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A Finepix A805 é uma boa câmera. Compacta, bonita, possuí zoom versatil e, o mais importante, vem equipada com o Super CCD HR de 1/1,7 polegadas, que para uma cmpacta é um tamanho gigante. Essa característica garante uma boa qualidde das fotos no quesito luminosidade, saturação e contraste. O nível de ruído em ISO 400 é aceitável, o que não vem ocorrendo na maioria das compactas de hoje em dia. O preço pode ser explicado por dois fatos. A Fuji nunca cobrou muito caro por suas compactas e, segundo, é uma câmera considerada velha pelos padrões da industria digital (já tem um ano e 4 meses de lançamento). Inclusive ela já foi substituída pela A900 na linha de produção. Mas, eu compraria sem medo. Mês passado comprei uma A600 (seis megapixels) e estou adorando. Outra coisa que vai a favor da compra é a garantia internacional da marca. Independente de nota fiscal ou comprovantge de importação, a assistência técnica do mundo inteiro cumpre o compromisso de reparo.
A A600 é totalmente automática. ela só me permite escolher de forma manual o ISO e o balanço de branco. o resto é apontar e apertar. Mas, o objetivo dela para mim é esse mesmo. Uma câmera para levar na bolsa. Vai que um dia me deparo com um disco voador e não tenho nada para registrar, hehe. Estou gostando da câmera. Apesar de ser simples a qualidade de imagem é bem aceitável.
A E900 é uma câmera bem antiga, hehehe. Foi lançada em 2005 e para a época os seus 9 megapixels eram um exagero. Na amazon ainda existe para vender por U$ 229,00.
O modo automático não é também o quinto cavaleiro do apocalipse. Ele existe para facilitar a sua vida e até as câmeras profissionais mais avançadas possuem o dito cujo. Não tem como fotografar um casamento sem ser no automático. As coisas acontecem muito rápido. O mesmo para algumas situações jornalísticas. O modo manual só é útil se você souber como usá-lo. Ele vai te possibilitar fotografar situações onde o automático não vai dar conta.
Sim, concordo com você. Mas, você sabe o que está fazendo, e isso é uma grande diferença entre pessoas que não tem o conhecimento básico em fotografia. Eu, particularmente, uso o modo de prioridade de abertura, deixando a fotometria para a câmera. Embora possa trazer algum erro em alguma foto, ele corresponde bem a 95% dos fotogramas realizados. Porém, na epoca em que não existia equipamento TTL tudo tinha que ser feito na unha. Preferia sempre trabalhar com diafragma fixo e regular exposição pela velocidade do obturador, mas, como você disse, cada um é cada um. Claro que também vai depender da região em que você mora. Aqui no interior usar flash rebatido no teto é quase uma lenda. A maior parte das festas de casamento é feita em salões com teto muito alto, ou, uma nova moda que está começando a me irritar, é fazer em salões de boates, cuja iluminação é quase inexistente e o teto é escuro. Então tenho que usar rebatedor no flash em quase 100% dos casos.
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