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Digital Drops Blog de Brinquedo

Próximo Rock Band promete ser muito diferente

Por em 29 de outubro de 2011

dori_rb_27.10.11

Eu gosto de jogos musicais como o Rock Band e o Guitar Hero, mas não escondo que a única coisa que me faz adquirir novas versões são as músicas inéditas presentes nelas. Esse tipo de jogo não costuma trazer muitas inovações, o que levou o gênero a uma saturação e a cada novo capítulo as vendas só diminuem.

As próprias desenvolvedoras não escondem essa estagnação de criatividade e durante uma entrevista, Alex Rigopulos, CEO da Harmonix, declarou que em embora nos próximos meses eles apenas continuarão lucrando com a venda de músicas, a “longo prazo, olhando para o próximo ano, estamos na verdade considerando uma reinterpretação criativa fundamental sobre o que o negócio Rock Band é,” e reforçou estarem comprometidos com a franquia e que afirmou que os próximos jogos serão bastante diferentes do que já fizeram anteriormente.

O que eles estão planejando? Difícil saber, ainda mais se considerarmos as palavras de Eran Egozy, co-fundador do estúdio:

Tudo o que posso dizer no momento é que não se trata de algo que esteja pensando. Você deve estar supondo que iremos adicionar um saxofone ou algo assim, mas não, a direção que estamos panejando seguir com o Rock Band, o tipo de inovação que temos em mente, é levá-lo a uma direção diferente, uma mais apropriada ao tipo de ambiente em que estamos, no que as pessoas estão fazendo hoje, no que estão interessadas em jogar agora e não em 2007. É mais do que ideias, estamos trabalhando nisso.”

É possível trazer tanta novidade para o estilo? Acho difícil, então o jeito será esperar para ver o que sairá dessa prometida inovação.

[via GiantBomb]

emMiscelâneas

Apple TV com Siri? Jack Donaghy inventou primeiro!

Por em 28 de outubro de 2011

Nos últimos dias a indústria de boatos está funcionando em Dobra 9, tentando manter as manchetes cheias de notícias sobre a Apple, assunto preferido dos “analistas” (os mesmos que previram o fracasso do iPhone 4S).

A bola da vez, baseada em indícios na biografia de Steve Jobs é a entrada da Apple no ramo de televisores. É uma previsão complicada, em termos de mercado é péssimo. É uma área saturada, com lucro mínimo e convenhamos, mudar de televisão não é algo que a gente faça toda semana.

Pra piorar é 10 vezes mais cartelizada que a telefonia. A Apple dificilmente iria conseguir se diferenciar junto aos fornecedores de conteúdo por assinatura, e sem uma integração íntima, quase obscena entre conteúdo e interface, a TV da Apple seria tão bem-sucedida quando o AppleTV atual ou a (quaquaqua) GoogleTV.

O diferencial, segundo alguns seria a inclusão de Siri como interface, pondo fim ao controle remoto. Legal, mas será que uma interface dessas seria ágil o suficiente? Em Star Trek o computador sempre sabe quando estamos falando com ele, as portas sabem quando passamos na frente sem intenção de sair –então não se abrem- mas esse grau de percepção ainda é ficção.

Um bom exemplo de como Siri pode dar errado apareceu em 30 Rock, em um episódio onde Jack Donaghy  demonstra sua revolucionária TV com controle de voz.

Na cena começa tudo bem, “Televisão, ligar, canal, NBC”

Só que o diálogo na cena de Law & Order: SVU não ajuda. O detetive Tutuola solta “então esse cara foi APAGADO” – e a TV desliga. Logo depois o detetive Munch solta um “temos aqui um garoto MUDO” e a TV aciona o mute.

Prosseguem, com frases tipo:

“Meus amigos na DEA dizem que esse cara movimentava um ALTO VOLUME de cocaína…”

“Irei pra casa e pretendo APAGAR TUDO DO MEU DVR”

Claro, no final o sistema de reconhecimento de voz parece estar funcionando perfeitamente, pois Jack solta um “bosta” e o programa muda pro reality show da Kim Kardashian…

Piadas à parte, contexto é MUITO complicado, ainda mais quando temos várias pessoas na sala conversando. A SiriTV teria que entender quando o comando é uma ordem, quando é parte de uma conversa e mesmo quando é apenas um comentário SOBRE a Siri.

PENSAR em uma TV que reconheça comandos de voz não é mérito. O grande público foi apresentado a uma 22 anos atrás, nesta cena de De Volta para o Futuro 2:

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Nela Marty McFly Jr chega na sala e comanda “Art off”, em seguida diz “OK, quero os canais 18, 24 63, 109, 87 e o Canal do Tempo”.

