Ciência
Ciência
Digital Drops Blog de Brinquedo

Que tal um pouco de ciência fácil e divertida?

Por em 31 de janeiro de 2013

Essa dica é pra quem curte ciência. Os conceitos científicos mais diversos, dúvidas que sempre intrigaram a humanidade e ideias bizarras são explicadas em stop motion no ASAP Science. Os vídeos sempre são bem curtos, mas divertidos e com uma avalanche de informações em poucos minutos. Fica fácil e divertido aprender sobre Física, Química, Biologia, sobre o nosso cérebro e muitas outras coisas que, de outras formas, seriam difíceis de ser aprendidas. No último vídeo, o ASAP Science mostrou como é que o nosso cérebro pensa e processa informações:

É um canal que merece ser assinado no Youtube, sempre há vídeos interessantíssimos. Se você se interessa por Física, vale também uma passada pelo Minute Physics. Só um detalhe: os vídeos são em inglês (apesar de o narrador falar rápido, dá pra entender tranquilo).

emCiência

Poderia a distribuição digital ter salvado a THQ?

Por em 31 de janeiro de 2013

dori_thq_29.01.13

Quando a situação da THQ começou a se tornar insustentável, o CEO da Ubisoft deu uma declaração onde dizia que é normal em um período de transição grandes empresas desaparecerem e se não bastasse estarmos na troca de gerações, temos ainda o surgimento da concorrência dos smartphones e tablets, além dos jogos gratuitos e para Jason Rubin, fundador da Naughty Dog e presidente da THQ, uma maior popularização da distribuição digital poderia ter salvado a companhia.

Acredito que num futuro próximo a distribuição digital e os modelos de negócios alternativos trarão uma grande porcentagem dos dólares gastos nos games para as editoras/desenvolvedoras. Baseado nesta mudança, em poucos anos a THQ seria capaz de sobreviver e editoras maiores poderão ser ainda mais rentáveis. Porém, os próximos anos de transição serão incrivelmente desafiadores para todas os criadores de jogos de grande porte.

A Clearlake [Capital Group] forneceria o capital para a THQ fazer a ponte para esse período. O tempo dirá se estou certo, mas infelizmente eu não poderei provar essa ideia com a THQ.

Acredito que hoje em dia ninguém discorde de que a distribuição digital é mesmo benéfica para a indústria e que com ela muitos obstáculos são eliminados, porém, será mesmo que apenas isso resolveria a situação? Acho que até disse em algum texto que não lamento tanto o fim da THQ, afinal o fracasso é apenas consequência das decisões equivocadas daqueles que a geriram e o que garante que se tivesse entrado mais dinheiro eles não teriam aplicado em produtos que não obteriam sucesso?

[via MCV]

emIndústria

Jogo Stratego ganha versões para Facebook, iPad e navegadores

Por em 31 de janeiro de 2013

Talvez eu esteja enganado, mas sempre tive a impressão de que os jogos de tabuleiro nunca foram muito populares no Brasil. Antes que apareça alguém para me atacar, eu sei que existem vários entusiastas por aí, mas minha opinião vem da constatação de que nos Estados Unidos, só para adultos existem centenas, milhares desses jogos, muitos deles inclusive baseados em marcas famosas dos games ou do cinema e por aqui somos limitados a poucas opções.

Caso você tenha alguma familiaridade com o assunto deve conhecer o Stratego, jogo lançado há mais de 65 anos e que coloca dois exércitos frente a frente, cada um deles controlando 40 unidades que possuem forças de ataque e mobilidade diferente. De forma grosseira, podemos dizer que ele funciona da mesma maneira que o Xadrez.

A boa notícia para quem gosta desse tipo de jogo e prefere as facilidades propostas pela tecnologia ou simplesmente não consegue encontrar adversários para disputar uma partida, é que a Keesing Games acaba de disponibilizar uma versão digital do Stratego. Quem optar por jogar no iPad poderá adquirí-lo por US$ 7, já no computador temos duas opções gratuitas, uma pelo navegador e outra pelo Facebook, e o melhor de tudo é que as batalhas podem acontecer entre jogadores que estejam em plataformas diferentes.

