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Hawken ficará melhor, US$ 10 milhões melhor

Por em 28 de fevereiro de 2012

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Quando foi mostrado pela primeira vez o Hawken conquistou quase todos aqueles que gostam de jogos de mechs, mas se a produção do estúdio independente Adhesive Games já parecia muito promissora, agora um belo investimento deverá fazer com que o jogo tenha um acabamento muito melhor.

Quem resolveu apostar no jogo foram a Benchmark Capital e FirstMark Capital, mesmas que investiram na Riot Games (League of Legends) e que irão colocar 10 milhões de dólares na equipe que terá com o Hawken a sua primeira criação, o que pode sugerir muito arriscado (e realmente é), mas que no caso da Riot deu um enorme retorno, já que ela foi vendida depois por US$ 400 milhões.

Embora tal investimento pode parecer que afetará apenas um jogo, ele mostra um pouco do atual cenário dos jogos Free-to-Play e segundo Mitch Lasky, funcionário da Benchmark, entre 8 e 10 bilhões de dólares deverá migrar dos jogos vendidos da maneira tradicional para os distribuídos gratuitamente e com a qualidade mostrada até aqui pelo game onde controlaremos pesados mechs, é de se esperar que ele abocanhe uma boa parte desse valor.

E já que agora o estúdio tem mais uma grande quantidade de dinheiro para investir na produção, bem que a equipe poderia dedicar-se a criação de uma campanha principal, nem que ela tivesse apenas 3 ou 4 horas, mas que nos permitisse encará-la cooperativamente, no entanto, acho que infelizmente teremos que nos contentar mesmo em apenas participar do mata-mata contra outras pessoas.

[via VentureBeat]

emComputadores

Killzone 3 ganha multiplayer gratuito e pode mudar a indústria

Por em 28 de fevereiro de 2012

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Se você acompanha o Meio Bit Games provavelmente sabe o quanto considero descartáveis os modos multiplayer dos jogos, já que raramente os aproveito. Caso existisse a opção, não tenho dúvidas de que escolheria comprar apenas a campanha principal da maioria deles e a partir de hoje a Sony dará início a um experimento que pode servir para mudar a maneira como adquirimos algumas de suas criações.

Quem acessar a PS Store mais tarde encontrará por lá uma versão gratuita da parte online do Killzone 3 que trará todos os mapas e modos de jogo, mas permitindo ao jogador evoluir apenas até a patente de sargento. Caso queira continuar jogando, será necessário pagar o valor de US$ 15, que lhe dará o dobro de experiência durante 24 horas, além de acesso ao Botzone e a possibilidade de criar clãs e partidas customizadas.

Como boa parte dos jogadores nem mesmo encostam nas campanhas principais dos FPSs que adquirem, essa é uma tentativa da empresa de conquistar novos consumidores e o método não é muito diferente do adotado recentemente por alguns MMOs, como o RIFT e o World of Warcraft.

Embora não seja inédita, a ideia me parece muito interessante e apesar de não haver a opção de adquirir apenas o modo singleplayer do título da Guerrilla, seria interessante se o modelo fosse adotado em futuros lançamentos, desde que o valor cobrado por cada uma dessas partes fosse viável, já que isso poderia incentivar algumas pessoas a investir num jogo que antes estaria mais para o final da sua fila de aquisições e deixaria muita gente com a sensação de que está pagando apenas por aquilo que ela realmente aproveitará.

Talvez com o anúncio dessa versão do Killzone 3 a Sony esteja dando um passo a frente da concorrência em relação a para onde a indústria caminhará, mas vamos esperar para ver se a venda separada de modos se tornará uma tendência, ou não passará de uma maneira de lucrar um pouco mais com um jogo que deixou de ser novidade.

[via 1UP]

emIndústria Sony

I Am Alive, imersão, sobrevivência e a perigosa expectativa

Por em 28 de fevereiro de 2012

Sejamos sinceros, quais as chances de eu ter uma grande decepção com o I Am Alive quando o dia 7 de março chegar e o game for finalmente disponibilizado através da Xbox Live? A produção da Ubisoft passou por uma série de problemas no seu desenvolvimento, foi adiada inúmeras vezes, teve sua jogabilidade refeita e deixou de ser um game que seria vendido fisicamente para passar a ser distribuído apenas por download. Mesmo assim, a cada novo trailer lançado a minha expectativa só cresce e a divulgação de um novo diário de produção só me deixou mais ansioso.

No vídeo abaixo podemos ver mais um pouco da maneira como o protagonista terá que lidar com a destruição a sua volta e algo ainda mais importante e perigoso, as pessoas que sobreviveram e tentam tocar suas vidas em um ambiente caótico. Além dos gráficos que parecem muito bons para um título vendido desta maneira, tem me chamando muita a atenção a maneira como os outros personagens reagem as nossas ações, além da necessidade de termos que administrar recursos, como munições ou mesmo energia física.

Enquanto o jogo não chega, continuarei sonhando com uma qualidade acima da média e que ele seja tão divertido quanto aparenta, mesmo com um canto do meu cérebro dizendo para não depositar tanta expectativa nele, pois se ele não for bom, certamente entrará na minha lista de maiores decepções do ano, ao lado do Amy.

