendo que fazer escala num hospital pra costurar o dito cujo antes de chegar na prisão.
E acho sim, que um jogo pode substituir essa ausência de poder na vida real.
Que tal RESOLVER a ausência de auto-estima ou poder na vida real? Tipo, DE VERDADE?
Não é liberando estupro em um jogo que vamos satisfazer os estupradores da vida real. Estupro é antes de tudo um crime de ódio, uma demonstração de poder, e não apenas uma tara qualquer.
(ok, eu sei, não é banindo estupro em um jogo que eu acabo com estupro na vida real - mas pelo menos eu evito que essa idéia de que estupro pode ser aceitável em algumas situações seja perpetuada também no meio digital)
Pra disciplinar (ou pelo menos tornar um pouco mais civilizado) esse tipo de "instinto" ou fantasia já existem boas saídas no mundo real. Informe-se sobre BDSM sério e o conceito do SSC (São, Seguro e Consensual).
http://eutambemjogo.blogspot.com
uma ruiva segurando um gato falando de BDSM?
Socorro, fiquei com medo
Desculpe a brincadeira, ehehehhe.
Falando sério agora, o tema é asqueroso... mas proibir? eu ja vi tanto estupro em filme (claro que num jogo, vc é o agente ativo e blaaaaablabla - mesmo arguemnto que usam contra o GTA). E nao tenho vergonha de dizer que um dos meus filmes preferidos é Pulp Fiction, onde ha um estupro masculino(opaa, nao é por isso que eu gosto do filme, só pra deixar claro
)
A questão é que, eu não acho que um problema não existe pelo simples fato de não falarmos dele... e "banir" um jogo não faz o ato real não acontecer...
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E o que impede de incentivar ao ato o dobro ou o triplo de pessoas que seriam "saciadas" apenas pelo jogo?
Não podemos esquecer de todos os tipos de indivíduos que residem em nosso planeta, inclusive os maníacos, que usariam o jogo, como já vimos, para desculpa de "querer ver como é/funciona na realidade".
Lembra-se de casos como GTA, Duke Nukem e outros.
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Tentando colocar em prática as novas regras ortográficas...
Na dúvida... Manda PM!
Mesmo assim ainda são pouquíssimos os casos que se dizem incentivados pelos jogos.
Infelizmente a enorme quantidade de crimes que deixam de acontecer, pq as pessoas viram como é fazer num jogo, não são noticiadas pela imprensa, já que os crimes nunca aconteceram.
Eu sempre fui totalmente contra a proibição de jogos. E ser a favor nesse caso seria uma hipocrisia enorme.
Como disse o Fabião: Produz quem quer, compra quem quer. Mesmo que eu não concorde com a idéia do jogo.
Falowzzzzzzzzz
Concordo com o fator "saciar vontade", embora o jogo nesses casos (de "quase-estrupadores" jogando) pudesse ter um desempenho quase 50-50, com metade dos "quase-estrupadores" sendo saciados e a outra não, talvez até o contrário.
Uma pessoa violenta pode extravasar no jogo violenta as frustrações do dia-a-dia, e quanto a uma pessoa com necessidades físicas? Vivemos numa sociedade onde às vezes é errado a prática da masturbação (especialmente entre adultos) e o consumo de pornografia (por motivos religiosos).
Pega um padre, por exemplo. Não é permitido a ele casar, namorar, masturbar-se ou consumir pornografia. Em homens a necessidade sexual é fisiológica, logo se esse padre não conseguir sublimar seu desejo, temos um grande problema. A culpa é, em parte, da sociedade, que incutiu na cabeça dele que sentir desejo é errado.
Existem muitos estrupradores que não mantiveram relações sexuais saudáveis, não se permitiram as "alternativas" por motivos sociais ou religiosos e lá pelos 40 anos não agüentaram mais. Não quero tirar a culpa deles mas o "politicamente correto" cria mais problemas que resolve.
Pega um padre, por exemplo. Não é permitido a ele casar, namorar, masturbar-se ou consumir pornografia.
E todos eles viram abusadores de criancinhas? TODOS? A maioria? Acho que não.
Não é simples assim. Como bichos um pouco mais evoluídos que macacos nós temos diversos jeitos de sublimar impulsos. E nem sempre é simples como "tenho vontade de estuprar - vejo um filme de estupro - pronto, estou satisfeito".
http://eutambemjogo.blogspot.com
Citando a mim mesmo:
"Em homens a necessidade sexual é fisiológica, logo se esse padre não conseguir sublimar seu desejo, temos um grande problema. A culpa é, em parte, da sociedade, que incutiu na cabeça dele que sentir desejo é errado."
Concordo que consigamos, como seres evoluídos, sublimar impulsos. Mas se mesmo para uma pessoa inteligente e treinada (um padre médio) às vezes é difícil, imagine para alguém fora da curva tentar sublimar um desejo sexual em fervor religoso, vontade de praticar jardinagem ou o que for.
Estamos falando aqui de pontos fora da curva, de menos de 0.5% de padres com problemas emocionais. Porém acho que a categoria é muito prejudicada preconceitos que nem chegam a estar na bíblia, mas são cobrados destes, que devem dar o exemplo.
Sou contra a proibição!
Tenho certeza que jogos como esse, diminuiriam e muito os atos de estupros na vida real.
Seria interessante usá-lo em penitenciárias em busca de um estudo mais aprofundado, para saber o quanto um jogo desses pode saciar a vontade de estuprar de um estuprador, evitando o crime real.
É muito fácil criticar um jogo.
Difícil é achar formas de resolver o problema na vida real.
Falowzzzzzzzzzzzz
Olha, me desculpe a acidez, mas PQP! Seguindo tua linha de raciocínio, que tal criarmos jogos em que vc pode estuprar bebês? Vai dizer que isso diminuiria a pedofilia no mundo....que LINDO, não?
Aristóteles dizia que o homem, quando dormindo, não encontraria limites para a vontade de saciar sua cupidez, que seria capaz de unir-se carnalmente à própria mãe (APUD Rouanet, in A Razão Cativa'); mas eu acho que deve (observe o 'deve') existir um limite 'razoável' para os desejos humanos.
Tudo bem que em algumas culturas, casar-se com meninas de 8 anos é uma coisa natural (alguns países muçulmanos) e que em algumas tribos, é comum que as meninas sejam defloradas pelo pai...mas estamos falando de ocidente e, pelo que eu sei, tais práticas NÃO são inerentes à nossa cultura, ou estou errada?
Adoro residente evil (game) e adoro explodir as cabeças dos zumbis, mas é um tipo de violência que, de certa forma, não é amoral, haja vista que zumbis perderam a humanidade.
O problema de um jogo em que vc pudesse cometer estupros ou pedofilia é que, de certa forma, isso acaba fazendo com que no inconsciente, tal prática acabe sendo aceita; o homem acaba se acostumando a tudo....como exemplo menciono a questão das mortes em hospitais públicos por falta de atendimento: creio que no início, as primeiras pessoas que observaram tal coisa ficaram horrorizadas, mas a constância do fato fez com que ele se tornasse 'comum', ficamos 'cauterizados'.
Quanto aos presídios, creio que a violência sexual tem mais a ver com a 'tensão sexual' de confinados do que com a homossexualidade propriamente dita: se o instinto sexual não tiver uma válvula de escape...ferrou.
Voltando à questão do estupro ou pedofilia, menciono o filme 'o lenhador', no qual a personagem vivida pelo ex-footloose luta ferrenhamente para vencer o desejo que tem por criança, mas só cai em si no momento que, ao se aproximar de uma menina, vê os efeitos que o abuso do pai causou nela.
Podem me chamar de retrógrada, moralista ou o que for: alguns desejos tem de ser guardados no fundo do baú e ponto final!
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Abraços!
Palavras Sussurradas
***"Adoro residente evil (game) e adoro explodir as cabeças dos zumbis, mas é um tipo de violência que, de certa forma, não é amoral, haja vista que zumbis perderam a humanidade."
BioHazard. Eu pessoalmente prefiro maltratar animais. Que nunca obtiveram a humanidade, à despeito dos ecochatos. Ou personagens de videogame.
***"Jogos com estupro dessensibilizam o jogador ao estupro!!!"
Sim, e jogos com violência também. Agora vamos lançar Quake 4, com armas fantásticas como lançador de pirulitos e plantador de flores.
Tipo, agora me lembro daquela review do clássico Doom onde o reviewer dá 6.0 e declara que o jogo é muito pouco interativo, e que você deveria poder conversar com os monstros. Ele não é capaz de entender que você dialoga com eles numa linguagem superior, a linguagem universal da violência. Todo ser capaz de sentir dor e morrer a compreende facilmente.
***"Quanto aos presídios, creio que a violência sexual tem mais a ver com a 'tensão sexual' de confinados do que com a homossexualidade propriamente dita: se o instinto sexual não tiver uma válvula de escape...ferrou."
Eu não tenho experiências pessoais com estupro, digo, atentado violento ao pudor em prisões, nem conheço uma vítima ou ofensor. Mas imagino, que dada às condições do ambiente, o negócio seja muito mais um jogo de poder entre os presos do que algo pra descarregar a tensão sexual. Claro que o fator sexual é importante e não deve ser considerado, mas presumo que não seja o principal.
Fátima, eu dei uma lida sobre o jogo, bem, o jogo te ensina toda uma moral, é bem didático.
Tem um modo de jogo onde você tem que rezar pra saia da menina escapar e você pregar um flagra.
E fazer sexo com camisinha pode ter consequências desagradáveis, se a moça engravidar, e você não tiver o cuidado de forçá-la a abortar, dá um game over violento numa cena onde você é empurrado na frente do trem.
Jogos com estupro dessensibilizam o jogador ao estupro!!!"
Sim, e jogos com violência também.
Lembre-se que em nenhum momento falei em proibir, honey. Falei que penso que esse tipo de jogo (e mesmo os violentos) acabam 'dessensibilizando' as pessoas. E estou aqui defendendo o mesmo que defendi por ocasião da postagem do Carlos sobre 'lei antipedofilia/lolicon': pode não ser causado nenhum prejuízo real o desenho de um bebê sendo violentado, mas se esse tipo de desenho se tornar comum, há sim uma dessensibilização.
Por fim: o único jogo violento que gosto é o REvil, nunca me interessei pelo tão citado jogo de atropelamento e et e all. Se eu tivesse um filho, explicaria a ele que não compraria tal jogo, nem permitiria que ele comprasse por entender que ele banaliza uma situação que não é aceitável. Ele poderia até jogar na casa de amigos, dado que não poderia policiá-lo 24 hs, mas saberia que é errado.
Fátima, eu dei uma lida sobre o jogo, bem, o jogo te ensina toda uma moral, é bem didático.Tem um modo de jogo onde você tem que rezar pra saia da menina escapar e você pregar um flagra.
E fazer sexo com camisinha pode ter consequências desagradáveis, se a moça engravidar, e você não tiver o cuidado de forçá-la a abortar, dá um game over violento numa cena onde você é empurrado na frente do trem.
Você rezar (não creio em eficácia de preces, bien entendú) para a saia da menina levantar não é errado. Primeiramente pq a única ação positiva que vc teve no sentido de fazer com que a tal saia levantasse, é claramente ineficaz na vida real; 'segundamente' pq o único dano que vc tua ação (se surtisse efeito) causaria à garota seria ela ter, durante pouco período de tempo, sua intimidade física exposta.
Quanto ao ato de 'forçar um aborto',isso sim teria eficácia na vida real; assim como quaisquer atos físico (exceto as orações, rs) teriam para o estupro. E isso torna os dois atos BEMMM diferentes.
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Abraços!
Palavras Sussurradas
Eu não citei jogo de atropelamento.
Minha irmã adora jogar Katamari Damacy. É um jogo muito violento que banaliza a violência, onde você atende pedidos do REI DE TODO O COSMOS para destruir casas, zoológicos e cidades inteiras. No clímax do jogo você engole toda a superfície da terra e fica vareando no vazio procurando mais alguma coisa para se completar. É fantástico.
E quanto à desumanização dos inimigos, se em BioHazard, quando você fosse mordido, virasse um zumbi e começasse a atacar os humanos, tal jogo seria mais ou menos banalizador? Mais ou menos moral?
Sim, no jogo são atos muito diferentes. Um é de zoa, o outro é pra evitar game over. Simples assim.
O que acho curioso é que eu fui um dos poucos homens que defenderam a proibição do jogo. A maioria foram mulheres.
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Vida de Gamer | A vida como ela é (ou deveria ser)!
problema de um jogo em que vc pudesse cometer estupros ou pedofilia é que, de certa forma, isso acaba fazendo com que no inconsciente, tal prática acabe sendo aceita; o homem acaba se acostumando a tudo....como exemplo menciono a questão das mortes em hospitais públicos por falta de atendimento: creio que no início, as primeiras pessoas que observaram tal coisa ficaram horrorizadas, mas a constância do fato fez com que ele se tornasse 'comum', ficamos 'cauterizados'.
Quem me conhece sabe que a coisa que eu mais odeio é hipocrisia. Acho hipocrisia banir um jogo de estupro e deixar passar tantos animes, mangakas e similares onde a coação acontece, porém apenas num primeiro momento.
Lembro de ter visto Yu Yu Hakusho quando criança. Yusuke, antes do começo da estória, era um adolescente tarado que ficava levantando a saia da namorada "woulda be" para ver a calcinha, ou lhe agarrando os seios. No fim ela salva a vida dele, ele salva a vida dela, os dois namoram e, no fim, tudo bem. Todos relevam que o cara era um pervertido do caramba.
Tem vários jogos (,animes, mangakas,... você entendeu) que exploram um tipo de temática onde o personagem masculino sevicia a personagem feminina, esta acaba gostando, termina saindo com o personagem masculino e vê o quão errada estava em julgar mau o sexo/desejo/whatever.
Qual a diferença desse jogo para o jogo de estupro? Só o fato de que, no hentai a personagem seviciada está gostando da coisa com 5 minutos de atividade sem preliminares. É hipocrisia banir o segundo e permitir o primeiro, deve haver regras abrangentes nesse sentido.
Se no tal jogo de estupro (Rape Lay), o personagem principal se casasse com a vítima, no Japão o ato seria relevado e tratado apenas como "jogo para maiores de 18" e ir para a prateleira de cima. Quantas vezes já não vi isso acontecer em mangaka...
Hoje temos até mesmo games pornô com qualidades tri-dimensionais quase que invejáveis (só entrar no site dàquela atriz porno loira que fez muito sucesso cujo nome não direi aqui).
Agora construir um game como o citado é "pedir para sair".
"Chute na porta soco na cara!" no mínimo.
http://wallck.spaces.live.com/
wallace.go@gmail.com
Minha mãe veio me mostrar na revista alguns dias atrás e conversamos um pouco sobre isso. Eu ia postar aqui, falar sobre o assunto, mas assim como você, Dori, não tive tanto estômago para isso.
Assim como já disseram, se trata de um limite. Se existem jogos onde o personagem principal mata inocentes por prazer, estupro seria muito mais que isso? Sim, eu sei que é difícil de concretizar o limite, mas precisariam ter criado tal tipo de jogo?
Gosto muito de GTA, do enredo, dos objetivos interessantes... Mas até onde poderiam ir os produtores?
Concordo com Raccoon, não poderíamos apoiar uma ação legal, já que abriria um precedente, mas temos que esperar que o repúdio do público, realmente, extinga o jogo por completo!
Os japoneses me decepcionaram dessa vez. Gosto muito da cultura deles, dos jogos que criam por lá, mas isso foi de mais.
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Tentando colocar em prática as novas regras ortográficas...
Na dúvida... Manda PM!
Minha opinião:
Produz-se o que quer, compra quem quer. Não acho que deveria ser proibido não.
Temos várias coisas a pensar, no caso dos que acham que o jogo não deveria ser liberado:
Seria pelo motivo dele ter alguma apologia ao crime? Bom, quem pensa assim deveria ser a favor da proibição de GTA também.
Seria pelo motivo dele ser de péssimo gosto? Bom, isso depende muito do gosto da pessoa. Eu não me considero no direito de julgar ninguém no que diz respeito a isso.
Infelizmente, e isso não é uma ofensa ao Dori e nem a ninguém, mas me parece meio inevitável: É de uma certa hipocrisia ir contra este jogo e achar o máximo traficar drogas e matar pessoas no GTA. Pode-se questionar o que leva alguém a se divertir com isso, pode até se lamentar o ponto que a espécie humana chegou, mas apoiar proibição é dois pesos e duas medidas SIM, e se estupro nos ofende e achamos inadmissível que isso esteja em um jogo como podemos julgar que o tal advogado que eu esquecí o nome e vive importunando a Rockstar não tenha o direito de se sentir ofendido e julgar inadmissível o tráfico de drogas ou a violência que o jogo apresenta?
Se eu perguntar "Ah, mas como você pode sentir prazer em traficar drogas virtuais e assassinar pessoas no videogame?" o que vocês me respondem?
