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Digital Drops Blog de Brinquedo

TAT7 – o seu iPhone debaixo d’água

Por em 30 de março de 2012

Todo mundo que conheço e gosta de fotografia já pensou em fazer algumas fotos em sessões de mergulho. Acho que deve ser influencia dos milhares de Globo Repórteres falando de natureza ou então da revista National Geographic. Porém, duas coisas são certas. As fotos sub-aquáticas ficam maravilhosas quando bem feitas e o custo de se fotografar abaixo da água é muito alto. Se você possuí uma câmera reflex é necessário ter uma caixa estanque compatível com sua câmera. Mesmo as mais simples custam uma boa quantidade de dólares e não podem ser levadas a altas profundidades. Algumas compactas também são preparadas para situações extremas como frio e água, mas não sei como a maioria poderia se comportar com a água do mar, por exemplo. Vejo-as sendo utilizadas em piscinas e rios de água doce, porém sempre com a limitação da profundidade (geralmente de 5 metros).

Porém, quando falamos de fotos e filmagens com celulares acho que esse é um terreno quase virgem. O pessoal que curte tecnologia pode até me informar se existem celulares vedados contra água, pois eu não me lembro de nenhum. Mas, se você possui um iPhone agora é possível levar ele para brincar durante suas aulas de mergulho. Acaba de ser lançado o TAT7, a primeira carcaça impermeabilizada para mergulho com o iPhone. O equipamento nada mais é do que uma caixa transparente onde o telefone é acomodado. Existem 3 botões externos para acionar a gravação de vídeo e a filmagem. Dependendo da localização dos ícones do seu iPhone é possível visualizar também as fotos feitas. O fabricante garante que é possível submergir até a uma profundidade de 30 metros. Muito interessante para quem pratica o esporte.

A disponibilidade do produto é imediata e o preço é um pouco salgado, mas deve valer a pena para quem quer registrar imagens diferenciadas e impressionar a galera do facebook. Quem quiser um só tem que investir US$ 84,95. Vejam abaixo o curtíssimo vídeo de demonstração.

emAcessórios Áudio Vídeo Fotografia

Bleszinski quer um Gears of War mais… adulto

Por em 30 de março de 2012

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Talvez eu seja a única pessoa no mundo que não gostou muito do Gears of War 3. Quer dizer, não que o jogo seja ruim, mas achei o seu enredo o mais sem graça da série e fiquei com a sensação de que e a Epic Games precisa inovar mais nos próximos capítulos e mesmo que a maioria dos fãs não concordem comigo, Cliff Bleszinski revelou que também acha que será preciso mudar um pouco a maneira como a história será contada no futuro e usou uma analogia curiosa para ilustrar seu raciocínio.

O game designer disse que caso eles trabalhem em novos jogos Gears of War, espera poderem atingir diálogos mais no estilo dos apresentados por Christopher Nolan nos filmes do Batman, ao contrário do que Tim Burton ou Joel Schumacher fizeram com o mesmo personagem. Bleszinski citou ainda o Band of Brothers para dizer que o seu estilo mais sério sempre foi algo que tentou alcançar com o Gears, mas o fato de na época a Epic estar há muito tempo sem trabalhar em um título voltado para o enredo de certa forma acabou atrapalhando isso.

Pois acho que é exatamente isto o que eu gostaria de ver num próximo Gears of War, um jogo que deixasse um pouco de lado os diálogos canastrões típicos de filmes de ação sem muito conteúdo e trouxesse personagens que nos passassem a sensação de que estão metidos em algo muito maior do que apenas a matança de inimigos alienígenas, algo que é preciso ser dito, o Halo: Reach conseguiu fazer muito bem.

Eu sou até suspeito para falar do Band of Brothers por ser muito fã da produção, mas gostaria muito que mais jogos de ação investissem nesse sentimento de companheirismos visto na irretocável minissérie ou mesmo no capítulo da série Halo supracitado. O Gears of War de certa forma até tenta fazer isso, mas na minha opinião não alcança um bom resultado, talvez justamente por não possuir a maturidade de um filme do Nolan.

