Digital Drops Blog de Brinquedo

Windows 8 chegou, com pompa e circunstância.

Por em 29 de outubro de 2012

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A festa de lançamento do Windows 8 se não gastou tudo, comeu boa parte dos US$1,5 bilhões que a Microsoft estaria investindo no lançamento do sistema. E valeu cada centavo. Foi várias vezes maior que o evento do Windows 7, com direito a toneladas de desenvolvedores, ao contrário da última vez, quando o foco foi mais jornalistas.

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emInternet Software

Comparando Sensores de Câmeras

Por em 29 de outubro de 2012

Essa faz parte da aula de fotografia básica. O tamanho do sensor é importante para a qualidade da fotografia e os megapixels não possuem função nessa qualidade, apenas no tamanho máximo de impressão da fotografia. Acho que todo mundo já entende isso, não é? A fotografia analógica (certo, sei que esse não é o termo correto, mas é bem didático) essa também era uma verdade, pois as câmeras de médio formato, com filmes com área maior do que o filme 35mm, conseguiam um resultado muito melhor quando falamos em qualidade de imagem.

Pixel, para quem não sabe, é um dos pontos que formam uma imagem digital e, no sensor, esse ponto é a unidade que capta luz. Quanto maior o pixel, maior será a quantidade de luz que ele vai conseguir captar na hora de fazer a foto. Isso melhora muito a qualidade da imagem, já que fotografia é luz. Quando aumentamos a quantidade de pixels em um sensor o que acontece na prática é que eles ficam menores, captando uma quantidade menor de luz e gerando problemas em sua imagem, como o surgimento do ruído. Também sabemos que por muitos anos os fabricantes de câmeras compactas usaram a quantidade de pixels no sensor para ludibriar consumidores incautos que pensavam que isso estava ligado intimamente à qualidade da imagem quando, na verdade, era um fator que levava à degradação do resultado final.

Pensando nisso fica mais bacana ainda o serviço prestado pelo site Digital Câmera Database. Coisa simples, mas muito informativa e com cálculos que nem todo mundo tem chance ou paciência de fazer. Em resumo o site compara as características dos sensores de duas câmeras diferentes e coloca o comparativo em forma de gráficos com as informações. Segundo o site existem 3281 câmeras cadastradas no sistema de variadas marcas. Dei uma olhada e os principais lançamentos atuais já estão cadastrados, assim como algumas câmeras antigas.

Só para ter uma base de comparação, coloquei para brigar a nova Canon Powershot SX50 HS (12 megapixels) com a Canon EOS 5D Mark III (22 megapixels). Sei que se trata de uma covardia, mas os resultados são interessantes. A 5D Mark III possui um sensor 2936% maior, assim como um pixel 1565% maior. A densidade, um fator importante, é 1.555% menor na 5D Mark III. Óbvio que esses resultados já eram esperados e reflete a grande superioridade da câmera reflex. Mas, comparando a SX50 HS com o modelo anterior, a SX40 HS a coisa fica diferente. As duas câmeras possuem 12 megapixels e o sensor CMOS com a mesma área, mas existe uma leve diferença na quantidade e no tamanho do pixel. De modo geral,  a SX40 HS possui o pixel 7% maior e uma densidade 6% menor.

Óbvio que existem outros fatores a serem levados em conta para medirmos a qualidade da  imagem, como o processador e o algoritmo que está rodando na câmera, mas essa comparação já é um bom começo para auxiliar em sua escolha.

emNotícias

Um War/Risk para o fãs de StarCraft

Por em 29 de outubro de 2012

Quando falamos em jogos de tabuleiro, talvez nenhum seja tão conhecido e adorado quanto o Risk, publicado nos Estados Unidos pela Hasbro e que por aqui ficou conhecido como War. Ao longo dos anos muitas versões especiais baseadas em marcas famosas foram lançadas, como aquelas inspiradas no Senhor dos Anéis, Guerras nas Estrelas ou Transformers e os games, é claro, não poderiam ficar de fora, com séries como Metal Gear Solid e Halo tendo sido exploradas, mas a lista acaba de aumentar.

Em fevereiro passado ficamos sabendo que a Blizzard havia fechado um acordo com a Hasbro para a publicação de um Risk usando o StarCraft como tema e aqueles que se empolgaram com a novidade agora podem adquirir o jogo através da loja oficial pagando US$ 50, mas você terá que pedir para algum amigo trazê-lo, já que eles infelizmente não enviam para o Brasil.

