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LG lança portal de games para suas Smart TVs

Por em 30 de agosto de 2012

dori_lg_29.0.812De olho no mercado de jogos casuais, a LG anunciou o lançamento de um portal de games voltado para sua linha de Smart TVs, o Game World. Quando a novidade estiver disponível, o que deverá acontecer a partir de setembro, os usuários terão uma maneira mais fácil de realizar pesquisas, compras e claro, jogar os títulos usando o Magic Remote que acompanha os televisores ou joysticks fabricados por outras empresas.

De acordo com o presidente e CEO da fabricante, Havis Kwon, “o Game World é uma maravilhosa fonte de jogos – especialmente 3D – que são acessíveis a todos,” o que me faz crer que a iniciativa permitirá que muitas pessoas tenham seu primeiro contato com games, algo que também será ajudado pela promessa de que os menus serão de fácil utilização.

Um detalhe que merece ser mencionado é que na imagem de divulgação do serviço aparecem jogos como o Shadowgun, Cut The Rope e Plants Vs. Zombies, sendo que nenhum deles se encontra disponível na loja, então pode ser que um anuncio ocorra durante esta semana, já que uma importante feira de produtos eletrônicos está acontecendo na Europa.

Acho que ninguém ousará apostar que a distribuição de jogos casuais assim poderá acabar com os consoles, mas ter alguns joguinhos diretamente na TV, sem a necessidade de nenhum outro aparelho é algo que me faz pensar quanto tempo demorará até vermos uma televisão rodando um Crysis nativamente e mesmo que elas nunca venham a ter processadores tão fortes, o streaming de jogos poderia resolver o problema.

[via Press Release]

emÁudio Vídeo Fotografia Miscelâneas

Tengami é jogo de ex-funcionários da Rare

Por em 30 de agosto de 2012

Phil Tossell e Jennifer Schneidereit não são nomes muitos conhecidos na indústria de games, mas ambos trabalharam na Rare, com o primeiro sendo creditado em jogos como Diddy Kong Racing, Starfox Adventures e Kameo, e após terem participado da criação do Kinect Sports, decidiram criar seu próprio estúdio, o Nyamyam.

Previsto para chegar ao iPad apenas em 2013, com versões para PC e Mac aparecendo logo em seguida, Tengami é o primeiro projeto da dupla de desenvolvedores e a julgar pelo trailer de divulgação, eles parecem estar no caminho certo.

Com um visual que lembra o do Tearaway para o PS Vita, onde os cenários e personagens são criados com recortes de papel, no estilo daqueles livros em 3D, o título será um adventure ambientado no Japão antigo, onde o jogador deverá manipular o mundo ao seu redor para solucionar quebra-cabeças e poder avançar nos estágios.

Na minha opinião, para um jogo assim poder ser considerado realmente bom, é preciso que os puzzles sejam desafiadores e bem construídos, então vamos esperar para ver o que os criadores conseguirão nos entregar neste sentido.

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emPortáteis

Spec Ops: The Line e o multiplayer feito à força

Por em 30 de agosto de 2012

dori_spe_30.08.12

Tudo bem, talvez ninguém além de mim tenha se interessado pelo Spec Ops: The Line, mesmo com os diversos elogios ao seu enredo, mas ainda assim eu gostaria de indicar um excelente artigo publicado no Polygon onde o processo de criação do jogo foi brilhantemente detalhado.

Nele os roteirista Walt Williams e Richard Pearsey e o designer chefe Cory Davis falam sobre as dificuldades em se tentar fazer com que um jogo de guerra tivesse uma atmosfera mais artística e o texto merece ser lido mesmo por aqueles que não tenham gostado muito do game, e um trecho que chamou minha atenção foi sobre o modo multiplayer.

Para Davis, este é um dos pontos do Spec Ops: The Line que gostaria de mudar, pois ele acreditava que a 2K Games lhes permitiria fazer um jogo voltado apenas para o single player, mesmo com pesquisas mostrando que esse componente é algo “necessário” hoje em dia.

No entanto, o game designer revelou que a editora exigiu um multiplayer, mesmo que ele prejudicasse todo o projeto, então o desenvolvimento foi entregue à Darkside Studios e o resultado, na palavras de Davis, foi um “clone de baixa qualidade do Call of Duty em terceira pessoa,” que acabou “ignorando os pilares criativos do produto” e “jogando uma luz negativa em todas as coisas significativas que fizeram com a experiência single player.

