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Digital Drops Blog de Brinquedo

Guarde dinheiro, pois os memory sticks do PS Vita custarão caro

Por em 30 de novembro de 2011

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E o temor de muitos jogadores que estão interessados no Playstation Vita se confirmou. Depois de a Sony anunciar os preços para o Japão dos cartões de memória que serão utilizados pelo portátil, a rede de lojas GameStop revelou que nos Estados Unidos eles não custarão muito menos.

A versão com menos capacidade de armazenamento (4GB) será vendida por US$ 29,99, enquanto que a de 8GB custará US$ 44,99 e a de 16GB US$ 69,99. Mas se você quiser “bastante” espaço para guardar suas músicas, jogos e vídeos, poderá adquirir um cartão de 32GB, pagando a pequena bagatela de US$ 119,99, ou seja, quase metade do PS Vita sem conexão 3G.

Apenas para lhe situar em relação aos preços, um cartão de memória SD de 32GB pode ser comprado nos Estados Unidos por algo em torno de US$ 47, portanto, com o valor cobrado pela versão do Vita, poderíamos comprar dois SDs de 32GB, mais um de 16GB e ainda sobraria US$ 4 para comprar uns doces.

O grande problema é que assim como aconteceu com o PSP, o novo portátil utilizará um cartão proprietário, fabricado somente pela Sony e enquanto não chegarem ao mercado adaptadores ou Memory Sticks genéricos, ter um Playstation Vita custará bem mais do que apenas os US$ 249 do videogame.

[via Gamespot]

emPortáteis Sony

BarCraft, una o útil ao ‘embriagável’

Por em 30 de novembro de 2011

Diário de um gamer:

Ano 2011 – videogames ainda são vistos como atividade predominantemente infantil, porém, algo inusitado está acontecendo. Acabei de entrar em um bar afim de tomar uma boa cerveja gelada, e de súbito, me deparei com vários telões apresentando partidas frenéticas de um torneio de Starcraft II… Estarei enlouquecendo? Não sei…

Bem, a realidade não é exatamente assim, mas está bem próxima disso. Acontece que no Reino Unido, em Londres, alguns bares estão transmitindo em seus telões, partidas de jogos eletrônicos ao invés dos esportes tradicionais. Imagine-se desfrutando da mais pura, maltada e saborosa cerveja enquanto assiste uma boa partida de Starcraft II.

A Blizzard, que de boba não tem nada, já se pronunciou a respeito dos BarCrafts de forma favorável, pedindo para que os frequentadores desses eventos relatem a eles sobre os mesmos. Já aqui no Brasil, acho que ainda está muito longe de acontecer algo do gênero, dado a, ainda, gritante discriminação a respeito dos jogos.

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emCultura Gamer

Nikon SB910 agora é oficial

Por em 30 de novembro de 2011

Assim como os rumores estavam apontando como certo, a Nikon anunciou oficialmente o lançamento do seu novo flash top de linha, o SB910. Em comparação com seu antecessor algumas novidades são bem vindas. A primeira é o design do equipamento. Eu nunca gostei muito do desenho dos flashes da Nikon, mas o SB900, e agora o SB910, estão muito bonitos. O novo flash teve algumas mudanças nos comandos da parte de trás e o menu foi simplificado para ficar mais amigável para os usuários. A principal mudança é a existência de um botão escrito Menu para acessar as funcionalidades do flash. Aliás, estava na hora de pensarem nisso. Um iniciante que pega um flash destes na mão, e estou falando dos equipamentos da Canon também, não tem idéia do que fazer com os botões básicos. Também chama a atenção o enorme visor LCD encontrado no equipamento.

Agora, o que todos estavam esperando mesmo, é o novo sistema de proteção contra o super-aquecimento. O modelo SB900 simplesmente desligava quando o flash aquecia. Está é uma forma de proteger o equipamento e aumentar a sua vida útil, mas é muito complicado quando isso acontece com o fotógrafo profissional no meio de um serviço. Por conta disso várias críticas inundaram a internet contra esta característica do flash da Nikon. Agora o sistema simplesmente atrasa a reciclagem da carga para amenizar o aquecimento. Em vez de termos um flash desligado teremos um flash mais lento. Outra funcionalidade são filtros que vão ajudar no ajuste do balanço de branco para lâmpadas de tungstênio e fluorescentes. O flash avisará a câmera automaticamente quando estiver usando os filtros e toda a operação será regulada pelo balanço de branco do equipamento também. Gostei disso.

