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Diretores de cinema, trailers e games

Por em 30 de outubro de 2012

Com alguns milhões no caixa destinados à divulgação de seus games, algumas empresas descobriram que uma boa maneira de chamar a atenção da mídia (inclusive a não especializada) tem sido contratar algum famoso diretor de cinema para comandarem a criação de trailers sobre suas megaproduções e só nos últimos dias vimos duas peças assim sendo lançadas.

Contando com produção de David Fincher (Clube da Luta, Seven – Os Sete Crimes Capitais, A Rede Social) e direção de Tim Miller, o primeiro deles mostra através de flashs um pouco do passado de Master Chief, grande estrela da série Halo e que está de volta no quarto episódio, previsto para chegar ao Xbox 360 na próxima terça-feira, dia 6 de novembro.

Repleto de efeitos especiais de ponta, o vídeo nos apresenta ainda uma nova ameaça, descritas apenas como um “mal antigo” e serve para nos situar um pouco no universo do jogo e já nos preparar para o que está por vir.

A Activision por sua vez preferiu entregar a Guy Ritchie (Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes, Sherlock Holmes) a missão de divulgar o Call of Duty: Black Ops 2 e através de um trailer o diretor deu continuidade ao conceito de que “existe um soldado em cada um de nós”, contando com a participação especial de Robert Downey Jr.

Intitulado “Surprise”, o trailer tem um estilo menos sério que o do Halo 4 e por isso você pode esperar muitas reviravoltas e claro, algumas surpresinhas, tudo ao som de AC/DC, para não deixar o Homem de Ferro decepcionado.

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emCultura Gamer Vídeos

ATUM, um brilhante jogo sobre outro jogo

Por em 30 de outubro de 2012

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Para quem gosta de jogos com mecânicas diferentes, eventos como o Independent Games Festival costumam ser uma excelente oportunidade de termos contato com ideias inovadoras e um belo exemplo disso é um game chamado ATUM, onde controlamos um personagem que está jogando um game 2D no computador. Não entendeu? Eu explico.

Desenvolvido por um grupo de estudantes da universidade holandesa de Breda e tendo como inspiração obras da ficção científica como Blade Runner e o livro Martian Time Slip de Philip K. Dick, o game utiliza o conceito de múltiplas camadas de jogabilidade e alusões filosóficas para criar a atmosfera, mas esta na sua mecânica o grande destaque.

Acontece que ao entrarmos no jogo notamos que, através de uma câmera em primeira pessoa, o protagonista está sentado diante do computador e com o mouse podemos mover sua cabeça para averiguar o cenário a nossa volta, com uma mensagem na tela nos mandando apartar o enter e quando fazemos isso, é dado início a um jogo em duas dimensões que pode ser controlado com as teclas WASD ou com as setas.

Até aí não tem nada demais, seria apenas um jogo dentro de outro jogo, mas é ao percebermos que devemos utilizar alguns itens do cenário 3D para a progredir na aventura em duas dimensões que a coisa fica realmente muito divertida. Por exemplo, como certos trechos da aventura que estamos jogando são muitos escuros, basta pegarmos um isqueiro que está sobre a mesa para iluminar o caminho, ou então aproveitarmos a fumaça do cigarro para confundir câmeras de segurança.

Depois de vermos o jogo em execução é natural pensarmos porque ninguém fez isso antes (não que eu saiba, pelo menos) e o conceito é tão genial e bem executado que faz tudo parecer simples. Talvez algum grande título aproveite a ideia proposta pelo Team Cupcake futuramente, enquanto isso, tente desvendar os quebra-cabeças propostos por eles e veja porque algumas mecânicas podem tornar os games tão gratificantes.

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emWeb Games

Ataque o novo Medal of Honor e ganhe um jogo

Por em 30 de outubro de 2012

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Não chega a ser é algo muito raro vermos algum desenvolvedor criticar o jogo de outra empresa, mesmo se tratando de uma postura um tanto antiética, mas o que o pessoal da editora Devolver Digital está fazendo pode ser considerado um passo adiante quando se trata de reclamar do trabalho alheio.

Através de um post publicado no blog oficial, a empresa não poupou palavras para dizer o quão ruim é o Medal of Honor: Warfighter, classificando-o como uma “m**** fraca” e dizendo que nele “a maioria das pessoas gastam seu tempo se escondendo atrás de uma parede ou uma barreira de concreto estrategicamente colocada no cenário.

Porém, mesmo que isso já fosse o suficiente para repercutirmos a história, foi outra atitude deles que tem chamado a atenção de vários sites, a promessa de que darão 100 cópias do Serious Sam 3: BFE de Xbox Live para qualquer pessoa que criticar publicamente o FPS da Electronic Arts. Para participar, basta publicar um comentário no Twitter ou Facebook falando sobre o quão estagnados estão os jogos militares de tiro e torcer para ser um dos escolhidos.

Tudo bem que o MoH: Warfighter tem se mostrado uma enorme decepção para muitos e embora a Devolver Digital esteja no seu direito, acho que os caras passaram do limite e considero a ideia simplesmente ridícula, uma maneira pobre de tentarem se promover usando o nome de um concorrente, que diga-se de passagem, nem chega a ser um concorrente direito, afinal são jogos com estilo muito diferentes.

É lamentável ver uma empresa pequena ter que apelar para métodos tão baixos e tenho certeza de que se fosse o contrário, com a EA batendo neles, haveria muitas pessoas revoltadinhas por aí prometendo que nunca mais compraria um jogo da companhia e acho que a editora poderia (e deveria) ter evitado passar por isso.

