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Digital Drops Blog de Brinquedo

Apple anuncia iPad 4 com 128 GB

Por em 29 de janeiro de 2013

Em 2011 e 2012, a tradição da Apple parecia ser a de lançar algum modelo novo do iPad em março, exceto pelo primeiro, anunciado em janeiro de 2010. Além de ser anunciada menos de um ano após o iPad 3, a quarta geração da tablet finalmente quebra a barreira dos 64 GB de memória secundária nos dispositivos iOS, inaugurada pelo primeiro iPad: a maçã acabou anunciando hoje que o iPad 4 receberá mais um novo modelo, com 128 GB.

Quebrando a tradição de apenas um lançamento por ano e, agora, a da capacidade máxima dos iGadgets desde 2010, seria o iPad 4 o produto mais importante para a Apple neste momento?

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Preços atuais dos iPads com Tela Retina variam de US$ 499 a US$ 829.

Na opinião do tio Laguna, a Apple parece observar bem a concorrência: com o iminente lançamento do Surface Pro, custando US$ 999 o modelo com SSD de 128 GB, a Apple preferiu atualizar sensivelmente a capacidade de armazenamento do iPad 4 para que a tablet ARM não parecesse inferior ao produto da Microsoft. Bom lembrar que o sistema operativo Windows RT consome pelo menos 16 GiB, enquanto o iOS come uma fração disso: 2 GiB, se não me engano.

O iPad 4 de 128 GB estará disponível na próxima terça-feira, dia 5 de fevereiro, em duas versões: o modelo Wi-Fi será disponibilizado nas lojas Apple por US$ 799 e o modelo Wi-Fi com Cellular custará 130 dólares a mais, US$ 929. Provavelmente o iPad 5 será anunciado em outubro, pois não faria sentido lançá-lo em março: talvez até vejamos uma atualização do iPad mini em breve, mas prefiro especular que a maioria das linhas de dispositivos iOS seriam atualizadas no segundo semestre.

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Rovio atuará também como editora

Por em 29 de janeiro de 2013

Durante muito tempo eu fui um duro crítico da falta de coragem da Rovio, empresa que não tinha – e no fundo ainda não tem – a menor vergonha de sugar até a última gota do seu principal sucesso, a franquia Angry Birds. É claro que se existe interesse do público eles devem mesmo aproveitar a situação, mas me incomodava não vê-los lançando coisas novas e felizmente isso aos poucos tem mudado, com o lançamento do Amazing Alex, do Bad Piggies e agora a confirmação de que eles publicarão títulos de outros estúdios.

Rumores de que a desenvolvedora finlandesa passaria a atuar também como editora correm há bastante tempo na indústria, inclusive com relatos de que estariam oferecendo o serviço a vários estúdios independentes e esta semana eles revelaram a assinatura de um contrato com os espanhóis da 5 Ants para a distribuição do jogo Tiny Thief.

Nele controlaremos um ladrão que deverá encontrar as mais variadas maneiras para roubar diversos objetos espalhados pelo cenário e como pode ser visto no trailer abaixo, além da sua interessante mecânica, o jogo ainda conta com gráficos belíssimos e tem tudo para se tornar um grande sucesso.

Previsto para chegar ao iPad e iPhone durante o nosso outono, ser publicado sob o selo da Rovio será uma ótima oportunidade do Tiny Thief se destacar e possivelmente vários outros seguirão este caminho.

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emCelulares

Dead Space 3 e sua “problemática” versão para PC

Por em 29 de janeiro de 2013

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Nos últimos dias a Visceral Games confirmou que o Dead Space 3 para PC será uma conversão direta dos consoles, o que significa que o jogo não aproveitará todo o poderio dos computadores mais modernos, nem mesmo suporte a DirectX 11 ou texturas em alta resolução. Como normalmente acontece neste casos, a informação deu início a uma onda de críticas por parte daqueles que investiram pesado em seus PCs e diante de tanta reclamação, o produtor executivo Steve Papoutsis tentou se defender:

É confuso para mim essa questão continuar surgindo. De maneira alguma essa versão é menos importante para nós; ela recebeu muita atenção. O PC é uma plataforma muito diferente e como desenvolvedores queremos entregar uma experiência o mais parecida possível em todas as plataformas.

No Dead Space 2 senti que fizemos um grande avanço em termos de controles, capacidade de resposta e tivemos até mesmo melhorias visuais… A coisa mais importante para nós é garantir que a qualidade da experiência seja consistente em todos as plataformas, então não teremos um público dizendo que o jogo é melhor em seu sistema.

