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Digital Drops Blog de Brinquedo

Projeto quer criar sucessor espiritual do Banjo-Tooie

Por em 27 de setembro de 2012

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E já que a Microsoft parece estar mais preocupada em utilizar a Rare para criar jogos para o Kinect, um grupo de ex-funcionários do estúdio decidiu dar início a um projeto cujo objetivo é criar um sucessor espiritual para o Banjo-Tooie, título lançado para o Nintendo 64 no ano 2000.

Utilizando uma conta no Twitter com o nome de um dos personagens da série, os envolvido tem liberado algumas informações sobre o que planejam fazer, como utilizar a engine Unity para desenvolver o game, que será uma nova propriedade intelectual, e a possibilidade de financiarem o projeto através de uma campanha no Kickstarter. Até o momento os únicos nomes mencionados para participar do projeto são o do compositor Grant Kirkhope e o do artista Steven Hurst, mas outros membros da equipe principal também deverão participar da criação.

Talvez o grande problema para a empreitada será conseguir chamar a atenção dos jogadores sem ter um nome de peso como o da série, mas como a promessa é de que o game mantenha os principais pontos da sua fonte de inspiração, é muito provável que eles consigam o valor necessário para criar o jogo sem muita dificuldade.

Para aqueles que sentem falta de games de aventuras como o Banjo-Kazooie e Banjo-Tooie, vale lembrar que eles podem ser adquiridos através da Xbox Live, só o valor que poderia ser um pouco menor, já que cada um sai pelo equivalente a US$ 15.

[via NintendoLife]

emMiscelâneas

O promissor modo Zombies do Call of Duty: Black Ops 2

Por em 27 de setembro de 2012

Se tem uma coisa na franquia Call of Duty que nunca me chamou muito a atenção é o modo em que enfrentamos hordas de zumbis. Sempre achei a proposta um tanto sem sentido e quando a Treyarch anunciou o Black Ops 2, todos nós sabíamos que novamente teríamos que tentar sobreviver aos mortos-vivos. O que ninguém esperava no entanto é que a desenvolvedora estava planejando algo realmente grandioso e agora sabemos alguns detalhes de como tudo funcionará.

Para começar, saiba que dessa vez o modo será dividido em três partes, sendo a principal delas o Tranzit, que consistirá de um enorme mundo aberto e descrito como maior do que qualquer coisa o estúdio já tenha criado. Nele poderemos jogar sozinho ou com a ajuda de três amigos, tendo a possibilidade de viajar a pé ou de ônibus e embora esta segunda opção seja obviamente amis rápida, nos deixará mais isolados.

Teremos então o tradicional Survival, onde seremos atacados em algum pedaço do mundo supracitado, nada muito diferente do que já vimos nos jogos anteriores, cabendo aos jogadores fortalecer as áreas de segurança onde estarão e coletando itens que aparecerão no cenário.

Por fim, haverá o inédito modo Grief, onde duas equipes de quatro pessoas tentarão sobreviver ao ataque dos zumbis e embora os humanos não possam atingir uns aos outros, será possível colocar a equipe rival em situações desfavoráveis ao interagirmos com o cenário. Ou seja, será algo como um humanos x humanos x zumbis, com o computador ficando responsável pelos mortos-vivos e vencerá o time que conseguir sobreviver.

Contando com quatro personagens para serem selecionados e sem uma ligação com o jogo principal, o modo Zombies já está sendo apontados por muitos como uma segunda campanha para o Call of Duty: Black Ops 2 e se antes eu não estava muito ansioso para a chegada do dia 18 de novembro, quando o game será lançado, agora já até penso em adquirí-lo.

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emComputadores Microsoft Nintendo Sony

Capcom não descarta remake do Resident Evil 2

Por em 27 de setembro de 2012

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De todos os jogos da série Resident Evil que já joguei, nunca consegui chegar a uma conclusão sobre qual gosto mais, se o RE 2 ou o Code Veronica. Como os joguei na época de seus lançamentos, ambos possuíam novidades muito interessantes, como a possibilidade de escolher qual personagem controlar em um e os cenários tridimensionais no outro, mas o que sempre me perguntei é o porque do segundo game da série nunca ter recebido um remake.

