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Digital Drops Blog de Brinquedo

Adaptadores Canon EF para Sony Nex e Olympus 4/3

Por em 30 de julho de 2012

Isso não é novidade. Tenho amigos que possuem câmeras Canon e utilizam lentes Nikon para vídeo. Os adaptadores estão disponíveis em número e marcas diversas no Mercado Livre e em sites especializados. Você pode utilizar suas velhas lentes Canon em uma Nikon ou qualquer outra câmera com adaptadores específicos. Porém, existem problemas. A maioria dos adaptadores são apenas anéis de plástico com encaixes para as lentes, o que torna o acessório muito barato. Você perde o autofocus e o controle do diafragma na câmera. Se a lente não possuir um anel de diafragma no corpo então fica complicado de regular o equipamento.

Mas, existem opções mais bacanas, e bem mais caras. Vejam por exemplo essa linha de adaptadores lançada pela Kipon. Agora é possível utilizar as lentes da Canon nas câmeras da linha NEX da Sony e nas micro-quatro-terços da Olympus. O mais bacana é que com a presença dos pinos conectores do adaptador, as lentes vão ter disponibilizado o  controle da abertura de diafragma. Uma ideia muito bacana que, com certeza, não deve ter sido aprovada por nenhuma das empresas envolvidas. Não existe preço e nem data da disponibilidade do equipamento. Temos apenas a foto abaixo.

Por outro lado, a Metabones está colocando no mercado a segunda versão de seu adaptador para encaixe de lentes Canon em câmeras Sony NEX. O Second Edition Smart Adapter oferece alguns confortos como compatibilidade de arquivo EXIF e comandos para liberar o diafragma e a estabilização de imagem para poupar bateria. O adaptador é uma ferramenta vendida como uma boa solução para quem quer fazer filmes e precisa de lentes com qualidade comprovada. Vai estar disponível em agosto e o preço da unidade é de US$ 400,00.

emAcessórios

Melhor navegador que ninguém usa atinge 200 milhões de usuários mobile

Por em 30 de julho de 2012

Cell-phones

Se no mundo do desktop o Opera é uma piada tão sem-graça que provavelmente fará parte do elenco do Saturday Night Live Brasil, no Mobile ele sempre foi uma Força. Tem a honra de ser meu primeiro programa comprado no celular, ainda nos tempos do Windows Mobile, e valeu cada um dos US$30 da licença.

Ele briga pau-a-pau com os grandes. iOS/Safari ainda é o campeão, com 24.19%, mas o Opera Mobile e Opera Mini, com 21.42% disputam no photochart com o Android e seus 21.97% (fonte)

Apesar daquele mimimi todo, com direito a contador de tempo até a aprovação pela App Store, o Opera não arranhou o mercado do iPhone. Nem do Android, esmagadora maioria prefere o navegador nativo. Isso, entretanto, não é demérito, pois o Opera cumpre uma função social bem séria: É o navegador mais usado na África. DE LONGE, diga-se de passagem.

Lá ele tem 65.67% dos acessos. O segundo colocado, numa segunda posição tipo Shchumacher/Rubinho, é  Nokia, com 15.91%. O Android, que se vende como versátil, sucumbe à realidade de que pode ser um excelente sistema em equipamentos top ou medianos, mas em celulares limitados, não orna. Fica com 5.36%.

Esse fenômeno é deveras interessante. A África por exemplo lidera em tecnologia e uso de pagamentos via dispositivos móveis. A ausência e o custo de implantação de infraestrutura de linhas fixas torna o celular a principal e muitas vezes única forma de comunicação, e o alto custo de aparelhos sofisticados faz com que a população apele pro jogo de cintura, com gateways de email e até google via SMS.

Há inclusive o caso de um chefe de polícia no Quênia que usa Twitter como ferramenta de comunicação com a população, atendendo a chamados e mobilizando ajuda popular.

O barateamento da tecnologia permitiu que esses países pulassem etapas, o que é interessante até pra eles, pois as novas tecnologias em geral são de mais rápida implantação, e não estar atrelado a uma rede telefônica arcaica é mais vantagem que desvantagem.

O Opera mini tem parte importante nesse papel, com aquela magia negra que ele faz comprimindo páginas e permitindo acesso web mesmo de aparelhos fraquinhos em linhas capengas. Em um ano seu uso na Costa do Marfim cresceu 600%, em 36 países do continente seu uso dobrou, também no período de um ano. No total são mais de 200 milhões de usuários, uma boa parte com tudo menos um smartphone decente, mas mesmo assim, acessando.