Com suas partidas durando em  média 30 minutos, esta edição trás também um modo onde cada jogador controla apenas 10 peças e assim as disputas podem ser concluídas em apenas 5 minutos, tornando o jogo ideal para aqueles momentos onde não temos muito tempo disponível e além da promessa de uma versão tendo a ficção científica como tema, os desenvolvedores esperam lançar um modo onde poderemos conquistar todo o planeta, criando facções com nossos amigos e assim aumentando o seu aspecto social. Promissor, não?

continue lendo

emWeb Games

CoD: Black Ops II ganha integração com Twitch

Por em 31 de janeiro de 2013

Evidentemente eu não fui o primeiro, muito menos o único a fazer tal aposta, mas a verdade é que quando a SOE anunciou uma parceria com o Twitch para que os jogadores transmitissem suas partidas de PlanetSide 2, imaginei que estava nascendo ali uma interessante tendência, algo que logo depois se confirmou com a adoção do Origin e agora outro gigante entra para a festa, o Call of Duty: Black Ops II.

De acordo com o serviço de streaming, aqueles que jogam no Xbox 360 já podem vincular sua conta no site ao jogo e em breve os jogadores de PC e Playstation 3 também terão acesso à novidade. Assim qualquer pessoa poderá transmitir ao vivo através do seu canal enquanto estiver jogando sem a necessidade de qualquer aparelho ou software adicional.

O serviço nos dá ainda a possibilidade de divulgarmos automaticamente a transmissão através de nossas contas no Twitter e Facebook e no console da Microsoft uma das funções mais legais é podermos utilizar a câmera do Kinect para gravar nosso rosto, com a imagem sendo exibida em uma janela menor e deixando a transmissão ainda mais personalziada.

Como a criação deste tipo de conteúdo por parte dos jogadores tem se tornado cada vez mais comum, acho muito legal ver que as desenvolvedoras estão facilitando nossas vidas e espero que quando os próximos consoles chegarem eles já venham com uma integração nativa a sites como o Twitch. Até lá, quem sabe o Steam não faz o mesmo?

continue lendo

emComputadores Microsoft Sony

CORRÃO: estoques do Windows 8 Pro menos caro estão a acabar!

Por em 31 de janeiro de 2013

Hoje é dia 31 de janeiro e o medíocre FF7 completou 16 anos, então aproveite que este é o último dia em que o Windows 8 Pro permanecerá com os “preços promocionais de atualização”: R$ 29 para computadores novos com algum Windows 7 sem ser o Starter, R$ 69 para quem for comprar o Windows 8 Pro na loja online da Microsoft e R$ 269 para quem seguir o mau exemplo do tio Laguna e preferir comprar a caixinha (versão FPP).

Laguna_Win8ProBox_31jan2013

Baixe o quanto antes um Windows 8 Pro menos caro!

Aprendi, da pior maneira, que a caixinha nada mais é que a versão física do Windows 8 Pro vendido por download, ou seja, temos apenas uma licença e, por tal preço (R$ [2]69), a chave só pode ser ativada como atualização: há a necessidade da presença de uma versão anterior do Windows instalada na máquina pois, mesmo que você faça uma “instalação limpa”, o instalador do Windows 8 Pro parece detectar a presença (ou não) da pasta C:\Windows (esta nem precisa estar ativada) antes de formatar o HD (ou SSD) em tal tipo de instalação.

Lembro-me também de um boato que o Windows 8 Pro poderia ser instalado em até cinco computadores diferentes utilizando um mesmo serial, pura balela: você tem sim que comprar uma chave válida para cada computador, não importando se é versão 32 ou 64 bits do sistema operativo.