[via VG247]

emMiscelâneas

Para divulgar o NfS Most Wanted, EA pede aumento do limite de velocidade

Por em 30 de outubro de 2012

Acontece hoje nos Estados Unidos o lançamento do Need for Speed: Most Wanted e para ajudar na sua divulgação, a Electronic Arts lançou uma campanha publicitária que promete dar o que falar. Através de um site, a desenvolvedora está pedindo o apoio dos americanos para a fictícia Proposta 130, uma emenda que aumentaria o limite de velocidade no país para 130 milhas por hora (aproximadamente 210 km/h), ao invés das 65 atuais.

Questionando “qual o sentido em termos supercarros capazes de alcançar velocidades insanas e aceleração arrebatadora se o limite restringe sua velocidade a 65 mph,” a página deixa evidente se tratar de uma brincadeira ao sugerir a implementação de rampas nos cruzamentos para que os motoristas possam evitar os engarrafamentos, além da adoção de um limite mínimo de velocidade, usando câmeras para multar aqueles que travam o fluxo das estradas com seus carros fraquinhos.

Por fim, eles dizem que como essas leis demorarão a ser implementadas, as pessoas deveriam dar uma chance ao novo jogo e ainda disponibilizam um infográfico para ilustrar as vantagens que a mudança poderia trazer para toda a sociedade, como o aumento da produção devido a redução dos atrasos de funcionários, o fim dos envios de mensagens de celulares enquanto estivermos dirigindo ou mesmo a eliminação da pergunta “estamos chegando?”, tão feita pelas crianças que estão no carro.

Na minha opinião a ideia foi muito bem bolada e consegue passar de forma genial a proposta do jogo, no entanto, não há como negar que a empresa correu um risco bastante alto ao adotá-la. Algumas pessoas certamente não entenderão a brincadeira por trás da propaganda e num país como o Brasil, onde a publicidade ultimamente tem medo de ousar e milhares de vidas são perdidas todos os anos nas estradas, acho que ela não teria muito espaço.

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emMiscelâneas

Ubisoft cancela Ghost Recon para Facebook

Por em 30 de outubro de 2012

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Em abril deste ano ficamos sabendo que a Loot Drop, empresa fundada por John Romero e sua esposa Brenda Brathwaite, estava trabalhando no Ghost Recon: Commander. O game seria uma tentativa de levar a famosa marca da Ubisoft para o Facebook e mesmo com uma média de 190 mil jogadores por mês, chega a informação de que o título será descontinuado.

Alegando que a mecânica foi incapaz de conquistar os jogadores hardcore, a Ubisoft afirmou que manterá o jogo no ar até o final deste ano fiscal (março de 2013) mas sem a venda de itens e de acordo com a desenvolvedora francesa, a decisão não significa uma mudança na estratégia para outros jogos sociais em desenvolvimento ou que já tenham sido lançados.

Com isso o estúdio viu-se obrigado a demitir 15 funcionários, o que foi lamentado por Brenda no Twitter, reforçando a ideia de que as coisas não andam muito boas para o seu lado. Recentemente ela e Tom Hall cancelaram o financiamento de um jogo através do Kickstarter e como havia casado com Romero há poucos dias, viu-se obrigada a cancelar a lua de mel para dar a notícia pessoalmente ao pessoal da Loot Drop.

[via GameInformer]

emMiscelâneas Web Games

Resenha: SSD Kingston ssdNow V+200 64GB. Spoiler: É rápido.

Por em 30 de outubro de 2012

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Quando me toquei que estava chegando a hora de instalar o Windows 8, desisti do ritual normal de comprar um HD novo. A regra é clara: Windows bom é instalado do zero, mas dessa vez resolvi fazer algo diferente. Faz tempo que tenho ouvido falar de SSDs, aqueles discos em estado sólido (afinal HDs são gelatinosos, ou algo assim) com performance boçal e preço obsceno.

A performance permanece a mesma mas o preço já atingiu valores apenas próximos de assalto. Valia experimentar. Uma pesquisa no BoaDica e achei um produto promissor: Um SSD Kingston de 64GB por R$185 reaus. Caro? Sim, bastante se comparado a um HD, mas não se pode fazer um omelete sem quebrar alguns ovos, e esse dinheiro seria bebido anyway.

Em prol de meu fígado e dos leitores do MeioBit (necessariamente nessa ordem) dei um pulo no Edifício Central e voltei para casa em um belo começo de tarde de Sábado para o passatempo geek típico de fim de semana: Reinstalar Windows.

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emHardware

Windows 8–Primeiras Impressões

Por em 30 de outubro de 2012

Screenshot - 29_10_2012 , 16_29_23

Quando o Windows 8 foi anunciado eu fiz o teste; baixei e instalei no netbook, e realmente como haviam dito, ele funcionava naquela carroça. Depois disso não dei muita atenção. Não acho graça em avaliar betas, então deixei pra lá.

Sei que há gente que só instala sistemas operacionais depois que sai o primeiro Service Pack, mas não chego a tanto. A versão final está boa pra mim. E no caso, como está!

Sei que todo mundo odeia spoilers, mas vamos lá: É como se fosse um iPad produtivo.

Não que não dê para ser produtivo em um iPad, eu sou, mas demanda esforço com o 8, dá pra conviver com a fluidez e objetividade de um tablet, E a complexidade de um desktop. A integração está longe de ser perfeita, claro, mas o Windows 8 é mais que uma promessa. É uma realidade que já é boa mas vai melhorar mais ainda.

Vamos aos vários pontos, de forma desconectada, pois ainda estou começando a desvendar o bicho. Instalei no Sábado de tarde, e já saí usando. Quem quiser pode ignorar toda a interface nova, tratando-a como um launcher afrescalhado, e continuar com os mesmos programas de sempre. Aquelas reclamações todas? Muito mimimi por pouca coisa.

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emIndústria Software