Poder voltar às ruas de Racoon City em um jogo criado com a tecnologia atual poderia ser fantástico (desde que não virasse um shooter genérico, vale dizer) e embora isso não deva acontecer tão cedo, o produtor Yoshiaki Hirabayashi disse que a possibilidade existe.

Apenas para colocar todas as cartas na mesa, de maneira que não se crie rumores em volta do assunto, não, nós não estamos trabalhando em um remake do Resident Evil 2 no momento. Mas se os fãs realmente quiserem isso; se houver uma onda de apoio para refazermos o jogo, então acho que será algo que a Capcom poderá levar em consideração.

Com tantas críticas sendo feitas em relação a versão de demonstração do Resident Evil 6 (que ainda não tive coragem de jogar), eu não duvido que logo surja alguma petição online clamando pela criação do tal remake e caso a Capcom não esteja com muita vontade de trabalhar, acho que muitos já se dariam por satisfeitos se a Xbox Live e a PSN recebessem o Resident Evil 0 e o Resident Evil 1 para GameCube.

[via Gamespot]

emMiscelâneas

Twitter lança serviço para ajudar vítimas de desastres no Japão

Por em 26 de setembro de 2012

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Para muitas pessoas o Twitter se tornou a maneira ideal de bisbilhotar a vida dos outros (desconhecidos ou famosos) ou mesmo de servir como um canal de contato com empresas, porém, alguns perceberam que o serviço pode ser de grande ajuda em casos de desastres, fazendo com que a informação seja compartilhada rapidamente. De olho neste grupo uma equipe do Twitter situada em Tóquio lançou há alguns dias uma novidade muito interessante para os japoneses, o Lifeline.

Como o país é conhecido por viver sob o risco de terremotos, maremotos e ataques devastadores de seres gigantes, agora os moradores do arquipélago poderão encontrar facilmente quais contas deverão seguir em caso de alguma emergência tendo apenas que procurar por seus CEPs no twitter.com. Desta forma os usuários encontrarão outras pessoas que estejam falando sobre algum incidente que tenha acontecido nas redondezas, assim como contas mantidas pelo governo, veículos de comunicação, empresas de gás, água e eletricidade.

Infelizmente por enquanto a novidade está disponível apenas no Japão, mas o plano é de que o Lifeline seja levado a outras partes do mundo e acredito que algo assim poderia ser fundamental, por exemplo, para vários habitantes do Rio de Janeiro, que em poucos meses voltarão a sofrer novamente com deslizamentos e enchentes, e saber para onde ir após ter pedido quase tudo, por qual rua seguir ou onde a situação está pior, pode ser o que o manterá essas pessoas vivas.

[via Twitter Blog]

emInternet

Pacote trará trilogia Mass Effect (inclusive pro PS3)

Por em 26 de setembro de 2012

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E a melhor notícia desta semana acaba foi divulgada há pouco pela Electronic Arts. No dia 6 de novembro chegará as lojas um pacote para Xbox 360 e PC trazendo os três jogos da série Mass Effect e a coisa fica ainda melhor quando sabemos o preço que será cobrado, apenas US$ 60. Isso mesmo, pagando o valor de um lançamento teremos três dos melhores jogos desta geração e que nos renderão dezenas de hora num universo fantástico.

Mas não foi sóo. Para deixar todos felizes, a editora revelou que um pouco depois a trilogia também estará disponível no Playstation 3, ou seja, será a primeira vez que os donos do consoles da Sony poderão jogar o título que deu início à saga do comandante Shepard e quem preferir poderá adquirí-lo separadamente através da PSN.

De acordo com a página oficial da coletânea, os jogos virão em uma embalagem especial e a EA ainda aproveitou o anuncio para revelar o “N7 Day”, uma celebração mundial que acontecerá no dia 7 de novembro e que contará com eventos variados, cujos detalhes serão divulgados nas próximas semanas.

Na minha opinião esta é a oportunidade definitiva para aqueles que ainda não jogaram esta maravilha e a oferta é tão tentadora que mesmo já possuindo os três jogos no Xbox 360 fiquei com uma baita vontade de adquirir a trilogia para outra plataforma.

Só é estranho notar que o Wii U foi esquecido, sendo que no novo console o Mass Effect 3 chegará alguns dias depois desse lançamento, fazendo a versão para o videogame da Nintendo não ter muito sentido e nada foi dito sobre a coletânea já vir com os muitos DLCs lançados até hoje, mas aí também acho que já seria pedir demais.