E não vale dizer "Ah, mas tem uma história, tem uma jogabilidade, e tal", porque provavelmente o jogo em questão, por mais porca e nojenta que seja, também a tem.
já ia aqui escrever quase a mesma coisa que vc disse e ainda vou além, apenas para exagerar no exemplo, no mundo hj o grande agente matador de pessoas é o trânsito, aí produz um jogo (que eu já gostei muito) onde o foco são as corridas ilegais, fugir da polícia e destruir tudo com o carro, qual a mensagem?
Se for para proibir, é melhor parar tudo e fazer apenas jogos educativos
Relaxa Fábio, eu não acho que foi ofensa não, até porque essa talvez tenha sido a vez em que eu estive mais preparado para ouvir ofensas das piores possíveis.
Como eu mesmo disse, sei que o assunto é complicado e eu mesmo admiti estar sendo incoerente, mas para mim um jogo com essa temática não desce. Continuo com a opinião que se trata de algo de extremo mau gosto e que deva sim sumir da face da terra. Se alguém quiser jogar essa porcaria, que faça como vimos no filme 8mm, que procurem no submundo (se é que isso existe).
Mas veja só, da mesma forma que alguns leitores apoiaram minha posição, outros discordara, mas pelo menos por enquanto não houve ofensas e provocações de nenhuma das partes. Fico muito feliz por isso, mostra que somos pessoas esclarecidas.
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Concordo quando diz que o negócio é de um mau gosto absurdo. Concordo quando alguém diga que jamais vai comprar isso, mesmo porque o cara tem de ter muitos (e seríssimos) problemas psicológicos para adquirir isso.
É só na questão da proibição que eu discordo de você.
Quando você joga, você encarna um personagem.
Esse é um tipo de personagem que realmente não me sentiria bem de maneira alguma.
E achar esse tipo de atividade divertida é realmente doentio.
Eu não acho absurdo um jogo em que atiremos em zumbis ou aliens.
Quando há uma razão plausível para se atirar em humanos também, sejam inimigos de guerra, bandidos ou terroristas. Mas violar uma mulher indefesa não é lazer, é um exercício de sadismo e crueldade.
A proibição é apenas a ponta do Iceberg, o fato de haver gente que crie jogos desse tipo e gente que consuma, se dispondo a pagar inclusive é que me preocupa.
Esse mundo está perdido.
"Although prepared for martyrdom, I preferred that it be postponed."
- Sir Winston Churchill
Ué ? No GTA é possível ter relação com as prostitutas e depois matá-las para recuperar o dinheiro, porque ninguém fala nada ? Se for pra proibir é bom aumentar esta lista ai.
Claro que existe uma diferença, no GTA o objetivo do jogo não é esse, é uma das possibilidades que o jogo te proporciona, agora um jogo com o único objetivo de estuprar pessoas é complicado.
Eu vejo as coisas da seguinte maneira: é um jogo, aquilo dali não passa de um monte de pixels que se movimentam numa tela, é algo que foi programado e não tem nada de real, se eu pego um jogo desse para jogar eu acho que iria dar muita risada.
Olha acho que o ponto é o seguinte, Sair atirando em jogos e etc como estão dizendo nos comentários acima é uma coisa.
Somos desenvolvidos, ninguem (assim eu espero) vai sair atirando em todo mundo aqui depois de jogar GTA.
Agora produzirem um jogo sobre este assunto? Gente isso chega a ser asqueroso, estamos falando de mulheres, cara quando eu ouço sobre pessoas na TV ou em qualquer outro meio de comunicação que tenha cometido esse "ato". Da vergonha do infeliz...
E ainda devo confessar que não tinha conhecimento do jogo até então, e cara realmente fiquei chocado. Fico pensando em que tipo de retardado que jogaria uma coisa dessas.
Desculpe a todos, respeito a opinião de todo mundo...
Mas isso é mais do que extrapolar os limites... e como o titulo do post diz "a moral fala mais alto".
Mas cara, " Somos desenvolvidos, ninguem (assim eu espero) vai sair " estuprando mulheres por ai.
Acho que a ideia é a mesma, e com esse pensamento o jogo não é nada de mais.
Acho que vc está sendo incoerente.
Eu também acho asqueroso quando alguém mata alguém na vida real.
Não vejo problema nenhum em matar virtualmente.
Assim como a pessoa não vai sair atirando depois de jogar GTA, tb acho que não vá sair estuprando depois de jogar esse jogo.
Sempre acreditei que essa idéia de que os jogos induzem as pessoas é papo furado.
Quem faz algo assim e coloca culpa no jogo, está apenas arrumando uma desculpa pra justificar. O motivo é sempre outro.
Falowzzzzzzzzzzzz
Olha, por mais que o jogo seja de muito mau gosto, se eu o condenasse por simular estupros, por que não proibir os filmes pr0n que têm essa mesma temática?
Não estou defendendo esse tipo de crime hediondo, nem muito menos o tal jogo ou os filmes restritos a adultos com esse tipo de enredo, apenas acho que apenas uma simulação não iria estimular este comportamento doentio em todo mundo.
Como o colega já escreveu acima:
O estupro, diferente do que a maioria pensa, não é um problema de necessidade sexual, mas sim de necessidade de poder.
Quem estupra, são pessoas extremamente submissas e com um sentimento de rejeição muito grande. O estupro é uma forma de pessoas, com essa ausência, demonstrarem que em algum momento possuem poder.
Tem gente que joga First Person Shooters há mais de uma década e nem por isso foram metralhar um monte de gente na saída do cinema, por exemplo.
Agora sobre o outro aspecto desse título, tenho que esclarecer que sou a favor da legalização do aborto, em casos extremos, mas, os abortos forçados no tal jogo, não têm nenhuma razão de existirem.
Isso sim é inadmissível, mesmo usando-se do direito de liberdade de expressão, pois não se pode banalizar uma situação delicada como o aborto, isso não.
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The one-eyed in the Fortress at the World's End, Siará.
ESTUPRA MAS NÃO MATA!
Hey, tem abortos forçados no jogo?
Pera vou ler de novo!
os produtores ainda incluíram a possibilidade de forçarmos um aborto nas vítimas, com a intenção de ganharmos mais pontos.
Agora o jogo me parece muito mais interessante! A importância de uma scoring gimmick! Tudo fica muito melhor com uma!
Pessoalmente acho que essa proibição acaba aumentando a procura pelo jogo.
Só joguei um GTA na vida, o Vice City. O jogo, tecnicamente falando, é fantástico. Mas o aluguel acabou e também perdi a vontade de jogar até o fim. Meu objetivo? Roubar a moto esportiva e acelerar até dizer chega. Minha mente nipo-influenciada torna jogos assim intragáveis!
Não vou comentar sobre o jogo porque veio do japão. O poder desses jogos lá é grande (imagino que bonecas de silicone bizarras também...)
Mas vende. E bem. É o CAPETAlismo. Se tem quem compre, se bobear já esta no forno a próxima versão.
Não gosto de jogos não lineares. Mas gostaria de um RPG que te permitisse fazer qualquer coisa. Até isso. Ou até algo pior que isso e GTA juntos. Não porque eu quero fazer, mas porque se eu quero um jogo totalmente não linear, eu não quero barreiras invisíveis de cenário, moral, céu ou inferno. Quero que a limitação seja minha e não do jogo.
Talvez precisamos de mais uns anos para se chegar nisso, mas se a indústria não tiver referências de jogabilidade, continuaríamos no scroll do mario.
Liberdade tem um preço. A Rockstar esta pagando o dela (ok, mais recebendo que pagando). E a produtora desse jogo?
Pior q eu tb desejo a mesma coisa, um jogo q desse pra fazer TUDO.
Mas gostaria de um RPG que te permitisse fazer qualquer coisa. Até isso. Ou até algo pior que isso e GTA juntos. Não porque eu quero fazer, mas porque se eu quero um jogo totalmente não linear, eu não quero barreiras invisíveis de cenário, moral, céu ou inferno. Quero que a limitação seja minha e não do jogo.
Já tem uma versão meio precária disso aí, é chata pracarai e se chama Second Life
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Esse post me lembrou de um site só com coisas "feias" desse jeito. Eu num gostava de nada do site, mas morria de rir com os "hate-mails", eles recebiam zilhões...
E eles alegavam o seguinte: O limite de todo mundo é diferente, o q é absurdo pra um, pra outro é algo prazeroso...
Eu detesto akeles filmes prons q simulam estupros, mas tem muita gente q gosta (e deve ser muita mesmo, pq se a demanda fosse pouca ou nenhuma eles paravam de fazer), então pra mim enquanto num passar do virtual, ta valendo...
Caras, isso é muito complicado.
Num jogo como o GTA, o principal do jogo não é matar uma prostituta ou simplesmente atropelar velhinhas. Essas incorreções ao longo do jogo são acessórias. Neste jogo banido o estupro era o principal, a única razão do jogo existir. Já tem uma diferença importante aí. Se no GTA o cara não matasse a prostituta e só fizesse cosquinha nela, o jogo não ia perder o caráter. Nesse outro aí, se não tiver estupro, não tem jogo.
E tem a natureza do crime.
Existem crimes de todos os tipos (como alguns mostrados no GTA) e existem crimes de ódio. Crimes de ódio, a meu ver, são mais sérios do que um "mero" assalto a mão armada ou um "mero" atropelamento. Crimes de ódio como tortura e assassinato de prostitutas, negros, nordestinos, homossexuais, mulheres ou qualquer outra categoria que não seja a dominante não servem apenas para prejudicar a vítima pessoalmente. Eles são crimes que reforçam preconceitos e mostram que você não tem lugar em determinado pedaço da sociedade. São crimes que reforçam a posição de "marginal" (no sentido de estar à margem mesmo) de suas vítimas.
Estupro é um crime de ódio. Não se trata de mera agressividade ou desejos biológicos incontroláveis que "todo mundo tem". É uma demonstração de poder, de mostrar pra TODAS AS MULHERES, e não só praquela, que é mais forte, que a vontade dela não importa, que o corpo dela não a pertence. É algo MUITO SÉRIO. Sabemos que a maioria dos homens não é um estuprador em potencial, mas este tipo de conceito diluído na nossa cultura machista é o que faz as mulheres não terem oportunidades iguais na sociedade. Em última instância, é esse tipo de conceito que MATA mulheres, seja por violência direta ou indireta.
Tem gente que tem fantasias com estupro, claro, mas qualquer pessoa civilizada sabe (ou DEVERIA SABER) a diferença entre visualizar uma coisa na sua cabeça e fazê-la de verdade. Aí que entra a parte complicada. Jogo entra na parte da "fantasia" ou já podemos considerar que é algo "real"?
Jogo é diferente de uma foto, um filme, onde você é um cara passivo só assistindo. Você participa. Toma partido. Realiza. Eu acho que já é real o bastante pra gente começar a se preocupar.
Meu veredito? (rá, como se eu pudesse decidir algo!)
Acho certo não só banir o jogo como indiciar criminalmente os criadores. Eles produziram uma criação cultural incentivadora de ódio.
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"Num jogo como o GTA, o principal do jogo não é matar uma prostituta ou simplesmente atropelar velhinhas."
Todo mundo sabe que o negócio de matar a prostituta e ganhar seu dinheiro de volta foi roubado do Golden Axe.
"Nesse outro aí, se não tiver estupro, não tem jogo."
Isso pode ser resolvido, você pode ter várias opções, uma por exemplo de "discutir videogames cruéis" com a vítima em vez de estuprá-la e posteriormente a forçar a abortar. Isso iria modificar significativamente a natureza do videogame e dos supostos crimes cometidos por ele?
"Estupro é um crime de ódio."
Quais são os crimes de lindo amor?
"É uma demonstração de poder, de mostrar pra TODAS AS MULHERES, e não só praquela, que é mais forte, que a vontade dela não importa, que o corpo dela não a pertence."
A criminalização do aborto é essencialmente isso também, de certa forma. Mas defendê-la é considerado moralmente saudável por boa parte da população. Infelizmente.
"Jogo é diferente de uma foto, um filme, onde você é um cara passivo só assistindo. Você participa. Toma partido. Realiza. Eu acho que já é real o bastante pra gente começar a se preocupar."
Sim, é claro. É muito diferente. Só que o que acontece em videogames não é crime. É tão criminoso como desssacralizar uma hóstia ou urinar numa bandeira nacional. Você estupra um personagem de videogame, não um ser humano. Vamos agora ter que ficar defendendo os direitos humanos de personagens de videogame claramente desumanos?
A criminalização do aborto é essencialmente isso também, de certa forma. Mas defendê-la é considerado moralmente saudável por boa parte da população. Infelizmente.
É uma boa distorção, isso sim. A questão do aborto é relacionada com essa, mas não no ponto que você citou. Proibir que uma mulher faça um aborto antes dos 4 meses é um desrespeito à soberania da mulher sobre o próprio corpo. É dizer que ela não pode fazer o que quiser com o corpo dela. Digam o que quiser, mas embrião ainda não é gente. Se fosse, daria pra tirar, colocar numa incubadora super avançada e deixar ele chocando até ficar "maduro". Mas não é. Até certo ponto da gestação, um embrião é só um monte de células.
Mas o mais importante é: tá dentro de mim, faz parte do meu corpo e eu faço o que eu quiser com o MEU corpo. Ok, soou tosco pra caramba, mas resumidamente é isso.
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Na verdade é uma boa distorção, porque a violência contra a soberania do ser humano sobre seu corpo é bem visível, e direta, e institucionalizada. É violência real. Do Estado para seu útero.
A violência simbólica não é direta. Ela só ocorre porque o fanboy, crente, ou indivíduo anti simuladores de estupro se ofende (ou, em certos casos um pouco mais graves finge se ofender ;p) com certos símbolos. É violência virtual. É da sua interpretação do símbolo para você.
Seja você um mero punhado de células ou não (protip: você é, ou pelo menos pode ser razoavelmente descrita como, sem ofensas).
A violência simbólica não é direta. Ela só ocorre porque o fanboy, crente, ou indivíduo anti simuladores de estupro se ofende (ou, em certos casos um pouco mais graves finge se ofender ;p) com certos símbolos. É violência virtual. É da sua interpretação do símbolo para você.
A partir do momento que o símbolo tem uma interpretação praticamente universal (acho que todo mundo que joga concorda que aquilo que aparece na tela sendo abusado é algum tipo de "mulher") eu acho que fica mais sério. Não tem nem o benefício da dupla interpretação.
A violência simbólica é perigosa pois é ela que cria a base para todo o sistema de valores onde a violência real é legitimada.
Posso chutar que 99% dos estupros em jogo, literatura ou filme são contra mulheres. Isto reproduz e realimenta o sistema de valores onde é aceitável, em maior ou menor grau, a violência real contra as mulheres.
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Olá. E quando o símbolo somente tem alguma interpretação universal negativa porque a "vítima" da violência virtual faz parte de uma cultura completamente decadente?
Uma onde, por exemplo, o estupro de um personagem de videogame legitima um estupro de um ser humano?
Sim, 99% dos estupros nos jogos, literatura e nos filmes são contra mulheres, se você tomar como referência os jogos, literatura e os filmes para mulheres.
È corriqueiro esquecer que uma parcela significativa de obras que mencionem uma prisão e a vida dentro dela (e, me parece, 99% dos presos em jogos, literaturas, filmes, em qualquer gênero que não seja "bordel feminino dentro da prisão" são homens) vai mencionar estupro cometido contra um preso.
Isso costuma acontecer também na "Realidade", pois em certos Estados dos EUA e nos países, e, culturalmente, no Brasil também, a vítima dos Estupros deve ser mulher, e/ou, alternativamente, o criminoso não pode ser. Mulheres estupram também, elas só não se metem em maiores problemas por causa disso.
Mulheres estupram também, elas só não se metem em maiores problemas por causa disso.
Mulheres estupram? Isso é novidade pra mim. Pode dizer que mulheres cometem crimes e não são presas, isso é em parte verdade (por isso criminosos adoram colocar mulheres pra fazer o trabalho sujo, elas sempre são "acima de qualquer suspeita"). Mas estuprar?
Não acho certo isso, não. Criminoso é criminoso, independente de gênero. Culturalmente os homens cometem mais crimes que as mulheres e isso é só a outra face das moeda. Não estou falando que esse sistema é bom pros homens, não. Essa é uma das provas que essa desigualdade prejudica todo mundo.
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Devem estuprar, o difícil é achar uma "vítima" que queira denunciar depois
http://www.everything2.com/title/Rape%2520committe...
Mulheres estupram também, elas só não se metem em maiores problemas por causa disso.
Pode me chamar de chata, se quiser; mas no estupro tem de haver conjunção carnal e, obrigatoriamente, a vítima tem de ser mulher e o agente, homem. Se uma mulher 'abusa' sexualmente de um homem, o tipo penal é 'atentado violento ao pudor'; se um homem abusa sexualmente de outro homem, idem.
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Abraços!
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Assim você me me borra todos os couros, Fátima.
Veja, eu tenho uma imaginação muito fértil e vivaz, vamos demonstrar agora:
Eu escrevo a palavra "calendário", e claramente vem até minha mente o conceito de necrosodomia reversa grupal.
Agora, eu escrevo a sentença "atentado violento ao pudor", e o máximo que eu consigo baixar da nuvem é o conceito de um peido extremamente violento.
