Digital Drops Blog de Brinquedo

Panasonic solta vídeos de seu tabletão 4k de 20″ focando em profissionais

Por em 27 de fevereiro de 2013

Na última CES a Panasonic decidiu que também entraria na brincadeira dos mega-tablets, ao anunciar um modelo de 20″. Mas como ela não sabe brincar, o brinquedinho possui tela multitoch (reconhece dedos e caneta) de resolução 4k, 4.840 por 2.560 pixels, 230 ppi, quase Retina Display. Por dentro temos um hardware de respeito: processador Intel Core i5 de 1,8GHz, 16GB de RAM, SSD de 128GB, placa de vídeo GeForce e roda Windows 8 Pro.

Curiosamente, a empresa decidiu pelo formato de tela 15:10, ao invés do 4:3 do iPad ou do 16:9 widescreen. É a proporção de uma folha A3, e parte dessa decisão fica evidente nos três vídeos lançados nesta semana. A intenção da Panasonic é vendê-lo para profissionais em geral, não para o usuário final, aliando a tela de resolução absurda com a facilidade de uso do Windows, afinal, em ambientes corporativos a Microsoft reina (apesar de os vídeos não mostrarem nenhuma aplicação em ambiente x86).

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emHardware

LG revela o WCP-300, o menor carregador wireless do mundo

Por em 27 de fevereiro de 2013

LG-WCP-300-Wireless-Charger

Ultimamente as fabricantes de smartphones entraram numa trip de carregadores sem fio para seus aparelhos. Do Lumia 920 ao Nexus 4, não foram poucos os modelos lançados com o feature. Eu entendo a iniciativa, quanto menos cabos, melhor, mas eu escuto essa conversa de “morte ao pesadelo dos fios” desde mil novecentos e guaraná de rolha.

Não é muito lógico não ter um fio ligando o aparelho ao carregador quando o segundo ainda precisa estar ligado a uma tomada (sim, confie na japinha Made in Seul da direita). A tecnologia em si é ainda mais antiga: Nikola Tesla já fazia experimentos com transmissão de energia elétrica pelo ar no fim do século XIX. E o principal: ainda não desenvolvemos um modelo eficaz e eficiente de transmissão pelo ar, sem muita perda.

Ainda assim admito que gostei do modelo que a LG exibiu ontem durante a MWC 2013. Apesar de diminuto (apenas 7 cm de diâmetro), segundo o fabricante o WCP-300 possui uma área de carregamento 1,7 maior que os modelos anteriores. É tão pequeno que pode ir tranquilamente no bolso, e como é compatível com a tecnologia Qi (padrão em todos os modelos de celulares com carregamento wireless) e o conector é microUSB, mesmo quem não tem um smartphone LG pode usufruir dele sem problema algum.

O aparelhinho será lançado ainda esta semana na Coréia do Sul a um preço equivalente a 60 dólares. O resto do mundo o receberá, segundo a LG, em breve.

Fonte: AN

emAcessórios Meio Bit Mobile

Square defende cobrança de mensalidade nos MMOs

Por em 27 de fevereiro de 2013

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Esta semana será dado início ao beta fechado do Final Fantasy XIV: A Realm Reborn, nova versão do MMO que pode ser considerado um dos maiores fracassos da história da Square e ao contrário do que se tornou tendência no gênero, o jogo manterá a cobrança de mensalidade e na opinião do diretor Naoki Yoshida, não é isso que faz com que um jogo seja bem sucedido ou não.

Eu não acho que exista certo ou errado em ter cobrança de mensalidade ou um modelo Free-to-Play. Jogos como o The Old Republic e o Secret World, eu não diria que esses games não poderiam ser mais bem sucedidos se tivessem sido Free-to-Play, por exemplo. O modelo de assinatura não está relacionado com o sucesso do jogo.

Com o modelo F2P você obtêm uma enorme quantidade de dinheiro num mês, mas no próximo ele se esgota. A maioria dos MOOs contam com investidores nos bastidores e a companhia usa o lucro e o divide com esses investidores, mas se o jogo não consegue fazer sucesso e não atinge o objetivo, então eles precisam mudar para o modelo Free-to-Play para tirar algum lucro dele. Entre os MMOs no mercado, apenas a Blizzard e a Square Enix conseguem fazer dinheiro sem investidores.