Uma mesma conta caseira pode sincronizar as configurações em até cinco máquinas simultâneas com o Windows 8 instalado e online, mas cada aparelho precisa ter sua própria chave única, ativada na Microsoft: compre o Windows 8 Pro o mais rápido que puder, é menos caro só até hoje!

ATUALIZAÇÃO: Microsoft Brasil divulgou os preços definitivos do Windows 8.

emDicas Download Microsoft Software

Gabe Newell não teme os consoles e sim a Apple

Por em 31 de janeiro de 2013

dori_gab_31.01.13

Quando a Valve começou a flertar com a sala de estar, anunciando uma nova interface para o Steam e até mesmo “uma caixa” com o Steam, a primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que os consoles estavam ganhando um concorrente de respeito. O raciocínio é bastante óbvio, mas para Gabe Newell, o que sua empresa realmente teme não são os próximos aparelhos que Sony e Microsoft colocarão no mercado, mas sim os próximos passos que a Apple dará.

O maior desafio não penso que venha dos consoles. Penso que o maior desafio é que a Apple invista na sala de estar antes da indústria de PC perceber que deve agir unida.

A ameaça no momento é que a Apple ganhou uma enorme fatia do mercado e há um caminho relativamente óbvio de que ela entrará na sala de estar com suas plataformas. Acho que existe um cenário onde um tipo de plataforma inferiorizada surgirá nas nossas salas e penso que a Apple venceria os consoles facilmente.

Eu tenho certas dúvidas se isso de fato irá acontecer. Primeiro porque não tenho muita certeza de que a Apple está interessada neste mercado (embora ache que deveria estar) e segundo porque esse clamor pela indústria se interessar em levar o PC para a sala me passa a sensação de que Newell está apenas interessado em vender seu peixe, pois com mais pessoas jogando no computador, é natural que o Steam ganhe novos usuários.

De qualquer forma, acho que quem pode sair ganhando com tudo isso somos nós, desde que no futuro não sejamos obrigados a sentar diante da TV para jogar apenas Angry Birds e FarmVilles.

[via The Verge]

emComputadores

Péssimos resultados fazem EA repensar série Medal of Honor

Por em 31 de janeiro de 2013

dori_moh_31.01.13

Desde que o primeiro Call of Duty foi lançado, ainda ambientado na Segunda Guerra Mundial, tornou-se visível a decadência da série Medal of Honor. Com a chegada da atual geração a Electronic Arts até deu um tempo na criação de novos jogos, lançando apenas em 2010 aquele mediano capítulo que trazia os combates para os dias de hoje e de acordo com Peter Moore, a marca novamente será colocada de lado.

Durante um evento onde a editora divulgou seus ganhos do último trimestre deste ano fiscal, o COO explicou o motivo para terem tomado esta decisão:

Nós enfrentamos dois desafios: a desaceleração que atingiu todo o setor, assim como as críticas e a fraca recepção comercial do Medal of Honor: Warfighter. O game obviamente fracassou.

O jogo é sólido, mas o foco na autenticidade dos combates não convenceu os jogadores. As críticas foram polarizadas e deram ao jogo notas que, francamente, foram menores do que ele merecia. Agora ele ficará para trás. Estamos tirando o Medal of Honor de circulação e temos um plano de trazer uma continuidade anual para os nossos jogos de tiro.

Portanto, podemos dizer que a franquia morreu pela segunda vez e deveremos ficar um bom tempo sem vermos um novo lançamento carregando o seu nome. Mesmo sem ter conseguido encarar a campanha do jogo anterior até o final devido ao seus bugs, tenho vontade de jogar este Warfighter, mas como já percebi que a EA costuma baixar muito o preço dos seus jogos após poucos meses, vou esperar uma oportunidade melhor para comprá-lo.

Quanto a série Battlefield, a EA afirmou que um novo título só deverá ser lançado no ano que vem, o que me leva a crer que o Fuse, jogo desenvolvido pela Insomniac Games, poderá ser o responsável por garantir em 2013 nossa dose anual de FPS por parte da editora.

[via CVG]

emMiscelâneas