Para ele, o tom do multiplayer é inteiramente diferente do que imaginaram e a mecânica do jogo foi prejudicada para que ele fosse feito, resultando em um desperdício de dinheiro, já que ninguém o joga e a sensação é de que se trata de algo que não pertença ao pacote como um todo, sendo melhor descrito como um jogo a parte incluído no disco como um câncer em crescimento que ameaça destruir as melhores coisas sobre a experiência onde a equipe da desenvolvedora colocou seus corações e almas.

Palavras bastantes duras que provavelmente fecharão várias portas para o pessoal da Yager e que por isso acredito devam ser amplamente divulgadas, principalmente por expor algo que há muito tempo considero extremamente nocivo na indústria: a quase obrigatoriedade de um modo multiplayer em todos os jogos.

emMiscelâneas

Samsung, Apple, Moedas e piadas burras

Por em 30 de agosto de 2012

moedadomal

Hoje as Interwebs acordaram com uma história que tem tudo para virar uma lenda urbana: é “corajosa”, engraçadinha, apela pro lado underdog das pessoas e, após 30s de ponderação, é totalmente retardada.

Infelizmente as pessoas não conseguem ponderar nada por sequer 30 segundos, aí clicar naquele maldito botão compartilhar, e seguem adiante em suas vidas, sem nenhum problema em espalhar uma mentira deslavada, mesmo que essa mentira as faça parecer… retardadas.

É o caso da historinha “Samsung paga a Apple com US$20 bi em moedas”

UAU, NOSSA, que sacaneada, como a Samsung é esperta e se vingou. Só que não.

Para desespero de gente que quer ver o mundo pegar fogo, empresas costumam APELAR de decisões judiciais, antes de meter a mão no bolso. Uma decisão de primeira instância como foi o caso Apple/Samsung JAMAIS se reverteria em indenização tão rápido.

Segundo, como foi fartamente noticiado, a indenização indicada pelo Tribunal foi de US$1 bilhão, não US$20. Que mundo louco é esse onde precisam exagerar VINTE BILHÕES DE DÓLARES pois um único bilhão não parece dinheiro suficiente?

Terceiro, pensem na logística. Seguindo sugestão do @liquuid no Twitter, fiz a conta:

US$ 20 bilhões. Pagos em nickels, a moedinha de 5 centavos.

20 moedas dão 1 Dólar.

20 bilhões de dólares, em nickels dão 400.000.000.000 moedas.

UM Nickel pesa 5g. Portanto 400 bilhões de Nickels pesariam…

2.000.000.000.000

Dois trilhões de gramas.

Ou dois milhões de toneladas.

O USS Enterprise pesa 94 mil toneladas.

030921-N-6259P-002
At sea aboard USS ENTERPRISE (CVN 65) Oct. 21, 2003--
USS ENTERPRISE (CVN 65) steams toward the Arabian Gulf in hot pursuit of the enemies of freedom. 
U.S. Navy photo by Photographer's Mate Second Class (AW) Douglas M. Pearlman.

Perceberam o quão é idiota a história agora?

emIndústria

Archos GamePad: Um tablet para games

Por em 30 de agosto de 2012

Se botões físicos era o que faltava para você considerar um tablet uma plataforma para jogos de respeito, então é bom dar uma olhada no Archos GamePad. Com um visual bastante parecido com o do Playstation Vita, o aparelho roda Android e além de um direcional tradicional em forma de cruz, ainda vem com botões do lado direito, dois analógicos e tela sensível ao toque.

A grande sacada do portátil está numa tecnologia patenteada pela Archos que remapeia os controles da tela para os comandos físicos sem que a desenvolvedora precise fazer alterações nos jogos, o que significa que teoricamente uma grande quantidade de jogos disponíveis para o sistema operacional do Google funcionem nele.

Quanta as informações técnicas, o GamePad virá com tela de 7 polegadas, um CPU dual-core de 1.5GHz e uma GPU Mali 400mp quad-core, uma configuração que não conseguiria bater de frente com a do Vita, mas custando apenas £ 120, um valor bem inferior as £ 200 cobradas pelo portátil da Sony na Inglaterra.