Como os números envolvendo o faturamento desses jogos não costumam ser divulgados, eu só posso acreditar nas palavras de Yoshida, porém, o que explicaria tantos estúdios elogiando as microtransações e afirmando que se não fosse a mudança seus jogos poderiam nem existir mais?

Enfim, o fato do Final Fantasy XI ser um dos poucos MMOs que ainda cobram mensalidade sugere que o 14º capítulo da série não deverá mudar seu modelo de cobrança tão cedo, então, se você está esperançoso por este renascimento, é bom começar a aceitar a ideia de pagar uma taxa todos os meses para poder jogar.

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emMMO

Android é coisa do capeta

Por em 27 de fevereiro de 2013
Easter Egg - Android

Easter Egg – Android

Quem nunca encontrou um easter egg do Google? A empresa é bastante famosa em colocar esses pequenos segredos dentro dos seus aplicativos, sistema operacional e até mesmo através do próprio buscador (quem nunca digitou o “do a barrel roll” no Google?). Só que um vídeo ficou bastante popular na internet brasileira nos últimos dias. Nele, dois pastores do Gospel Vlog (Ueider Melo e Juninho Lutero) falavam que o Android era coisa do diabo pois descobriram uma “imagem subliminar”.

O primeiro erro é em considerar que é uma imagem subliminar. Não, não é: ela foi colocada ali de propósito. E o “pior” é que existem diversos outros easter eggs no Android, mas o do zumbi é que mostra claramente que ele é um sistema operacional do “tinhoso”. A explicação do pastor é excelente:

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emGoogle Indústria Miscelâneas Open-Source

Sony anuncia versão gratuita do multiplayer do Uncharted 3

Por em 27 de fevereiro de 2013

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Eu costumo defender a ideia de que qualquer empresa tem o direito de fazer o possível para ganhar dinheiro, até mesmo tentar enganar os consumidores e cabe a nós tentarmos nos manter informados sobre se o que está sendo oferecido é justo ou não. Isso posto, só consigo ver com bons olhos a última tentativa da Naughty Dog e da Sony de continuar lucrando com o Uncharted 3, título lançado em 2011 e que agora terá seu multiplayer distribuído gratuitamente.

Funciona mais ou menos assim: Qualquer pessoa será capaz de baixar o mata-mata online sem custo algum, podendo evoluir seu personagem até o nível 15 e sem precisar pagar nada para continuar se divertido após essa “linha de corte”. Além disso, ainda será possível acumular a experiência e conquistas ganhas para usá-las posteriormente, caso decida investir no jogo e serão muitos os pacotes que poderão ser adquiridos para deixá-lo bem mais completo, como pode ser visto na lista abaixo:

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emSony

Perfect Effects 4 Free

Por em 27 de fevereiro de 2013

Vocês conhecem a onOne Software? Bem, se você gosta de fotografia digital deveria conhecer. A empresa é uma das lideres mundiais em produzir presets geradores de efeitos artísticos para o Photoshop e Lightroom, embora vários de seus programas possam funcionar sozinhos. O bacana da empresa é que eles possuem uma categoria de produtos que são distribuídos de graça. Existe um site muito bacana de templates e texturas e temos o Perfect Effects Free, que é uma versão mais simples e gratuita do programa que é vendido pelo site. Agora o aplicativo chega a sua quarta versão que já está disponível para download no site da empresa. O programa promete para o usuário mais de 70 efeitos para melhorar e estilizar as imagens do fotógrafo. Você pode utilizar a biblioteca de efeitos para aplicar rapidamente uma configuração, mesclar diversos efeitos diferentes e decidir a intensidade de cada um, aplicar um efeito em apenas uma parte da imagem ou utilizar um pincel artístico para pincelar a sua foto com o efeito escolhido.

