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i.am+ – Uma câmera fotográfica para seu iPhone

Por em 30 de novembro de 2012

Olha só que legal, o mundo capitalista é uma maravilha e nos mostra que sempre é possível inventar mais um produto esquisito que se torna uma necessidade para a maioria dos consumidores. A maré tecnológica dos últimos anos nos aponta que muita gente trocou a câmera compacta pelo celular por conta da mobilidade e de ser um equipamento mais fácil de carregar. O fato de poder colocar suas fotos on-line no mesmo momento em que elas foram feitas também é uma grande atrativo para a fotografia feita com celulares. Isso sem citar a briga entre os fabricantes de Smartphones para equipar seus aparelhos com câmeras fotográficas cada vez melhores.

Depois de tudo isso alguém decide que o inverso é que deve ser levado em conta e que o celular, no caso do iPhone, deve ficar maior e mais parecido com uma câmera fotográfica compacta. É isso o que me leva a acreditar o anúncio do i.am+ que nada mais é do que um case tecnológico para o seu iPhone. O produto imita uma câmera fotográfica compacta e pode ser encontrado com tema mais tradicional e outro voltado para o vintage. Mas, o que o brinquedo faz? Ao colocar o seu iPhone dentro você tem a possibilidade de ter um disparador superior para a câmera, acoplar lentes para melhorar sua fotografia, utilizar o flash embutido e o case se utiliza de um sensor próprio de 14 megapixels para fazer a fotografia.

Ou seja, você faz a foto com o case que transmite a foto automaticamente para seu iPhone, facilitando o compartilhamento da imagem. Não sei vocês, mas eu acho muito estranho. Junto com o equipamento teremos ainda à disposição três lentes, uma olho-de-peixe, uma grande angular e uma teleobjetiva. O i.am+ vai estar disponível em quatro versões. O C.4 (£199) e o V.4 (£299) são modelos compatíveis com o iPhone 4 e 4S e serão lançados no dia 6 de dezembro. Já os modelos V.5 e L.5 serão compatíveis com o iPhone 5 e serão lançados apenas no ano que vem. Junto com o novo equipamento também está sendo lançada uma nova rede social, a i.am, onde os usuários poderão compartilhar e visualizar as imagens feitas com o novo equipamento.

Se vai dar certo só o futuro dirá.

emNotícias

Microsoft divulga preços oficiais do Surface Pro, aquele com metade da bateria do RT

Por em 30 de novembro de 2012

Panos Panay, gerente-geral do projeto Surface, revelou ontem os preços oficiais da tablet x86 da Microsoft, aquele que roda a versão completa do Windows 8: o Surface Pro será lançado em algum dia de janeiro a partir de 899 dólares, preço correspondente à versão com SSD de 64 GB.

Quem quiser 128 GB de espaço mais-ou-menos disponível terá de desembolsar mais 100 obamas da carteira, pagando US$ 999. Nenhuma dessas duas versões virá com a icônica capa-teclado, que terá de ser adquirida à parte por até US$ 130, mas cada pacote do Surface Pro inclui uma caneta que pode ser usada para escrever na tela. Caneta essa que não é suportada pelo Surface RT.

Enquanto o Surface RT consegue manter uma autonomia próxima das 9 horas de navegação na internê, a bateria do Surface Pro morre na metade desse tempo, por volta das 5 horas de uso.

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Surface Pro virá com caneta e custará a partir de US$ 899.

Essa curta vida da bateria torna o Surface Pro mais próximo de um ultrabook que de um tablet, mas convenhamos que colocar um processador Intel numa tela full-HD de 10,6 polegadas e manter um conector USB 3.0 completo num aparelho do tamanho de tablet teria lá seus sacrifícios. Ainda bem que a Microsoft manteve ao menos uma saída de vídeo mini-DisplayPort para o pessoal que precisa projetar slides em palestras e seminários.

E podem ter certeza que veremos mais tablets sendo utilizados em sala de aula: segundo o último relatório do NPD Group, o mês do lançamento do Windows 8 foi marcado pela queda nas vendas dos computadores, comportamento bem diferente do mesmo período em lançamentos anteriores do Windows (Vista inclusive).

Em outubro, as vendas de desktops caíram 21 por cento e os laptops com Windows tiveram queda de 24% nas vendas lá na América do Norte: com exceção da Lenovo, Asus e, óbvio, Apple, o mercado de PCs está lutando para sobreviver. Nos Estados Unidos, em tal mês o mercado de computadores x86 sofreu encolhimento de 12,4% sobre a média do 3º trimestre.