Particularmente não sei muito bem o que pensar dessa decisão. Se por um lado é ótimo poder jogar o game com um visual sensivelmente melhor, por outro acho que as pessoas exageram um pouco e acredito que, mesmo nos consoles, estamos num nível de qualidade visual do qual não podemos reclamar. Na minha opinião, a única coisa que realmente me incomoda nos videogames é a falta de um anti-aliasing mais eficiente e de maneira alguma eu deixaria de jogar um game no PC porque lá ele rodará parecido com os consoles.

[via Shacknews]

emComputadores

Crytek fala sobre a compra da marca Homefront

Por em 29 de janeiro de 2013

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Tirando talvez a aquisição da Relic Entertainment pela Sega, podemos dizer que nenhuma outra propriedade intelectual da THQ conseguiu encontrar uma casa melhor do que a Homefront. Algumas pessoas poderão até argumentar que não gostam dos jogos feitos pela Crytek, mas o fato é que a continuação do FPS que retrata a ocupação dos Estados Unidos pelos norte-coreanos já estava sendo feito pela empresa alemã e Nick Button-Brown, gerente geral da companhia, falou sobre como a compra da marca poderá facilitar suas vidas.

O pior cenário para nós é que esta situação fizesse com que todo o trabalho terminasse sendo jogado na lixeira, então queríamos comprar a propriedade intelectual para termos certeza de que a equipe terminaria o jogo que eles queriam fazer. Mas nós sempre acreditamos no potencial da franquia. Foi por isso concordamos em trabalhar com ela em primeiro lugar, então é benéfico para nós termos o controle sobre o seu destino.

O executivo revelou que em breve teremos mais informações sobre o desenvolvimento do jogo, que ele garantiu estar seguindo a todo vapor, mas afirmou que o seu lançamento poderá atrasar um pouco, apesar de nunca terem dito quando o Homefront 2 chegará às lojas.

E por falar em THQ e Crytek, esta anunciou ontem a criação de um novo estúdio na cidade de Austin, no Texas e o que chamou a atenção foi a informação de que ele será formado basicamente por ex-funcionários da Vigil Games, subsidiária da empresa americana que não conseguiu encontrar um comprador. Portanto, se a Crytek não levou a marca Darksiders, ao menos garantiu que as mentes criativas por trás dela estejam à sua disposição e com sorte os veremos trabalhando em algo que seja mais do que uma variação do Crysis.

[via Polygon e CVG]

emIndústria

Depois de assoprar, senador americano morde gamers

Por em 29 de janeiro de 2013

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Talvez vocês se lembrem de Leland Yee, senador norte-americano que classificou como “patético e completamente inaceitávelo recente ataque do CEO da NRA aos games, algo que ajudou a melhorar um pouco sua imagem junto aos gamers, já que em 2005 ele foi o autor de uma lei que visava banir os jogos violentos, mas não demorou muito para que o político voltasse a criticar a indústria e seus admiradores.

Os gamers precisam se acalmar,” declarou Yee ao site San Francisco Gate. “Os gamers não possuem credibilidade nesse argumento. Tudo não passa de seu desejo por violência e o desejo da indústria pelo dinheiro. Essa é uma indústria bilionária, é tudo sobre interesse próprio.

O senador também disse que embora a intervenção do presidente Barack Obama em relação aos jogos violentos possa dar algum resultado, ele não tem muitas esperanças de que isso acontecerá e classificou o problema como uma “questão de saúde pública.

Antes de se tornar senador, Leland Yee era psicólogo infantil, então imagino que ele possua algum embasamento ao afirmar que menores expostos a jogos violentos “estão mais suscetíveis a experimentar o sentimento de agressão e por isso exibirem comportamentos antissociais e agressivos,” no entanto, como não achar que sua crítica à Associação Nacional de Rifles está carregada de intenções políticas, afinal ele mesmo a acusou de não ter apoiado sua lei contra esse tipo de jogo.

Depois ele até foi ao Twitter dizer que usou as palavras erradas e que respeita muitos gamers, mas isso provavelmente não servirá para amenizar a situação e acho que em relação a sua declaração, se trocarmos a palavra gamers por senadores ou políticos, ela não terá seu sentido alterado, não acha?

