Embora o N97 tenha uma boa autonomia mesmo não se comparando ao camelo que é o E71, usuários pesados (sem trocadilhos) de smartphones em geral exigem mais de seus equipamentos do que eles são capazes de dar. As especificações de uso em geral são otimistas ao extremo. Na prática quando estamos com Bluetooth, WIFI, GPS, 3G tudo ligado, não há cristão que resista muito tempo. A bateria vai pedir arrego.
A alternativa é comprar baterias extras, mas não seria melhor resolver tudo com uma só?
Seus problemas acabaram! Esta bateria MegaPower de 3000mAh tem o dobro da carga normal, só cobrando o pequeno inconveniente de deixar seu N97 um tanto grosso.
Embora o N97 tenha uma boa autonomia mesmo não se comparando ao camelo que é o E71, usuários pesados (sem trocadilhos) de smartphones em geral exigem mais de seus equipamentos do que eles são capazes de dar. As especificações de uso em geral são otimistas ao extremo. Na prática quando estamos com Bluetooth, WIFI, GPS, 3G tudo ligado, não há cristão que resista muito tempo. A bateria vai pedir arrego.
A alternativa é comprar baterias extras, mas não seria melhor resolver tudo com uma só?
Seus problemas acabaram! Esta bateria MegaPower de 3000mAh tem o dobro da carga normal, só cobrando o pequeno inconveniente de deixar seu N97 um tanto grosso.
A bateria, como você pode ver na foto abaixo tem o dobro da espessura de uma bateria normal BP-4L da Nokia.
Isso já estava previsto. O kit vem com uma tampa em plástico de boa qualidade que se encaixa no telefone e protege a bateria nova.
O N97 fica bem mais gordo com a capa nova, mas sendo realista, ele nunca foi um aparelho fininho. Quem está acostumado com o E71 vai reclamar, mas já reclamava com o N97 normal.
A ergonomia do aparelho não é prejudicada, e em alguns casos até melhora, pois a traseira ressaltada impede que a parte com a câmera encoste na superfície. Também não foi percebido nenhum aquecimento fora do normal. O tempo de recarga é proporcional à capacidade extra, então é preciso planejar e deixar esta bateria por último, para ser carregada durante a noite.
Embora de origem chinesa não foram detectados na bateria defeitos de fabricação ou tendência a explodir.
A durabilidade em condições reais de uso é boa, se não o dobro, uns 95% do equivalente a autonomia de duas baterias tradicionais.
O preço da bateria na Deal Extreme é de US$15,93, o que a torna um dos produtos mais caros da loja.
Nota: Embora ela ainda não tenha explodido não quer dizer que não venha a explodir qualquer dia. O uso dessas baterias provavelmente invalida sua garantia, caso ela exploda seu celular. Também não recomendamos levar no bolso da calça em vôos internacionais para os EUA.
Nota2: A Deal Extreme vende baterias genéricas BP-4L por menos de US$3,00. São excelentes pesos de papel. Se quer qualquer outra utilidade para elas, esqueça. Uma BP-4L legítima custa US$23,20 e por menos de $3,00 não há santo que ajude.
O HTC Magic foi um dos primeiros celulares com Android a venda no Brasil, junto com o Samsung Galaxy.
E, ao contrário do Magic vendido no exterior, ele vem com a interface HTC Sense que estreou no Hero, sucessor do Magic.
Hardware
Assim como o DEXT, as especificações do Magic são bem parecidas com boa parte dos aparelhos com Android: Processador Qualcomm de 528MHz, 3G, WiFi, Bluetooth e GPS. Ele tem 288MB de RAM, 512MB de ROM e uma câmera de 3.2MP
O Magic é muito bem acabado e muito confortável de se segurar, parte graças ao queixo dele. Além disso, ele é muito leve. Segurando ele (com 118g) em uma mão e o DEXT (com 163g) em outra, a impressão é que o Magic é só uma carcaça vazia com um peso no meio (que é onde fica a bateria). Nos números a diferença é pouca, mas na prática... Para deixar no bolso, por exemplo, essas 45g fazem uma boa diferença.
A tela do Magic tem 3,2 polegadas e resolução de 320x480 pixels. O touchscreen, capacitivo, é tão bom quanto o do iPhone.
O acelerômetro dele é bem mais lento que o do DEXT. As vezes, é preciso deitar o aparelho e ficar inclinando-o um pouco para que ele perceba que deve mudar a orientação da tela. Mas isso causa menos frustração do que o acelerômetro super rápido do DEXT, que muitas vezes gira a tela com um movimento sutil.
O design do Magic é bastante limpo. Nas laterais, há apenas o controle de volume, que parece ser um único botão, além do conector miniUSB proprietário da HTC (ele aceita qualquer cabo miniUSB, mas o cabo da HTC só serve nele). Só ficou devendo uma saída de 3,5mm pra fones de ouvido...
Na frente, os botões "verde e vermelho" para chamadas, o trackball e os botões Home, Menu, Voltar e Pesquisa.
