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Digital Drops Blog de Brinquedo

Sony HDR-AS10 e HDR-AS15 – GoPro Killer?

Por em 31 de agosto de 2012

Acho que todo mundo conhece as câmera GoPro, pequenas, resistente a choque e mergulhos, a pequena guerreira se tornou a principal fonte de confecção de vídeos para quem gosta de aventura. Acopladas em bicicletas, capacetes ou pranchas de surf, os vídeos executados passam para o espectador um pouco da visão e da adrenalina de quem está praticando esses esportes. Agora a Sony parece estar querendo entrar nesse mercado com estes dois pequenos lançamentos. Estão chegando ao mercado as HDR-AS10 e HDR-AS15 que nada mais são do que pequenas filmadoras que podem produzir vídeos em HD (720 linhas) e Full HD (1080 linhas) e são resistentes a pancadas e podem ser mergulhadas sem problema.

Porém, o mais interessante dessa capacidade de vídeo está ligado à função de HD e não, como deveria de se esperar, ao Full HD. Na resolução máxima de 1080 linhas as câmeras podem produzir vídeos com 30 fotogramas por segundo. Já em 720 linhas essa contagem pode ser ajustada em 30, 60 ou 120 fotogramas por segundo, o que vai permitir lindas imagens em câmera lenta. As câmeras são equipadas com sensor CMOS R EXMOR de 16 megapixels e são compatíveis com cartão de memória Memory Stick Micro ou Micro SDHC.

As duas câmeras são fabricadas com lentes Carl Zeiss com ângulo de cobertura de 170º e está equipada com o sistema de estabilização de imagem SteadyShot  da Sony. O kit ainda é composto por um tripé, suporte para prender a câmera e um super resistente case a prova de água. A HDR-SA15 ainda possui como exclusividade a conexão Wi-Fi e compatibilidade com aplicativos da Sony que permitem controlar o aparelho através de um Smartphone.

As novas HDR-AS10 e HDR-AS15 vão chegar ao mercado em setembro e vão custar, respectivamente, US$ 199,99 e US$ 269,99.

Fonte: Photography Bay

emEquipamentos

Crytek clama por F2P nos consoles

Por em 31 de agosto de 2012

dori_war_28.08.12

Na semana passada vimos o CEO da Nexon afirmar que as fabricantes de consoles precisam começar a adotar o modelo Free-to-Play, algo com que parece concordar Cevat Yerli, presidente da Crytek, que por sinal defende a ideia de que a falta de títulos do gênero nos videogames não é culpa das desenvolvedoras e ao ser perguntado se os jogos gratuitos receberão mais atenção da Sony e Microsoft nos futuros consoles, disse:.

Espero por eles que sim. Se não fizerem isso, serão tempos difíceis para eles. É um grande desafio para essas companhias logicamente, porque confiam tanto nas vendas físicas para vender hardware e para vender jogos onde a margem de varejo realmente está. Se eles esquecerem completamente seu negócio de varejo e forem para o Free-to-Play, então eles podem não vender mais nenhum Xbox. Há a história do ovo e da galinha aí e eles não irão tomar nenhuma decisão radical.

O executivo aproveitou também para reconhecer que os jogos gratuitos possuem uma má imagem, de que as pessoas costumam associar os F2P a títulos onde é preciso pagar para vencermos ou que eles não possuem qualidade, algo com o que ele até concorda, mas que espera mudar com o lançamento de games feitos com a CryEngine 3, como o Warface.

Será interessante ver como a Crytek explorará este mercado, já que o Crysis 3 deverá ser o último jogo deles vendido da maneira tradicional, mas será que fui o único a ficar com a impressão de que todo mundo que cria jogos Free-to-Play está desesperado por um anúncio das fabricantes dizendo que adotarão o modelo? Será que é a Sony, Nintendo e Microsoft que precisam se render aos F2P, ou são esses estúdios que estão morrendo de medo de não conseguirem expandir seu público alvo?

Volto a dizer, eu ainda não me convenci de que os jogos gratuitos são mais do que apenas uma moda.

