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Digital Drops Blog de Brinquedo

JXD S7100, o tablet que NÃO é diferente

Por em 29 de dezembro de 2011

De uma coisa não podemos discordar, boa parte das empresas chinesas não tem a menor vergonha de roubar a ideia alheia. Veja por exemplo o caso do S7100, tablet Android da JXD. Com um preço sugerido de US$ 140 e uma tela de 7 polegadas capaz de exibir imagens com 800 x 480 pixels de resolução, ele conta ainda com um processador ARM Cortex A9, 512MB de memória, saída HDMI e até 16GB de armazenamento interno.

Pelas especificações, poderia ser apenas mais um portátil xing-ling tentando conquistar aqueles que não estão dispostos a pagar por um iPad ou Galaxy Tab, mas eles queriam atingir o público gamer e para conseguir isso, resolveram basear o aparelho em algo que pudesse chamar a atenção e ao olhar a imagem abaixo, fica evidente que o alvo foi o controle do Wii U. Mas copiar um produto não é o bastante e para não desagradar os Sonysta, repare que os botões são idênticos aos da família Playstation.

A situação fica ainda mais ridícula quando visitamos o site do produto, praticamente idêntico ao da Apple e podemos ler em letras garrafais que eles se orgulham de “serem diferentes…”, para logo depois não terem medo de afirmar que o S7100 roda jogos da Apple, do Android, Sony, Nintendo, Arcades e Sega, além de várias imagens darem forte destaque para emuladores rodando no tablet.

O pior é que o negócio até parece interessante, mas com uma cara de pau tão grande, acho que vou deixar para lá mesmo.

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[via Joystiq]

emNintendo Portáteis Sony

Trailer do Skyrim recriado no Minecraft

Por em 29 de dezembro de 2011

O que aconteceria se juntássemos dois dos jogos mais comentados de 2011, cujos criadores inclusive estiveram envolvidos em uma disputa judicial? Ter um The Elder Scroll recriado no universo do Minecraft provavelmente nunca acontecerá, mas um talentoso jogador conseguiu nos dar uma ideia de como a fusão poderia ficar, criando um trailer para o Skyrim com os gráficos do game desenvolvido pela Mojang.

Tendo consumido dois meses de trabalho para ficar pronto, o resultado é simplesmente fantástico, especialmente nos trechos onde podemos ver um dos dragões, mas só achei desnecessário a utilização de imagens do jogo da Bethesda. Mesmo assim, a espetacular música tema ajuda a tornar o vídeo ainda mais épico e o autor merece todos os elogios pela criação.

Minha única dúvida é como o sujeito ainda conseguiu encontrar tempo para jogar esses dois sugadores de tempo, já que ele admite ter viciado em ambos.

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emVídeos

Xbox 360 de 250GB livre do Kinect chega ao Japão

Por em 28 de dezembro de 2011

Até pouco tempo atrás, só era possível comprar um Xbox 360 de 250GB no Japão se você estivesse disposto a comprá-lo em um pacote junto com o Kinect. Outras alternativas eram comprar a versão de 4GB com ou sem o Kinect.

Como o interesse de compra do povo japonês não está muito voltado para o periférico da Microsoft, é bem provável que essa nova possibilidade possa alavancar a venda de mais alguns aparelhos.

Essa versão livre do Kinect custará ¥29.800 ienes (ou aproximadamente R$ 718 reais) e estará chegando às lojas japonesas antes do final desse ano.

[via Joystiq]

emMicrosoft

[Review] – Steve Jobs, a biografia

Por em 28 de dezembro de 2011

Começar uma resenha da biografia de Steve Jobs com o termo “contraditório” é mais que cliché. Mesmo cliché, é a palavra perfeita para definir em uma única palavra a personalidade e os atos do homem que ajudou a dar forma à indústria de computadores, celulares e equipamentos eletrônicos em geral. Se bem que “criança mimada” também seria uma ótima definição, e aí teríamos duas palavras ao invés de uma e não seria assim tão educado, mas me adianto.

O livro escrito por Walter Isaacson a pedido do próprio Jobs, quando este sentiu seus últimos dias se aproximando com uma rapidez assustadora, é detalhista e preocupado em mostrar todos os múltiplos lados, cobrindo vida pessoal e profissional de forma respeitosa. Obviamente não se trata de um livro imparcial – nenhuma obra o é -, mas é um belo trabalho de jornalismo, dando créditos a quem merece, com inúmeras fontes e escrito com base em diversas entrevistas realizadas com mais de cem pessoas, entre familiares, amigos, colegas de trabalho e até gente que não queria ver Jobs nem morto. Too soon?

