Jon Atherton, desenvolvedor do (utilíssimo) app Wobble Boobs (vídeo), dia desses recebeu um e-mail da Apple avisando que seu programa fora removido da App Store, a loja de aplicativos do iPhone/iPod touch, por apresentar “conteúdo abertamente sexual”, atitude esta que o mesmo e-mail afirma será tomada contra outros que se encaixem nessa descrição. Detalhe que a mesma mensagem, no começo, diz que o app de Atherton possui conteúdo que “anteriormente [a Apple] acreditava ser apto à distribuição”.
Parece que esse não é um caso isolado. Outros apps um pouco mais picantes ficaram indisponíveis da noite para o dia. No entanto, outra parcela deles, marcados como impróprios para menores e com características semelhantes aos excluídos, continuam à venda. Não se sabe se a limpa restringe-se a apps muito apelativos, ou se é progressiva, ou seja, feita aos poucos.
O mais curioso é que muitos deles estão à venda há meses na App Store, e só agora caíram na malha fina da Apple. O tal do Wobble Boobs, por exemplo, ficou disponível por cerca de 8 meses, e foi baixado 970 mil vezes! Se você viu o vídeo linkado no início do post, me responda: tem algo ali tão nocivo assim aos bons costumes? Deixando a brincadeira de lado, não é o tipo de programa que ofende os mais puristas, e ainda vinha com um aviso de que era impróprio para menores.
Perguntado pelo TechCrunch sobre essa mudança de postura, um porta-voz da Apple declarou o seguinte:
“Toda vez que recebemos reclamações de consumidores sobre conteúdo censurável, nós as revisamos. Se encontramos apps que contenham material inapropriado, então removemos eles da App Store e requeremos ao desenvolvedor que faça as mudanças necessárias para que os apps sejam distribuídos pela Apple.”
Mais uma vez as polêmicas políticas de controle da Apple sobre a App Store causam mal estar. Nesse ponto, os concorrentes, mesmo aqueles que possuem lojas de aplicativos oficiais, saem ganhando por permitirem a livre distribuição de programas fora dos canais oficiais. Ah sim, e por serem menos hipócritas também – afinal, o que impede um usuário do iPhone de acessar o 4Chan no Safari do smartphone, né?
Fonte: TechCrunch.
Contagem regressiva: 108, 61, 49, 36, 29… hey, tem algo errado aqui!
A Nokia colocou no ar o hot site #symbiancountdown há alguns dias. No primeiro, apareceu o número 108. No segundo, quando todos esperavam o 107, veio o… 61. Na sequência, os números citados acima. Faz algum sentido?
A falta de um padrão (visível, ao menos) deixa várias dúvidas no ar. Quando a contagem terminará? Qual o significado dos números escolhidos? E a maior delas: para que é a contagem regressiva?
Ao fazer o trabalho básico de busca por pistas, o código-fonte da página só revelou um comentário suspeito no começo:
Helpful hint: not everything you believe to be true, is.
Dica útil: nem tudo que você acredita ser real, é.
Não ajuda muito, mas… já é alguma coisa. Várias hipóteses foram levantadas em blogs e Twitter, mas ninguém conseguiu resolver o mistério – ainda.
Um dos boatos mais fortes é o Symbian^4. A Nokia já trabalha nele, mas ainda é cedo para um lançamento – há pouco mais de um mês, liberaram os primeiros conceitos.
Leitores do Meio Bit, uni-vos! Vamos tentar desvendar esse mistério. Vai que rola um N900 para quem conseguir fazê-lo? </sonho>
Duas notícias sobre o Nexus One, o superphone do Google. Mesmo tendo vendido apenas 20 mil unidades na primeira semana, o aparelho continua com os holofotes em si, e parece, afinal, ser bom.
Alexandre Hohagen, diretor-geral do Google para a América Latina, confirmou em entrevista para a Folha de S.Paulo que o Nexus One chegará ao Brasil, sim. Será no segundo semestre, e seguirá o modelo adotado nos países onde ele já está disponível (Estados Unidos, Reino Unido, Singapura e Hong Kong), ou seja, tanto venda atrelada à operadora, quanto a do aparelho desbloqueado.
