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Pessoa do Ano de 2012 teria como meta obter o Nobel da Paz em 2013?

Por em 1 de janeiro de 2013

Lembro de 2012 como se fosse ontem: no início daquele ano, o YouTu.be vivia num período onde paródias em cima do “Ai, Se Eu Te Pego” eram a sensação aqui no Brasil. Melhorando o cenário, outras bombas do sertanejo universitário surgiram para continuar com o legado do Michel Teló, ao espalharem monossílabos e diversos memes pela internê: “Eu Quero Tchu” e “Balada Boa” pareciam dominar o ano em absoluto quando, do extremo Oriente, um rapper do K-pop apareceu montando o melhor cavalo no Turfe de vídeos da Google.

O estilo de Gangnam foi copiado à exaustão, mas nada impediu que Park Jae-Sang comemorasse os 35 anos, na última noite de 2012, vendo seu maior sucesso chegar à mais de bilhão de visualizações no YouTube. Será que o famoso sul-coreano conseguirá emplacar outro hit mundial tão grande quanto “Gangnam Style”?

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Pyongyang terá paz ao estilo Gangnam?

Tenho lá minhas dúvidas, mas, na outra Coreia, a do Norte, o sucesso do momento parece ser o da possível paz: Kim Jong-Un ameaça trilhar o caminho do bem, o da união entre as duas Coreias, ao discursar no Ano Novo sobre remover confrontos entre norte e sul da península coreana… Se não parecesse um pedido de ajuda econômica à Park Geun-Hye, presidenta recém-eleita da Coreia do Sul, o tio Laguna gostaria de suspeitar que a eleição dele como Pessoa do Ano na Revista Time teria deixado o líder norte-coreano complacente com o mundo que o cerca.

Enfim, fiquem com mais uma versão de Gangnam Style, para afugentar os fantasmas passados dessas mágoas internacionais:
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Torchlight II passa marca de 1 milhão de cópias

Por em 1 de janeiro de 2013

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Na indústria de games há uma mística marca que tenta ser alcançada por qualquer jogo, a de ter um milhão de cópias vendidas e o pessoal da Runic Games avisou pelo Twitter que a sua mais recente criação, o Torchlight II, conseguiu tal façanha.

Embora o número deva ser comemorado, ele também serve para nos fazer pensar um pouco, pois por tudo o que ouvi por aí e pelas análises que li (aqui e aqui), o Hack and slash no mínimo está no mesmo patamar do mais recente grande nome do gênero, o Diablo III e que veja só, já teria vendido quase três vezes mais unidades.

Fazendo uma análise superficial sobre o assunto, este é um belo exemplo de que ter um produto de qualidade muitas vezes não significa que as vendas serão melhores, já que o poder de uma marca ou uma forte campanha publicitária parece ser o grande segredo para convencer muitos consumidores e por melhor que o Torchlight II seja, não foi o suficiente para chegar perto das vendas do seu “grande rival”, mesmo sendo tão elogiado e custando muito menos.

Brigas a parte sobre qual dos dois é melhor, o fato é que após terem sido esquecidos por um bom tempo, os fãs desse estilo de jogo parecem novamente estar bem servidos e tomara que as boas vendas motivem outros estúdios a criarem novos títulos onde o foco seja matar, pilhar e criar o personagem mais forte possível.

[via Joystiq]

emComputadores

Fez está indo para outras plataformas

Por em 1 de janeiro de 2013

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Tendo parte do seu desenvolvimento financiado pela Microsoft, Fez desde o início foi apontado como um jogo exclusivo para o Xbox 360 e após longos anos de desenvolvimento, aqueles que possuíam o videogame puderam  confirmar que a espera valeu a pena, com a criação de Phil Fish sendo apontada como um dos melhores jogos independentes do ano.

Porém, se você foi impedido de jogar a mistura de puzzle com jogo de plataforma devido a limitação de plataforma, veja só o que o game designer publicou no blog da empresa:

O Fez finalmente será convertido para outras plataformas. Sim, eu ouvi vocês, dezenas de pessoas me enviam emails todos os dias me dizendo o quão idiota fui por não lançá-lo para todas as plataformas possíveis.

Não ficou claro portanto quais seriam essas plataformas, mas o natural é que o game saia pelo menos para os computadores e com um pouco de sorte, apareça também no Playstation 3 e até mesmo tablets. Vale mencionar ainda que Fish afirmou que está planejando criar dois novos jogos e que talvez se arrisque até mesmo a trabalhar com algo que não tenha a ver com a indústria de games.

Quanto ao Fez, após jogar sua versão de demonstração confesso não ter me convencido de que se tratava de um game que eu queria, apesar da sua mecânica interessante e estilo visual muito bonito, mas ainda assim resolvi arriscar e adquiri o jogo numa promoção de final de ano e espero não me arrepender.

[via Polygon]

emMiscelâneas