Talk about euphemism.
Digam o que quiser, mas embrião ainda não é gente. Se fosse, daria pra tirar, colocar numa incubadora super avançada e deixar ele chocando até ficar "maduro". Mas não é. Até certo ponto da gestação, um embrião é só um monte de células.
Mas o mais importante é: tá dentro de mim, faz parte do meu corpo e eu faço o que eu quiser com o MEU corpo. Ok, soou tosco pra caramba, mas resumidamente é isso.
Acrescento que a personalidade começa com o nascimento e dizer que embriões equiparam-se a 'pessoas' implicaria em dizer que embriões congelados tem direito a um útero e que, sendo privados de um estão em regime de cárcere privado, o que é uma sumidade sem tamanho.
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Abraços!
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Taí uma boa solução para pedófilos saciarem suas taras sem problemas legais: estuprarem embriões. Basta espreitar clínicas de aborto e esperar pelo lixo. É claro, além de pedófilo também precisa ser necrófilo...
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my first post! Meiobit Games
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"estuprarem embriões."
Algo dentro de mim leu "anões".
Taí uma boa solução para pedófilos saciarem suas taras sem problemas legais: estuprarem embriões. Basta espreitar clínicas de aborto e esperar pelo lixo. É claro, além de pedófilo também precisa ser necrófilo...
Não foi possível evitar: após ler sua frase, tentei imaginar alguém fazendo isso e achei muito difícil, além de - é claro - um mau gosto sem precedentes.
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Abraços!
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Tentou imaginar?!

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Tentou imaginar?!

Se eu te disser: 'não pense num elefante roxo', o que acontece?
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Não surte o mesmo efeito porque não é uma imagem desagradável.
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Eu imagino um elefante roxo pisoteando um anão. Boatmurdered.
Crimes de ódio, a meu ver, são mais sérios do que um "mero" assalto a mão armada ou um "mero" atropelamento. Crimes de ódio como tortura e assassinato de prostitutas, negros, nordestinos, homossexuais, mulheres ou qualquer outra categoria que não seja a dominante não servem apenas para prejudicar a vítima pessoalmente.
Tem varias missoes no GTA de assassinato por odio, seja pq o cara foi roubado ou pq o cara matou alguem. Alias, a ultima missao diz bem isso. Crimes de ódio..
Alem disso há muito preconceito em GTA, la tem espanhois, italianos, irlandeses, russos entre outros e na grande maioria há ref. preconceituosas sobre a origem dos personagens.
Na boa, compra quem quer. Se nao gostou basta nao comprar e pronto. Filmes e livros com tematicas bem piores nao foram proibidos e alguns ate ganharam premios internacionais. Pq essa proibicao com os games? Afinal assim como livros e filmes, todos dizem que games é cultura, certo?
Pra mim, é pura hiprocisia proibir esse game.
Crimes "sem odio" pode. Os outros crimes sao apenas besteirinhas e nao precisam ser proibidos. Nao faz o menor sentido isso.
Num jogo como o GTA, o principal do jogo não é matar uma prostituta ou simplesmente atropelar velhinhas.
Dá pra terminar GTA sem cometer crime algum? Sempre a pé não roubando carro nenhum, sem matar absolutamente ninguém?
Ou você está fazendo algum juízo de valores nos jogos? Como "Ah, matar um cara porque você foi pago pra isso é muito válido, mas estuprar alguém é abominável e não pode!"?
Estupro é um crime de ódio. Não se trata de mera agressividade ou desejos biológicos incontroláveis que "todo mundo tem". É uma demonstração de poder, de mostrar pra TODAS AS MULHERES, e não só praquela, que é mais forte, que a vontade dela não importa
Susan Brownmiller, em 1975, foi quem propôs tal "teoria". Cabe lembrar que ela era feminista radical. Estes caras aqui, por exemplo, discordam do ponto de vista dela.
Note que eu não estou aqui fazendo apologia ao estupro, ou achando o jogo algo bom ou coisa do gênero. Só dizendo que não concordo com esta solução meio simplista de que estupro é um crime de ódio contra todas as mulheres.
Não é algo muito diferente do que matar alguém a troco de dinheiro. E eu realmente não entendo como isso pode, e outras coisas não podem.
opa, comentário errado, dá pra tirar?
Susan Brownmiller, em 1975, foi quem propôs tal "teoria". Cabe lembrar que ela era feminista radical.
Eu também sou feminista radical. Um pouco mais moderna que ela, mas radical, sim. Um monte de coisas pelas quais elas brigaram nesta época ainda são válidas, então o radicalismo ainda vale também.
Estes caras aqui, por exemplo, discordam do ponto de vista dela.
O velho discurso biologia x cultura. Não acho que sejamos dominados pela biologia e sim pela cultura. De qualquer forma, evolução não pode servir como "desculpa" ou justificativa pra crimes. Mas não vou entrar nessa discussão agora.
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Um monte de coisas pelas quais elas brigaram nesta época ainda são válidas, então o radicalismo ainda vale também.
Uns dizem que o copo está meio cheio, outros dizem que está meio vazio. Eu acho que um monte de coisas pelas quais elas brigaram hoje já não são mais válidas.
O velho discurso biologia x cultura. Não acho que sejamos dominados pela biologia e sim pela cultura.
Se assim fosse, homem não seria o bicho tonto que é, pensando com a cabeça errada.
Eu também sou feminista radical. Um pouco mais moderna que ela, mas radical, sim. Um monte de coisas pelas quais elas brigaram nesta época ainda são válidas, então o radicalismo ainda vale também. O velho discurso biologia x cultura. Não acho que sejamos dominados pela biologia e sim pela cultura. De qualquer forma, evolução não pode servir como "desculpa" ou justificativa pra crimes. Mas não vou entrar nessa discussão agora.
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Não sou tão radical assim; creio que muitas coisas pelas quais elas brigaram foram superadas, apesar de concordar que muitas ainda estão aí, para todo mundo ver.
Todavia, atualmente, a questão que mais me preocupa é 'o que a mulher pode fazer' versus 'o que ela deve fazer'. Outro dia discutia com um amigo sobre as funkeiras (especialmente a tati quebra-barraco), tudo bem que a mulher, assim como o homem, tem direito sobre o próprio corpo e à liberdade sexual; mas convenhamos: ela PODE dizer 'a p*rra da b*...eta é minnha', mas ela DEVE/PRECISA fazê-lo (o home precisaria, p.ex, dizer algo similar?). Will Durant disse (The Mansions of Philosophy) que:
'...os homens aceitaram o desafio da igualdade e consideram difícil adorar um sexo que tanto os lisonjeia, imitando-os...'
O que quero dizer, ao citar a frase acima, não é que as mulheres tem de ter como objetivo interessar ou agradar ao homem; só pretendo exemplificar como muitas mulheres, no afã de buscarem a igualdade absoluta, estão deixando de serem 'mulheres'.
Nunca existirá igualdade absoluta, somos diferentes em muitos pontos (graças a Zeus!), podemos trabalhar tão bem como um homem, mas quem negará que é mais difícil para uma mulher, p.ex, ser uma estivadora? Existem sim diferenças (basta que demos uma olhada na CLT, onde existem vários dispositivos em que há diferenciação entre homens e mulheres, como, p.ex, no limite de peso que cada um pode ser obrigado a carregar no trabalho) e elas têm de ser respeitadas. A melhor explicação da igualdade contida na Constituição foi dada por Rui Barbosa: 'aos iguais segundo suas igualdades e aos desiguais conforme suas desigualdades'.
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Abraços!
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Todavia, atualmente, a questão que mais me preocupa é 'o que a mulher pode fazer' versus 'o que ela deve fazer'.
Tem uma tirinha do Deus do Laerte que eu gosto muito. Diz, resumidamente, "Eu posso tudo, mas tem coisas que eu não devo".
Eu acho isso: temos que poder tudo. Se eu fizer X, devo ser julgada como um homem que fez X também, e não com dois pesos e duas medidas. Mas, ao longo do tempo, vamos decidir o que devemos ou não fazer.
Eu acho que a Tati Quebra-Barraco é de certa forma uma evolução, lá no meio dela. Pra gente, virar predadora sexual não diz mais nada, não acrescenta nada. Pro meio dela, sim. Então, apesar de soar estranho, eu acho que ela é um passo à frente, sim. Só espero que não pare por aí.
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Ela vai virar vovó. Com menos de 30 anos. Se não me engano, a filha que ele teve com 12 tá grávida com 15.
Aviso, a sentença seguinte pode não conter sarcasmo.
Aviso, a sentença seguinte pode conter ausência de humor negro
Excelente passo a frente, 3 anos. Daqui a algumas gerações já vai estar saudável segundo nossos termos.
Eu acho isso: temos que poder tudo. Se eu fizer X, devo ser julgada como um homem que fez X também, e não com dois pesos e duas medidas. Mas, ao longo do tempo, vamos decidir o que devemos ou não fazer.
Concordo. Eu até poderia sair por aí coçando minha virilha e cuspindo no chão, como alguns homens fazem; mas se o fizer: ai, ai. Na minha opinião, o julgamento que se fizesse de uma mulher que assim agisse deveria ser o mesmo que se faz de um homem que assim age (prá mim, pessoa sem higiene pessoal).
Eu acho que a Tati Quebra-Barraco é de certa forma uma evolução, lá no meio dela. Pra gente, virar predadora sexual não diz mais nada, não acrescenta nada. Pro meio dela, sim. Então, apesar de soar estranho, eu acho que ela é um passo à frente, sim. Só espero que não pare por aí.
Você acha mesmo que 'lá no meio dela' isso implica num avanço? Acha que a mulher é mais respeitada, é tratada como igual por ser uma 'predadora sexual' (ainda considerando o contexto: 'lá no meio')? Eu não; o que tenho observado é que - mesmo entre os que apreciam tal música - a mulher não é mais valorizada por ser uma predadora, ela é tratada como um pedaço de carne exposto num açougue.
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Abraços!
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Concordo com você, só não consigo entender porque todo mundo cita o GTA, mas não culpa um CoD, um MoH ou Rainbow Six. Porque matar nesses jogos pode, mas no GTA não?
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Vida de Gamer | A vida como ela é (ou deveria ser)!
Acho q citam GTA mais pelo hype que ele teve e pelo tipo de jogo que é. Mas qualquer jogo onde há pessoas mortas, assassinatos etc... se enquadram no contexto.
Provavelmente pelo fato de muito mais pessoas conhecerem o GTA e pelo tempo em que ocorre o jogo, atualidade, mas não significa que não podemos citar os outros também.
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Tentando colocar em prática as novas regras ortográficas...
Na dúvida... Manda PM!
Cito GTA porque é aquele aonde o protagonista é assumidamente fora da lei e comete crimes mesmo. Há outros, mas o GTA é o mais famoso.
Em Cod, MoH e RS, ou os caras estão em uma missão oficial, ou estão em guerra. GTA o cara tá vendendo droga e matando em nome da máfia mesmo.
Na minha época de vício em Ragnarok, no fórum da guild, li a coisa mais "sensata" sobre esse tipo de coisa:
"Pelo menos em hentai posso ver menininhas menores de idade sendo estupradas sem correr risco de ser preso"
Sim, no contexto do post ele estava zoando. Mas é bem por aí. Qualquer game pode conter o que a produtora bem entender. Se tiver verba e advogados para lançar, na pior das hipóteses ele é taxado em 18+
E mesmo se for banido. Será que um beta não "aparece" nos torrents da vida e o game vira "cult"(se é que eu consigo dizer isso de um game assim hehehe)
Galera , como já falaram, não acho que exista muita diferença entre GTAs e "isso", ou um Manhunt.
Por mais que possam falar que GTA tem historia e tal, todos sabemos que somos BANDIDOS no GTA, e estamos tocando o terror.
Acho que o que acontece é aquela historia, gostamos de GTA, e o ser humano tem tendencia a proteger o que gosta.
Concordo completamente com o Fabião e com o "[...]Você estupra um personagem de videogame, não um ser humano. Vamos agora ter que ficar defendendo os direitos humanos de personagens de videogame claramente desumanos?" citado pelo Bigode.
É só um jogo, afinal.
É só um jogo, afinal.
Esse é o problema. Pro bem ou pro mal, nunca é "só um jogo". Uma indústria que movimenta tanto dinheiro, consome tanto tempo e atenção e logo vai começar a influenciar mais pesadamente outras mídias... isso não é "só uma coisinha de nada". É coisa séria. O que a gente vê em jogo é um reflexo da nossa cultura e também retroalimenta o nossos sistema de valores. Temos que tomar cuidado com o que vamos reproduzir neles também.
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Esse reflexo de cultura ja existe a tempos em livros e filmes. So pq apareceu em um jogo temos q tomar cuidado?
Uma curiosidade.
Qual sua opiniao sobre filmes e livros que tem tematica semelhante?
[esta pergunta é para qq um q queira responder]
Coloca tudo NA CHÓN
Tudo isso alimenta esse sistema de valores capengas em que sempre sobra pra mulher.
Nos comentários de um blog sobre jogos pornôs (sorry, deixei o link no trabalho) um usuário comenta de uma cena de estupro da menininha do Silent Hill. Lá a cena é grotesca e violenta, mas não houve reação violenta do público à cena pq ela estava dentro de um contexto de discutir indiretamente violência doméstica etc.
Então, tem obras que conseguem colocar estupro em um contexto, às vezes como uma coisa a se superar, às vezes como crítica. É delicado. Colocar como se fosse um "fato da vida" pelo qual boa parte das menininhas orientais parece ter que passar alguma vez na vida, ou mostrar só com propósito sexual eu acho podre.
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E se RapeLay fosse sobre um herói japonês que cura os sérios problemas psicológicos de suas "vítimas" estuprando-as?
Um dos filmes que eu vi ano passado foi Hard Candy, que é basicamente duas horas de estupro sádico envolvendo crianças (não, o filme não tem nudez ou coisa parecida, mas não o veja perto de crianças either). Acho que foi o melhor filme que eu vi no ano passado.
Se o filme for unicamente sobre estupro eu sou contra. Como disse antes, acho que existe espaço para situações assim dentro de um contexto. Caso contrário, sou contra.
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Bom.. ja leu Lolita(historia pedofila a meu ver) ou assistiu A Lista de Schindler(holocausto, matança de judeus)?
Em ambos os titulos, a historia é focada em determinado tipo de crime. No caso de Lolita um homem se apaixona por uma menina e vive um caso com ela. No outro é mostrado campos de concentrações, pessoas sendo mortas por nada, pilhas de gente morta..etc...
Ambos os casos sao retratados com cenas fortes, nem por isso foram proibidos.
La Vitta è Bella > Schindler´s List.
É só um jogo sim. Ou alguém vai ver e pensar "ah, se pode no jogo, não é tão ruim na vida real também..."? Se algum ser pensar algo do tipo, a culpa não é do jogo se a pessoa é facilmente influenciável. Várias outras mídias, livros, filmes, novelas, mostram coisas do tipo, mas ao menos as pessoas sabem (espero) que é tudo ficção.
Dori, seu ponto de vista é válido... porém, se alguém achar que não precisamos de um simulador de violencia, roubo de carro e formos obrigados a jogar apenas Hello Kitty? (Eu sinceramente me matava, ou matava o cretino que teve essa idéia.)
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Blog do Keaton
Aí eu diria o mesmo que você, o ponto de vista dele seria válido. Repare, eu não sou dono da verdade e muito menos quero que todos concordem comigo. Eu sabia que muita gente seria contra e eu mesmo disse que estava sendo incoerente, mas repito, pra mim um jogo assim não desce.
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Pensa comigo, é melhor um "crime virtual" com uma "vitima virtual" feito em um jogo, que um real com uma vitima real, não?
Ah se o Datena pega essa matéria... ai ele acusava todos estupros por influencia deste jogo...
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Blog do Keaton
Caraaaaaaaaaaaaaaaamba, muitos posts... nao consegui ler todos mas vai ai minha ideia:
Jogo com estupro + aborto + maniacos e pré maniacos jogando = execução sumária do jogo e seus criadores (como muitos aki falaram) ok?
blz entendo o ponto de vista de vcs.
MAS, muitos de nós aqui ficamos fulos da vida quando jogos como GTA, MANHUNT, BULLY e outros estavam na mira do governo / sociedade / paga paus / ongs / um monte de gente ok?
blllllllllz.
MAS já passou pela cabeça de qualquer um de vcs (até vc mesmo dori) que o desconforto / revolta / todo tipo de sentimento repugnante referente a esse jogo de estupro, também não estava sendo sentido no mesmo grau ou maior por esse pessoal que era contra o GTA e variantes?
Alguém ai tem conhecimento de como é o mercado de jogos japoneses (tanto o pop como o underground)? Quem conhece sabe que jogos do tipo novelinhas (normal e/ou com sexo), luta com sexo, simulador de sexo e outros, são jogos "liberados" dentro de certas normas e lá podem ser vendidos.
Ou seja, lá tem uma visão bem diferente da visão que temos aki. O mesmo que hoje comemos carne de vaca na maior naturalidade e no oriente (retratado na novela tosca da globo) é um pecado inconcebivel.