[via Eurogamer]

emMicrosoft

Brian Reynolds gostaria que próxima geração tivesse um teclado

Por em 30 de março de 2012

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Gráficos fotorealistas? Simulações de física beirando a perfeição? Inteligência artificial muito acima do que estamos acostumados? Tudo isso seria muito bom nos consoles da próxima geração, mas para Brian Reynolds, chefe de game designer na Zynga e profissional que está na indústria desde 1983, tendo trabalho com Sid Meier e idealizado o Rise of Nations, ao ser questionado se os novos consoles trarão fortes componentes sociais, ele disse que é isso o que ele deseja ver:

Eu certamente gostaria de vê-los tendo um, tanto como jogador quanto como game designer… Lembro-me do meu tempo como game designer para consoles, trabalhei muito próximo de vários caras que desenharam e fizeram consoles e eles sempre foram contra ter um teclado nos consoles. Um teclado, que os tornasse parecido com um computador e então não esses legais sistemas de entretenimento. As mídias sociais são sobre conversar uns com os outros e fazermos o envio de imagens… bem, é sobre fazer o envio de imagens, mas também sobre comentar sobre elas…

Tenho certeza que eles não decidirão repentinamente colocar teclados nos consoles. Talvez utilizem telas sensíveis ao toque ou algo assim; Eu imagino isso, porque os smartphones e o iPad são dispositivos sociais fantásticos, mas como você trabalha com isso em um console?

Interessante, mas talvez Reynolds tenha esquecido que tanto o Playstation 3 quanto o Xbox 360, além de serem compatíveis com teclados, ainda possuem acessórios que adicionam teclas alfanuméricas aos seus joysticks, mas talvez ele esteja pensando em uma solução mais acessível e que esteja disponível a todos os usuários, como um teclado disponível em uma tela sensível ao toque, o que o Wii U poderá ter.

Mas de todo esse papo de componentes sociais, o que gostaria mesmo é que os consoles permitissem tirarmos screenshots e gravarmos trechos de vídeos de qualquer jogo, a qualquer momento.

emMicrosoft Nintendo Sony

Xbox 360 é usado mais para entretenimento do que para partidas online

Por em 30 de março de 2012

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A Microsoft conseguiu alcançar a meta de transformar o seu console em uma central de entretenimento e segundo Yusuf Mehdi, responsável pela parte de estratégia e marketing da plataforma, a quantidade de tempo gasto pelos donos de um Xbox 360 em aplicativos de entretenimento usados para assistirmos filmes, programas de TV e ouvirmos música já é maior do que o período em que eles passam jogando online.

A companhia afirma que a utilização do console para esse fim mais do que dobrou no último ano, fazendo com que o tempo total gasto na Xbox Live tenha aumentado em 30%. Eles revelaram também que os assinantes de conta Gold gastam em média 84 horas conectados ao serviço e em comparação, a estimativa é de que a média de tempo gasto assistindo televisão é de 150 horas.

Não foi dito no entanto como esse uso fica se comparado ao tempo total de jogo, nem se tal aumento tem ligação com a mudança imposta à dashboard, que facilitou a utilização com o Kinect. Porém, o mais provável é que o aumento do interesse dos usuários esteja relacionado a adição de vários novos canais, algo em que a Microsoft tem investido pesadamente há vários meses.

Eu ainda uso meus videogames basicamente para jogar, mas acho que ainda faço isso por não termos uma oferta de conteúdo no Brasil como a que vemos nos Estados Unidos. A situação aos poucos tem melhorado, com os parelhos podendo ser utilizados, por exemplo, para vermos filmes no Netflix, mas de qualquer forma é bom saber que um Xbox 360 ou Playstation 3 podem ser utilizados por mais pessoas do que apenas aquelas que gostam de jogar.

[via Joystiq]

emMicrosoft

O poder de uma textura (e muito conhecimento)

Por em 30 de março de 2012

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É muito difícil de acreditar, mas tudo isso o que você está vendo na imagem acima, e poderá conferir de maneira muito mais impressionante no vídeo após o break, é uma demo técnica feita com a ajuda do Unreal Development Kit e apenas uma textura medindo 256×512 pixels.