O Starcraft Risk trará, além do tabuleiro, 333 peças, sendo seis exércitos, dois para cada uma das três raças (Zerg, Terran e Protos), assim como seis líderes, 15 cidades e 42 cartas de facção/territórios, proporcionando quatro maneiras de jogo (Basic Training, Command Room, Team Play e Total Domination).

Este é mais um daqueles casos em que morremos de inveja dos americanos por sermos obrigados a ficar fora da festa e como a Hasbro possui representação no nosso país, seria muito bom se eles resolvessem lançar o jogo por aqui, o que é dificilmente acontecerá.

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[via Nerdcore]

emMiscelâneas

Começa o Halloween no Steam (Sim, é uma promoção!)

Por em 29 de outubro de 2012

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E aí caro leitor do meio Bit Games, pronto para gastar mais algumas dezenas de dólares em jogos que você não jogará tão cedo? Pois o nosso querido Steam deu início a uma promoção de Dia das Bruxas onde mais de 80 títulos serão vendidos com aquele desconto respeitável que todos nós estamos acostumados a ganhar.

Como não poderia deixar de ser, a Valve aproveitou a data para incluir na promoção uma série de jogos de terror ou que no mínimo tenha um pesinho no gênero e por isso podemos adquirir títulos bastante famosos como o BioShock por US$ 3,75, toda a série Overlord por US$ 5, mesmo valor do Prototype ou ainda o Fallout 3: Game of the Year Edition por US$ 10.

É claro que o ideal é você dar uma olhada para ver o que mais pode lhe interessar e só é importante dizer que os jogos só estarão disponíveis por esse precinho camarada até a próxima quinta-feira, dia 1º de novembro, portanto, não vá demorar muito para fazer sua compra, ok?

Update: Acabei não percebendo, mas tem jogos mais novos na promoção também, como o Dead Island por US$ 10, o Orcs Must Die! 2 por US$ 7,50 e toda a primeira temporada do The Walking Dead por US$ 15.

emComputadores

Controle sua EOS 6D pelo celular

Por em 29 de outubro de 2012

Existe uma disputa (alguns dizem que é brincadeira) eterna entre usuários de Nikon e Canon. Sabe aquela discussão sobre qual time de futebol é melhor sendo que quase todos são iguais? Então, é disso que estou falando. Hoje fica difícil dizer qual empresa está produzindo melhores equipamentos. Eu acredito que ambas estão no mesmo patamar de qualidade sendo que, dependendo da categoria do equipamento, uma pode se sobressair sobre a outra. Por exemplo, eu acredito que a melhor câmera reflex intermediária no mercado atualmente é a Nikon D7000, enquanto que, se você quer uma DSLR para filmar, a sua escolha tem que ser Canon.

Correndo o risco de ser chamado de tendencioso (coisa que já aconteceu no Facebook), tem coisas que a Canon faz que são muito mais bacanas do que a Nikon e outras empresas. Por exemplo, existem maneiras de conectar a câmera ao computador e controla-la via desktop. Pode parecer bobagem, mas é muito útil em situações no estúdio, como fotografia de produtos ou longa exposição. Você pode configurar a câmera pelo computador, fazer a foto e ainda existe a possibilidade de já gravar a foto no computador. Para fazer isso com a Nikon, Sony e outras marcas é necessário comprar um software específico que não é barato. Mas com a Canon é diferente, pois o programa que vem junto com as câmeras, o EOS Utility, faz isso de maneira bem competente. Lembrando que também é possível controlar via computador a maioria das câmeras reflex utilizando o Lightroom (boa ideia para um tutorial).

Agora temos um outro ponto a favor da Canon. É possível se conectar à nova EOS 6D via celular através de um aplicativo disponível para Android e iOS, chamado EOS Remote, que visa controlar a câmera via conexão Wi-fi. A EOS 6D já vem preparada de fábrica para se conectar ao seu Smarphone enquanto que com a Nikon D600 é necessário comprar um adaptador para se fazer a mesma coisa. Embora as duas câmeras se encontrem no mesmo patamar (pelo menos até alguém fazer um teste comparativo sério), são essas pequenas coisinhas que podem fazer o consumidor se decidir. Vendo o vídeo abaixo temos uma noção de como o aplicativo funciona. É só habilitar a câmera para o modo remoto e iniciar o aplicativo no celular para se conectar com a câmera. O live view é acionado e você vê no celular o que a câmera está captando. É possível fazer foco em um ponto específico, regular obturador, diafragma e ISO e, após fazer a foto, o aplicativo pode mostrar todas as fotos que estão no cartão de memória da câmera.