Nada de preços foi dito, o que é natural. Se lá fora o Nexus One desbloqueado sai por US$ 530,00, alguém arrisca por quanto ele será vendido aqui? :( .
E para descontrair, uma das principais funções do Nexus One, o reconhecimento de voz, tem, vejam só, um filtro anti-palavrões. O algoritmo que faz a conversão simplesmente troca palavrões por uma série de ####, evitando que, na hora da raiva, alguém leia o que não gostaria de ler.
Na realidade, ao contrário do que rola com o Zune HD, nesse caso existe uma explicação bastante convincente. Segundo um porta-voz do Google, o filtro existe para evitar que acidentes aconteçam. Assim, se um “morra” virar outra palavra que começa com “p”, o software do Nexus One lhe tira de uma potencial saia justa. A possibilidade de que esse tipo de falha aconteça, segundo o Google, é real, o que justifica tal precaução.
Fontes: Google Discovery e The Back-Up Brain Weblog.
Se a Lei Azeredo daqui é assim, imagine a da Somália. Aliás, não precisa nem imaginar. A Al-Shabaab é uma milícia islâmica que controla boa parte de Mogadício e outras áreas do país, impondo a Sharia a todos os habitantes. Para azar de 3 jovens que foram pegos com a boca na botija, ou mais precisamente a mão.
O crime deles é “comportamento anti-islâmico”. Foram pegos assistindo pornografia em seus smartphone.html%2523aff%3Dmeiobit" class="alinks-link" title="">celulares. Por causa disso serão chicoteados em praça pública. 40 chibatadas cada. Outro homem, pego ouvindo música levará 10 chibatadas. Se a RIAA comprovar que era MP3 ilegal, capaz de aumentarem pra 20.
Sheik Mohamed Abu Jafar, chefe do departamento religioso da Al-shabaab na região, é direto:
“O Islã não permite que se assista filmes ou se escute música, então estamos alertando as pessoas da região para que desistam desses hábitos ruins, e qualquer um que for pego fazendo essas coisas será tratado de acordo com a Lei Islâmica”.
O Fundamentallismo Religioso já produziu feitos assustadores, basta lembrar das Torres Gêmeas, mas se algo está fora do alcance é manter jovens afastados da pornografia.
Que o diga Simon Louis Lajeunesse, professor da Universidade de Montreal que fez um estudo onde identificou que homens solteiros na faixa dos 20 anos consomem pornografia 3 vezes por semana em um total de 40 minutos. enquanto homens na mesma faixa com relacionamentos estáveis consomem pornografia 1,7 vezes por semama por 20 minutos.
Todo esse material educativo vem 90% da Internet, 10% de locadoras de vídeo.
O impressionante não são nem os números (3/semana? qualé!) mas o fato do professor não ter conseguido montar um grupo de controle.O ideal para estudar os efeitos da pornografia seria ter um grupo de controle, mas ele não conseguiu identificar nenhum estudante na faixa dos entrevistados que NÃO consumisse filminhos interessantes.
A pesquisa, claro, não foi feita na Somália.
Fonte: Newstimeafrica
Ou talvez usando do Lado Negro, quem sabe. O curioso é saber que ninguém menos que George Lucas está mordendo um pedaço dessa fatia. Não com desenvolvimento, nem qualquer outro tipo de investimento, mas com licenciamento.
Na página oficial do Motorola Droid, celular android que está chegando nas lojas temos uma nota de rodapé no mínimo reveleadora: "DROID is a trademark of Lucasfilm Ltd. and its related companies. Used under license."
Ou seja: Para usar o termo "Droid", a Motorola teve que morrer numa grana. George Lucas registrou. É dele.
Eu entendo o conceito de criação de marcas, ou mesmo uso de termos comuns associados a produtos específicos, como no caso de "Windows" ou "OVI". Não dá é para entender como uma parte de um termo genérico foi registrada como referência a algo igualmente genérico.
