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Insomniac explica porque lançará uma nova franquia ainda nesta geração

Por em 30 de novembro de 2012

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Para muitas pessoas pode não fazer sentido lançar uma nova propriedade intelectual perto do fim de uma geração, já para o pessoal da Insomniac Games, valerá a pena disponibilizar o Fuse para o Playstation 3 e Xbox 360 no mesmo ano em que seus sucessores supostamente chegarão ao mercado.

Penso que a indústria prospera com novas franquias e acho que é isso o que mantêm as coisas evoluindo,” declarou Brian Allgeier, diretor criativo do estúdio. “Foi uma grande oportunidade para nós trabalhar com o jogo, quando muitas outras pessoas só lançam sequências.

Não penso que as pessoas jogarão fora seus Xbox’s e PS3’s assim que os novos consoles forem lançados. Acho que as pessoas continuarão jogando neles e elas querem jogar games novos.

Ted Price, CEO da Insomniac, possui uma opinião parecida e além de ter afirmado que o mercado hoje em dia mostra que as pessoas não se importam mais em jogar neste ou naquele console, aproveitando os games em qualquer coisa, disse ainda que durante muito tempo ouviu que os gamers estão cansados de jogarem apenas continuações, desejando propriedades intelectuais novas a todo momento e que esta será uma ótima oportunidade de se destacarem e oferecerem para nós algo diferente.

Numa indústria onde reclamamos tanto da falta de originalidade, como discordar de Brian Allgeier e Ted Price?

[via Official Xbox Magazine]

emMiscelâneas

Leica e o mundo dos milhões

Por em 30 de novembro de 2012

Mais algumas informações de um mundo que não pertence a nós, simples mortais. Estou falando sobre o mundo dos colecionadores de câmeras fotográficas que possuem uma graninha sobrando, alguns milhões, para gastar com câmeras raras e clássicas que nem funcionam mais. E se a câmera for uma Leica, melhor ainda, pois vai virar notícia no mundo todo.

Na Europa tivemos uma venda bem interessante, onde três câmeras Leica foram compradas pelo valor de 3,6 milhões de Euros. A Leica M3D, que pertenceu ao repórter fotográfico David Douglas Duncan foi comercializada por 1.680.000 Euros. Além de ser uma Leica, o fato de pertencer ao repórter inflou o valor da câmera, já que Duncan, que trabalhou para a revista Life, é considerado um dos fotojornalistas americanos mais importantes do Século XX. O valor pago pelo o equipamento torna essa câmera a mais cara já vendida em leilões até hoje. Junto com ela também foram comercializadas a Leica Luxus que rendeu 1.020.000 Euros e a Leica M3 que alcançou “apenas” 900.000 Euros. Uma bagatela por cada equipamento.

Além da barreira dos preços, a Leica também está rompendo fronteiras entre o mundo capitalista e o comunista. A casa de leilões Bonhams anunciou que a primeira venda de câmeras Leica feita em território Chinês foi um grande sucesso. A Leica Luxus I, com corpo dourado e imitação de couro de lagarto, superou em 7 vezes o valor mínimo e foi levada por um colecionador anônimo pela singela quantia de US$ 966.00. O valor do equipamento se justifica por ter sido fabricado apenas por encomenda entre 1929 e 1930 em um total de apenas 95 unidades. Hoje apenas algumas se encontram operacionais. Para ajudar a inflacionar o valor, a câmera pertenceu Jack Newton, Presidente da Leica Historial Society da Inglaterra.

Isso nos faz pensar sobre a relatividade do preço das coisas.

emEquipamentos

Vários jogos da THQ, pelo preço que você achar justo

Por em 29 de novembro de 2012

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Conforme tenho relatado aqui no blog ultimamente, a situação da THQ está indo de mal a pior, chegando ao ponto da editora ter realizado algumas promoções um tanto absurdas e culminando naquilo que pode ser considerada a última tentativa de arrecadar mais alguns milhões de dólares através de uma parceria com o site The Humble Bundle.