Onde quero chegar? jogos tem limites de sensura, paises tem seus limites éticos/sociais/politicos, e os consumidores consomem o que está legalmente disponível no seu pais ou compra do exterior.
No Japão onde filme pornografico tem o "embaralhamento" nos pelo pubianos das mulheres e que vendem produtos para masturbação que "simulam" uma vegina virgem, jogos pornograficos desse nivel é de certa forma normal e os produtores estão de certa forma cobertos pela lei... isso é fato! Quer comprar e no seu país não vende? tudo bem compre no Japão ou pirateie.
Só queria que antes de ser controverso e ter nojo e odio por um jogo de estupro, não justifique o seu prazer por um GTA/HUNTMAN/BULLY e etc porque é tão doentio e incentivador (ou vc acha q depois de san andreas o jogador mudou sua opnião q negro é do gueto, marginal, que vive pra roubar e que negro só fala gíria e se droga?) quanto qualquer jogo "desse nível".
Muito me admira muita empresas reclamarem de não estar tendo boas vendas de jogos e algumas delas estejam fechando as portas. Mas essas mesmas empresas só tem feito a mais antiga tecnica do mundo: o "copiar e colar". Fazendo jogos medianos e até mediocres (salvo alguns jogos) e muitas delas procuram o caminho mais rapido pra lucro imediato e acham que os consumidores devem comprar seus jogos porque eles precisam vender (vide os jogos pós GTA).
Eles não se importam de estarem sendo criticados por seu conteudo pesado para pessoas abaixo dos 18 anos, o que eles querem é não ter o selo MATURE ( alguém lembra do MANHUNT2?). Não sou puritano em dizer que não se deve ter jogos desse tipo, mas que deveria ter um bom senso e saber como distribuir jogos tendo em vista que a configuração do mercado atual é extremamente diferente de pouco mais de 5 anos atrás.
O mercado onde hoje temos distribuição digital de jogos, com internet no mínimo 10x + rápida que uma discada, que hoje compra-se um notebook com um preço mais em conta que um desktop, que todo mundo tem um acesso muito mais fácil à tecnologia com equipamentos multifunções com preços baixos (mp4, mp5, mp1000)... antes era ideias de ficcção científica ou algo que aconteceria num futuro bem distante. Com toda essa tecnologia vem os maleficios e um dos maiores é acesso à pornografia / protitução até para as crianças e jovens.
Assunto delicado pra apontar vilões e bandidos tendo em vista q os 2 lados estão de certa forma errados, sem falar q para cada afirmação a ser feita aqui deve-se contextualizar a situaçao antes de julgar.
Particularmente sou contra a distribuição aberta de jogos como esse de estupro, mas não sou contra a liberdade de produção. PRODUZAM mas disponibilizem de uma maneira que só o adulto possa consumir.
Água mole e pedra dura...
Tanto bate até que molha...
Cabe um comentário aqui: "crime de ódio" é um crime que não é cometido apenas contra a vítima, mas contra o grupo de pessoas no qual ela se insere. O assassinato do Edson Neris dos Santos e seu namorado foi um crime de ódio homofóbico, por exemplo. E eu entendo que estupro é um crime de ódio misógino. Por isso é mais grave do que um "mero" assalto ou assassinato "comum".
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Sim, e como eu disse há exemplos de livros e filmes que mostram isso e nem por isso foram proibidos.
A Lista de Schindler é um bom exemplo.
Além disso, no GTA se nao me engano tem crimes desse tipo tambem, e nao foi proibido.
Porque um "crime de ódio" é mais grave, na sua concepção, do que um crime "sem ódio"?
Porque afeta uma minoria? Porque afeta uma minoria que você defende?
Se um traficante matar o Zé com requintes de crueldade porque ele pisou no pé dele, é menos grave. Se alguém estuprar a Maria é mais grave?
Além do mais, a justiça é bem definida neste sentido: Assassinato tem pena maior do que estupro.
O que você está fazendo é um julgamento moral, baseado nos seus valores, de o que é mais grave pra você. Mas está se esquecendo que a justiça não se baseia no que você e eu pensamos, e sim na intepretação da lei. E ainda bem que é assim, já que segundo o Arcebispo lá, o aborto da menina de 9 anos é absurdo e tá todo mundo excomungado. E como a sua opinião e a minha valem o mesmo tanto do que a dele, se formos nos basear em juízo de valores, a menina ainda estaria grávida.
Você não entendeu.
Se alguém me assalta na rua é um crime comum cometido apenas contra mim. O assaltante me escolheu pq eu pareço ter dinheiro, pq eu estava disponível, qualquer coisa. Podia ser qualquer um. Mas é crime contra UMA pessoa.
Um crime de ódio não é aleatório assim e não é contra uma única pessoa. Quem matou o adestrador lá escolheu um gay, e não "qualquer pessoa que passasse na rua". Não é aleatório. É um crime contra TODA aquela parcela da sociedade.
E mulher não é minoria, viu. A questão não é número aqui. Mas ninguém precisa defender um grupo dominante.
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Essa parte eu tinha entendido...
O que eu não entendí é o que torna este tipo de crime mais grave do que os outros. Matar um gay pelo fato dele ser gay ter um peso maior do que o traficante matar um hétero porque ele estava em local X depois da hora que o traficante julgava imprópria.
Ou, transportando isso para os games, porque estuprar um desenho japonês é passível de ser censurado, enquanto roubar carros, matar pessoas e vender drogas não é.
E isso é importantíssimo, porque sustenta a minha teoria, de que é hipocrisia querer censurar RapeLay e largar outros jogos aonde crimes acontecem do mesmo jeito.
E há outro ponto que eu considero problemático:
É um crime contra TODA aquela parcela da sociedade.
Não. Há um crime contra o rapaz homossexual, que foi assassinado.
E outro crime, o de preconceito, que levou a este assassinato; ESTE SIM, crime contra toda aquela parcela da sociedade. O assassinato é consequência do preconceito.
Não, se alguém te assalta na rua e rouba teu dinheiro, o fez exatamente porque você porta dinheiro, é um crime contra todo portador de dinheiro, segundo seu raciocínio odioso.
É tão difícil pro homem branco, heterossexual, com alguma educação e dinheiro, entender como é privilegiado na sociedade...
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Hey, de certa forma me faltam educação e dinheiro; heterossexualidade (me falta tanta educação que não tenho certeza se é assim como se escreve) e branquelice tenho demais.
E quando você aponta para um membro da laia privilegiada pela sociedade e o acusa de ser injustamente privilegiado, você está cometendo um crime de ódio contra todos os membros da laia privilegiada.
E quando você aponta para um membro da laia desprivilegiada pela sociedade; opz, definição inadequada - membro da laia privilegiada como vítima pela sociedade, você comete um crime de ódio.
A sociedade, da qual fazem parte os privilegiados, desprivilegiados, privilegiados como vítimas, e mais o resto.
É difícil para alguém para o qual serve muito bem ficar se jogando como vítima entender que a classificação "crime de ódio" é claramente criada por quem deseja parecer vítima de um crime que não sofreu?
E quando você aponta para um membro da laia privilegiada pela sociedade e o acusa de ser injustamente privilegiado, você está cometendo um crime de ódio contra todos os membros da laia privilegiada.
Só não entendi onde está o "crime" ou o "ódio". Falar que alguém é privilegiado e lutar pacificamente para que a situação fique mais igualitária é agora um crime, que nem estupro? Não sabia.
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Lutar pacificamente?
Tipo carregar um cartaz de "GOD HATES FAGS"? Ou tacar uma cruz flamejante no quintal de alguém?
E se o cartaz for "Estupro é um crime de ódio contra todas as mulheres", qual a diferença significativa, camarada?
Lutar, brigar, se manifestar. Você entendeu.
A diferença é que estupro é crime, bichas ou quintais não são. Eu posso falar que estupro é errado, mas não bichas ou quintais.
Chega, né? Quer dar a última palavra? Pode dar. Você sabe que isso não vai chegar a lugar nenhum.
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Sim. Não.
Lutar e brigar, seja lá aonde e quando for, seja contra questões reais ou moinhos de vento. Este é o grande problema do feminismo moderno.
Lutar e brigar, seja lá aonde e quando for, seja contra questões reais ou moinhos de vento. Este é o grande problema do feminismo moderno.
Fabião,
Oi.
Não sei se entendi bem seu comentário, e por isso pergunto: uma eventual 'luta' contra um 'jogo' que incentive o estupro, na sua opinião, seria uma luta 'contra moinhos de vento' e as lutadoras 'feministas' (neste caso específico) seriam como 'dons quixotes'?
Desculpe abordá-lo assim, é que não quero dar uma opinião baseada numa avaliação equivocada do que vc disse.
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Abraços!
Palavras Sussurradas
Eu não sou feminista nem feminino, mas lutaria contra essa baixaria em forma de jogo.
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Eu não sou feminista nem feminino, mas lutaria contra essa baixaria em forma de jogo.
Por este motivo quis saber do Fabião se ele considera que uma eventual luta contra tal jogo constituiria algo como uma ‘luta contra moinhos de vento’ efetuada por ‘dons quixotes’ pois, a bem da verdade considero o seguinte (e admito que minha avaliação pode ser sumária):
Ale Picoli defende a censura do jogo, por entender que ele tem a potência de reforçar uma situação de inferioridade da mulher já pré-existente e isso refletiria no campo da realidade; Fabião, por sua vez, entende pela não-censura e que eventual ‘retirada’ do jogo do mercado deveria ocorrer naturalmente por escolha dos próprios indivíduos do grupo social, que rejeitariam isso.
Por óbvio que a argumentação de ambos foi muito mais extensa do que o sumário acima, mas é esse o ponto que interessa ao que tentarei expor:
a) Não confio nas escolhas da maioria, basta que lembremos do ‘Idiocracia’ para vermos o que é que pode acontecer. Devemos lembrar que o ato de pensar não é comum entre a maioria, que simplesmente ‘engole’ o que lhe é dito. Exemplo: existindo ou não ‘tarja menor 18 anos’, o indivíduo simplesmente aceita uma avaliação feita por outros, ele não assiste o filme e avalia se acha ou não adequado antes de deixar seu filho vê-lo.
b) Neste sentido, ações como a da Ale Picoli ou de outros que acham que o jogo é uma droga e não deveria ser comercializado, não seriam ‘lutas de dons quixotes contra moinhos de vento’, pois tão-somente o ato de manifestar sua opinião contém a potência de influenciar a opinião alheia. Em minha família, p.ex, se alguém me fizer qualquer pergunta sobre o tal jogo, ouvirá um bocado de palavras desabonadoras sobre ele.
É isso.
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Abraços!
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"Sobre moinhos de vento."
Não, não. Não são moinhos de vento. São videogames onde você mata gigantes, eu joguei um deles portanto sou um cara muito fodão que pwnzora gigantes.
Assim como o suposto namorado da minha irmã joga RAPELAY, portanto ele é um potencial estuprador, como todo homem é.
"Não confio nas escolhas da maioria."
Estranho ver isso partindo de você.
Quanto à Rapelay, o tema dele francamente não me interessa, e presumo que ele seja uma porcaria como videogame.
Mas eu jogaria um jogo com esse tema se ele fosse mais interessante, sem maiores problemas.
Vários jogos da Irem são sobre aborto, e violência, e eu adoro quase todos eles. Mesmo os ruins. E ser sobre violência nunca significa incentivá-la.
Also não pode haver violência num videogame, exceto a violência contra o jogador.
Blast Off.
Vários jogos da Irem são abortos.
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Ovtbqr,
Estranho ver isso partindo de você.
Como eu disse para o Fabião, não confiar nas escolhas da maioria não significa que, vivendo num Estado Democrático, deixe de acatá-las.
De mais a mais, a construção teórica à que me filio – que é uma mistura dos conceitos do ’mínimo-ético’ necessário à uma lei (ou regra social) para que ela seja válida – algo que se contrapõe à construção teórica do jus-positivismo de Kelsen, autoriza que eu discuta a validade de uma escolha da maioria (lei posta); e isso, de forma alguma se contradiz com minha posição de defensora do ordenamento jurídico.
Quanto à Rapelay, o tema dele francamente não me interessa, e presumo que ele seja uma porcaria como videogame.Mas eu jogaria um jogo com esse tema se ele fosse mais interessante, sem maiores problemas.
Okay. Não combato o seu direito de defender o que vc acredita, da mesma forma que defendo o direito da Ale ou do Dori em defenderem o que eles acreditam. E é exatamente isso que valida a Democracia.
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Abraços!
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O que torna uma 'lei' válida?
O que torna uma sociedade válida?
O que torna uma democracia válida?
O que torna uma escolha válida?
O que torna um videogame inválido é o jogador. É ele, e somente ele que pode escolher não jogar um game, possivelmente porque se ofende com os símbolos e "ações virtuais" representadas nele. Qualquer outra entidade pode somente aconselhá-lo.
Eu ataco a posição do Dori porque ela é claramente inconsistente, como já foi demonstrado por outro membro e como ele próprio admite.
Eu ataco a posição da Ale porque ela é baseada num conceito que considero ridículo e totalmente inválido - o do "crime de ódio" - que é claramente resultado de alguma propaganda vitimista.
Eu ataco a sua posição porque você não parece entender como videogames funcionam.
Você já disse que as ações dos personagens controlados pelo jogador em BioHazard são "amorais" (justificadas?) porque você atira em zumbis claramente desumanos. E se quando o seu personagem fosse mordido por um zumbi, você virasse um, e tivesse que atacar personagens que representam humanos, o jogo seria menos "amoral", ou as suas ações seriam menos 'justificadas'?
E eu já parei de jogar um jogo porque me senti ofendido por ele e por seu extremo mau gosto. Foi God of War. E eu não campanho por sua proibição.
O que torna uma 'lei' válida?
O que tornaria uma lei válida seria o minimo ético que mencionei.
O que torna um videogame inválido é o jogador. É ele, e somente ele que pode escolher não jogar um game, possivelmente porque se ofende com os símbolos e "ações virtuais" representadas nele. Qualquer outra entidade pode somente aconselhá-lo.
Eu ataco a sua posição porque você não parece entender como videogames funcionam.
Você já disse que as ações dos personagens controlados pelo jogador em BioHazard são "amorais" (justificadas?) porque você atira em zumbis claramente desumanos. E se quando o seu personagem fosse mordido por um zumbi, você virasse um, e tivesse que atacar personagens que representam humanos, o jogo seria menos "amoral", ou as suas ações seriam menos 'justificadas'?
A 'justificação válida' para o REvil seria a legítima defesa: suas ações buscam afastar uma agressão. Se eu fosse uma infectada e atacasse humanos, então, neste caso, a justificação seria a mesma. Em jogos de guerra a justificação poderia ser a mesma. A diferença entre os exemplos (RE) e o jogo desta postagem é que não acharia nenhuma justificação válida para estupros. Vc consegue imaginar uma situação em que teria de estuprar alguém para afastar uma agressão contra si mesmo? Mesmo que achasse, não é o caso desse jogo.
E eu já parei de jogar um jogo porque me senti ofendido por ele e por seu extremo mau gosto. Foi God of War. E eu não campanho por sua proibição.
Aponte ONDE eu disse que queria que o jogo fosse proibido.
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Abraços!
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Vc consegue imaginar uma situação em que teria de estuprar alguém para afastar uma agressão contra si mesmo? Mesmo que achasse, não é o caso desse jogo.
Sim!
Rapelay representa uma situação onde você precisa forçar um aborto pra evitar sua morte e um game over. A ação é moralmente justificável.
Em Rapelay 2, o seu personagem vai ser portador de uma arma biológica inserida por alguma organização feminista, arma essa que será ativada (e matará Tókio inteira) se o protagonista não cometer um estupro a cada 48 horas. Diabos, eles podem escrever o enredo do Rapelay 3 sobre um personagem que tem o poder mágico de curar os problemas psicológicos da meninas estuprando-as.
Eles podem farofar o enredo o quanto quiserem, que pouco vai me importar. Eu não me prestaria a jogar Rapelay 2 ou 3 enquanto o videogame continuar sendo uma porcaria.
E você, seria capaz, só por causa da mudança no enredo?
O que você não entende, é que videogames não precisam de justificativas morais e essa palhaçada de mínimo-ético ou seja lá o que for. Em Tekken, pouco importa se o seu personagem é um nobre lutador que luta pra conseguir dinheiro pro seu orfanato, ou o dono da empresa mais corna do mundo - http://meiobit.com/node/32993#comment-257101 . Tekken é um jogo sobre lutas, qualquer coisa que não seja útil em uma luta não lhe pertence. Dentro do ringue entram 2 lutadores.
Você jogaria um videogame no qual o suicídio é incentivado?
Ah sim. Malz, devia ter escrevido - "Não campanho por sua proibição, e abomino qualquer criatura que cometa tal ato indefensável."
Além de que também ganho a simpatia e quem sabe algo mais das moças.
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Garoa, não perca seu tempo com isso. É moh chato, não aprendesse nada com videogames ainda?
Aviso: um aviso é um aviso, sinta-se avisado.
Instinto supera aprendizado.
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Instinto possibilita aprendizado.