A previsão é de que o tablet seja lançado em outubro na Europa e nos Estados Unidos, mas a pergunta que fica é: Você investiria num aparelho desses?

dori_game_30.08.12

[via IGN]

emPortáteis

Samsung EK-GC100

Por em 30 de agosto de 2012

Seria muito interessante a gente saber quem é o responsável em cada empresa por criar o nome dos modelos de câmeras. Alguns são muito fáceis de decorar, o que facilita a vida do consumidor e de quem vai fazer a divulgação do produto na mídia. Porém, outros são de lascar e parecem mais denominações de foguetes secretos testados pela força aérea norte americana. É o caso desse novo modelo de câmera compacta da Samsung, cujo nome é uma maravilha. A pequena câmera chega e, claro que  não podemoa deixar de fazer um comparativo com o lançamento mais bacana da Nikon na semana passada. Como todos lembram, a Coolpix S800 chegou ao mercado fazendo um grande alarde por ser a primeira câmera da Nikon gerenciada pelo sistema operacional Android (versão 2.3). Rolou até um comercial interessante fazendo uma comparação interessante e verídica sobre as diferenças entre fotografar com um celular e com uma câmera fotográfica. Agora, menos de uma semana depois, a Samsung chega e joga no mercado uma câmera com o mesmo conceito da S800, só que com características bem melhores.

A Samsung EK-GC100 é uma câmera compacta com 16 megapixels de resolução máxima e um zoom ótico de 21x (equivalente a uma 23-483mm) com abertura máxima de diafragma em f/2,8-f/5,9 (muito bom). Do ponto de vista da câmera fotográfica, o equipamento faz vídeos em Full HD com 1080 linhas e 30 fotogramas por segundo, a velocidade ISO vai até 3200 (muito pouco usável provavelmente), memória interna de 8GB (expansível com o uso de cartões microSDXC), georeferenciamento das imagens e controle de disparo e zoom através da voz (essa eu quero ver). Do ponto de vista das outras características, a câmera é gerenciada pelo sistema operacional Android em sua versão 4.1. Para facilitar a sua operação a câmera conta com uma generosa tela LCD sensível ao toque com 4,8 polegadas. As poucas imagens disponíveis da câmera mostram que essa tela LCD possui uma nitidez e contraste bem aceitáveis. Agora vem o pulo do gato que faz a câmera ser superior, pelo menos no conceito, à concorrente da Nikon. A EK-GC100, além de possuir conectividade Wi-Fi, também possui conexão 3G/4G, permitindo que você envie suas fotos para a rede sem a necessidade de estar perto de um ponto Wi-Fi. Tudo isso é gerenciado por um poderoso processador de 1,4 GHz.

Uma câmara que abre infinitas possibilidades para quem possui boa parte da vida em registros on-line, ou até mesmo para quem precisa de velocidade de informação e não quer depender as péssimas câmeras da maioria dos celulares. Sem falar que a pequena câmera é muito bonita. A própria Samsung vem chamando o equipamento de Galaxy Camera (um nome bem mais interessante que do modelo oficial) e você pode encontrar maiores informações na página mobile da Samsung, onde também existem algumas especificações do Galaxy Note II, muito mais bonito que a versão anterior. Ainda não existe preço ou data de lançamento oficial para a câmera.

emÁudio Vídeo Fotografia Equipamentos

EUA x Irã? Quem paga são os jogadores de WoW

Por em 29 de agosto de 2012

dori_mah_29.08.12

Chega a ser difícil de acreditar, mas na longa disputa entre os governos norte-americano e iraniano, as últimas vítimas foram os jogadores de World of Warcraft. A Blizzard avisou que o acesso ao seu popular MMO não será mais permitido ao habitantes do país dos aiatolás, já que as sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos proíbem isso, conforme declarou um funcionário no fórum da empresa.

A Blizzard Entertainment não pode responder a qualquer relato em relação ao governo iraniano restringir jogos para seus cidadãos. O que podemos lhe dizer é que as leis dos EUA de restrições de troca e sanções econômicas proíbem a Blizzard de fazer negócio com residentes de certos países, incluindo o Irã. Esta semana a Blizzard apertou os procedimentos para garantir que essas leis sejam cumpridas e os jogadores das nações afetadas estão restringidos de acessar os jogos e serviços da empresa.

Este trecho por si só já é bastante deprimente, mas a situação fica ainda pior quando a mensagem afirma que os jogadores prejudicados não poderão nem mesmo receber qualquer tipo de reembolso e a Blizzard limitou-se a pedir desculpas por qualquer inconveniente causado, ficando na expectativa de que o as restrições sejam retiradas o quanto antes.

Não entendo muita coisa sobre leis e por isso não sei ao certo se a Blizzard é a verdadeira culpada nessa história toda, mesmo sabendo que ela tenha comercializado jogos supostamente sabendo da existência da lei, mas acredito que isso é o menos o importante. O pior mesmo é saber que pessoas serão lesadas por decisões de figurões que ficam sentados em seus escritórios dando canetadas a torto e a direito, além de ser muito triste saber que os iranianos não podem aproveitar seus games devido a uma “guerra” que não é sua.

[via Eurogamer]

emIndústria MMO