[via Eurogamer]

emIndústria

Sony NEX-5R – mais uma boa opção

Por em 31 de agosto de 2012

Depois de muita especulação, finalmente temos o anúncio da Sony oficializando o  lançamento da nova componente da família NEX que chega com características que estão se tornando obrigatórias em câmeras compactas mais avançadas. A NEX-5R chega com resolução máxima de 16 megapixels, a mesma da câmera antecessora, mas o sensor é algo completamente diferente. A Sony afirma que a câmera é equipada com o novo sensor CMOS APS HD EXMOR que, juntamente com o processador BIONZ, vai render ao usuário uma grande riqueza de detalhes tanto nas fotos quanto nos vídeos em Full HD. Bem, promessas todos os fabricantes fazem, mas realmente chegar até o objetivo proposto é outra conversa. Pode parecer uma atitude negativa de minha parte, mas sempre adoto a postura “só acredito vendo” quando o assunto são as novidades tecnológicas de equipamentos fotográficos.

Falando em novidades, a câmera tem pelo menos duas que merecem ser destacadas. A primeira delas é que a Sony está apostando em um novo sistema de autofocus híbrido. Assim como a Canon, em sua nova Rebel T4i, a Sony fez uma mistura entre o sistema de comparação de fases e detecção de contraste. No caso da Canon, a desculpa foi para melhorar a velocidade do autofocus no sistema Liver View (segundo alguns testes feitos pelo Dpreview não deu muito certo), e a Sony aposta no novo sistema também para elevar a velocidade do autofocus e sua precisão. Talvez funcione melhor em uma mirrorless que não possui a desvantagem do espelho das reflex (essa desvantagem se refere ao sistema Live View cujo autofocus é lento em quase todas as câmeras reflex). A segunda novidade é o fato da câmera ter Wi-fi para descarregamento das fotos e upload para o seu serviço de compartilhamento preferido. Estando de olho em fotógrafos que mandam suas fotos para a net direto da câmera, a Sony colocou um pacote com vários softwares de edição e efeitos para você não mandar o arquivo cru para sua rede de relacionamento. Uma opção interessante. Creio que o futuro é o Wi-fi em todas as câmeras fotográficas de valor elevado.

Outras especificações mostram que a câmera pode fazer 10 fotos por segundo, sua velocidade ISO vai de 100 a 25.600, visor LCD de 3 polegadas articulado  e estará disponível em três cores (branco, negro e prata). Vai chegar ao mercado em outubro com a lente básica 18-55mm pelo valor de US$ 750,00.

emEquipamentos

PS3 e Vita ganharão continuação de RPG old-school

Por em 31 de agosto de 2012

Aqueles que gostam de RPGs no estilo antigo e que possuem um Playstation 3 ou PS Vita provavelmente ficarão felizes ao saber que no início de 2013 as plataformas receberão o Dragon Fantasy: Book II, jogo desenvolvido pelo estúdio independente Muteki Corporation e que é continuação de um título lançado para PC, Mac e dispositivos iOS.

Se o anterior era uma espécie de homenagem aos RPGs da era 8-bits, este será mais parecido com os jogos lançados para o Mega Drive e Super Nintendo, e alguns detalhes prometem fazer dele um game imperdível.

Para começar, a ideia é que o jogo esteja disponível através do sistema Cross-buy, então quem o comprar no console poderá jogar no portátil e como haverá suporte a multiplayer para até quatro pessoas, eles esperam permitir que as pessoas que estiverem numa plataforma possa jogar com as que estiverem em outra. Além disso, os desenvolvedores tentarão lançar o primeiro Dragon Fantasy para os videogames da Sony e embora um destaques do DF: B II sejam seus gráficos old-school, haverá uma opção para deixá-los um pouco mais moderno, o que deverá agradar quem não gosta de um visual pixelado.

Dragon Fantasy: Book II é um jogo que só deve chamar a atenção de um grupo específico de jogadores, mas como RPGs assim não são mais lançados com frequência, acredito que este possa conseguir fazer sucesso. Eu pelo menos o comprarei e gostaria que tivéssemos outras opções neste gênero.

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emPortáteis Sony

Transforme seu Android em um servidor

Por em 31 de agosto de 2012

dori_serv_30.08.12Durante um bom tempo eu tive como obsessão montar um servidor aqui em casa. A ideia de ter meus arquivos e impressora disponível a qualquer momento e em todos os aparelhos que utilizo (computadores, videogames, celulares) era algo que me fascinava e as únicas exigências que tinha era que a máquina tivesse bastante espaço para armazenar dados e consumisse pouca energia. Optei então por um netbook, mas eis que fico sabendo de algo que pode ser ainda mais interessante: utilizar um celular com Android.