Não confio nas escolhas da maioria
Cabe lembrá-la que além de poder ou não comprar RapeLay, a sua falta de confiança na maioria inviabiliza algo um pouquinho mais, digamos, importante: Chama-se Democracia.
Porque se a massa não é confiável para escolher comprar um jogo ou não, não é confiável para votar também, ou não?
É MUITO MAIS PERIGOSO quando você começa a querer definir o que eu posso fazer ou não, do que a possível degradação feminina neste jogo.
Neste sentido, ações como a da Ale Picoli ou de outros que acham que o jogo é uma droga e não deveria ser comercializado
As vezes eu me sinto como se estivesse discutindo uma coisa, e vocês outra.
O jogo é uma porcaria? É abominável? SIM. Todo mundo concorda.
O jogo deve ser censurado? Ale, você, o Dori, dizem que SIM. Fabio diz que NÃO.
Este é o ponto. Por favor, parem de misturar as impressões que tem do conteúdo do jogo ao ato de proibí-lo.
Desse jeito parece que eu estou tirando de vocês o direito de achar o jogo degradante e absurdo... Não estou. Estou questionando quem deu o direito a vocês de querer tirá-lo de circulação, e se vocês insistem em se achar possuidoras deste direito, eu insisto em perguntar o que as torna diferente de alguém que queira tirar GTA de circulação, e principalmente se estão dispostas a suportar um mundo aonde todo mundo irá se sentir ofendido com tudo, e tudo deverá ser proibido baseado no direito de igualdade entre os seres humanos.
"Porque se a massa não é confiável para escolher comprar um jogo ou não, não é confiável para votar também, ou não?"
Na verdade, ela pode ser extremamente confiável. Você só tem que cuidar pra que as escolhas disponíveis à ela não sejam significativamente diferentes entre si. Assim como ela pode ser confiável para comprar o mais adequado produto, desde que todos os produtos disponíveis sejam inadequados.
Assim como no meio está o certo, quando o meio é inadequado.
Sinta-se bem vindo.
Fabião,
Obrigada por responder.
Cabe lembrá-la que além de poder ou não comprar RapeLay, a sua falta de confiança na maioria inviabiliza algo um pouquinho mais, digamos, importante: Chama-se Democracia.
Em momento algum manifestei-me contra tal sistema (Democracia), da leitura de meu texto se infere somente que NÃO CONFIO NELA, até mesmo pq, o fato de ter sido uma ‘escolha da maioria’, não significa que tal escolha seja certa, implica, somente, que foi a escolha da maioria
Em minha mente vieram dois exemplos aptos a demonstrar o que estou tentando dizer; o primeiro é o ‘caso dos exploradores de caverna’, que entendo imprestável por implicar em desdobramentos jurídicos muito chatos. O segundo achei mais adequado por ser algo de conhecimento de muita gente; trata-se do livro/filme ‘A Tempestade do Século’.
Nele, há uma espécie de ‘demônio’ (ou ser mítico, sabe-se lá) que, não obstante ter uma vida muitíssimo mais longa do que a humana, está morrendo. Ele deseja uma criança para passar todos os seus conhecimentos e torná-la igual a si mesmo. Começa a infernizar a vida dos habitantes de uma ilha, tentando forçá-los a ceder uma de suas crianças. O povaréu decide ‘votar’ a questão, mas o xerife da cidade não concorda de modo algum tanto com a votação, quanto com a aquiescência ao pedido do demônio. A maioria decide ceder, não obstante os veementes argumentos apresentados pelo xerife; forçam-no a concordar.
A decisão deles foi acertada? Pode até ser, sob o ponto-de-vista da sobrevivência do grupo. Mas e sob o ponto-de-vista do indivíduo em si considerado? Note que foi exatamente o filho do xerife o escolhido (por sorteio) para ser o ‘pupilo’ do demônio. Em suma: a escolha da maioria é só a escolha da maioria, o que não implica, necessariamente, que seja a escolha certa.
De mais a mais, vivendo num Estado Democrático, tenho de ‘jogar segundo as regras’, o que não implica que deva entender que toda escolha feita pela maioria esteja correta.
É MUITO MAIS PERIGOSO quando você começa a querer definir o que eu posso fazer ou não, do que a possível degradação feminina neste jogo.
Comparo a argumentação da Ale Picoli ao mesmo comportamento dos religiosos em face da questão da lei de Biossegurança: eles tinham sim o direito de esbravejar/argumentar/tentar convencer os outros integrantes do jogo-político-democrático de que a aprovação de dita lei não era o melhor para o grupo. Cumpriram seu papel e perderam. Escolheu-se pela aprovação.
Agora, querer comparar tal ação (manifestar-se contra determinada situação) como uma ‘luta contra moinhos de vento’ implica em querer quebrar (ou desmerecer) uma das regras de referido jogo: a regra que autoriza quem quer que seja a argumentar/posicionar-se contra determinada coisa.
As vezes eu me sinto como se estivesse discutindo uma coisa, e vocês outra.O jogo é uma porcaria? É abominável? SIM. Todo mundo concorda.O jogo deve ser censurado? Ale, você, o Dori, dizem que SIM. Fabio diz que NÃO.
Eu dei uma revisada em meus comentários; pode ser que me tenha passado despercebido, mas não vi nenhum em que tivesse defendido a censura do jogo. No primeiro comentário que fiz, tentei demonstrar que o argumento apresentado por um comentarista (que tal jogo diminuiria a incidência de estupros) poderia implicar em outros desdobramentos e que o problema de jogos como esse é que, banalizando tal comportamento, fizessem com que eles fossem considerados comuns e aceitáveis também no plano da realidade.
Este é o ponto. Por favor, parem de misturar as impressões que tem do conteúdo do jogo ao ato de proibí-lo.
Não falei em proibição, mencionei os problemas que poderiam decorrer de tais jogos.
Desse jeito parece que eu estou tirando de vocês o direito de achar o jogo degradante e absurdo... Não estou. Estou questionando quem deu o direito a vocês de querer tirá-lo de circulação, e se vocês insistem em se achar possuidoras deste direito, eu insisto em perguntar o que as torna diferente de alguém que queira tirar GTA de circulação, e principalmente se estão dispostas a suportar um mundo aonde todo mundo irá se sentir ofendido com tudo, e tudo deverá ser proibido baseado no direito de igualdade entre os seres humanos.
Vide supra.
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Abraços!
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Em momento algum manifestei-me contra tal sistema (Democracia), da leitura de meu texto se infere somente que NÃO CONFIO NELA
Tudo bem que não confie, assim como os generais na época da ditadura não confiavam também, ué. Como você mesmo citou, a hipótese que defendem é muito semelhante a luta contra o aborto pela igreja.
Aí eu cito o exemplo da Ale. Tocou-se no assunto, ela me parece a favor do aborto. E contra o jogo de estupro. Resumindo bastante, PARA MINHA PESSOA, parece algo muito contraditório: Proibir quando eu não gosto é válido, quando eu gosto não pode e é contra meus direitos.
Vide os dois posts que o Dori fez: Neste ponto eu até concordo com ele: Ele abraçou a contradição e assumiu: Ó, minha vontade era proibir o RapeLay, mas não quero proibir o outro jogo.
Aqui não... Aqui o feminismo passou a virar escudo de argumentações nada válidas (a meu ver) para justificar o injustificável, como eu mesmo já disse aqui: NADA (que seja coerente) explica usar dois pesos e duas medidas, a menos que a pessoa assuma que está sendo incoerente e não ligue pra isso.
uma das regras de referido jogo: a regra que autoriza quem quer que seja a argumentar/posicionar-se contra determinada coisa.
OK. E se eu dissesse aqui que "sou contra mulher trabalhar, porque lugar de mulher é na cozinha"?
APOSTO que estaria sendo crucificado agora. E DUVIDO que você viria levantar a bandeira de "ah, cada um pode se posicionar contra qualquer coisa".
(E para evitar brechas e vitimização, já aviso que este comentário é um exemplo, não real)
Eu dei uma revisada em meus comentários; pode ser que me tenha passado despercebido, mas não vi nenhum em que tivesse defendido a censura do jogo.
Pois eu aproveito e pergunto, ué: És a favor ou contra a censura do jogo?
Não falei em proibição, mencionei os problemas que poderiam decorrer de tais jogos.
Se alguém quer censurar algo e a pessoa não se manifesta contra, PENSO EU, está acatando e se manifestando a favor. Com problemas ou não (problemas ÓBVIOS, é um simulador de estupro, afinal), eu acredito que não se pode censurar.
Não, não foi esta a idéia que eu quis passar.
Foi o fato de que, atualmente, feministas parecem que "arrumam" fatos para lutar pelos seus direitos. Vide tentar transformar minha frase "Feminismo no MeioBit Games não é legal" para "Fabio disse que papo de menininha não pode aqui", o que traria um contexto absolutamente deturpado a minha frase, que possibilitaria uma "maniqueização" da situação e minha caracterização como "porco chauvinista" típico, que merece ser combatido.
Você deve saber que o feminismo é um movimento no qual existem todos os tipos de pessoas: As que estão de fato lutando, e as de ocasião.
Não, não foi esta a idéia que eu quis passar.
Foi o fato de que, atualmente, feministas parecem que "arrumam" fatos para lutar pelos seus direitos. Vide tentar transformar minha frase "Feminismo no MeioBit Games não é legal" para "Fabio disse que papo de menininha não pode aqui", o que traria um contexto absolutamente deturpado a minha frase, que possibilitaria uma "maniqueização" da situação e minha caracterização como "porco chauvinista" típico, que merece ser combatido.
Você deve saber que o feminismo é um movimento no qual existem todos os tipos de pessoas: As que estão de fato lutando, e as de ocasião.
Seu que seu comentário não foi direcionado a mim, mas ele é um comentário de um comentário seu que foi direcionado a mim...
Observe meus comentários e verá que de nenhum deles se infere eu ter relacionado seu comentário a uma atitude 'chauvinista'; apenas e tão-somente contestei o fato de vc relacionar a argumentação da Ale a uma 'luta contra moinhos de vento', quando, no meu entender ela está apenas usando uma ferramenta lícita no jogo democrático.
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Abraços!
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Minha revolta vem da pachorra que tiveram de tornar um comentário que dizia "olha, a discussão partiu para um lado que não cabe aqui" para "olha, parem com este papo de menininha".
Para um homem que trata direito as mulheres, jamais discriminou ou tratou diferente ninguém, ler esta palhaçada é revoltante.
Minha revolta vem da pachorra que tiveram de tornar um comentário que dizia "olha, a discussão partiu para um lado que não cabe aqui" para "olha, parem com este papo de menininha".
Para um homem que trata direito as mulheres, jamais discriminou ou tratou diferente ninguém, ler esta palhaçada é revoltante.
Menino, 'tiveram' é sujeito indeterminado, honey. Em nenhum momento fiz isso contigo, de modo que seria extremamente injusto que jogassem (novo sujeito oculto?) sobre mim tal responsa, entende?
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Abraços!
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OK, tentei ser sutil. Serei mais específico.
A tal da psoares disse isso. E eu não vi NINGUÉM além do rot13('bigode') levantar a bandeira de que eu não tinha dito nada aquilo, o que é totalmente óbvio, ao meu ver.
Pra mim, e me desculpe dizer isso, a discussão virou corporativismo feminino assim que isso ocorreu e ninguém resolveu dizer que chute nas partes baixas (em homens isso dói) não vale. Como me tornar um cachorro machista era de interesse geral, de uma hora pra outra o povo se absteve.
Ninguém quer te tornar um cachorro machista ou porco chauvinista, Fabião.
e achei legal seu avatar de menina chorona...
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http://www.rpgclassics.com/shrines/psx/so2/ashton....
Personagens de mangá/animé/videogame tem tudo rosto de moça, mesmo!
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arrancando cabelos com Balances?
Só os principais. Alguns figurantes transbordam masculinidade.

OK, tentei ser sutil. Serei mais específico.
A tal da psoares disse isso. E eu não vi NINGUÉM além do rot13('bigode') levantar a bandeira de que eu não tinha dito nada aquilo, o que é totalmente óbvio, ao meu ver.
Pra mim, e me desculpe dizer isso, a discussão virou corporativismo feminino assim que isso ocorreu e ninguém resolveu dizer que chute nas partes baixas (em homens isso dói) não vale. Como me tornar um cachorro machista era de interesse geral, de uma hora pra outra o povo se absteve.
Pô, Fabião! Eu não fiz isso, mas vc me respondeu como se eu tivesse feito. Entende onde quero chegar? Não defendi que o jogo devia ser censurado, apenas manifestei minha opinião, exercendo meu direito de tentar influir na opinião dos outros quanto à necessidade de expurgá-lo. Jamais agi assim contigo, de forma que responder a mim como se tivesse feito, não é lá muito legal.
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Abraços!
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Dori o titulo do seu post ja diz tudo.
A moral tem que falar mais alto. As pessoas tem sim o direito de produzirem o que quiserem, e como o Keyjin falou agora pouco, o japão tem uma cultura extremamente diferente da nossa.
Vc acha desprezivel o jogo simular estupro? Mas eles tem milhares de hentais em cima desse tema, milhares de filmes, enquanto o ocidente não. São culturas diferentes.
Partindo da premissa que o jogo é doentio e não devia existir na face da terra pelo seu tema, vc não acha que um filme como Jogos Mortais também não devia ter feito todo o sucesso que fez?
Ou que um jogo como Mortal Kombat com todos os seus fatalitys e cabeças decepadas não devia existir?
Pq sangue jorrando pra todo lado, orgãos multilados, prazer em matar que alguns personagens tem, deve ser considerado menos nojento, desprezivel que esse jogo?
Quero deixar claro uma coisa, eu acho sim que é um jogo de mal gosto com um tema ridiculo, mas o mesmo vale para os outros jogos violentos e que pessoas tentam censurar.
No final o que vai decidir se o jogo faz sucesso ou não, é o quão mais alto a moral da pessoa fala.
Ps: Isso é nojento
http://noreset.wordpress.com/2009/03/10/capcom-faz...
Engraçado, quando vejo um daqueles reality shows bizarros que os Japoneses tanto gostam tenho uma leve impressão de que aquilo que é ilegal de se fazer com uma garota no Ocidente é perfeitamente legal na terra do sol nascente.
cultura...
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Sim, eu também me alimento de Informação...
Não li todos os comentários, e sei que muitos deles devem ir contra o que eu penso. Mesmo assim, falarei aqui:
Videogame é cultura. Tanto para o bem, quanto para o mal. Qdo digo cultura, quero dizer que ele vive em forma dialética com a sociedade, ou seja, ele é influenciado por ela ao mesmo tempo que a influencia, num processo lento(?) e continuo.
Qdo surgiu jogos como GTA, ou, muito antes disso, Cluster Revenge, sempre me perguntava "Ok, mas qual é o limite?".
Não acho que alguém que jogar RapeLay ou GTA ou qq coisa parecida vai sair fazendo as mesmas coisas que fazem nos jogos.
Mas acho que qto mais jogos e outros meios tiverem esses temas, mais "aceitos" eles serão. E quando digo "aceito" não quero dizer "descriminalizado" e sim "comum".
Um exemplo: o próprio estupro. Hoje ele não é aceito na nossa sociedade (não entrarei na discussão de qdo ele foi aceito mas, sim, ele já foi). Um estuprador em potencial que deixa de agir o faz, inumeras vezes, pelo medo de ser pego - não pela policia, e sim pela sociedade. Ao contrario de um assassino, que consegue o seu espaço na sociedade - mesmo que na marginalidade - o estuprador não. É um pária. Ao entrar na cadeia, ele é espancado e sodomizado. Precisa de proteção. Numa comunidade, um assassino consegue comprar pão na padaria ou frequentar uma igreja se ele quiser. As pessoas podem não gostar ou temer ele, mas ele consegue seu espaço. O estuprador não. É um pária. Ele é tratado com nojo.
Então, por outro lado, o assassinato é algo aceitavel na nossa sociedade. Qdo alguém mata alguém, vc pergunta "porquê?". Por mais que vc condene, pensa que há alguma razão. E, na verdade, geralmente somos indiferentes a isso, desde que não esteja proximo do nosso circulo. Qts vezes não torcemos para um assassino num filme?
Afinal, mesmo nós nunca tendo matado alguém ou sequer cogitado isso, consideramos algo normal. É banal.
Concluindo: não acho que esse jogo vai banalizar ou deixar aceitavel o estupro. Mas acho que esse jogo só foi lançado pq já banalizamos a idéia que tudo pode nos games e que há uma vontade - de uma parcela minima da sociedade, eu espero - por um jogo do genero. Ou seja, já há alguma aceitação disso na nossa cultura. E que, qto mais jogos assim forem lançados, mas aceitação virá, ao mesmo tempo que eles vão influenciar outros meios de nossa cultura e, depois, serem influenciados de volta por ela, se tornando cada vez mais pesados e aceitaveis. Mas eles nunca estarão criando tal comportamento, e sim catalisando algo que já tá intrínseco na sociedade.
Agora.... proibir ou não já são outros 500. É outra discussão. Tentei mostrar aqui (como na minha formação. Sou historiador) um possível problema, e não uma solução.