Fechando o pacote, o SB910 se adaptou ao mundo DX e FX da Nikon e traz medidas diferentes para o zoom da cabeça. O número guia do flash é de 34 em ISO 100 e 48 em ISO 200. O zoom da cabeça fica compreendido entre 17-200mm para o sistema FX e 12-200mm para o sistema DX. Assim como os filtros, o flash se adapta automaticamente aos sistemas assim que é colocado na câmera.

O novo SB910 deverá estar disponível já em dezembro e o preço estimado é de US$ 550,00.

emAcessórios Áudio Vídeo Fotografia

Escolhido o diretor para Clock Tower – O filme

Por em 30 de novembro de 2011

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Quem aí está ansioso para perder mais alguns minutos da sua vida assistindo um filme meia boca baseado em uma série de videogame? É, talvez não sejam muitos, mas o fato é que mais detalhes surgiram sobre a produção do longa-metragem inspirado no Clock Tower, jogo de terror da Human Entertainment que não fez tanto sucesso quanto um Resident Evil ou Alone in the Dark, mas que era bastante divertido.

O responsável por dar vida a esta provável bomba será David R. Ellis, o mesmo diretor do segundo e quarto Premonição, além do bizarro (pra dizer pouco) Serpentes a Bordo, o que por si só é um ótimo indício de que coisa boa não sairá do projeto e ele falou um pouco sobre como será seu enredo:

Clock Tower é sobre um espírito que entra no corpo das pessoas e as obriga a fazer coisas horríveis… ele vai de corpo em corpo procurando por pessoas com elevados batimentos cardíacos. No momento certo ele chega e as pessoas ficam loucas e começam a matar outras… é muito bem escrito e será muito divertido.

Parece legal para você? Pois para mim não e talvez eu esteja apenas sendo ranzinza, levando em consideração o fraco curriculum do Sr. Ellis e o histórico terrível de adaptações de jogos para o cinema, mas está difícil apostar nesse filme.

[via IGN]

emCultura Gamer

Capitão Retrospecto, Amazon, Siri e a Falácia da Contingência

Por em 30 de novembro de 2011

O vídeo que você gastou 3 minutos de sua vida assistindo é um lindo exemplo de um sistema dinâmico em equilíbrio. O objeto mal-embalado é pesado o suficiente para exercer uma força que desloca a caixa, ao mesmo tempo a esteira se movimenta, recolocando o objeto na posição de “disparo”, reiniciando o processo.

Se essa foi a última caixa em uma linha de distribuição durante a noite ficou horas até algum funcionário a descobrir. Isso seria suficiente para introduzir um atraso no processo que, em cascata faria com que seu tijolo (assumindo que conhecemos a loja em questão) chegue no dia marcado.

“Isso poderia ser evitado”

Como, Capitão Retrospecto? As variáveis para que algo assim aconteça são bem específicas. É perfeitamente possível prever que uma caixa no formato XYZ, carregando um objeto de Massa A e formato S, em uma esteira se movendo a n cm/s e a um ângulo de z graus entraria em “loop”, mas não é possível prever TODAS as variações em que isso aconteceria.

É muito comum ver gente apontando erros como óbvios DEPOIS que eles ocorrem, mas nem todo erro estúpido é estúpido. Descobriu-se por exemplo que é possível guardar um folder dentro do outro no IOS, apesar do sistema não permitir.

O truque é criar um folder E, enquanto a animação de criação estiver sendo executada (coisa de frações de segundo) arrastar o folder desejado para dentro do novo.

Sujeito que descobriu isso é antes de tudo um belo espírito de porco, no melhor sentido do termo. NINGUÉM em sã consciência se preocuparia em checar permissões de arquivo em um sistema mobile nesse exato momento.

Plano de contingência tem limite, ou paraquedistas não saltariam só com um reserva. Um avião de 4 motores aumenta bem mais de 4 vezes o número de possíveis pontos de falha, a um ponto que a segurança ganha com redundância deixa de ser vantajoso.

Não importa o quanto você se prepare, nunca conseguirá prever todas as situações possíveis, que dirá as impossíveis. Já trabalhei com um Datacenter com uptime 99,999% em contrato. Custava uma baba. Um belo dia ficamos 5 horas fora do ar. Os TRÊS backbones, de três fornecedores diferentes caíram ao mesmo tempo. Sobrou pra hospedagem entubar a multa, mas que foi compreensível isso foi.

É essencial que planos de contingência não influenciem na funcionalidade dos projetos. Carros de auto-escola têm um freio do lado do passageiro, carros comuns não. A POSSIBILIDADE de benefício não é suficiente para se sobrepor à POSSIBILIDADE de dano.

