Digital Drops Blog de Brinquedo

Sony compra Sony Ericsson por US$1,4 bilhões

Por em 28 de outubro de 2011

experia

A Sony Ericsson é responsável por dois extremos em minha vida mobile. O maravilhoso T68, talvez o mais leve e mais simpático celular para se usar em conjunto com um Palm e o abominável T610, que tive o prazer de esmigalhar contra uma parede, em uma madrugada de Reveillon. Acima desses dois estavam os Xperias.

Sempre foram os Rolls Royces dos celulares. Independente do sistema operacional eram lindos exemplos de design, como só os europeus sabem fazer (sorry, Japão). Só que fusca vende mais que Rolls Royce, e a empresa, fruto de uma parceria no mínimo inesperada sempre rendeu mais brigas do que dinheiro, quando ficou claro que não eram mais atraentes ao público.

De uma receita de 1,125 bilhões de Euros em 2007, a Sony Ericsson amargou mais de 750 milhões em prejuízo em 2009. Compreensível que a idéia de continuar em frente seja menos inteligente do que pedir pro Michael J Fox abrir uma lata de cerveja.

Diz a Sony que detendo o controle completo da linha de smartphones poderá integrá-los melhor a seu portfólio de eletrônicos, como tablets, Vaios e similares. Faz sentido, a Sony Ericsson faz tempo tem se focado no Android, a própria Sony Sony parece ter vencido a síndrome do “não inventado aqui” e produzido excelentes equipamentos com o sistema, como o lindo e poderoso tablet que NÃO se parece com o iPad (entendeu, SAMSUNG?)

Fonte: Slashgear

emCelular Computação móvel Indústria

Digitalizando livros físicos, um pequeno grande tutorial

Por em 28 de outubro de 2011

Desde o surgimento dos livros digitais, há uma turma por aí que torce o nariz para eles, aparentemente sem motivo. Se antes não havia dispositivo que pudesse imitar a textura sem brilho do papel, hoje as vantagens de se ler a série A Song of Ice and Fire em formato digital superam muito as possíveis vantagens que poderiam haver em lê-la no livro físico, por exemplo. Daí se conclui que a turma supracitada tem algo mais parecido com uma parafilia, querendo sentir o toque e o cheiro do papel, e ver toda a sua coleção pegando poeira e sendo tomada por traças numa bela estante estrategicamente posicionada para impressionar as visitas. Mas tara é tara, e cada um com as suas.

O assunto deste texto, porém, é outro. Apesar de a disponibilidade de livros digitais hoje ser grande, podendo-se achar quase qualquer título nas Amazons da vida, nem tudo são flores. Aquele “quase” ali inclui livros acadêmicos, livros lançados apenas no Brasil (sejamos sinceros: nenhum serviço brasileiro de livros digitais se compara minimamente com a Amazon), edições antigas, e uma série de outras possibilidades que impedem leitores adeptos deste novo formato de conseguir ler em seus aparelhinhos. No Brasil, a demanda por livros digitais é ainda muito pequena, seja por falta de quem compre ou pela falta de eReaders, o que desencoraja editoras a digitalizar seu acervo.

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emMeio Bit Miscelâneas Tutorial

Para David Jaffe, jogabilidade é mais importante que narrativa

Por em 28 de outubro de 2011

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A aproximação dos games ao cinema tem ficado cada vez mais evidente ultimamente e não me refiro a criação de filmes baseados em franquia famosas dos jogos eletrônicos, mas na maneia como os games tem ficado mais parecidos com filmes de ação, repletos de pirotecnias e situações que nos deixam grudados na cadeira.

Particularmente gosto muito desta abordagem, mas David Jaffe, criador do primeiro God of War mostrou um ponto de vista interessante sobre o assunto.

Várias pessoas me perguntam se voltarei a fazer outro God of War (assumindo que essa oportunidade me seja dada) e eu sempre digo a mesma coisa: se fosse um God of War misturado com algo como a fórmula do Zelda, então sim (como um Darksiders, certo?).

Mas se for um God of War usando a fórmula atual, eu não faria. Para mim – e isso é minha opinião pessoal (respeito que nem todos compartilhem o mesmo raciocínio) – dirigir o God of War me fez perceber como um game designer (e certamente como diretor), que quero que nossos jogos sirvam ao deus da JOGABILIDADE em primeiro lugar.

Esse comentário só reforçou uma ideia que venho alimentando há algum tempo, de que a série GoW está perdendo a graça e que ficar espancando botões durante algumas horas não é mais tão legal quanto foi no primeiro jogo. Um God of War com mais liberdade e parecido com um The Legend of Zelda? Sim, eu quero isso e só de pensar na possibilidade já perdi a vontade de jogar o quarto capítulo, que provavelmente não passará por tamanha mudança, afinal sabe como é, se vende bem da maneira como está, porque mudar?

[via Eurogamer]

emMiscelâneas

Anonymous anuncia ataque a Fox News em 5 de Novembro: Operação Fox Hunt

Por em 27 de outubro de 2011

“May the Hunt Begin”

Assim assinou uma ameaça publicada pelo grupo Anon no YouTube no dia 22 de Outubro.