Como normalmente acontece por lá, os interessados poderão pagar o valor que acharem justos pelos jogos oferecidos, sendo que o mínimo é US$ 1 e qualquer quantia acima da média (agora em torno de US$ 5) ainda dará direito ao elogiado Saints Row: The Third.

Quem adquirir o pacote levará várias trilhas sonoras e os títulos Darksiders, Metro 2033, Red Faction: Armageddon, Company of Heroes e suas duas expansões, Opposing Fronts e Tales of Valor, além do já citado terceiro capítulo da série Saints Row e todos eles poderão ser ativados no Steam.

Sem dúvida uma ótima oportunidade para quem não possui esses jogos, mas não deixa de ser triste vermos uma empresa tão antiga lutando de todas as maneiras para se manter viva, mesmo sabendo que a culpa pelos erros que cometeram seja deles e não nossa.

PS.: Obrigado a todos que indicaram a notícia e que me pediram para divulgar aqui no Meio Bit Games.

emComputadores

Quem seria o melhor diretor para fazer um filme do Half-Life?

Por em 29 de novembro de 2012

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Mesmo com as constante reclamações sobre a baixa qualidade das adaptações de games para o cinema, muitos fãs ficam empolgados ao saberem que sua série favorita ganhará uma versão filmada e se fizermos uma eleição para saber quais títulos as pessoas mais gostariam de ver na telona, desconfio que o Half-Life seria um dos mais votados.

Como o próprio Gabe Newell já afirmou que tal investida dificilmente acontecerá, resta aos fãs sonharem com quais seriam os melhores nomes para assumir a tarefa e quem resolveu apontar seus favoritos foi Marc Laidlaw, roteirista da Valve.

Se o Paul Verhoeven voltasse aos filmes de ficção, ele poderia fazer algo insano com o Half-Life… talvez algo questionavelmente insano, mas pelo menos não seria entediante. O Peter Jackson já provou ser um criador incrível de adaptações fiéis e o Guillermo del Toro possui a pegada do terror que imagino que muitas pessoas ignoram quando pensam em um filme sobre o Half-Life. Ele é essencialmente um jogo de terror, no fim das contas. A ciência nele é bastante superficial, mas quando um headcrab pula na sua cabeça, é um susto e tanto.

Há provavelmente muitos bons diretores, mas penso que a maioria deles estão ocupados buscando suas próprias visões.

Está aí, gostei dos diretores citados por Laidlaw, principalmente o del Toro. Seu estilo um tanto sombrio poderia dar vida a um ótimo longa-metragem do Half-Life e acho que eu também adicionaria a esta lista James Cameron, por já ter trabalhado outras vezes com o gênero e Zack Snyder, por ter se mostrado extremamente competente ao dirigir adaptações. E você, teria alguma sugestão?

emCultura Gamer

Um cartucho, poeira e glitches

Por em 29 de novembro de 2012

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Na maioria das vezes eu costumo me manter afastado de jogos cujo objetivo principal é divulgar um produto ou marca, mas até por não saber que o Skrillex Quest foi desenvolvido com esse intuito, resolvi dar uma chance ao web game.

A princípio o que me chamou a atenção no joguinho foi o fato da aventura se passar dentro de um cartucho de NES, onde os habitantes correm risco de desaparecer simplesmente porque poeira se acumulou no contato. Cabe então ao jogador assumir o papel do P1 e lutar contra os glitches causados pela sujeira.

Com um estilo que lembra bastante o da série The Legend of Zelda, teremos que atravessar fases curtas para tentar salvar todo o mundo virtual e no total não gastaremos mais do que 20 minutos para terminá-lo, mas pode ter certeza de que valerá a pena, seja pelos belos gráficos ou pela jogabilidade simples mas viciante.

Ah, quanto ao “produto” que ele tenta divulgar, Skrillex é o nome de guerra de Sonny John Moore, uma espécie de Latino do primeiro mundo que cria músicas eletrônicas, algo que fica claro na parte final do jogo e pelo irritante dubstep que toca durante toda a aventura.