E que, qto mais jogos assim forem lançados, mas aceitação virá, ao mesmo tempo que eles vão influenciar outros meios de nossa cultura e, depois, serem influenciados de volta por ela, se tornando cada vez mais pesados e aceitaveis. Mas eles nunca estarão criando tal comportamento, e sim catalisando algo que já tá intrínseco na sociedade.
É isso que estou tentando falar o tempo todo e quase ninguém me entendeu. Ninguém vai jogar isso aí e sair estuprando alguém (ou deixando de estuprar, como alguns defenderam). Assim como ninguém vai jogar um FPS e sair atirando em pessoas. Isso reflete e realimenta uma cultura onde isso é de alguma forma aceitável. A maioria concorda que estupro é errado, né? Então porque alimentar a idéia de que é aceitável em "algumas situações"?
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Não tinha lido seus posts. Se tivesse, teria citado vc, pois acho que sim, falamos a mesma coisa.
Alias, gostei da parte do "Crime de ódio".
Não tinha lido seus posts. Se tivesse, teria citado vc, pois acho que sim, falamos a mesma coisa.
Alias, gostei da parte do "Crime de ódio".
Brilhante cara. Você conseguiu descrever melhor do que eu o que penso do assunto. Também acho de certa forma triste o pessoal estar mais preocupado se o jogo foi proibido ou não (e se eu concordo ou não) do que se ele pode ou não ajudar a banalizar este crime hediondo.
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Obrigado!
Qdo quiser uma ajuda para alguma materia, é só chamar! He he...
mas, falando sério, também acho triste o pessoal focar mais na proibição ou não. Porém eu entendo isso.
Alias, é muito parecido com o que eu e a Ale Picoli escrevemos: é dialético, uma coisa influencia a outra e assim a aceitação tende a crescer.
E o problema dessa discussão é que são duas: a do problema e da solução. As pessoas já tem uma idéia de solução na cabeça (proibição e/ou censura) e por isso ignora o problema e discute apenas a solução.
É mais ou menos como discutir como matar uma bruxa antes de discutir o "Pô, pq essa garota é uma bruxa? E quê há de errado com isso?"
Bruxas tem mamilos desnaturais. É um crime contra a natureza.
E pesam menos que um pato (sempre é bom lembrar).
Você joga video-game? Eu jogo.
Desde o Mortal Kombat em que eu convivo com a morte de maneira realista. Passei por INÚMEROS jogos, aonde as pessoas morriam de modo horrível, banal, idiota, sem motivo, e até de modo a indicar que a morte era algo legal.
Você pode afirmar, com certeza absoluta, que foram estes jogos que tornaram a população insensível, e o assassinato algo banal?
Caso sim, poderia provar que isso ocorreu devido aos games, e não as outras formas de mídia MUITO MAIS acessíveis, como o cinema, e os programas policiais?
Poderia dizer que ver todo dia, as 6 da tarde, um monte de gente morta no programa do Datena não torna isso algo corriqueiro?
Este é o problema, não é? O assassinato se tornou algo aceitável.
E tem mais:
Onde vocês estavam antes, que não reivindicando o banimento destes programas da TV? E dos filmes que possuem a mesma temática?
Como podem afirmar que casos como o da Ale, que considera assassinato "menos grave" do que um estupro, não é fruto da mesmíssima situação que passamos agora, com o RapeLay: A banalização de algo que não deveria ser banal? Isto me leva a pensar: De fato estas manifestações culturais estão causando a "banalização do imbanalizável". Quando é que vocês vão lutar pela censura dos outros 95% dos jogos?
Como vocês lidam com o fato de que isso é tudo algo pessoal? E que estão sujeitos a, em outras questôes, sofrerem a censura que estão imputando ao jogo, só que estando do lado oposto?
Vocês acham que estão tratando a coisa de um modo "menos superficial" do que eu, o rot13('bigode') e os demais contra a censura, mas não estão. Estão é só atingindo a crosta terrestre do assunto.
Eu gosto de tratar as coisas do modo mais profundamente possível, fabião.
Na verdade toda essa balela de [conspiracy rant begin, clap your hands if you believe] "crime de ódio" e essa fudruncarias são sintomas de pesada doutrinação. É mais ou menos no mesmo nível de colocar dessacralização da hóstia como pior que execução da Solução Final. Símbolos são a única coisa que tem o direito de "existir", a única coisa que importa. A vida simbólica de dois possíveis fetos é mais importante do que a de a de uma criança violentada, a mãe deles. Uma bandeira é mais importante do que uma constituição.
Espero ter cometido algum crime de ódio contra alguns de vocês nesse post.
Fabião, que tal ler o meu post antes de comenta-lo?
Parece que vc não leu...
Se tivesse lido, iria perceber que em nenhum momento eu falei que deveriamos proibir ou banir esses jogos/filmes e etc.
E iria perceber também que em nenhum momento eu falei que os jogos são melhores ou piores que as outras formas de cultura em massa.
E iria perceber também que qualquer uma dessas formas não criam nada, mas tem uma relação dialetica com a sociedade(explciando melhor: ela surge da sociedade, sendo influenciado por ela e, ao mesmo tempo, influencia a mesma sociedade. é uma coisa de vai-e-volta). Ou seja, só existem essas coisas nos jogos pq a sociedade tem/quer coisas assim.
E que essas forma conversam entre si. Mortal Kombat, por exemplo, não existiria se não fossem os filmes (tipicos da Sessão da Tarde) que ele se inspirou. E muitos filmes depois se inspiram no MK.
E, acima de tudo, iria perceber que a sua resposta serve de exemplo para o que eu escrevi: algumas pessoas aqui, como vc, discutem apenas UMA solução e não discutem o problema. Desculpe-me se eu parecer meio bruto, mas ficam tanto na defensiva que, aparentemente, sequer conseguem entender o que foi escrito...
Você quer dizer que um jogo de briga de rua onde os personagens principais são Adolf Hitler e Joseph Stalin, se passa em Auschwitz e onde você ganha níveis comendo criancinhas e tem minigames fabulosos onde você joga Tetris e Puyo Puyo com os cadáveres não existe porque a Sociedade não quer?
Porcaria de sociedade essa.
???
Você disse que o jogo do estupro só ocorre porque na sociedade existem estupros e gente disposta a estuprar. Eu nem levei isso muito em conta, porque pra mim isso é meio óbvio...
Se você pretende discutir porque um homem estupra uma mulher, ou o que fazer para impedir isso, creio que o melhor seria outro local e outro fórum: Estou discutindo específicamente o jogo em sí e a sua proibição.
Não há problema: Ou há, mas definitivamente não cabe ser discutido aqui. E digo mais: Seja lá qual o problema que for, censura não é a solução.
Você está equivocado.
A censura é a solução.
Do problema da censura.
Solução excelente.
Eu não disse apenas isso.
Mas o que me admira nas suas respostas é insistir que eu falei de censura.
Me mostra: aonde eu falei em censura?
Sobre o problema (ou não...) ele envolve games, então cabe ser discutido aqui sim. Mesmo pq, se a gente não discutir antes, só teremos que acarretar o que os tribunais discutirem - gente que não costuma jogar muito ou entender de videogames.
Minha resposta para você foi, de forma mais específica:
Olha, Compostela. Legal o que você disse, faz um certo sentido. Porém, não acrescenta nada a um post aonde a discussão é sobre proibir o jogo ou não. Não importa o motivo pelo qual o jogo existe, nem o assunto que ele trata, nem se a sociedade se espelha nos jogos ou não: Proibir não pode.
Você não disse, em nenhum momento, que deveria censurar o jogo. Tanto que no seu texto, o último parágrafo deixa isso bem claro.
Eu vou fazer a mesma pergunta que eu fiz pra Fátima, e ela não respondeu: Afinal, você é a favor ou contra a proibição do jogo?
Porque tenha consciência que alguns que são a favor, como a Ale usaram seu comentário como aporte para sua opinião. Pois, como você mesmo disse, você e a Ale falam a mesma coisa. Isso se dá até que ponto?
Eu vou fazer a mesma pergunta que eu fiz pra Fátima, e ela não respondeu: Afinal, você é a favor ou contra a proibição do jogo?
Não respondi pq já havia respondido anteriormente. O fato de ter me manifestado contra o jogo NÃO implica que defenda a proibição dele. Mas quem defendo quem quer que se manifeste pela censura, assim como defendo quem se manifesta contra ela: isso faz parte do jogo democrático. E foi essa minha posição que me fez questioná-lo quando vc associou a argumentação da Alê a uma luta contra moinhos.
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Abraços!
Palavras Sussurradas
Eu não associei a argumentação da Ale a uma luta contra moinhos. Eu até lhe dei uma resposta claramente dizendo isto.
Custer´s Revenge, infiel.
"O estupro não é aceito em nossa sociedade... o estuprador vira um pária." Infelizmente esse não é o caso, como já foi discutido por mim lá em cima, com vários exemplos.
Ok, réu confesso: é Custer's Revenge.
Sobre o estupro ser aceito ou não, tudo isso é uma coisa cinza, e não preta ou branca. é claro que ele tem que ter alguma aceitação, senão não discutiríamos o fato de existir jogos/filmes/musica e etc e que o "mocinho" é um estuprador.
Ainda assim, é uma "aceitação" muito restrita. Ao contrário do assassinato.
Assim, esse jogo foi feito para "entreter" tarados, como muitos outros no japão desse tema, existe um jogo no japão para nintendo DS onde o objetivo é usar a styllus para molestar garotinhas ... não é um caso isolado, outro jogo chamado Artificial Girl ,1 e 2, onde tem a mesma idéia, apenas não tem o conceito de "estupro" por que você esta sozinho em uma ilha.
Sem falar que é comum molestadores nos trens lotados da Ásia, tanto que existem trens apenas para mulheres. E esse estupro em trens não fica só no jogo, existe também um Anime chamado "Express Train", onde pessoas molestam mulheres nos trens. Parece que lá isso já é tão banal quanto GTA aqui por nossas bandas.
Isso é complicado Dori. Eu abominei a idéia do jogo, é algo doentio e absurdo que eu nunca compraria. Mas eu também acho o filme Jogos Mortais doentio, absurdo e nunca compraria, detesto filmes ou jogos com tortura, mas se proibirmos filmes desse tipo, não é censura?
Eu tenho o sentimento de que "se eu mandasse no mundo ia proibir aberrações desse tipo e tal", mas o buraco é mais embaixo, esse equilíbrio de liberdade de expressão x lei e moral é algo complicado.
Mas uma coisa teno que dizer Dori. Seu post soou como : "Eu sou a favor da liberdade de expressão, exceto quando for uma coisa que eu não gosto como essa, nesse caso tem que proibir mesmo". Isso não faz sentido. Liberdade de expressão apenas para as coisas que não nos ofedem é fácil não é? Como já disseram, muita gente se sente realmente mortalmente ofendida com fatalities, ou simulação de crimes do GTA, nesse caso defendemos a liberdade de expressão, não são dois pesos e duas medidas?. Eu por exemplo, me sinto mortalmente ofendido por tema de estupro assim como me sinto mortalmente ofendido por temas com tortura : jogas mortais e etc.
Isso de certo modo também nos faz pensar e nos colocar no lugar de que sente ofendido por um jogo ultraviolento e lutam para que sejam proibidos, o sentimento deles Dori, é exatamente o mesmo você teve no seu post, não existe um lei universal que diga : violência e tortura tudo bem, estupro não. Questão complicada essa.
Se tomarem uma ação legal contra esse jogo, não vamos poder criticar ações legais contra jogos ultra-violentos.
Entedemos a sua indignação com o jogo, eu sinto a mesma indignação. Mas você aprovar a proibição é realmente o contrário do que você sempre defendeu aqui, simplesmente porque dessa vez foi no seu olho que ardeu a pimenta.
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Dodge this!
Boa, isso mesmo, pimenta no cu dos outros é refresco!
Se for "banir" algo, bane mesmo jogos mortais, albergue, gta , e tantos outros filmes americanos. Bane Manhunt também, matar outros presos com seringas e martelos ... da na mesma.
Mas eu não discordo de você. Se o texto pareceu que eu estava querendo defender meus direitos, peço desculpas, não era a intenção, mas também não mudarei minha opinião.
Talvez eu devesse ter dito no texto o que direi agora, mas acho assim: eu não disse que o game não deveria ser feito, o que disse é que ele não deveria ser vendido. Se uma cambada de doentes mentes gostam de se divertir jogando esse lixo, que joguem, façam seus jogos, mas daí a vender eles, sou contra. Façam no submundo, assim como mostrado no filme 8mm.
Esse tipo de aberração deve ser banida da face da terra, pelo menos comercialmente, ou você veria com bons olhos a caixa desse jogo na mesa do teu genro/cunhado/padastro?
Volto a dizer, ao dizer isso eu não estou defendendo a violência de jogos como GTA ou Manhunt e se acharem que eles devam ser proibidos de vender, proibam, quem gosta vai conseguir formas de jogar do mesmo jeito, assim como vão achar esse Rapelay para baixar.
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Vida de Gamer | A vida como ela é (ou deveria ser)!
Eu concordo com você que lixo como esse não deveria ser vendido, e eu acrescentaria na lista manhunt e o filme jogos mortais e coisas do gênero. O grande problema é como implementar um cencura desse tipo, um agência do governo? Uma comissão de deputados? Na verdade isso até poderia ser encaixado na lei brasileira naquele artigo que proíbe apologia ao crime, mas aí quantos livros, filmes e jogos seria proibídos?
Eu não quiz dizer que discordo que esse filme não deveria ser vendido, muito pelo contrário... mas quem vai dizer o que pode ser consumido, o governo? a família? Há filmes não recomendados pra menores de 12 anos, só porque tem alguma cena de luta ou coisa assim, que eu deixaria meu filho de 10 anos(hipoteticamente, eu não tenho filho) ver. Já outros filmes livres para qualquer idade eu não deixaria ele ver, como por exemplo dramas que são livres, mas que pode exercer um pressão psicológica muito forte pra uma criança pequena, ou que possuam uma mensagem oposta a educação que quero dar a ele (quando maior ele poderia assistir, mas crianças menores de 9 anos não tem censo crítico sufiente pra você deixar ver um filme mais pesado e só conversar sobre isso depois).
O filme não deveria ser vendido, mas a grande questão que não fica clara no seu post é: quem deve ter o poder de proibir?
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Dodge this!
Você está correto. E acho que quem deva exercer esse papel de censor pode ser a própria sociedade. Veja bem, mas do que defender a proibição do jogo, eu defendo o direito das pessoas que pediram sua proibição.
Acho que isso não ficou claro no texto, mas se alguém se sentiu ofendido com essa porcaria, nada mais natural do que reclamar. Agora, se o pessoal acha que isso também é errado, então talvez não seja eu quem esteja impedindo a liberdade de expressão.
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Vida de Gamer | A vida como ela é (ou deveria ser)!
Eu não jogo videogame. Minhas filhas são pequenas para fazê-lo. Eu sou uma mulher que escolhe a roupa que vai sair não dependendo da moda ou do clima; escolhe a roupa pensando nos lugares onde poderá ser bolinada. Por isso acho que homem nenhum pensou assim: se vou sair no horário em que funcione o vagão só de homens, vou de calça clara ou bermuda; fora desse horário eu vou ter que me vestir como se fosse o meu avô, casacão e óculos.
Não conheço homem nenhum que não consiga sentar num restaurante/bar/café sozinho antes que apareça alguém "pra fazer companhia". Nem que tenha alguma dificuldade em se fazer entender quando diz "Não, não estou interessado" e similares. No cinema, ele não troca de lugar por causa das atividades extra-cinéfilas do cidadão ao lado que o sujam ou às suas roupas.
Nunca meu irmão chegou em casa dizendo que tinham dito "Quero ver você peladinho", "Hum, que tesão te chupar todinho" e coisas parecidas assim, do nada, no meio da rua. Nunca se sentiu em estado de choque porque isso foi dito na frente das suas filhas (incluídas, algumas vezes, no pacote de frases da criatura em questão).
Nunca um amigo meu se sentiu ofendido por ouvir "Homem ao volante, perigo constante", "Louro burro", "Deu pra todas as meninas? É um vadio/piranho/fácil". Nunca se leu notícia nenhuma que um assassino, depois de surrar um homem covardemente, jogou sobre o cadáver dinheiro para a polícia pensar que ele era "só" um prostituto. Ou que cresce o número de rapazes vítimas de bulimia/anorexia.
Meus amigos nunca ouviram na escola "Você é um elefante; aprenda a ser gostoso como seu irmão." Jamais passaram pelo "teste da sunga" para namorada nenhuma. Jamais foram preteridos em emprego por ter o cabelo assim ou a cintura assada. Em hipótese alguma, jamais, ganharam menos do que a colega de função.
Eles ligam a televisão e, ao que me conste, não assistem carro, seguro de saúde, prendedor de roupa, comida, refrigerante, xampu (!) sendo vendidos por um homem seminu. Não são comparados a um acessório para proporcionar prazer, como aquele célebre comercial de cerveja (fictício ou não) onde se vê alguém ser objeto de saciedade sexual de três (as costas da criatura é usada como apoio para uma garrafa de cerveja. O vídeo, no youtube, coleciona parabéns pela "criatividade").