Um trackpad num aparelho touchscreen pode parecer desnecessário, mas ele é muito útil para usá-lo com uma mão só. No início ele parece bastante sensível e faz você "clicar" em opções que não queria, mas com o tempo você se acostuma.
Algo que me irrita no Magic é o slot para o SIM Card, vulgo chip. Ao contrário de todos os aparelhos que já usei, o slot não possui o formato do cartão, impedindo que você coloque o chip do lado errado. Você só perceberá que o colocou errado quando ligar o aparelho e ele reclamar que o chip não foi inserido.
Software
O Magic vem com a versão 1.5 do Android, que recebeu muitas modificações da HTC neste aparelho.
Assim como o MotoBlur, o Sense procura integrar as redes sociais com os seus contatos. Mas, ao contrário dele, não coloca os seus "contatos da internet" junto com os seus "contatos de verdade". Ele pede para que você relacione os seus contatos com seus perfis, o que acho mais inteligente, já que muitas vezes não quero ter no meu celular as atualizações de todo mundo, mas apenas dos amigos mais próximos.
O Sense suporta apenas Facebook, Flickr e Twitter - mas não há como relacionar seus contatos com o Twitter, a conta é usada apenas no HTC Peep, cliente Twitter incluso no aparelho.
Uma aba na aplicativo de contatos permite ver as atualizações dos seus contatos. E lá estão apenas as atualizações mais relevantes, como atualizações de status no Facebook ou fotos novas. Nada de avisar que um amigo mudou o texto do perfil, como o MotoBlur faz.
Uma grande decepção com o Sense foi o modo que ele trata os contatos do Google - acostumado a usar o Google Sync via Exchange com meu celular, esperava que assim que fizesse o login no GMail teria meus contatos em ordem no Magic.
Mas vieram todos os meus contatos do GMail, o que inclui todo mundo de quem recebi e-mails nos últimos 5 anos. Já o Google Sync manda para o celular apenas os contatos da pasta "Meus Contatos", muito mais inteligente. Curiosamente, o DEXT não tem esse problema, pegou apenas os "Meus Contatos", mesmo antes de configurar o MotoBlur.
Resolver isso foi bastante fácil. Bastou desabilitar a sincronização de contatos diretamente com o Google e configurar a sincronização com o Google Sync usando Exchange.
Alguns aplicativos suportam gestou multitouch. Basta fazer o gesto de pinça para dar zoom em fotos ou em páginas da web. Mas parece que o suporte a multitouch está restrito ao navegador e ao álbum de fotos. O Google Maps, onde o multitouch seria muito bem vindo, ainda depende de botões para dar zoom.
O teclado virtual dele é muito bom, nada de espremer os dedos para digitar. E, para digitar textos mais longos, o teclado no modo paisagem é muito bom. Para mim, é mais confortável digitar nele do que no teclado físico do DEXT, com aquela barra de espaço minúscula. Mas isso é questão de gosto.
Câmera e multimídia
A câmera dele, de 3.2MP é razoável para um celular. Não brilha nas fotos comuns, mas é boa para fotos em Macro. Abaixo, estão algumas fotos que tirei com ele.
O player de música é bem diferente do padrão do Android - e bem parecido com o do iPhone. Ele organiza melhor as músicas e dá mais opções para buscá-las. E tem até algumas perfumarias como mostrar a capa do álbum que está tocando (e botões para controlar a reproduçã) na tela de desbloqueio do aparelho.
Mas falta uma saída para fones de ouvido padrão. Se você quer usar um fone diferente do incluso, tem que usar um adatador. E esses adaptadores invariavelmente quebram com muita facilidade. Uma saída de 3,5mm direto do aparelho seria muito melhor.
Vale a pena?
Com excessão do Motorola Milestone, que ainda não testei, posso dizer que o Magic é o melhor Android a venda no Brasil. Discreto, leve, bem acabado e tão agradável de usar como o iPhone.
Só não o recomendaria para alguém que pretende usar o celular como Media Player, já que ele não tem uma saída decente para fones.
Mas nada é perfeito e o grande ponto negativo do Magic é o preço: No pré-pago, custa R$2349.
Em Setembro, quando as opções de aparelhos com Android se resumiam a ele e ao Samsung Galaxy, custando R$1799, esse preço poderia fazer algum sentido (e já era caro).
Mas agora, com mais aparelhos disponíveis e o Milestone, que vem sendo muito elogiado mundo a fora, custando R$1899 desbloqueado, fica difícil dizer que o Magic seria uma boa compra.
O aparelho é ótimo, mas uma queda de preço seria muito bem vinda.
O DEXT é o primeiro aparelho da Motorola com Android.
Além disso, é o primeiro fruto dos planos da Motorola para ter alguma importância no mercado de smartphones, onde, tirando o MotoQ original, ela nunca teve nenhum grande sucesso.
Será o DEXT o suficiente para melhorar a reputação da fabricante? Veremos.
Hardware
O DEXT possui as especificações padrão da primeira leva de aparelhos com Android: Processador Qualcomm de 528MHz, 3G, WiFi, Bluetooth e GPS. Além disso, tem 256 de memória RAM, 512 de ROM (usada para armazenamento), câmera de 5 Megapixels, teclado QWERTY slider e saída de 3,5mm para fones de ouvido.