O tio Laguna ainda acha cedo para podermos dizer se a Microsoft pode vir a ser uma nova Apple no quesito vendas de aparelhos baseados no ARM, até porque ainda tenho minhas dúvidas se o ecossistema dela torna os Windows Phones verdadeiros “canivetes suiços”, mas já estou juntando meus trocados para levar um Surface Pro pois meu pobrebook não passa de 2013: o aparelho da Microsoft consegue ser bem menos caro que um MacBook Pro e ainda me mata um pouco a vontade de comprar um iPad mini.

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Criador do DayZ fala sobre a necessidade de assumir riscos

Por em 30 de novembro de 2012

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Após conquistar a atenção de mais de um milhão de jogadores com o mod DayZ, Dean Hall mostrou que era possível levar aos games uma visão mais “realista” do apocalipse zumbi e com o lançamento da versão independente do jogo se aproximando, algumas das novidades programadas para ele estão sendo liberadas, como por exemplo a necessidade de nossos personagens “irem ao banheiro”, o que devido a falta de saneamento básico pode fazer com que doenças se espalhem em áreas mais povoadas.

Tal características deixou algumas pessoas preocupadas, imaginando que isso poderá estragar a experiência, mas ele deu uma boa justifica para a utilização do conceito:

Espero implementar um monte de ideias ruins, desse modo saberemos que não eram boas, então poderemos removê-las e seguir adiante.

Se nos mantermos grudados a ideias seguras, esse não se tornará um grande jogo ao longo dos próximos meses – ele será apenas uma ideia legal e tentarei passar os próximos dez anos indo à convenções para falar sobre o quão legal ele foi. Eu prefiro percorrer todos os becos sem saída para saber o que funciona ou não… Vamos cometer erros!

Como hoje em dia os jogos podem ser atualizados e suas mecânicas modificadas mesmo após meses depois de seus lançamentos, acho a atitude de Dean louvável, já que com ela o game designer demonstra não estar com medo de correr riscos e isso poderá fazer com que vejamos algumas inovações quando o jogo for lançado.

[via PCGamer]

emIndústria

Saiba porque o Paper Mario: Sticker Star não foi um RPG

Por em 30 de novembro de 2012

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Além dos gráficos que passam a impressão de que estamos jogando com recortes de papel, uma das principais características da série Paper Mario são os elementos de RPG adicionados ao estilo plataforma, mas quem já jogou o último capítulo lançado para o 3DS deve ter percebido que nele isso não está presente.

Muitos poderão argumentar que em time que está ganhando não se mexe, porém, seguindo conselhos de Shigeru Miyamoto, a equipe responsável pelo Paper Mario: Sticker Star chegou à conclusão de que o jogo poderia ser bom mesmo sem uma história muito elaborada, o que foi confirmado por uma enquete com pessoas que jogaram o Super Paper Mario no Wii.

Segundo Kensuke Tanabe, membro do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento de Software da BigN, menos de 1% dos entrevistados disseram que o enredo do jogo era interessante e para Taro Kudo, representante da empresa responsável pelo roteiro da nova aventura, o importante era que o jogo tivesse o simples objetivo de derrotarmos o chefe no final, sem a necessidade de uma longa história no estilo de um RPG para guiar a ação.

Normalmente eu defendo bons enredos nos jogos, mas como estamos falando de um título voltado para um portátil, onde muitas vezes só temos poucos minutos para jogar, a justificativa da Nintendo parece fazer sentido. Além disso, embora eu tenha gostado muito do Super Paper Mario, após um determinado momento achei que ele se tornou um tanto cansativo e tudo o que eu queria fazer era encará-lo como um jogo de plataforma, sem a necessidade de ter que ficar andando pelos estágios só para encontrar algum item obrigatório.

[via Iwata Asks]

emNintendo Portáteis

Nolan Bushnell não acredita no sucesso do Wii U

Por em 30 de novembro de 2012

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Goste disso ou não, o fato é que a indústria de games está passando por uma profunda transformação. Com uma grande quantidade de plataformas competindo pela atenção do consumidor e novos modelos de negócios ganhando cada vez mais espaço, muitas companhias tem buscado se adaptar e se em outra época não poderíamos imaginar uma empresa como a Nintendo lançando um console com uma capacidade de processamento não muito diferente de aparelhos com 6, 7 anos, hoje é arriscado apostar que ela não terá sucesso.