Homem nenhum, ao usar o nome de casado (?) descobriu que, se mantiver o nome da mulher depois do divórcio, corre o risco de não poder mudá-lo se a ex morrer: para isso, tem que casar de novo, adotar o nome do novo cônjuge, separar-se e só então, poder voltar a usar somente o nome dos seus pais. Isso em pleno século XXI. Homem nenhum fica com medo quando, inadvertidamente, as filhas contam no táxi que ele é divorciado e moram só ele e as crianças.
Por fim, não conheço homem nenhum que tenha ido a uma delegacia prestar queixa contra a mulher que o surrou, humilhou, violentou - na frente dos filhos. Não conheço mulher nenhuma que, depois disso, condenada, pagou dez cestas básicas à comunidade e ficou por isso mesmo.
Assim sendo, sim, as mulheres querem a proibição desse videogame. Porque, sabem, a gente cansou. Principalmente de gente que acha que, no fim das contas, puxa vida, é só um jogo, né? Não vamos abrir precedentes só por causa disso.
Ah, sofrí bullying na escola, proíbam Bully porque estou cansado.
Meu filho morreu devido ao uso de drogas, proíbam GTA Chinatown Wars.
Segundo minha religião, o Papa é o enviado de Deus na terra. Grandia II tem o Papa como vilão, logo, isso ofende a minha religião. Estou cansado desta intolerância religiosa, proíbam Grandia II.
Fico pasmo com aquele encanador bigodudo pulando em cima de tartarugas. Proíbam o Mario, porque eu trabalho no projeto Tamar.
Sou vítima de um acidente de carro e fiquei paraplégico: Proíbam jogos aonde hajam direção imprudente.
Fui vítima de armas de fogo! Proíbam jogos com armas!
E a lista é extensa. E TODOS eles possuem bons argumentos para as respectivas proibições.
O problema nem é você querer a proibição, só que você teria que aceitar a proibição de TUDO que ofendesse alguém. E aceitar que os direitos são iguais para todos, e eles também podem ter opiniões que não combinem com as suas: E aí, neste caso, você estaria disposta a ter sua liberdade (de adquirir ou criar o que bem entender) cerceada por alguém?
E pô, discurso feminista no MeioBit Games não combina. O motivo pelo qual vocês mulheres se sentiram ofendidas pelo jogo já está muito bem esclarecido: Agora, onde está o direito de vocês de poder censurá-lo, ignorando a liberdade de expressão, é o que não ficou claro em momento algum.
Não é MEU direito censurá-lo; é meu direito PEDIR que ele seja censurado, assim como é meu DIREITO achar que uma linha - perigosa - foi ultrapassada com o lançamento deste jogo. Acabou-se faz tempo com a preocupação de uma coisa chamada dignidade. Porque é jogo pode tudo, não?
E, antes que você diga algo: um homem saiu livre, feliz e contente de um tribunal em Boston há uns dois anos depois de, de frente para uma mulher num elevador lotado, ter metido a mão por baixo do vestido dela e se feito por 20 minutos. A alegação foi que ele queria mostrar a ela toda a admiração que tinha, pois ela era uma mulher muito bonita, estava de vestido e ele era um homem viril e jovem - o argumento final foi, justamente, "liberdade de expressão".
É este mesmo direito que você tem que me garante o direito de discordar de tudo o que você disse.
E, sinceramente, não entendo o que o cara de Boston tem a ver com o que eu disse, nem com liberdade de expressão. Liberdade de expressão não dá direito a ninguém de ofender lei alguma.
E pô, discurso feminista no MeioBit Games não combina
Eu acho que super combina. Ou você acha que é só homem que joga ou se interessa por jogo?
E discurso machista pode? Ser homem não quer dizer que tem que ser machista.
É muito difícil pra um homem entender a importância de uma coisa como essas. Afinal, não são vocês os ameaçados. Talvez se você tivesse uma parente próxima que tivesse sido estuprada fosse mais fácil entender. Mas estupro NÃO é uma coisa banal.
http://eutambemjogo.blogspot.com
E quem é que está dizendo que é banal?
E só pra constar, minha prima, a uns bons anos atrás, foi estuprada e morta, em Macatuba, interior daqui de SP, depois jogada na beira da estrada. E até hoje não se sabe quem foi. E se não me engano, na época era menor de idade.
Nem eu, e principalmente nem a minha tia achamos que isso é banal.
Isso lhe basta para credibilizar minha opinião?
Porque este viés é bem simples, não? Vamos ser feministas, e qualquer um que ousar reclamar é machista. Nós podemos reclamar de tudo, e qualquer homem que ousar se opor deve ser ignorado, afinal, ele é homem, é um porco chauvinista e tudo que ele diz é para manter a sua dominância sobre nós.
Mesmíssima coisa do que ousar se manifestar contra cotas para negros no ensino: Logo você é taxado de racista.
O problema não é o discurso ser feminista, é o local aonde ele está sendo usado. Machista também não pode.
Ainda bem que eu não sou teu parente, Fabião.
Sim, eu adoro esse discurso pseudo-feminista onde todos os problemas das mulheres são causados pelo homem e seu machismo.
Eu adoro esse discurso pseudo-homem-que-acha-que-sabe-o-que-é-feminismo.
Experimente encarar o problema sem ironia da próxima vez que tentar dar uma resposta inteligente.
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Assinar pra q?!?! Num acredita no que eu tô dizendo não?!!?
Vou tentar, irmã, vou tentar. Me parece que você tem resistência ao bom humor.
E seja lá o que for, seus argumentos soam ligeiramente mais convincentes quando você escreve eles corretamente.
Eu não sei quanto aos homens, mas fica óbvio que você não tem a menor idéia do que seja feminismo. Tem uma ótima idéia do que é um femismo sensacionalista, isso é fato.
Vamos ser feministas, e qualquer um que ousar reclamar é machista. Nós podemos reclamar de tudo, e qualquer homem que ousar se opor deve ser ignorado, afinal, ele é homem, é um porco chauvinista e tudo que ele diz é para manter a sua dominância sobre nós.
Eu chamei você de machista? Ou alguém aqui? Perguntei se podia machismo. Não disse que alguém foi machista. Perguntei se podia ser machista pq blogs de games sempre assumem que podem ser, que ninguém vai reclamar.
Meu marido vive discordando de mim e mesmo assim é o cara mais feminista que eu conheço. E machismo não é o contrário de feminismo. Não existe nenhum tipo de movimento ideológico ou social lutando por igualdade para os homens, que são, coitadinhos, tão desprestigiados. Simplesmente porque não precisa brigar por isso.
Feminismo não é VITIMIZAÇÃO. Ninguém aqui posou de coitadinho. Eu acho que homens são tão vítimas quanto as mulheres, ganham responsabilidades que não deviam ser obrigatórias, cobranças que não deviam ser generalizadas, são subestimados em diversas coisas - tudo isso só por serem homens dentro desse sistema podre. A diferença é que a corda aperta mais (às vezes, mortalmente) pro lado das mulheres. É só por isso que somos mais barulhentas pra falar dos NOSSOS problemas e não dos seus. Mas, acredite ou não, a briga é sua também. Ou deveria.
Mais uma vez - entender o privilégio masculino, heterossexual e branco é um dos primeiros pontos - talvez um dos mais difíceis - pra superar esse tipo de preconceito. E notar que isso está entranhado em muita coisa do dia-a-dia, mesmo as que parecem mais bobinhas, é bem chocante.
http://eutambemjogo.blogspot.com
Pode reclamar a vontade desde que saiba do que está falando. Não dá pra não taxar de preconceituoso alguém que critica alguma coisa só pelo que ouviu falar, sem saber nem do q se trata.
Uma mulher que usasse os argumentos chulos q vc usou seria tão chauvinista como vc e seria tratada como tal. Vc quer colocar o foco no fato de ser homem, eu coloco o foco nas palavras e argumentos que vc usou. Isso é ser feminista.
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Assinar pra q?!?! Num acredita no que eu tô dizendo não?!!?
O meu ursinho de pelúcia "Totoso" ficou pentaplégico quando um censor tentou vestir roupas nele. Ele nunca mais virou o mesmo.
Parem de censurar, gente, isso é errado, corno e cruel, e perigoso. O censor no fim só machuca a si mesmo. Jogos e culturas que incentivam isso são claramente sinais de "o fim é eminente de sua cultura decadente".
Fabião, você defenderia o direito de publicação de videogame chamado CensorLay?
Fabião, você defenderia o direito de publicação de videogame chamado CensorLay?
Tipo Deus desafiado a criar uma pedra tão pesada que ele mesmo não possa carregar? Ehehehehe...
Sim, defenderia. Segundo alguns raciocínios aqui, aplacaria o ímpeto dos censores.
Seria bom se rodasse nas Olivetti da Ditadura Militar.
Creio que ele não seja capaz de fazer coisas inapropriadas e estúpidas, como uma dessas.
Mas Fabião, esse jogo pode influenciar negativamente o usuário. Eles podem sair por aí querendo censurar as coisas. Imagina se CensorLay influencia um jogador a censurar Censorlay? Como fica?
Uma pergunta hipotética. O que você faria se chagasse na casa do namorado da tua filha ou irmã e visse o Rapelay ou um filme do gênero em cima da mesa dele? Qual seria seu sentimento?
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Vida de Gamer | A vida como ela é (ou deveria ser)!
Baseado na sua pergunta, permita-me te fazer outra pergunta.
O que vc faria se chegasse na sua casa e visse seu filho jogando Manhunt ou GTA 4?
Qual a diferença da sua pergunta pra minha?
Não existe diferença. Eu chamaria ele pra uma conversa e tentaria mostrar que jogos assim mostram uma realidade que não deve ser seguida.
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Exato! Esse é o ponto, não há diferença. Logo, proibir uns e liberar outros não faz o menor sentido. Se não gostou, não compre. Se alguem lhe pergunta sobre o jogo aconselhe-o a não comprar; se ver algum camarada teu jogando oriente-o que o jogo não é bom..etc...etc..
Não há necessidade de proibir o game.
Não seria nada bom.
Porém, pergunte-me se eu acho que ele não deva ter o direito de comprá-lo, e de consequentemente sofrer a minha rejeição.
Mas você achar que não seria bom não deixa de ser uma forma de censura, pelo menos eu acho que não.
O que estou querendo dizer é que estão todos me crucificando porque sou contra a venda/popularização de um lixo que tem como único foco banalizar um crime desprezível, mas no fundo, todos nós temos algum tipo de tabu ou censuramos algo de vez em quando.
É inevitável. De um lugar para outros, a cultura muda muito.
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Censurar pra você é uma coisa.
Querer censurar pra TODO MUNDO é algo completamente diferente.
Eu tenho minhas óbvias restrições contra este jogo, acho a idéia desprezível e não olharia com bons olhos quem eu visse comprando uma abominação destas. CONTUDO, se o cara que comprou não desse a mínima pra minha reprovação, eu não iria insistir para que o jogo fosse proibido.
Mais uma vez concordo com você, mas como disse ali em cima, as pessoas que pediram a proibição do jogo por se sentirem ofendidas não possuem esse direito? Isso também não seria uma forma de censura?
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Eu perguntaria se ele já mostrou o jogo pra minha irmã. É bem capaz dela gostar do videogame!
Ela gost de jogos que tem minigames tipo dating sim, ela já virou Harvest Moon meia dúzia de vezes.
Porque eu confio na minha irmã em nunca escolher como namorado um cara que faria isso com ela ou até com outra mulher.
Vc acha que uma mulher q é agredida, estuprada e morta por algum conhecido/namorado/marido/alguém q ela nunca viu na vida é pq "escolhe" conhecer um cara capaz de fazer isso?? Ó ótimo, agora a culpa é nossa. Pq escolhemos esse tipo de cara se está sempre escrito na testa deles que são capazes de fazer isso?! Mulheres são a escória msm! Procuram sarna pra se coçar dpois vem c discurso pseudo-feminista achando que todos os problemas delas são causados pelos homens e seu machismo! ¬¬
Vc confia q sua irmã seja capaz de adivinhar pensamento?? Noussa vcs poderia ganhar mó grana com isso... ¬¬
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Assinar pra q?!?! Num acredita no que eu tô dizendo não?!!?
Eu nunca preguei que a culpa do estupro é da mulher. Isso é discurso de juiz comprado, veja meu post acima.
Eu confio na minha irmã. Eu vivo zoando dela porque ela é burrinha demais em certas coisas, mas em outras ela é muito mais esperta do que eu jamais serei. E escolher homem é uma delas (vacina retórica, não escolho homens :0~~~).
E um cara que joga um videogame tão zuado assim não deve ser tão ruim.
O que vc disse no post acima foi:
"Porque eu confio na minha irmã em nunca escolher como namorado um cara que faria isso com ela" Como se ela ou qq mulher pudesse adivinhar quem faria uma coisa dessas.
Se nem vc msm entendeu o q falou então tome mais culdado com o q fala. Esse é o problema de não saber do que se está falando.
Se um cara q acha divertido ver mulherees sendo estupradas não é ruim então não sei o q pode ser.
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Acontece que não são mulheres sendo estupradas.
Não é qualquer homem que tem a falta de vergonha na cara de estuprar uma mulher, quanto mais sua namorada.
E Fabião;
Bullying é um problema sério, sim, e está em discussão hoje em toda boa escola que se preze. No dia em que um filho seu parar de comer ou enfiar uma bala na cabeça (como o colega do meu irmão no Colégio Militar de Salvador) talvez você repense o que escreveu.
Eu não sei bem de onde você está tirando estas insinuações. Quem disse que Bullying não é um problema sério?
A questão é o mundo virar uma fogueira das vaidades: O colega do seu irmão processar a Rockstar Games por ela ter feito o jogo "Bully". E cada um, de posse da sua verdade pessoal, começar a exigir proibição de tudo que o afeta direta e indiretamente.
Este jogo e o mais ridículo que já foi inventando... Onde esta o moral e o bons costumes...
Por isso eu digo que um simulador onde uma mulher ataca um Homem num campo de futebol/academia/buteco sujo da vida ia ser algo original! E ia vender horrores, afinal de contas isso é uma fantasia corrriqueira no universo masculino, não? Se tornaria o novo GTA, o novo WoW, o modelo padrão no desenvolvimento dos games!
O mais curioso nessa história toda é que o jogo não deveria nem ser vendido fora do Japão - A Amazon quis ganhar um trocado a mais em cima dos teenagers com acne habitantes do hemisfério norte. De quem é a peversão, afinal? Dos criadores do jogo, que querem vender um produto para um público específico? Desse público específico que consome essas coisas e cria uma demanda por esse tipo de material?
Complicado...
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Sim, eu também me alimento de Informação...
Engraçado os japoneses... Pela pesquisa rápida que fiz, esse jogo não causou essa polêmica toda no Japão, onde foi lançado há alguns anos. Ah, esqueci do quanto as japinhas são submissas
É... Deve ser engraçado ser mulher num país onde as mulheres já usaram sapatos que as deixavam aleijadas pra nãopoder correr qd o marido quisesse lhe "dar um corretivo" ou estuprá-la...
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Psoares, você está desinformada. O país onde, até muito recentemente, as mulheres esculpiam seus pés é a China. Eu pessoalmente acho isso absurdo, tem um risco muito alto de dar uma infecção ou coisa pior, sem falar no quanto isso deve doer.
Porém, atualmente, na sua cultura, é corriqueiro uma mulher esculpir seu corpo inteiro. Para as outras mulheres. Contra sua própria saúde.
Provavelmente ela irá te responder evocando alguma mulher que foi apedrejada no Camboja. Porque é claro que como homens nós devemos pagar por todas as injustiças que elas sofrem, em todos os locais do mundo, em todas as culturas e em todas as eras da humanidade.
Engraçado no sentido de curioso, dona. Esse é um assunto gerador de polêmica, não só neste blog, mas no Japão isso não aconteceu. Entendeu agora? Não precisa vir com pedra nas mãos e trocando as bolas.
MEU DEUS DO CEU...
PARA TUDO AI PESSOAL! Vamos organizar as ideias e se policiar pra não esquentar demais os animos e falar o que não quer, afinal todos aki são amigos (pelo menos eu penso assim).
Muita gente está pegando um FATO e discutindo o mesmo com uma pitada de opnião e/ou experiencia e/ou idealismo pessoal, desvirtualizando o FATO na sua essencia.
Existem jogos violentos? existem. De Mário à RAPELAY todos tem uma dose de violencia gratuita ou não. Mas nem por isso pode-se gerar motivo para censura como está sendo falado aqui no topico(não pelo rumo que está tomando aki).
Pelo rumo da conversa dessa mistura danada, até um filme em que o cara der uma topada e falar AI MEU PÉ, se tornaria motivo para banir o filme devido a violencia gratuita de uma topada e o crime de ódio contra os pés de todo o mundo/universo desse planeta e de outros (não me refiro a ninguem especificamente, estou falando isso baseado no rumo das conversas e erros de interpretações de uns com os outros ok?).