Fonte: Fark
Não é de hoje que a palavra que move (parte d)a indústria da telefonia móvel é convergência. Graças a essa palavrinha mágica, hoje temos smartphones que fazem jus ao nome que levam, são espertos o bastante para servirem de câmera fotográfica decente, filmadora, acesso móvel à Internet, PIM, video game, GPS… ufa, tanta coisa, incluindo fazer e receber ligações. Só faltou, mesmo, passar o cafezinho – e não duvido de que um dia eles serão capazes.
É fato que, em várias plataformas, o Twitter possui aplicativos que são tão bons quanto a interface web ou qualquer aplicativo para desktop com a mesma finalidade. Para ficar em apenas dois exemplos, temos o Tweetie, para iPhone, e o Gravity, para Symbian. Ambos são pagos, mas custam menos que um almoço reforçado. Mais que isso, ambos suprem, se não integralmente, perto disso, as necessidades dos twitters de plantão, o que é facilmente percebido através de dezenas, centenas de comentários elogiosos à dupla, vistos no próprio Twitter e em blogs – menos o preço cobrado na atualização do Tweetie, mas não divaguemos.
Nesse cenário onde cada vez menos gadgets fazem mais coisas, e fazem-nas bem, ainda há espaço para os específicos, “monotarefa”? A julgar pelo recente gadget da Wikipedia, e agora, pelo Twitter Peek, sim.
Vamos lá: o Twitter Peek é um gadget com jeitão de smartphone, mas feito apenas para o Twitter. Nele é possível ver e enviar tweets e mensagens diretas, inclusive com uso de atalhos do teclado; seguir e deixar de seguir pessoas; visualizar imagens enviadas para o Twitpic, e… bom, é isso. É um gadget para o Twitter, nada mais, nada menos.
O produto é comercializado de duas maneiras, ou melhor, por dois preços. Pagando U$ 99,00, o consumidor tem direito a usá-lo, gratuitamente, por seis meses, e depois disso, caso queira continuar, paga uma mensalidade de U$ 7,95. Já na outra modalidade, o preço sobe para U$ 199,00, mas o uso é infinito, sem taxas, nem nada, para sempre. E com cobertura em todo o território americano.
Pode parecer meio absurdo um gadget com foco tão específico (ah, não dá para visualizar sites com ele), mas analistas acreditam que ele fará sucesso, por dois fatores: preço, afinal, por mais caro que seja, não há taxas adicionais, nem surpresas; e apelo entre os não geeks, que em geral não dispõem de um smartphone parrudo, ou se sim, de conhecimentos ou saco para instalar, atualizar e comprar aplicativos.
Disponível em duas cores, preta e azul-Twitter, com teclado QWERTY completo, bateria de longa duração (de 3 a 4 dias de uso initerrupto), e interface desenvolvida em conjunto com o staff do Twitter, mesmo com o entusiasmo dos analistas e blogs internacionais, é difícil dizer se o Twitter Peek vingará. Acho que se fosse um gadget nos mesmos moldes, mas para o orkut e comercializado no Brasil, minhas apostas em sucesso seriam maiores.
Fonte: Mashable.
Assim não dá, assim não pode. Já não basta a violência que virou tema recorrente dos filmes e programas de TV, agora mesmo quando os bandidos são presos, continuam com regalias?
De dentro das prisões os bandidos usam smartphone.html%2523aff%3Dmeiobit" class="alinks-link" title="">celulares para planejar fugas, violar ordens judiciais e contactarem suas vítimas, usam e obtém cartões de crédito roubados, coordenam contrabando nas prisões e muito mais.

O número é alarmante. Foram 4130 aparelhos apreendidos em 2009. Somente em uma penitenciária foram apreendidos 100 celulares. Os números globais assustam mais ao sabermos que só em 2009 as autoridades confiscaram mais celulares do que nos últimos 3 anos, combinados.
As "otoridades" não se entendem. Querem punir quem lega os celulares para as prisões, instituir revistas rigorosas, o de sempre. Enquanto isso imaginamos quantos aparelhos não foram apreendidos.
Achou a história absurda? Então sente e chore. Os números acima são dos Estados Unidos.
Portanto, você tem duas linhas a seguir: 1 - não estamos tão ruins assim ou 2 - se nos EUA está assim, imagine no Brasil.
Fonte: LA Times
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