Só posso dizer que estão de parabéns, ao se dedicar a esse lucrativo mas desprezado mercado low-end.

Fonte: TNW

emCelular Mercado

Alemães criam roboa para operar na Estação Espacial Internacional

Por em 30 de julho de 2012

roboagrande

A parte ruim é que manter um robô feminino para o espaço, onde já se encontra o Robonauta 2, é certeza de dar início ao Gênese Robótico, os dois serão Adão e Eva cibernéticos que darão a luz a Skynet e todos os nossos pesadelos, culminando com a escravização de toda a Humanidade.

Antes disso, entretanto, iremos nos beneficiar dos projetos como a AILA, criada pela Universidade de Bremen com uma verba de €3,8 milhões. O objetivo é criar um robô semi-autônomo, operando via telepresença, copiando os movimentos de um operador em solo, mas que também aprenda, assim depois que você demonstrar como abrir as portas do hangar de naves auxiliares, ele saberá como fazer e abrirá as portas sempre que você comandar. Claro.

Embora não tão anatomicamente correta como as bonecas vendidas no Orient Doll (não google) AILA trabalha com uma silhueta feminina, esguia e pequena, o que no espaço é excelente, espaçonaves não costumam ser lugares muito amplos.

No vídeo abaixo vemos alguns exemplos da AILA em ação. É fascinante imaginar a complexidade desse software (que ainda tem 4 anos de desenvolvimento pela frente) e o quanto disso é natural para nossos cérebros. Ensinar um computador a pensar está se demonstrando bem mais complicado do que imaginávamos em 1968.

Fonte: UDB

emHardware

Para EA, pessoas não querem pagar por games

Por em 30 de julho de 2012

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Se você não gosta muito do modelo de negócios onde obtemos um jogo gratuitamente e podemos adquirir itens e conteúdo pagando com dinheiro real, é bom ir se acostumando pois de acordo com Nick Earl, vice-presidente sênior da EA Interactive, este é o futuro da indústria.

O futuro não é sobre um único pagamento, o futuro é o freemium. Um número considerável de pessoas acaba pagando e elas podem não gastar muito, mas a maioria delas na verdade gasta mais do que você imagina.

Eu não sei se o modelo chegará aos consoles, mas sei que os humanos gostam de coisas de graça. Também sei que os humanos pagarão por algo se testarem e gostarem.

Um executivo que concorda com este ponto de vista é Robert Nashak, vice-presidente executivo de entretenimento digital na BBC, que além de ter afirmado que as pessoas não querem pagar pelos games, disse acreditar que o modelo pode ajudar o surgimento de títulos com maior qualidade, já que podemos testá-los antes de gastar dinheiro com eles, opinião compartilhada por Eugene Evans.

O game designer citou o Brasil como exemplo para o sucesso dos jogos gratuitos, pois como todos nós sabemos, os impostos por aqui são absurdamente altos e com este modelo só precisamos pagar por aquilo que realmente gostamos e se o game não nos agradou, significa que a desenvolvedora não lançou algo bom o suficiente.

Eu até acho a proposta interessante, mas sempre fico desconfiado de que jogos distribuídos assim podem privilegiar os dispostos a gastar mais dinheiro e ainda quero ver como funcionará com títulos voltados para o singleplayer, se é que um dia eles adotarão o modelo.

[via MCV]

emIndústria

Fuji Finepix F800 EXR

Por em 30 de julho de 2012

Câmeras compactas avançadas. Essa é a nova mania que está garantindo aos fabricantes de câmeras fotográficas uma renda extra. Para mim, toda câmera fotográfica deveria primar pela qualidade de imagem. Mas, agora temos as compactas normais, com qualidade mediana, as compactas avançadas que entregam algo de respeito e as câmeras reflex e mirrorless que estão em um nível avançado de qualidade. O problema de tudo isso é que qualidade é sinônimo de muita grana (pelo menos aqui no mundo primitivo) e não está disponível para todos.

Deixando um pouco de lado as divagações, estamos aqui para dizer que a Fuji está chegando com mais uma câmera compacta que deve alegrar quem quer, acima de tudo, um pouco de qualidade. A Fuji Finepix F800EXR chega ao consumidor equipada com um sensor CMOS EXR de 16 megapixels de resolução máxima. Estranho todos esses megapixels, pois a Fuji sempre foi muito realista quanto à densidade de pixels de seus sensores. Outra característica interessante, e que pode ser até um pouco de exagero, é a lente com 20x de zoom ótico (equivalente a uma 25-500mm) com abertura de diafragma em f/3,5-5,3. A lente é equipada com a tecnologia Double Sliding Structured Lens que permite a construção de grandes distâncias focais sem sacrificar o tamanho compacto do equipamento e a grande angular. Infelizmente, mesmo com essa lente poderosa, a câmera só possui estabilização de imagem no sensor.