Aí eu pergunto: Qual o melhor: Um celular com reconhecimento de voz que só aceite o comando “ligue pra casa” vindo de você ou um que aceite o comando de um estranho? A possibilidade de mau uso pesa mais ou menos do que o eventual uso em uma emergência?

O mundo não é preto e branco, nuances existem nas coisas mais simples, até em design de interfaces.

emArtigo

Pode me chamar de ecochato, mas essa Little Printer ainda é uma idéia idiota

Por em 30 de novembro de 2011

Hello Little Printer, available 2012 from BERG on Vimeo.

Todos os futurólogos de respeito e mesmo os menos respeitáveis apontam para um futuro sem papel, ao menos sem desperdício. O uso de tablets e celulares já diminuiu muito as anotações eventuais. IPads e Kindles salvaram mais árvores do que o Greenpeace em toda sua história (sem falar nos gastos com ortopedista).

Por menos preocupado com o planeta que o sujeito seja, ele pode apreciar a redução de custos e a diminuição das florestas de replantio, que tirando ser verdes não tem nada de “naturais”. Principalmente busca-se pela eficiência, e não há nada mais ineficiente que informação morta, estática, impressa em papel.

Diante disso confesso que me impressionei como em pleno 2011 alguém ouse lançar uma besteira como essa Little Printer.

Essa atrocidade fofinha transforma informação digital, dinâmica em… papel. A idéia é que ela está ligada a um hardware controlador que por sua vez conecta em seu roteador doméstico. O tal hardware gerenciaria suas assinaturas, sites de notícia, Foursquare. etc.

No vídeo os exemplos são constrangedores. Uma hora o sujeito imprime uma lista de amigos do Foursquare. Quem DIABOS faz isso? Stalkers?

Pior: Mostram o cara vendo a lista NO IPHONE e mandando pra impressora. Também mostram uma tripa com as “notícias do dia” do lado de uma xícara de café, afinal ninguém tomaria café da manhã com um iPad, iPhone ou mesmo um bom e velho jornal impresso.

A idéia desse troço é pegar tudo que conquistamos em mobilidade, interatividade, instantaneidade e jogar fora. Também tira a facilidade de uso e o conteúdo de um jornal clássico. Só falta uma aplicação para imprimir twitters.

CLARO que o negócio é projeto de um estúdio de design, está em fase avançada de protótipo e deverá ser vendido ano que vem. Vendido, não comprado.

E antes que alguém pergunte, nem praquilo ele serve, o papel é muito estreito.

Fonte: HYST

emComputação móvel Hardware Mundo Estranho

Experimente Windows Phone em seu iPhone ou Android sem Jailbreaks ou outras marmotagens

Por em 30 de novembro de 2011

IMG_2112Nos comentários de um post anterior um leitor definiu sua decisão de comprar um celular Windows Phone como “um tiro no escuro”. Sendo realista, é verdade. A metáfora de utilização é completamente diferente do que estamos acostumados, seja lá qual sistema você use. Entender o básico dessa metáfora é essencial para tomar uma decisão de compra acertada.

Normalmente isso é feito mexendo com celular de amigos, ou em lojas, mas em tempos onde o sujeito prefere mandar um email do que pegar o telefone e ligar pros bombeiros, é preciso facilitar.

Nisso a Microsoft acertou: Criou um site de demonstração do Windows Phone que funciona redondinho em iPhones e quase perfeitamente em Androids (Reclame com o navegador).

É CLARO que não é um emulador em Javascript do Windows Phone 7.5, não é nem uma simulação, é um site onde você tem alguma liberdade, passeia pela interface e pode experimentar o fluxo de trabalho de algumas tarefas. O mais difícil (não no sentido de ruim) é a metáfora da tela ser uma janela deslizando por um documento horizontal. É um conceito lindo, mas muito alienígena.

IMG_2114Algo que também assusta é a facilidade com que a interface Metro foi implementada em HTML. Se há uma previsão que eu errei foi não ter acreditado no crescimento dos browsers como runtimes de aplicações sérias.

Ao menos no iPhone a velocidade é excelente. Arrisco –ok, nem arrisco, é fato- a dizer que o Windows Phone “emulado” no Safari é pelo menos 5x mais ágil em tempo de resposta que a interface nativa do N97.

Para acessar o site basta acessar de seu celular o site http://aka.ms/wpdemo.

PS: Agradecimentos ao Thyago pelo link corrigido.

Fonte: ISS

 

 

 

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