Mesmo assim, Nolan Bushnell, fundador da Atari e um dos nomes mais respeitados da indústria, não escondeu sua decepção com o Wii U e com o futuro dos consoles em geral.

Na verdade eu fiquei perplexo com ele, não acho que será um grande sucesso. Os consoles continuarão sendo criados, mas eu realmente não acho que terão a mesma importância novamente. Sinto como se fosse o fim de uma era para mim.

A opinião de Bushnell claramente leva em consideração a popularização dos smartphones e tablets como plataformas de game, o que acredito que possa mesmo decretar o fim dos consoles como os conhecemos, mas basta ver que a aceitação de videogames como o Wii U ou mesmo o 3DS para notarmos que as pessoas ainda estão dispostas a pagar por aparelhos cujo objetivo principal são os games e os próximos meses poderão ser bastante importantes para o futuro da indústria como um todo.

emIndústria Nintendo

SOE adota tolerância zero para modificações no PlanetSide 2

Por em 30 de novembro de 2012

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Você provavelmente já me viu por aqui defendendo jogos que oferecem ferramentas para que a comunidade crie modificações, mas como criticar uma desenvolvedora por deixar claro que não permitirá alterações por temer que elas possam dar vantagens a algumas pessoas em partidas competitivas?

Quem deu o aviso foi a Sony Online Entertainment em relação ao recém-lançado PlanetSide 2 e de acordo com a companhia, nem mesmo MODs que visem apenas alterar a interface serão permitidos, conforme pode ser visto na mensagem abaixo.

É vital que você não utilize programas que modifiquem o PlanetSide 2 de qualquer maneira. Se fizer isso, você será indistinguível de vários hacks que funcionam da mesma maneira e o resultado para isso é que será banido, perdendo seus personagens e itens.

Nós não faremos exceções. Entendemos que existam alguns aplicativos inofensivos que não se encaixem nesta categoria, mas se os permitirmos, eles simplesmente serão usados como uma desculpa para os jogadores tentarem trapacear. A mesma regra se aplica a dados que o PlanetSide 2 usa para a jogabilidade. Não modifique nenhum desses arquivos.

O comunicado também alerta aqueles que utilizem programas que modifiquem o Windows ou o DirectX, algo que também pode resultar em suspensão, a menos que sejam permitidos oficialmente no futuro e por mais que a medida pareça um tanto ditatorial, se for para o bem da experiência, a considero válida. Só espero não ver daqui há alguns meses vários relatos na internet sobre a maneira como o game ficou infestado por trapaceiros.

[via Eurogamer]

emComputadores MMO

Conquistas do GRID 2 serão criadas por sites especializados no assunto

Por em 30 de novembro de 2012

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As conquistas/troféus foram uma das adições mais legais dessa geração, fazendo com que a vida útil de um jogo pudesse aumentar consideravelmente e proporcionando uma competição entre os jogadores, algo que desde a pré-história dos games estava relegada a um segundo plano.

Porém, apesar de alguns títulos contarem com conquistas muitos interessantes e desafiadoras, outros não tiveram a sorte de serem criados por pessoas muito criativas, nos premiando por apertar Start na tela título ou apenas por esmagarmos um botão seguidamente e não sei se para evitar esse constrangimento ou simplesmente para conseguir um pouco de publicidade, a Codemasters resolver adotar uma tática no mínimo curiosa.

De acordo com um comunicado divulgado pela empresa, a elaboração das conquistas para o GRID 2 será feita pelos sites Xbox 360 Achievements e PS3 Trophies, dois dos principais nomes no assunto e para Clive Moody, produtor executivo do estúdio, essa abordagem será bastante divertida e permitirá aos jogadores terem noção de como é feito esse importante elemento do game design.

Essa ideia de conquistas serem criadas fora da desenvolvedora me fez lembrar algo que sempre imaginei que poderia ser interessante, um sistema que permitisse aos jogadores elaborar objetivos para outras pessoas cumprirem e que contaria com um ranking onde pudéssemos ver aqueles que receberam mais votos ou foram desbloqueados mais vezes. Será que daria certo?

[via Xbox 360 Achievements]

emMicrosoft Sony