Outras especificações mostram que a câmera pode fazer vídeos em Full HD (característica só das compactas mais caras), chega a 8 fotos por segundo em resolução máxima, faz captura em 3D e foto panorâmica em 360º e, acima de tudo, possui conexão Wi-fi para descarregar as fotos e pode enviar fotos e vídeos automaticamente para as principais redes sociais. Um equipamento básico e com umas características bem interessantes.

A nova Fuji Finepix F800EXR já está em pré-venda e o valor é de US$ 350,00.

 

 

 

emEquipamentos

Baldur’s Gate: Enhanced Edition terá multiplayer entre plataformas

Por em 30 de julho de 2012

dori_bgee_30.07.12

Para quem está ansioso pelo remake do Baldur’s Gate, nos últimos dias algumas informações foram divulgadas, algumas muito boas e outras nem tanto. Para começar, saiba que no PC o game estará disponível a partir do dia 18 de setembro e quem prefere jogar no Mac ou iOS, o lançamento acontecerá no mesmo mês, mas sem uma data definida. Já para os dispositivos Android, o lançamento ainda está mercado como “a ser anunciado”.

Já em relação ao preço, a promessa é de que a versão para iPad, não custaria mais do que US$ 10, mas no Windows o valor a ser pago será de US$ 20 e quem o adquirir na pré-venda ganhará US$ 2 de desconto. Talvez o valor não seja muito convidativo, mas há de se lembrar que além do remake trazer todas as expansões lançadas para o original, ele ainda terá suporte a telas widescreen, três novos personagens, uma nova aventura que adicionará cerca de seis horas de jogatina e mais de 400 melhorias.

Mas o que deverá deixar muitos jogadores contentes é saber que o Baldur’s Gate: Enhanced Edition aceitará partidas cross-platform, portanto, será possível jogarmos com nossos amigos, mesmo que cada um dos integrantes da equipe esteja numa plataforma diferente. Para ficar melhor do que isso, só mesmo se ao adquiríssemos o jogo no PC também ganhássemos uma versão para iPad e os saves pudessem ser armazenados na nuvem, permitindo iniciarmos a partida num aparelho e continuar em outro.

Eu até estava com enorme vontade de comprar este remake, já que seria uma ótima oportunidade de conhecer um RPG elogiadíssimo, no entanto, imaginava que os gráficos ficariam melhores e o preço pedido por ele acabou me desanimando um pouco. Então acho que o melhor a se fazer é esperar o BGEE estar disponível, ler algumas análises e até lá, tentar aproveitar alguns jogos que estão na minha lista.

[via Joystiq]

emCelulares Computadores Portáteis

Abertura das Olimpíadas fez sucesso no Twitter

Por em 30 de julho de 2012

dori_londj_30.07.12

Enquanto o mundo tenta entender o que se passa na cabeça dos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional, que numa medida ditatorial prometeu (e está cumprindo) remover da internet qualquer conteúdo gerado pelos sortudos que estão acompanhando as Olimpíadas in loco (exceto Paul, ele pode), o pessoal do Twitter comemora o fato das pessoas terem utilizado maciçamente o serviço para comentar sobre a bela abertura realizada na última sexta-feira.

Mostrando que o Microblogging está cada vez mais presente na vida das pessoas, eles revelaram que somente durante a cerimônia foram geradas 9.66 milhões de mensagens e que nas primeiras 24 horas dos jogos o número de comentários foram superiores a aqueles feitos durante toda as Olimpíadas de 2008, acontecida em Pequim.

A revelação não parece ser uma daquelas feitas apenas para chamar novos investidores, já que se você passou pelo Twitter no final do dia 27 de julho, provavelmente viu a sua timeline repleta de reclamações comentários em relação ao momentos mais marcantes da abertura ou previsões – algumas bastante engraçadas, outras assustadoras – do que veremos daqui a quatro anos, quando teremos o “privilégio” de sediar a competição.

Tanto sucesso pode ser creditado a dois fatores, um deles sendo o fato do COI não ter nos proibido (por enquanto) de falar na internet sobre as Olimpíadas e o outro os mais de 340 milhões de usuários (muitos dos quais nascido por aqui) que diariamente dão em 140 caracteres suas opiniões profundas sobre qualquer coisa, pois como bem disse Jô Soares certa vez, “o brasileiro entende de tudo, do cocô à bomba atômica.

[via The Next web]

emInternet