[via Press Release]

emComputadores Microsoft Sony

Faraday 1 x 0 Deus

Por em 26 de setembro de 2012

 

Existe uma tendência curiosa de atribuir raios e trovões a elementos divinos. Isso vem de muito tempo, mas mesmo depois dos princípios eletromagnéticos da formação dos raios serem mais que conhecidos, as pessoas insistem em mistificar esses fenômenos.

Muita gente não só teme como garante que blasfemadores serão fulminados por raios, em uma espécie de instant karma, retribuição divina imediata.

Como se proteger contra isso? Alguns sugeriram aliar-se ao demônio, mas há um aliado mais implacável e eficiente que o Senhor das Trevas: A Ciência.

Raios eram terríveis na antiguidade. Hoje temos pára-raios em tudo que é quanto, inclusive em igrejas. Mas e se quisermos nos proteger mesmo, nos tornar imunes à Ira Divina, por mais raios que sejam atirados em nossa direção?

Aí usamos algo contra o qual raios, divinos ou não são inúteis: Uma gaiola de Faraday.

O Físico Michael Faraday descobriu, no Século XIX, que a carga elétrica em um condutor se concentra na superfície do mesmo. As cargas eletrostáticas no interior do condutor se rearranjam e anulam as externas, tornando o núcleo do condutor neutro.

Esse princípio faz com que uma gaiola de Faraday seja impenetrável a ondas de rádio, microondas, radares e… raios.

Mesmo não sendo um modelo ideal, um automóvel ainda é uma excelente gaiola de Farday, e não tem nada a ver com os pneus serem isolantes. O pulo do gato é a cabine ser uma estrutura metálica oca. Aí, não importa a ira divina, nada de atinge, como ficou evidenciado neste incrível vídeo de um SUV sendo atingido por um raio e continuar andando, no melhor estilo “tô nem aí”.

 

O fenômeno não é restrito a carros. Aviões são gaiolas de Faraday bem melhores, e embora também não ideais, o último acidente aéreo atribuído a um raio foi em 1967. Nada mau, levando em conta que nos EUA todo avião comercial é atingido por raios pelo menos uma vez ao ano.

Cabe um adendo, claro: A gaiola de Faraday só é eficiente contra divindades elétricas tradicionais, como Javé e Zeus. Deuses mais adeptos a uso de ferramentas, tipo Thor, sempre podem apelar, e ser imune a raios só enfureceria mais ainda o filho de Odin, que lançaria Mjölnir contra o carro, e isso estragaria seu dia.

Fonte: Geekologie

emCiência

Estúdio Evolution – Chegou a Hora da Evolução

Por em 26 de setembro de 2012

Sempre dou destaque aqui no Meio Bit a palestras, cursos e congressos de fotografia que acontecem pelo Brasil. Não se trata de uma divulgação publicitária, e sim da constatação de que na fotografia o aprendizado é constante e que nos dias atuais isso é muito fácil. Não existe mais desculpa para continuar sendo um fotógrafo ignorante. Você pode conseguir informação  na internet, em vídeos no Youtube ou nos congressos e cursos presenciais. Sei que tem muito fotógrafo por ai que pensa que sabe tudo, mas a verdade é que quase sempre sabemos muito pouco. A quantidade coisas que existem para serem aprendidas é gigantesca e é por isso que recebo com alegria a notícia do nascimento de mais um congresso voltado para a fotografia.

A iPhoto Editora chega até nós com mais uma proposta onde a experiência em eventos e o talento dos envolvidos é o ponto forte. Agora a trupe de Altair Hoppe está apostando em um congresso fotográfico voltado para quem quer evoluir e aprender sobre fotografia de estúdio. Por isso é mais do que ideal o nome de Estudio Evolution para o evento.  Segundo o site do evento “seu objetivo é reunir em São Paulo os maiores especialistas em estúdio do país para mostrar novas técnicas para fotografar gestantes, bebês, crianças, adolescentes, famílias e pessoas comuns em geral. Hoje, a fotografia de gente é o grande boom do mercado de fotografia. Diariamente, centenas de fotógrafos migram de outras áreas já saturadas para buscar novas oportunidades na fotografia de estúdio ou na fotografia de gente comum.”

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