Ontem mesmo assisti Watchmen, um excelente filme principalmente pq eu já havia lido o quadrinho e me impressionei como passaram do quadrinho pra telona.
Pronto vamos lá: O filme é uma perfeita adaptação (meu ponto de vista) do quadrinho, com a mesma violencia e até cena de sexo com direito a pagação de peitinho e quase tudo PONTO.
Pois bem, havia a indicação do filme 18+ e nem por isso foi banido ou com manifestos contra o filme. Como falei no meu post anterior, pra todo e qualquer jogo basta ter indicação de faixa etária, a luta das produtoras como a ROCKSTAR (sempre ela entra nessas confusões rsrsrsrs) é tentar conseguir baixar a faixa dos jogos dela de MATURE (18+) pra uma faixa o mais abaixo de 18 (TEENAGER) possivel.
O que isso parece pra vcs? se a ROCKSTAR é tão interessada em baixar a faixa etaria dos jogos dela pra vender, quer dizer que realmente esse sistema funciona, que realmente os pais nao comprarão um jogo 18+ pro seu filho de 9 anos, que realmente há leis ou consciencia da sociedade em não fornecer esse tipo de material para jovens e isso de maneira nenhuma seria uma censura para liberdade de expressão.
Embora em alguns países jogos como manhunt são proibidos de serem comercializados, mas ai entro aspecto cultural/politico da região, mas ai é outro ponto a se falar não nesse topico.
O que vale realmente é resolver o problema na base: CONVERSA ENTRE PAIS E FILHOS, UNIÃO FAMILIAR! Isso sim hoje em dia que está banalizado e que resolveria uma graaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaande parcela de problemas que temos hoje... e em segundo lugar educação, conseguindo resolver esses 2 pontos os ou tros problemas se resolvem naturalmente.
Só um exemplo pra pensar pessoal: enquanto estamos discutindo sobre esse topico desse jogo em especifico, pensem e analisem quem são os "heróis" dos jovens de hoje: CARLA PEREZ, MULHERES FRUTAS, PARTICIPANTES DE BIG BROTHER, LATINO, CANAVAL TELEVISIONADO PELA TV(COM GRANA DE TRAFICANTE MAS COM APOIO DA SOCIEDADE POR SER "IDENTIDADE CULTURAL")...
Ai pergunto: se a sociedade levasse em conta os 2 tópicos q citei acima vcs não acham que os "herois e atos heroicos" atuais não seriam outros?
Enquanto a gente discute aqui, quais de vcs mandaram mail, carta, ligaram ou fizeram algo contra esses "herois e atos heroicos"?
E depois dessa respondam essa: quais de vcs já mandaram mensagem via globo.com ou gastaram seu dinheiro ligando pra globo pra escolher quem sai e quem fica no BBB?
Despois de vcs analisarem o que eu falei continuem com essa discussão sobre o tópico. Aí se o que falei parecer besteira prefiro me ausentar dessa discurssão.
Água mole e pedra dura...
Tanto bate até que molha...
MEU DEUS DO CEU...
Tem menos tentáculos do que deveria.
O que vale realmente é resolver o problema na base: CONVERSA ENTRE PAIS E FILHOS, UNIÃO FAMILIAR!
Solução Educacional Final.
Ai pergunto: se a sociedade levasse em conta os 2 tópicos q citei acima vcs não acham que os "herois e atos heroicos" atuais não seriam outros?
É difícil demais lutar pelos outros. Mesmo tentando doutrinar minha irmã com videogames violentos, ela gosta do cd do latino.
E depois dessa respondam essa: quais de vcs já mandaram mensagem via globo.com ou gastaram seu dinheiro ligando pra globo pra escolher quem sai e quem fica no BBB?
Eu não :p~.
E depois dessa respondam essa: quais de vcs já mandaram mensagem via globo.com ou gastaram seu dinheiro ligando pra globo pra escolher quem sai e quem fica no BBB?
Eu não :p~.
Nem eu...
Água mole e pedra dura...
Tanto bate até que molha...
À propósito, na minha opinião o game devia ser proibido. Se não se põe rédeas na sociedade, passam todos a se comportar como os bovinos que são.
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my first post! Meiobit Games
assinatura original Balances
E se fosse IF, podia?
Não, não phode.
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A título de curiosidade, acabei de ler que o jogo não foi proibído de ser vendio, na verdade a Amazon o retirou do catálogo voluntariamente.
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Vida de Gamer | A vida como ela é (ou deveria ser)!
Liberdade de escolha e pensamento vem para o bem e para o mal.
"Será que o ser humano é tão podre que consegue encarar atitudes de tão baixo nível como uma forma de entretenimento?"
Sim. É. O ser humano é podre a ponto de defender esse tipo de violência como "liberdade de expressão". É o msm tipo de ser humano podre que defende "direitos humanos" para assassinos. É esse msm tipo de ser humano podre que escolhe os lugares onde se deve ou não discutir esse ou aquele assunto. É esse tipo de ser humano podre que tem respostas pra tudo msm sem saber do que tá falando e ainda se acha a última bolacha do pacote.
Se o ser humano não fosse podre não aprovaria as atrocidade de GTA e afins só pq é um jogo bem feito com gráficos incríveis e blablabla e não precisaríamos ter essa conversa onde o certo é tão óbvio mas sempre aparecem os "defensores do liberdade de expressão" pra dizer que "não, isso não gera violência", "adoro esse discurso pseudo-feminista", "fórum de jogo não é lugar pra papo de mulherzinha".
Consciência social é algo que cabe em qq lugar, simplesmente pelo óbvio: a consciência que um cidadão demonstra aparece em todas as suas ações,inclusive, quem diria, nos jogos que escolhe pra jogar. Não dá pra conversar com "gente" que acha que porque a linha é tênue não merece ser discutida. Alguém pode me dizer onde fica meu direito de não querer um troço desses me rodando?
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Assinar pra q?!?! Num acredita no que eu tô dizendo não?!!?
Creio que ninguém aqui defendeu a violência como forma de liberdade de expressão. Assim como também creio que ninguém disse algo na linha de "fórum de jogo não é lugar pra papo de mulherzinha".
A maior parte dos assassinos são muito mais humanos do que personagens de videogame, na minha humilde concepção.
Sim, você está completamente correta. Não é apropriado discutir com quem não quer discutir tal assunto porque acha que ele não deve ser discutido. Felizmente, eu gosto de discutir o assunto, e na minha opinião, a linha não é tênue, muito pelo contrário. Ela só aparenta ser para quem não consegue ver claramente.
O seu direito de não querer um troço desses te rodando; se com esse troço você se refere a videogames sobre temas que te enojam; é o mesmo direito que você tem sobre os seus aparelhos que rodam esses videogames.
Eu sou incapaz de apontar onde esse direito fica, mas eu imagino que ele está numa bonita caixa etiquetada "não gosta; não joga".
Alguém pode me dizer onde fica meu direito de não querer um troço desses me rodando?
No fato de você não comprá-lo. Alguém pode me dizer quem te deu o direito de decidir se outra pessoa pode comprá-lo ou não?
O ser humano é podre a ponto de defender esse tipo de violência como "liberdade de expressão".
UM cara, a milhares de Km daqui, usa-se deste recurso besta e absurdo, e ele vira uma bandeira? Ele é excessão, e está BEEEM longe da regra. Isso daí tem nome: vitimização. Hugo Chavez faz bastante isso.
É o msm tipo de ser humano podre que defende "direitos humanos" para assassinos.
Aí cabe um ótimo questionamento, a Fátima deve dissertar melhor sobre isso. Jurídicamente, cadeia é feita pra reeducar, não pra só punir. Direitos humanos servem para TODOS; o que você insinua ser errado é vingança pura e simples. O código de Hamurabi ficou lá na Mesopotâmia, cabe esclarecer. Aqui a civilização já chegou.
É esse msm tipo de ser humano podre que escolhe os lugares onde se deve ou não discutir esse ou aquele assunto.
Há locais para se falar de tudo. Eu não faço piada em velório, e não dou pêsames e abaixo a cabeça em festa. Isso aqui é um fórum de jogos, fala-se de jogos. Fugiu muito do assunto, foge do escopo do blog e é bom ser discutido fora: Afinal, se você pode, todo mundo pode, e eu posso querer discutir Nietzsche num post sobre PacMan.
É mais ou menos equivalente a achar que sua verdade vale mais do que a do outro, algo perto do que está ocorrendo aqui.
fórum de jogo não é lugar pra papo de mulherzinha
NINGUÉM disse isso. Quer se fazer de vítima vá se fazer em outro lugar. Pior do que Machismo é pseudo-feminismo radical.
Não dá pra conversar com "gente" que acha que porque a linha é tênue não merece ser discutida.
Tênue? A questão aqui nem é a proibição do jogo em sí, é a conveniência de se só proibir aquilo que lhe é abominável, e exigir que não se proíba o que é abominável para os outros. Não vejo problema algum em se banir RapeLay, desde que se suma com TODOS os outros jogos que ofendam alguém.
Cabe um aviso: A SUA verdade é SUA. Ela não é a verdade de todos. E ser mulher ou não não lhe dá um "Vale verdade", e reclamar falsamente que está sendo oprimida e sofrendo preconceito velado para justificar um ponto de vista é baixo, muito baixo. Feminismo é justo, Femismo é ridículo.
NINGUÉM disse isso ("fórum de jogo não é lugar pra papo de mulherzinha"). Quer se fazer de vítima vá se fazer em outro lugar. Pior do que Machismo é pseudo-feminismo radical.
Caro Fabião, você disse isso. No comentário de 11/03/2009. às 14h36m. Suas palavras exatas foram:
"E pô, discurso feminista no MeioBit Games não combina."
Por favor, defina a igualdade entre:
"E pô, discurso feminista no MeioBit Games não combina." e "Fórum de jogo não é lugar pra papo de mulherzinha".
Porque palhaçada tem limites: Alguém argumentar que conversas sobre feminismo não são adequadas a um fórum que fala sobre jogos ter sua frase torcida e deturpada para algo tão machista é fruto de alguém muito mal intencionado.
Não vou permitir que se façam de coitadinhas e de vítimas, nem que coloquem na minha boca algo que eu não falei. E nem tratarei vocês diferente, pra mim são iguais a qualquer um que discutí aqui.
Pelo que estou vendo todos os envolvidos nessa conversa fora do foco original do FATO de se ter um jogo como RAPELAY no mercado ou não, ou seja, todos que estão envolvidos nesse papo de machismo vs feminismo vs homofobia vs crime de ódio vs qualquer ideiologia que aparecer ainda aki nesse tópico estão perdendo o seu tempo debatendo isso aqui.
Como está no limiar de levarem pro lado pessoal seria MUITO MELHOR tentar resolver isso num MSN / ORKUT / E-MAIL ou qualquer outro meio que finalmente coloquem uma pedra em cima desse assunto que já está fendendo de tão chato.
Já perderam totalmente o rumo da conversa e já estão seguindo um rumo de atitudes muito duvidosas tendendo a uma afronta desreipeitosa entre usuários.
POXA GENTE! Se realmente todo mundo está tão puto com a situação a ponto de possivelmente estragar amizades por uma mistura de ideias e ideologias totalmente desligadas do tema inicial, por que não mandam um mail pra AMAZON e/ou outras lojas dos EUA registrando sua indignação? se o problema é não saber escrever em ingles pra eles, com certeza tem gente aqui que ajudaria prontamente a conseguir escrever essa carta.
Não sou contra nem a favor das ideias que foram postadas aqui, apenas respeito o q cada um de vcs pensam, MAS o comportamento atual depois de mais de 150 posts está tendendo a um comportamento infantil e inconsequente.
Água mole e pedra dura...
Tanto bate até que molha...
nem tratarei vocês diferente, pra mim são iguais a qualquer um que discutí aqui.
É exatamente o propósito do feminismo. Todos iguais, alguns com penis.
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O mundo é injusto! Stalin tem oito e alguns tem 0!
Sinceramente pessoal ainda bato na mesma tecla de que estão "viajando" demais no tema e desvirtuando o conteúdo original.
E repito pela enésima vez: bom ou ruim (o tema do jogo é muito ruim) isso é algo cultural que nos afeta de maneira muito intensa por ser uma barbária, mas que no japão é de certa forma "normal" dentro das limitações jurídicas e sociais de lá.
Se chegou esse jogo no ocidente, com certeza se tem uma politica coibitória para nao se vender em qualquer esquina e compra quem quer (seja adulto ou adolescente).
E PELA ULTIMA VEZ EU FALO:
lembrem do exemplo da carne de vaca e se ponham na situação que descrevi lá emcima e paralelo a isso se ponham na pele dakele pessoal que estava contra manhunt / gta / carmagedom / qualquer jogo violento em que muitos que estão postando aqui acharam besteira proibir esse tipo de jogo na época que aconteceram essas manchetes.
Depois dessa analise tentem focar os comentarios de vcs, sinceramente ta mais pra uma discurssão em mesa de lanchonete de universidade com grupos de curso de humanas querendo defender um ponto de vista diferente sem nada haver com a conversa original (colocando suas experiencias/impressões/achologias ao ar de maneira aleatória). E que no final sempre rola uma discurssão acalourada sem sentido e com palavras que magoam outras pessoas por causa de pouca coisa.
Com relação a mulher não ter espaço aqui eu acho uma tremenda besteira, todo player é player, não tem essa de sexo, muito menos cor de pele, credo ou algo assim... MACHISMO É UMA MERDA, FEMINISMO TB... é muita agressão discreta frequente, o negócio é o respeito mútuo... sendo assim o resto é consequencia (consequencia boa).
Água mole e pedra dura...
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http://909sickle.com/s/sexist/
LOL
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arrancando cabelos com Balances?
Tem vídeo do jogo no pornotube?
Cara, pra que apagar os meus posts depois de tanto tempo?
Não fui ofensivo em momento algum.
o.o'
Mundo HT
Olá virgilio. Não fui eu quem apagou seus posts. Mande uma mensagem pelo form de contato perguntando porque isso foi feio=to.
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Pra que?
Estou pouco lixando pros comentários.
Só não entendi pra que esse ataque de pelanca depois de tanto tempo.
Apenas deixou claro o que eu já tinha comentado.
Mundo HT
Tudo bem e eu só gostria de deixar claro que não fui eu quem apagou. Talvez não tenha sido sua intenção, mas fiquei com a sensação de que ficou bravo comigo.
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Não, não foi magoa.
Eu só questionei porque eu estava em aula, apresentando o seu caso, de como era possível uma pessoa considerar que um determinado jogo/filme/ato pode influenciar e outro similar não o faz. Levado apenas pela sua cultura.
Deixe o assunto morrer.
Mundo HT
E você estava em aula sugerindo que eu acho isso? Espero que não pois deixei bem claro em ambos os posts que não acredito que um jogo ou filme possa influenciar alguém a fazer algo.
Tenho esperança que você tenha se referido aos outros leitores.
PS.: Os comentários a que você se refere são esses daqui?
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Gostaria de re-acender a discussão com dados novos. Há muito venho acompanhando notícias da Ásia e parece que a discussão em torno do Rapelay tomou novos ares. Os mesmos que (acertadamente) lutaram pelo banimento do Rapelay agora estão querendo banir conteúdo a torto e a direito, inclusive chegando a militar pelo fim dos personagens infantis em animes. Exageros são prejudiciais.
Mudando um pouco de assunto, cheguei a jogar um jogo da mesma empresa do Rapelay, o Biko 3 da Illusion. Queria dar uma opinião sobre o jogo:
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O jogo é bem ruim, talvez 1.0 na Gamespot por falta de nota menor. O personagem principal é um Stalker, que fica seguindo a garota por vielas escuras e mal-iluminadas.
Há dois finais, o "bom" e o ruim. No bom acontece alguma coisa (desculpem mas o meu japonês se resume a "Do you speak English?") que faz com que a garota queira "agradecer" por tê-la salvo ou seja lá o que for que aconteceu. No ruim é basicamente uma cena de estupro com certas taras envolvidas. Uma das cenas inclusive até hoje não me deixa dormir direito.
O 3D lembra um pouco Alone in the Dark 1 com texturas melhores, logo primor gráfico não é uma de suas qualidades. Meus cálculos dizem que dá para virar o jogo em 10 horas, mas eu só tive paciência (e estômago) para três.
Parece ser um jogo feito exclusivamente para tarados, pois não é possível achar graça num jogo feito para seguir mulheres a 4 metros de distância sem ser visto. Pois se a garota se afastar muito, o cara perde o frisson (é o que eu interpretei). Deltree e até nunca mais.
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Se o tal Rapelay for do mesmo naipe, estamos fazendo um alarde gigantesco para um jogo que já nasceu como material para CD sculptures, não precisava nem banir.
Biko 3 roda bem legal aqui no meu PC. Mas ainda acho os gráficos do RapeLay bem melhores, até porque Biko 3 é mais antigo.
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Linke para mim. Mas linke direito. E o esquerdo, também, cara!
RANDY BALMA: MUNICIPAL ABORTIONIST
NÃO JOGUE ESSA COISA SE VOCÊ TIVER EPILEPSIA OU ALGO ASSIM.