Para chegar a tal resultado o artista Tor Frick abusou dos efeitos de iluminação e de todo o seu conhecimento para criar um laboratório inteiro, mostrando que, com um pouco de paciência e dedicação, as empresas poderiam desenvolver jogos que consumissem bem menos memória, mas sem perder muita qualidade visual.

Normalmente, em cenas como esse existiria um monte de texturas, com cada uma geralmente muito maior do que esta aqui, o que consumiria muita memória,” explicou Frick. “Cada bit de memória que você não usa no ambiente significa mais que pode ser usado no personagem ou qualquer outra coisa. Uma economia como essa pode ser especialmente útil para entregarmos conteúdos mais bonitos nos dispositivos portáteis.

Tudo bem que as paredes ficaram com um aspectos de plástico, mas isso não tira o mérito da façanha, muito menos torna a demo menos fantástica.

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emMiscelâneas Vídeos

Assassin Creed 3 no PC não suportará teclado e mouse

Por em 30 de março de 2012

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Acho que já disse isso aqui antes, mas ultimamente quase tudo o que tenho jogado no PC tenho feito com joystick. Sei que para os PC gamers isso deve soar praticamente como se eu tivesse xingando suas mães, mas o fato é que com exceção dos jogos de estratégia, acho um bom controle como o do Xbox 360 muito mais confortável do que a dupla teclado e mouse e penso ainda que certos gêneros ficam muito melhor se aproveitados dessa maneira.

Uma série que acho que serve para ilustrar isso muito bem é a Assassin’s Creed. Eu não consigo me imaginar jogando algo desse tipo com um mouse e de acordo com Alex Hutchinson, diretor criativo do terceiro jogo da franquia, aqueles que estavam esperando que no computador o game pudesse ser jogado sem um controle, é bom começar a aceitar a utilização de tal acessório.

Nós definitivamente daremos suporte ao PC, mas acho que será um PC com controle. Não nos vejo investindo pesadamente numa configuração com teclado e mouse. Penso que se você quer jogar no PC e quer jogar Assassin’s Creed, você possui um joystick.

Talvez eu esteja pensando apenas no meu lado e no fundo a decisão da Ubisoft não passe de preguiça, mas concordo com o comentário feito por Hutchinson. Eu entendo que algumas pessoas tenham uma certa dificuldade em se adaptar a um joystick, mas repito, acho que certos gêneros não funcionam muito bem com teclado e mouse e acho mesmo que ter um controle no PC é algo obrigatório para quem gosta de jogar na plataforma.

emComputadores

Golpe MASTER para matar de vez o Flash. Vindo da Adobe.

Por em 29 de março de 2012

suicide-pistolQue as coisas não vão bem para o Flash não é novidade. O antes grande diferencial dos Tablets Android deixou de ser oficialmente desenvolvido para a plataforma. Nos desktops ele ainda é grande fonte de instabilidade e consumo de CPU.

O HTML5 vem tomando espaço, e de agregador de recursos Flash hoje é um mal necessário. Seu último grande reduto é na área de joguinhos casuais, que rende horrores para a Zynga e seus malditos Ville.

De olho nisso a Adobe resolveu alterar as regras do jogo (e reze para que não as altere novamente!). Agora quem desenvolver jogos high-end usando recursos premium do Flash Player, como Stage 3D, para gráficos com aceleração por hardware, terá que pagar.

Quanto? Até US$50 mil de receita anual tá tranquilo. Mais que isso, o desenvolvedor terá que pagar um dízimo de 9% da receita do jogo. A Zynga, com FarmVille, FrontierVille e CityVille faturou US$311,2 Milhões só no último trimestre de 2011.

Isso dá US$28 milhões, SEM FAZER NADA. Note que as aplicações para desenvolver os jogos foram VENDIDAS pela Adobe.

Agora o momento WTF: A Adobe diz que fez isso para… estimular inovação e experimentação, e que isso vai beneficiar o ecossistema.

Vai, o ecossistema de jogos em HTML5, rodando de forma decente em todos os browsers e tablets.

Fonte: Cnet

emInternet Software