Irritados com a cobertura tendenciosa da emissora, o Anonymous parece estar determinado a levar à cabo a operação “fox hunt” e cumprir com o ataque na data prometida.

Diversos meios de comunicação, concorrentes diretos ou não da Fox, tem re-publicado o vídeo aos quatro cantos e acabam ajudando a criar ruído.

Segundo o Anon, o ataque “servirá de exemplo para toda a mídia corporativa“.

O Gawker, ironizando, disse que o ataque é uma idéia idiota, e que

“…por pior que seja (a FN), a melhor maneira para atacar a Fox News é apenas assistir a quaisquer cinco minutos da palhaçada em programas como “Redeye” e “Fox and Friends”, encontrar um momento particularmente estúpido e, em seguida, escrever um post em um blog ​​ridicularizando o conteúdo.”

Coisas como o que disse Megyn Kelly (âncora de um dos jornais) sobre uma das manifestantes ter “exagerado” em sua reação ao ter sido dominada com uma dose violenta de spray de pimenta parecem ter sido a gota d’agua.

Segundo o Anon, a Fox News tem procurado ridicularizar individualmente os ocupantes do protesto #OccupyWallStreet e ganhou o ódio imediato de muitos.

A justificativa é que o protesto, fundamentalmente, é feito por uma entidade global representada pelo povo — o mesmo caráter não-individual que constitui a base da ideologia ativista do Anonymous em si.

A tentativa de desmembrar essa ‘entidade’ expondo individualmente pessoas que decidiram unir-se ao protesto é o que mais enfezou o grupo. E noves fora, sabemos como a indústria corporativa de notícias pode jogar sujo para desencorajar e intimidar quem vai contra. Por aqui também não é muito diferente não…

A questão do modo como a cobertura da mídia tem cobrido os protestos tem sido o epicentro de calorosos debates em todo o mundo, especialmente nos EUA.

O dia 5/11 será movimentado, pois também é a data que o Anonymous determinou para o “Operation Cash Back”, data em que todos os manifestantes do Occupy Wall Street devem encerrar suas contas bancárias, colocando seu dinheiro em cooperativas de crédito, conforme noticiou o Dot Daily.

fonte

emInternet Meio Bit

Nokia Lumia 800, ou N9 4S–mas ao contrário

Por em 27 de outubro de 2011

nokia-lumia-800

Depois de um bom tempo a Nokia mostrou seu carro-chefe rodando Windows Phone. Como quem não quer largar o osso a empresa mais japonesa de Helsinki soltou durante o ano vários aparelhos rodando versões moribundas do Symbian, como Anna, S40,Meego,Maemo ou Symbian Mário (vai, pergunta!). Só que fica complicado vender um aparelho que já nasce morto, mesmo um aparelho lindo como o N9.

Sim, para desespero de todo mundo que tem um lugar no coração pela Nokia, o N9 tinha tudo pra dar certo, menos um sistema operacional decente. Layout impecável, hardware excelente performance estelar e nada a mexer.

Por isso que a Nokia decidiu não reinventar a roda. O momento já era crítico, um Windows Phone precisava ser projetado em tempo recorde e aproveitar um design matador faz todo sentido. Daí nasceu o N9 4S, digo, Lumia 800.

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emCelular Resenha

E quem teve mais lucro no Japão foi a…

Por em 27 de outubro de 2011

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Acredito que a maioria tenha completado a frase com o nome da Nintendo, mas dando continuidade à notícia de que a empresa apresentaria números muito piores do que o esperado, mas foi a Namco que obteve os melhores resultados no país.

O levantamento foi feito levando-se em consideração a primeira metade do atual ano fiscal, revelando que a criadora do Pac-man faturou 234 milhões de dólares, garantindo-lhe 18% do mercado e deixando a BigN em segundo, com 196 milhões de dólares de faturamento.

Um dos motivos para isso ter acontecido foi a boa recepção de jogos como o Tales of Xillia para Playstation 3, que vendeu quase 600 mil unidades, mas se serve como consolo, a Nintendo ainda conta com um maior número de unidades vendidas, com 3 milhões de cópias de seus jogos tendo sido entregues, 94 mil a mais que a Namco.

Após o break está a lista com as 20 companhias que mais venderam no Japão e o destaque fica para o crescimento da From Software  (graças ao Dark Souls), a Sony somente em nono lugar e o fato da Electonic Arts não aparecer entre as dez primeiras.

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emIndústria Nintendo

O Futuro segundo a Microsoft

Por em 27 de outubro de 2011

Eu abomino produtos conceituais, pois em geral são projetados por gente que não tem a menor idéia do que está falando –vide os postes artificiais de purificação de ar que nada mais faziam que imitar árvores, ou mesmo boçalidades como estas bicicletas-conceito.

Uma rara exceção são os vídeos conceituais de empresas como Apple e Microsoft, que se baseiam em uma visão de futuro muito bem definida, como a Apple ou em pesquisas sólidas, como a Microsoft.

No vídeo acima vemos um desses exemplos, é uma visão de uma integração entre smartphones, nuvem, superfícies inteligentes e projetores. Note que não há em momento algum a figura do “computador”, você trabalha com telas e superfícies, a informação trafega entre elas você lida sempre com dados, não com aplicações.

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emComputação móvel Telecom