Nessa simples frase vemos boa parte do segredo da Siri: Linguagem Natural. A TV ignora o OK, entende o canal numérico E o nome por extenso. Você não tem que se adaptar à interface, ela se adapta a você. Óbvio, mas precisamos de 22 anos até aparecer algo próximo disso.

A Apple conseguirá evoluir a Siri o suficiente? Talvez, mas a questão fundamental é: Ela quer esse mercado? Eu adoraria uma TV como a do Marty Jr, mas as empresas fazem produtos para ganhar dinheiro, essa tecnologia de ponta talvez não compense o investimento, se o consumidor não estiver disposto a pagar um valor premium na hora de trocar de TV.

emApple e Mac

Rapidinhas do mundo da fotografia

Por em 28 de outubro de 2011

Nesta sexta-feira temos algumas pequenas notícias do mundo da fotografia que são bacanas, mas renderiam posts muito pequenos. Então resolvi juntar tudo em um único texto. Vejam abaixo o que está acontecendo.

- Fuji patenteia a objetiva mais luminosa para celulares – a briga pelo mercado de fotografia em celulares é grande. Empresas de grande porte concorrem entre si para criarem sensores e objetivas que tragam grande qualidade de imagem para os pequenos aparelhos. Alguns modelos de celulares já nos provaram que é possível executar fotos de qualidade razoável, mas esse caminho ainda é longo. Quem entrou na briga agora foi a Fuji que registrou a patente de uma lente para celulares com 27mm de distância focal e abertura de diafragma em f/2. Estamos falando da lente mais luminosa até hoje fabricada para celulares. A objetiva será composta por 5 elementos asféricos, mas não há uma data estipulada para o início da produção.

- Nikon CX 10-100mm chega ao mercado – Com o lançamento da nova linha mirrorless da Nikon, uma nova linha de lentes está começando a chegar ao mercado. A que estréia nesta semana é a Nikkor CX 10-100mm f/4,5-5,6 VR. Duas coisas devem ser levadas em consideração aqui. A primeira é que com o fator de corte da nova linha de câmeras da Nikon está lente vai se comportar como uma 27-270mm, o que a meu ver é uma distância focal confortável para se utilizar no dia a dia. A segunda coisa é que está é a primeira lente da Nikon com zoom motorizado, fazendo nos lembrar das câmeras compactas prosumers. Isso deve aumentar um pouco o consumo da bateria, mas o que me deixa mais preocupado é com o ruído gerado pelo motor da lente. O valor da lente fica em torno de US$ 756,00.

- Leica Elmarit-S 30mm f/2,8 ASPH – agora uma notícia do mundo que somente os Semi-Deuses podem alcançar. A Leica está colocando no mercado a nova Elmarit-S 30mm f/2,8 ASPH que foi desenhada para a Leica S2, aquela câmera gigante que somente umas 10 pessoas no mundo devem possuir. Segundo o fabricante a lente oferece o máximo contraste e baixa distorção. Fora a abertura de diafragma generosa, a lente é construída com 13 elementos divididos em nove grupos, sendo que dois são asféricos. A distância mínima de foco é de 0,5m e o peso da lente é de 1.060g (depois de utilizar o equipamento é necessário fazer fisioterapia). O preço não foi anunciado, mas podem esperar uma bela de uma facada.

- Lens Skins – Personalizando seu equipamento – você é daqueles que adora as maluquices da Pentax e da Leica quando lançam as versões personalizadas com os temas mais malucos do planeta? Então seus problemas acabaram. Não é mais necessário gastar uma grana no equipamento novo. É só comprar um dos modelos da Lens Skins. São adesivos de vinil com 1mm de espessura e que servem para decorar e personalizar as suas lentes. É possível colocar no corpo da lente e no parasol. Vocês não acham lindo? Se quiser comprar é só desembolsar US$ 40,00 na BH Photo.

- 100 Fotografias de Cartier-Bresson serão vendidas por meio milhão de Euros – para finalizar uma notícia do mestre Cartier-Bresson. A casa de leilões Christie’s vai leiloar no dia 11 de novembro um total de 100 fotografias representativas da obra do fotógrafo. São impressões oficiais realizadas pela Fundação Cartier-Bresson e que virão devidamente autenticadas pela organização. Que fique claro que não se está vendendo os originais e sim cópias oficiais. Elas são caras porque não existem muitas destas circulando no mundo. Por exemplo, a foto Behind the Gare St. Lazare (uma das mais importantes feitas por Bresson) não é impressa desde 1946. Somente com esta foto se espera arrecadar 180 mil Euros.