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emApple e Mac Indústria Meio Bit Miscelâneas

Como a Bungie quer melhorar a parte gráfica dos games

Por em 28 de dezembro de 2011

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Se para boa parte dos jogadores a qualidade gráfica atual já está bastante satisfatória, para Hao Chen, engenheiro gráfico sênior da Bungie, alguns aspectos deverão ser melhorados nos próximos anos, o que poderá acontecer com a chegada de seu novo jogo, um FPS massivo que por enquanto é conhecido como Tiger e talvez nem seja lançado nesta geração, utilizando uma engine própria.

O número um é eliminar os artefatos digitais… eliminar todo o serrilhado, ter bordas mais limpas e cabelos fantásticos sem artefatos. Eliminar esses artefatos que lembram as pessoas que elas estão olhando para uma tela de computador é uma das nossas maiores prioridades.

O outro desafio é vender um mundo dinâmico. Em termos do que pensamos ser importante, nós até baixaríamos um pouco a qualidade para termos um mundo dinâmico. Isso significa passagem de tempo dinâmica, várias coisas se movendo com o vento, reagindo a passagem do jogador e quando você andar por superfícies macias como areia e lama, deixará pegadas.

E talvez por último, serão os personagens críveis. Essa ainda é uma área em que dedicamos uma enorme de ênfase na animação, renderização de rostos de personagens e animação facial. No fim das contas, o que tentamos fazer é entregar a fidelidade onde realmente importa para o usuário final.

É claro que personagens mais realista e mundos mais dinâmicos serão muito bem vindos, mas desde o primeiro Playstation uma das coisas que mais me incomoda nos gráficos de um jogo são os serrilhados. Quando pego um título hoje em dia onde quase não consigo perceber esse problema, já é o suficiente para ficar um pouco feliz e gostaria muito que essa praga fosse eliminada de uma vez por todas dos jogos eletrônicos.

[via Gamasutra]

emMiscelâneas

10 novas franquias que prometem para 2012

Por em 28 de dezembro de 2011

Quantum Conundrum

Sempre que um ano está para começar os sites sobre games elaboram listas com os títulos mais aguardados para a próxima temporada de lançamentos e aqui no Meio Bit Games nós até incluímos uma categoria sobre isso na nossa votação anual (aliás, já escolheu os seus favoritos?).

Porém, entre os escolhidos é natural que não exista nenhuma franquia nova e como a atual geração está chegando ao fim, muitos acreditam que este não é momento ideal para vermos o lançamento de novas propriedades intelectuais, mas para provar que algumas desenvolvedores ainda tem interessantes caras novas para mostrar, o site GamesBeat organizou uma lista com as mais promissoras franquias inéditas para o ano que vem.

Entre os indicados por eles, minhas maiores expectativas recaem sobre o I Am Alive da Ubisoft, por trazer um tema que me parece ideal para os games, a sobrevivência após um desastre natural; o Journey, por ser da mesma desenvolvedora do ótimo Flower; o Quantum Conundrum, criação de Kim Swift, uma das mentes por trás do Portal e é claro, o The Last Guardian, aguardado por todos que gostaram do Ico e do Shadow of the Colossus.

Lá ainda é possível ver outros jogos que poderão agradar, contudo, o mais importante é que a lista deixa claro que 2012 deverá ter algumas novidades muito boas, oxigenando a indústria ao trazer um pouco de criatividade, ou pelo menos assim esperamos.

emMiscelâneas

Levine: Este foi o melhor ano para os games desde 2007

Por em 28 de dezembro de 2011

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Durante todo este ano eu tive a sensação de que 2011 foi muito bom para os gamers. Muitos jogos de respeito chegaram ao mercado, especialmente nestes últimos meses e escolher em qual deles investiríamos foi uma tarefa bastante difícil. Uncharted, Skyrim, Modern Warfare, Batman, Battlefield… As opções foram muitas e para Ken Levine, que no momento trabalha em um dos mais aguardados títulos do ano que vem, o BioShock Infinite, tantos lançamentos tornaram deste um dos melhores anos dos últimos tempos.

Foi um ano interessante. O melhor ano desde – e não digo isso apenas por causa do meu jogo [BioShock] – 2007. Vários grandes games, como o Portal, foram lançados naquele ano e o atual tem sido o melhor ano desde então.

Houve muitos games que joguei. Joguei mais jogos agora principalmente porque há muitas coisas boas para serem jogadas,” declarou o game designer, que ainda disse que jogar outros títulos é importante para manter alguém com a sua profissão desenvolvendo jogos de qualidade.

Isso dito, fico imaginando o quão difícil deve ser olhar para outro game e buscar inspiração sem cair na tentação de apenas copiá-lo, além de conseguir aproveitar suas qualidades de uma maneira ainda melhor. Enfim, quanto aos jogos lançados este ano, concordo com Levine. Eu que sou um jogador que não costuma investir em lançamentos, adquiri vários deles em 2011 e torço para que os próximos doze meses sejam tão bons quanto foram os doze últimos.

[via Eurogamer]

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