O aplicativo que pode proporcionar esta maravilha é o gratuito Servers Ultimate e com ele poderemos, por exemplo, ter um servidores de mídia, DNS ou de email, além de um FTP e até mesmo um servidor proxy para criptografar nossa navegação pela web.

Mas então você se pergunta como lidar com a limitação de espaço disponível nos celulares, já que 8, 16GB está longe do ideal e aí entra uma excelente função do programa, permitir que drives externos sejam ligados a porta USB do smartphone e utilizados como dispositivo de armazenamento principal.

Talvez o usuário comum não consiga aproveitar muito bem o Servers Ultimate, mas para quem quer apenas compartilhar alguns arquivos e tem um Android jogado no fundo da gaveta, está aí uma ótima opção.

[via Lifehacker]

emArtigo Celular

David Cage elogia liberdade dada pela Sony

Por em 31 de agosto de 2012

dori_bey_28.08.12

A maior preocupação quando um estúdio é vendido ou fecha uma parceria de exclusividade com alguma fabricante de consoles é de que a criatividade possa ser prejudicada, com os detentores do dinheiro impondo o que pode ou não ser feito. Há uma série de casos onde isso pode ser visto claramente, mas de acordo com David Cage, presidente da Quantic Dream, não foi o que aconteceu ao se unirem à Sony. Ao ser questionado sobre o quão livres a companhia os deixou para desenvolverem seus projetos, ele disse:

Não há restrição em nada. Muitas editoras, após o sucesso do Heavy Rain, teriam dito, ‘Bem, você precisa fazer o Heavy Rain 2. Faça o que quiser, mas ele se chamará Heavy Rain 2.’ E nós nunca tivemos essa conversa com a Sony. Eles apenas perguntaram, ‘O que virá a seguir? O que você quer fazer?’ ’Bem, eu tive esta ideia, o que acham?’ ‘Sim. Parece fantástico!’

Cage então disse ter explicado o conceito do Beyond: Two Souls aos executivos da Sony, que nunca lhes pediram para mudar nada no roteiro e afirmou acreditar que um jogo desse tipo só poderia ser feito com liberdade total, por achar que o valor da experiência que ele quer passar está na sinceridade.

Por fim, o game designer declarou que queria muito contar a história presente no novo jogo e que felizmente a Sony lhe proporcionou isso, algo que segundo ele, é incrível na indústria dos games, onde ou se tem a liberdade dos desenvolvedores indies, mas sem recursos financeiros para aproveitá-la, ou você trabalha em um jogo de alto custo, mas sem poder fazer o que quiser.

[via Gamasutra]

emSony

Molyneux segue prometendo o que não cumprirá

Por em 30 de agosto de 2012

dori_mol_28.08.12

Peter Molyneux, aquele game designer maroto que adora criar uma expectativa enorme nas pessoas para depois decepcionar boa parte delas, continua aprontando das suas e depois de deixar a Lionhead e ingressar na 22 Cans, falou um pouco sobre o seu projeto que sucederá o Curiosity: What’s in the Cube, jogo em que está trabalhando atualmente.

O Cooperation é muito, muito diferente, talvez nem seja um jogo ou talvez o devemos chamar de um jogo social. Se você pensar que o Curiosity é o maior mistério criado para o mundo digital, o Cooperation é o maior esforço cooperativo que o mundo já conheceu.

Por enquanto quase nenhum detalhe sobre o Curiosity foi revelado, exceto que será uma espécie de experimento social que deverá ser lançado para dispositivos iOS. Nele, os jogadores serão colocados em uma sala virtual onde apenas um cubo estará disponível e cada pessoa poderá bater nele até que se quebre, revelando algo que, segundo o game designer, será “realmente fantástico” e “absolutamente único”, mas que só a pessoa que desferiu o último golpe saberá o que é. Ou de maneira resumida, uma versão digital disso aqui.

Eu já defendi o Molyneux por diversas vezes aqui, mesmo conhecendo suas presepadas, mas como ficar empolgado com a promessa de que um dos seus jogos será o maior mistério já visto e o outro o maior esforço colaborativo que se tem notícia? Tudo bem que o inglês é conhecido por ser um dos mais importantes criadores de god games da indústria, mas as vezes tenho a impressão de que ele leva muito a sério essa história de deus.

[via Eurogamer]

emMiscelâneas