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emMicrosoft Vídeos

Um novo Medal of Honor (mas sem o Bin Laden)

Por em 28 de fevereiro de 2012

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Na última semana a Electronic Arts confirmou algo que todos já esperavam, em breve a série Medal of Honor receberá um novo capítulo, subintitulado Warfighter. O game será novamente desenvolvido pela Danger Close, usando dessa vez a engine Frostbite 2, o que é garantia de belos gráficos.

Como nesta nova fase a franquia trocou a Segunda Guerra pelo combate ao terror, mostrando algumas missões executadas pelos Tier 1 Operators, a elite da lite de algumas forças armadas e que foram responsáveis por encontrar e eliminar Osama Bin Laden, havia uma certa expectativa de que o novo jogo pudesse recriar aquele momento, mas o produtor Greg Goodrich tratou de eliminar tal possibilidade.

Não é a nossa história a ser contada. Aquilo é ‘questão de família’ para os Tier 1 Operators. Tem sido um interessante exercício aprender o que pode e o que não pode ser reproduzido no jogo.

É, pelo jeito esse pessoal do “Clube da Luta com armas” não está muito disposto a contar todas as suas histórias e a equipe responsável pelo game é que não será boba de colocá-los contra a parede. O irônico nisso tudo é que pelo jeito não há problema em matarmos dezenas de civis virtuais em aeroportos ou aniquilar Fidel Castro (como diria o Cardoso, “Eu sei!”), mas colocar uma bala na cabeça do até então homem mais procurado do mundo é algo muito pesado para ser contado num videogame.

Bom, neste caso, acho que o correto seria dizer que tem gente por aí que não está querendo cutucar a onça com vara curta.

[via CVG]

emComputadores Microsoft Sony

E o Oscar vai para… uma App de iPad?

Por em 28 de fevereiro de 2012

Quando William Joyce e Brandon Oldenburg subiram ao palco na cerimônia do Oscar, para receber o prêmio de melhor curta de animação, pouca gente ali sabia que “Os Fantásticos Livros Voadores do Sr Morris Lessmore” não era originalmente um curta de animação.

Quer dizer, até era, mas ele fazia parte de um projeto bem maior: Era uma App de iPad, uma história interativa como só é possível nos tablets de última geração. Disponível no iTunes por US$4,99, é uma oportunidade única de ter um vencedor do Oscar que você pode levar pra casa brincar, por menos que um MacLanche. Isso até a Lindsay Lohan ganhar um prêmio da Academia, claro.

Veja o demo da aplicação:

O curta inteiro você pode (e deve) assistir aqui no YouTube.

 

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emApple e Mac Portáteis

Kinect Star Wars ameaçando o fetiche de uma geração

Por em 28 de fevereiro de 2012

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Na época de Star Wars a Carrie Fisher era bonitinha, mas debaixo daquela burca branca, com headphones nas orelhas e uma faixa apertando os peitchos, não sobrava muito pra imaginação dos fãs, que só descobriram o quê a Aldeerana tem (EU SEI QUE ELA NASCEU EM NABOO) no Retorno de Jedi.

Jabba pode ser escória criminosa mas merece uma medalha por dar ao mundo a visão da Princesa Leia em trajes sumários. Desde então todo evento de FC com possibilidade de Cosplay tem várias moças edificantes com biquínis de metal. E viu Deus que era bom.

Agora isso está ameaçado pelo Kinect Star Wars, jogo do XBox 360.

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emGames Microsoft

Crimson Dragon é jogo de tiro sobre trilhos para o Kinect

Por em 28 de fevereiro de 2012

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A Microsoft aproveitou um evento realizado no Japão para comemorar o décimo aniversário do lançamento do primeiro Xbox e confirmou que o então Project Draco se chamará Crimson Dragon. Anunciado durante a Tokyo Game Show do ano passado, o game é uma criação de Yukio Futatsugi, mesmo que deu vida ao Panzer Dragoon e será uma espécie de sucessor espiritual do jogo de tiro sobre trilhos nascido no Sega Saturn.

Como em outros títulos do gênero, o progresso pelos estágios será automático, cabendo ao jogador mover o dragão para desviar de obstáculos e enquanto usaremos a mão direita para travar a mira nos inimigos e lançar tiros teleguiados, com a esquerda disparemos ataques mais poderosos, mas que diminuirão uma barra que se completamente carregada nos permitirá usar as duas mãos para lançar uma explosão que varrerá toda a tela.

Previsto para começar a ser vendido ainda este ano através da Xbox Live, segundo a revista Famitsu ainda teremos a opção de personalizar o dragão e eles ficaram bastante impressionados com os gráficos, além de terem informado que a parte sonora está a cargo da mesma equipe que trabalhou no Panzer Dragon.

Como gosto muito da franquia original, estou apostando minhas fichas neste Crimson Dragon. Só espero que o Kinect não acabe atrapalhando a jogabilidade, seja pela imprecisão ou por nos deixar cansados após períodos mais extensos de partida.

[via Andriasang]

emMicrosoft