[via VG247]

emMiscelâneas

Rockstar gostaria de fazer um GTA de ficção científica

Por em 29 de janeiro de 2013

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Se hoje em dia jogos de mundos abertos são bastante comuns, podemos dizer que a Rockstar e a série Grand Theft Auto tem uma enorme responsabilidade na popularização do estilo, principalmente devido aos roteiros e os detalhados universos desenvolvidos por eles.

Mas a empresa já provou ser capaz de se aventurar pelo mundo do crime, pelo Velho Oeste e até mesmo retratar o dia-a-dia de um estudante, já pensou o que eles poderiam fazer usando a ficção científica como tema? Pois esta pergunta foi feita a Dan Houser, vice-presidente da Rockstar e a resposta pode deixar bastante gente empolgada.

Faremos isso assim que tivermos uma ideia. Uma das nossas forças é a consistência do mundo do jogo. Não somos necessariamente os melhores escritores do mundo, mas sabemos escrever um jogo.

Quando decidimos fazer um faroeste foi porque sabíamos que tínhamos algo a dizer. Não temos interesse em fazer uma ficção científica por causa dos carros voadores ou das armas laser. As melhores histórias de ficção científica são aqueles que falam sobre as condições humanas. Então, apesar desta ideia ser bastante tentadora, pela definição qualquer coisa é possível num videogame, não temos o essencial no momento: um bom motivo.

Porém, Houser tratou de deixar claro que isso não significa que eles estejam planejando algo e não sei quanto a você, mas a única coisa que passou pela minha cabeça foi algo no estilo Blade Runner em um mundo aberto e não consigo imaginar como isso não seria fantástico.

[via Official Xbox Magazine]

emMiscelâneas

Te amo Amazon, sua linda!

Por em 28 de janeiro de 2013

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A busca por um brinquedo

Uma das maiores carências que temos no Brasil em relação a comércio eletrônico é o pós-venda. Na real, temos problemas em todas as etapas do processo, mas a última parte da relação entre consumidor e empresa é a mais importante e que recebe menos atenção. Por isso vou relatar um caso que ocorreu comigo, pra que a gente perceba cada vez mais como as coisas deveriam ser.

Meses atrás procurei um brinquedo para o meu filho. No Brasil, só encontrei através de importação por, em média, R$ 600,00 e com prazo maior que 30 dias para entrega. Em lojas de varejo, o brinquedo constava na Americanas e no Submarino por R$ 899,00. No caso da Americanas, o brinquedo inicialmente custava R$ 599,00, mas num passe de mágica, ao fazer o pedido o brinquedo aumentou para R$ 899,00. Já estava desistindo quando resolvi dar uma olhadinha na Amazon.

Procurando o brinquedo pela Amazon, vi que o preço do produto era de míseros US$ 75,00 ou quase 6x menos que o preço no Brasil. Após verificar e constatar que eles entregavam no Brasil, fiz o cálculo para saber se o preço valeria a pena. A Amazon cobrou outros US$ 75,00 de frete (é um brinquedo grande e com uma caixa imensa e pesada) e mais US$ 150,00 de adiantamento para pagamento de despesas com impostos. Achei que valia a pena, pois dessa forma pagaria o preço mais em conta que achei e o brinquedo viria pelas vias legais.

As surpresas positivas

Em primeiro lugar, o brinquedo chegou com apenas 1 semana. Pagando o mesmo preço que lojas de idoneidade duvidosa, a Amazon entregou o produto em 7 dias corridos, contra os 30 dias das importadoras. Além disso, como é costume da Amazon, todo o processo é acompanhado pelo site, com atualizações constantes do status do pedido.

A Amazon havia me alertado que, caso o valor recebido de depósito para impostos fosse maior que o realmente cobrado no Brasil, devolveriam a diferença ao meu cartão de crédito. Meses depois, eis que recebo um email da Amazon falando que eu seria reembolsado nos impostos. Valor? US$ 150,00. A empresa informou que em até 2 dias o crédito estaria de volta ao meu cartão, o que de fato ocorreu hoje, dois dias depois.

Este é um excelente exemplo de como uma empresa deve tratar um cliente, desde o primeiro momento até o pós-venda, que é o que irá garantir que o cliente retorne ao site. A Amazon ainda está chegando ao Brasil, mas deixo a dica: procure por lá se o produto que você busca é entregue no Brasil e verifique se com os custos adicionais compensa a compra. Em muitos casos você receberá o produto mais rápido e mais barato do que comprando no Brasil. E o mais incrível: será bem atendido.

emDicas Miscelâneas