[via IndieGames]

emMuseu Web Games

Trailer mostra o editor de mapas do Far Cry 3

Por em 29 de novembro de 2012

Uma das coisas que sempre achei fascinante na modificação de games é a área de criação de mapas para FPSs. Durante um tempo eu tentei me aprofundar no assunto, mas após ler alguns textos falando sobre as dificuldades em se criar um bom mapa e ver que as ferramentas que os jogos ofereciam não eram muito simples de serem utilizadas, acabei desistindo.

Então, vários anos depois, quando coloquei as mãos no Far Cry 2 vi que o jogo possuía um editor que poderia ser usado por qualquer pessoa e comecei a brincar com ele, mas logo me dei conta de que o multiplayer não possuía bots e como só tinha a versão do jogo para o Playstation 3, vi que não conseguiria reunir pessoas suficientes para testá-lo, largando a brincadeira na metade.

Agora, com o lançamento do Far Cry 3 prestes a acontecer, estava bastante curioso para ver o que a Ubisoft nos ofereceria neste sentido e a julgar pelo trailer abaixo, acredito que muita coisa interessante poderá ser criada pela comunidade e basta dizer que o editor suportará até dois mil objetos e que com ele poderemos até mesmo mudar o clima ou tempo do dia em que as disputas ocorrerão, além de gerar mundos aleatoriamente, para perceber isso.

Com uma média respeitável, uma campanha principal imensa, modo cooperativo, multiplayer e um editor de fases tão detalhado, acho seguro dizer que poucos jogos esse ano ofereceram um custo-benefício tão alto quanto o Far Cry 3.

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emComputadores Microsoft Sony

Campanha fracassa no Kickstarter e culpa seria do Kinect

Por em 29 de novembro de 2012

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Quem aí se lembra do Kung Fu Superstar? Anunciado em maio deste ano, o jogo seria a aposta de um novo estúdio formado por ex-integrantes da EA, Lionhead Studios e Codemasters e como tanto outros projetos ultimamente, resolveu apostar no Kickstarter para conseguir o financiamento para sair do papel.

A meta do pessoal da Kinesthetic Games era atingir £200 mil, mas faltando apenas cinco dias para o término da campanha, apenas pouco mais de £36 mil foi obtido e durante uma entrevista o criador Kostas Zarifis disse porque as pessoas não acreditaram no simulador de artes marciais que funcionaria com o Kinect.

Todos nós sabemos o que a maioria dos jogadores hardcore pensam sobre os sensores de movimentos. Não estamos falando de indiferença, estamos falando de ódio e por uma boa razão. Desde a criação dos controles com sensores de movimentos eles tem sido constantemente tratados com títulos decepcionantes, como o Rise of Nightmares, Kinect Star Wars, Steel Battalion: Heavy Armor… e a lista continua.

Segundo o game designer, um grande erro do estúdio foi não ter deixado claro desde o início que o game também poderia ser jogado com um controle normal e que a menos que você seja uma empresa já estabilizada, se torna muito difícil chamar a atenção no Kickstarter. Por fim, ele revelou que a Kinesthetic Games será dissolvida e que mais preocupante do que um possível fracasso do Kickstarter, é a constatação de que jogos hardcore utilizando sensores de movimentos não deverão se tornar tão comuns quanto podíamos imaginar.

Acho que posso dizer que para mim o Kinect tem se mostrado uma grande decepção, nem tanto pela falta de jogos mais complexos para ele, mas pelo fato de o acessório não funcionar como deveria devido a falta de precisão e por isso espero que quando os sucessores do Xbox 360 e do Playstation 3 forem anunciados, as fabricantes não tentem me convencer de que os sensores de movimentos são uma boa coisa e que os joysticks tradicionais continuem sendo o foco da próxima geração.

[via Eurogamer]

emMiscelâneas