Pode parecer uma funcionalidade meio boba, mas eu achei legal. Abre espaço para várias possibilidades. Só tem que ver certinho qual a distância máxima do telefone para com a câmera para o aplicativo funcionar perfeitamente.

emÁudio Vídeo Fotografia Equipamentos

Educadores discutem a importância dos games no ensino

Por em 29 de outubro de 2012

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No último dia 25 aconteceu no MIT a EmTech, uma conferência voltada para tecnologias emergentes e nela foi realizada uma palestra onde educadores e especialistas em tecnologia discutiram sobre como os jogos eletrônicos podem melhorar a maneira como os alunos aprendem na escola.

De acordo com os palestrantes, parece não haver dúvidas de que quanto mais engajadas as crianças estiverem, mais fácil é ensiná-las e os games podem ter um papel fundamental neste processo. Um exemplo citado foi uma experiência realizada pela fundação One Laptop Per Child, que deixou alguns aparelhos em vilas isoladas na Etiópia e não deram instruções de como usá-los. Os laptops possuíam alguns livros, aplicativos e jogos, e após alguns meses as crianças já haviam aprendido o alfabeto e até mesmo músicas.

O problema não é a educação ou as escolas – é o aprendizado,” afirmou Nicholas Negroponte, presidente da OLPC. “A bifurcação na estrada é a diferença entre saber e entender. Nós testamos as pessoas sobre o que elas sabem, mas elas podem não entender nada.

Uma das organizações que vem tentando explorar esse lado dos games é a Institute of Play, os utilizando para ensinar crianças na cidade de Nova York e contando com a ajuda da Electronic Arts para tentarem descobrir como avaliar o conhecimento adquirido através dos jogos. Segundo Brian Waniewski, diretor da instituição, “os jogos criam a necessidade de aprendermos e com eles descobrimos coisas conforme progredimos em direção ao objetivo.

Na minha opinião este movimento é extremamente válido e na verdade penso até que os games como ferramenta de ensino são menos explorados do que deveriam. Além do fato de muitos de nós termos aprendido uma segunda ou terceira língua para entender o que se passava nos games ou mesmo termos nos interessado por assuntos que talvez não despertassem nossa atenção de outra maneira, basta colocar qualquer criança diante de um jogo educativo para ver que como ela consegue se virar quase que por instinto, aprendendo a mensagem que lhes é passada e com muito mais interesse do que vemos numa sala de aula tradicional.

[via Scientific American]

emCultura Gamer Destaque Miscelâneas

Miyamoto diz que Retro Studios pode fazer novo Zelda

Por em 29 de outubro de 2012

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Mesmo com a indústria japonesa sendo descrita recentemente como em decadência, não há como negar que boa parte dos jogos criados por lá possuem uma atmosfera fantástica que raramente é alcançada por estúdios ocidentais e manter-se neste estilo pode ser um dos motivos que fazem a Nintendo ser tão adorada por tantas pessoas.

Sendo assim, será que um Super Mario ou The Legend of Zelda feito deste lado do mundo poderia dar certo? Quanto ao primeiro talvez ainda tenhamos que esperar um bom tempo para ver isso acontecer, mas em se tratando da série estrelada pelo Link, Shigeru Miyamoto não descartou a possibilidade do pessoal da Retro Studios, subsidiária da BigN situada no Texas, trabalhar na criação de um novo capítulo.

A Possibilidade da Retro Studios fazer um novo Zelda com uma boa proposta não é uma ideia completamente absurda e pode acontecer. Porém, embora eles sejam qualificados para isso, a Nintendo precisaria estar em contato constante com a companhia que fosse criar um Zelda e sendo de fora do Japão, a distância e a diferença de fuso horário poderia tornar a comunicação mais difícil.

Ou seja, Miyamoto até aceita um novo Zelda feito fora do estúdio principal da Nintendo, mas quer acompanhar de perto o seu desenvolvimento, provavelmente para garantir que ele não fuja muito das raízes fixadas tão profundamente na série e que ser por um lado serve para manter a tradição, por outro é alvo de críticas daqueles que acham que todos os capítulos são iguais.

Quanto a Retro, esta não é a primeira vez que a empresa tem seu nome ligado ao The Legend of Zelda e após ter jogado o excelente Metroid Prime, gostaria muito de conhecer a visão ocidental que eles poderiam dar à franquia, quem sabe adotando algumas ideias de jogos como o The Elder Scroll V: Skyrim.

[via Polygon]

emNintendo