O aparelho é bem acabado, com alguns detalhes bem interessantes, como o logo da Motorola iluminado atrás da tela, que aparece quando ele está aberto e a iluminação do teclado, que ilumina as funções auxiliares quando você pressiona a tecla ALT - super útil para digitar números e símbolos (alguém falou senhas?) à noite.
A traseira do aparelho é emborrachada, o que ajuda tanto a segurar o aparelho como evita as marcas de dedo tão comuns em aparelhos com acabamento "black piano"
Estou desde ontem com esses dois aparelhos.
O Magic e o DEXT possuem especificações bem parecidas. Ambos rodam a versão 1.5 do Android, usam o mesmo processador de 528MHz, tem 256MB de RAM e 512 MB de ROM e possuem uma grande touchscreen capacitiva (3.1 polegadas no DEXT, 3.2 polegadas no Magic, ambas com 320x480 pixels).
De diferente, apenas o teclado slider e a câmera melhor (5 MP contra 3.2 MP) no DEXT. Além das customizações que cada fabricante fez no Android (HTC Sense no Magic e MotoBlur no DEXT).
Alguém tem dúvidas sobre os aparelhos ou sobre o Android? Sugestões?
TV no celular não necessariamente significa aquele xing-ling que taxistas usam para assistir chuviscos (e eventualmente algum resquício de imagem) enquanto esperam passageiros nas tardes de jogo do Palmeiras. Com a TV digital temos a promessa de imagens nítidas, alta definição, som de cinema e nada de antenas telescópicas de 1m30cm.
Os aparelhos compatíveis com o padrão brasileiro estão demorando a sair, mas a Nokia apresentou uma solução interessante: Um receptor de TV Digital Bluetooth. E sabemos que tudo fica melhor com Bluetooth.
O SU-33Wb é uma variação do SU-33W, adaptado para o padrão brasileiro pelo pessoal do Instituto Nokia de Tecnologia de Manaus. Uma coisa dá pra dizer de cara: É bonito!
As especificações:
Peso: 57 gramas
Autonomia: 12h
Bateria: A boa e velha BL-5C
Dimensões: 92.4 x 45 x 9.8mm
Comunicação: Bluetooth
Padrão: TV Digital Brasileiro
Carregador: AC4
Antena: Interna
Inicialmente o SU-33Wb será vendido em pacotes com o Nokia N85, ao preço de R$1.599,00. No primeiro trimestre do ano que vem será vendido separado, ainda sem preço estipulado.
A compatibilidade por enquanto é com o N85, mas a Nokia pretende ampliar o quadro, incluindo o N97, 5800, 5530 e o E75.
É uma boa? Depende das suas necessidades de TV Aberta.
Veja no vídeo abaixo um SU-33W em funcionamento:
Agora a Microsoft acertou em cheio. Pelo menos parece que a impressão que ela vem dando apenas com as imagens e as especificações técnicas do Zune HD estão deixando de ser apenas uma lista de promessas e se mostrando bem reais. Ou o Zune é que tem um campo de distorção da realidade muito bom.
Donald Bell, da CNET, colocou as mãos no player e deu seu veredicto: segundo ele, o Zune finalmente tem o poder de cumprir o prometido e trazer aos usuários "uma das mais ricas experiências em termos de dispositivos portáteis".

Além de dizer que ele tem um hardware robusto e aparência bonita, ele descreve em detalhes cada pedacinho do aparelho e põe ênfase em como ele se integra bem aos serviços da Xbox Live. E acrescenta que o Zune HD não concorre diretamente com o iPod touch, visto que o primeiro é muito mais dedicado a ser um excelente player de áudio, enquanto que o aparelho da Apple se foca em fazer de tudo um pouco.
Empolgado, Bell também diz que desde o iPhone, nunca havia se impressionado tanto com a navegação web em um browser mobile como no Zune. Será? "Navegador" e "Microsoft" são duas palavras que definitivamente não combinam.
Só vamos saber se o Zune HD é mesmo tudo isso depois do lançamento.
O SCH-W760, da Samsung, é um celular basicão para os padrões coreanos: MicroSD de até 8GB, tela de 2,8 polegadas AMOLED, sintonizador de TV, resolução WQVGA, 4 horas de conversação 360h de stand-by, câmera de 3MP, 3G HSDPA de 7,2Mbps, japinha not included.
O diferencial é que ele vem com uma câmera com capacidades de infravermelho/visão noturna.
Imagino (não vi mas conheço a cara-de-pau) que o racional do marketing (bom nome para um grupo de pagode) seja que o dispositivo funcione para videoconferências e transmissões em condições de baixa iluminação, ou documentação de eventos e flagrantes a qualquer hora do dia ou da noite, bla bla bla. Não interessa. O que interessa é que o recurso é muito bem-vindo, e espero que seja tornado padrão em todos os celulares.
Motivo? Sejamos realistas, visão noturna em celular serve para uma única e exclusiva coisa:

E o mundo é um lugar melhor com mais sextapes.
Fonte: Akihabara News
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