Para ter acesso ao aplicativo é só ir até a página da onOne Software e clicar em download. É necessário preencher um cadastro básico fornecendo nome, país de origem e e-mail. Logo depois um e-mail é encaminhado para você com as opções de download (Windows ou OS X). A versão Mac possui 264MB enquanto a Windows tem 288MB. A instalação é tranquila e ele cria no desktop um link para iniciar o programa, cujo ícone tem a forma de um seletor de modos de uma câmera fotográfica (muito legal). Assim que a instalação termina você é convidado a assistir um pequeno vídeo de introdução que vai guiar o usuário pelos primeiros passos. Coisa simples que vale a pena dar uma olhada.

A interface gráfica do Perfect Effects 4 Free é muito parecida com a do Lightroom. Ela é dividida em três áreas. A primeira é onde você vai localizar a pasta das fotos que você quer editar. Ao clicar na foto ela é colocada no centro do programa. Observando a parte superior direita do programa notamos dois menus. Um indica a palavra Home, que é onde estamos e podemos efetuar trabalhos de edição básica como níveis, recortar, alinhar e usar o pincel para alguns efeitos. No outro botão está escrito Effects, que é onde você vai poder aplicar um dos 70 efeitos que o programa pode lhe oferecer. Na terceira coluna do programa temos a presença dos layers (cada efeito aplicado é colocado em um) e uma pré-visualização de como a coisa está ficando. As imagens devem ser abertas uma de cada vez. Para passar para a próxima imagem é necessário salvar as alterações e fechar a foto.

 

perfect effects 4 free

Entrando na aba de efeitos encontramos todos eles listados ou divididos por subcategorias (Black and White, Contrast, HDR, Movie Looks, Testures, True Film, etc) e cada um deles mostra uma quantidade interessante de efeitos que podem ser aplicadas às suas fotos. Infelizmente o programa não reconhece arquivos RAW, apenas as fotos em JPEG. Porém, na hora de exportar a imagem, como foram aplicadas camadas de efeito, é possível salvar em PSD ou JPEG.

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Em minha opinião o aplicativo é bem básico, porém com uma boa qualidade de processamento e um produto final que pode sim ser utilizado para fins artísticos, se você está começando na fotografia e não domina muito bem aplicativos mais poderosos como o Photoshop. Lembrando que a própria onOne Software possui aplicativos pagos muito mais elaborados. Mas, por ser de graça já está muito bom.

emÁudio Vídeo Fotografia Manipulação digital

Nintendo cita Brasil em relatório sobre pirataria

Por em 27 de fevereiro de 2013

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Assim como faz todos os anos, a Nintendo enviou uma carta às autoridades norte-americanas onde cita os principais territórios onde a pirataria deve ser combatida e o nosso querido Brasil foi citado, ao lado da Espanha, China e México.

No documento a fabricante pede que os países atuem com mais força contra a distribuição ilegal de jogos, algo que estaria lhe causando enormes perdas e até mesmo pede que sites de compartilhamentos sejam bloqueados ou que aqueles que praticam a pirataria encarem processos criminais.

A Nintendo, da mesma forma como as editoras e desenvolvedoras, é afetada pela prevalência e pela facilidade da distribuição online ilegal, assim como a contínua fabricação, montagem, distribuição, importação, exportação e venda de produtos falsificados da Nintendo ao redor do globo,“ diz um trecho da carta, que ainda afirma que há cada mês dezenas de milhares de jogos ilegais da BigN são encontrados na internet e que limitar isso continua se mostrando algo extremamente desafiador.

Na minha opinião a reclamação por parte da Nintendo ou qualquer outra empresa do ramo é válida, mas ao contrário do que fez Sony ou Microsoft recentemente, a empresa do Mario não se aproximou do Brasil, seja fabricando seus consoles por aqui ou mesmo contando com uma representação digna.

Portanto, antes da BigN achar que está combatendo algo ao mandar cartinhas para políticos que estão pouco se importando se a companhia irá quebrar porque alguém está num porão baixando seus jogos como se não houvesse amanhã, o que ela tem feito para melhorar a situação por aqui? Porque eu não tenho visto muita coisa.

[via TorrentFreak]

emIndústria