 

emÁudio Vídeo Fotografia Notícias

GOG enxerga pirataria como maior adversária

Por em 28 de outubro de 2011

dori_gog_25.10.11

Observando a quantidade (e qualidade) de blogs dedicados a jogos antigos e conversando com o pessoal que joga há muito tempo, eu sempre achei que havia um grande número de retrogamers, mas ainda assim tinha dúvidas se um serviço como o Good Old Games poderia dar certo.

Lançar um site onde as pessoas comprariam títulos da idade da pedra parecia um tanto arriscado, mas o pessoal da CD Projekt decidiu que valia apostar e de acordo com Guillaume Rambourg, gerente do GOG, hoje eles possuem o segundo sistema de distribuição digital mais popular do mercado, mas se engana quem pensa que o maior adversário é o Steam.

Estamos falando de jogos antigos para PC aqui, então o nosso maior competidor sempre foi a pirataria e não outras plataformas de distribuição digital. Para bater a pirataria, nossa oferta aos jogadores precisa ser tanto livre de problemas quanto recompensadora. Se você torna a experiência toda mais problemática do que baixar e jogar uma cópia ilegal, então tudo o que você consegue é encorajar o usuário a dar uma chance à pirataria.

Por isso decidimos lançar todos os jogos sem nenhum tipo de DRM, assim como fazer com que todos eles fossem totalmente compatíveis com os sistemas operacionais modernos – que é uma área onde a pirataria deixa a desejar.

Nós recompensamos os usuários fornencendo-lhes uma política justa de preços globalmente, toneladas de extras e resolvendo seus problemas técnicos, ao invés de mandá-los de volta aos donos dos direitos intelectuais.

Para mim a declaração faz todo o sentido e para as desenvolvedoras, este é um grande negócio, já que títulos que estavam esquecidos nos computadores da companhia passaram a dar lucro. O pior é ouvir de vez em quando alguém perguntando porque pagaria por um jogo velho que pode ser obtido sem muita dificuldade em um PirateBay qualquer, mas acho que agora passarei a usar o comentário do Sr. Rambourg como resposta.

[via VG247]

emComputadores Museu

Warner irá parar de vender DVDs e BluRays de Harry Potter. Solução? Torrentium eMuleum!

Por em 28 de outubro de 2011

mione3A franquia de Harry Potter é algo monstruoso. A saga inspirada por Nel Gaiman (defenderei isso até a morte) e escrita pela inglesa Juscelina Kubitschek Rowling rendeu para a Warner US$12,1 bilhões, só de bilheteria foram US$7 bi. Mesmo assim decidiram “dar um tempo” e criar uma escassez artificial de DVDs e BluRays.

Motivo? Dois principais: Forçar a venda dos boxes especiais de Natal e evitar a saturação dos personagens. A Disney faz isso, de tempos em tempos tira de circulação temporariamente alguns filmes, assim as crianças se dispersam no resto do catálogo e os pais conseguem finalmente não ver a Pequena Sereia pela 4343a vez.

O problema é que não vivemos mais o tempo da mídia física como única opção. Hoje temos Netflix, Blockbuster, Amazon, iTunes, Hulu e N outros serviços. A Warner sabe, e continuará a distribuir os filmes de Harry Potter em formato digital.

Ou seja: quem quiser ter acesso ao filme, continuará tendo. Quem quiser gastar um extra, comprar uma cópia física, pagar um valor premium, ficará chupando dedo.

Como os distribuidores digitais enchem seus filmes de DRM não será possível queimar um disco com o filme que você comprou de forma legítima online, então quem quiser na estante um BluRay ou DVD de Harry Potter, será OBRIGADO a baixar uma cópia pirata. Segundo o IsoHunt, os 6 primeiros filmes em 1080p FullHD ocupam 81GB. Nem dói, se você tiver GVT.

Ao negar o acesso aos filmes oficiais a Warner tira a última justificativa contra a pirataria, a disponibilidade do material de forma legal.

Se eles acham que essa é a forma de recompensar a lealdade dos fãs, boa sorte. Quem sou eu pra discutir com um estúdio que usa Lorde Voldemort como consultor de marketing?

Fonte: AVClub

emÁudio Vídeo Fotografia

Conheçam o Galaxy 4SII

Por em 28 de outubro de 2011

Não sei qual é o objetivo de quem cria esse tipo de coisa (sendo de graça, ganhar dinheiro não é) mas já posso visualizar a espuma escorrendo pelos cantos da boca dos defensores mais fervorosos do Android. Após passar 1 ano com um iPhone 3GS e 1 ano com um iPhone4 me cansei um pouco da experiência de uso da Apple e resolvi respirar novos ares. Achei que era hora de sair da minha prisão em forma de castelo para ser livre. Debaixo da ponte, mas livre. Como primeiro brasileiro a possuir um iPhone 4S [morra - Cardoso] comprado no dia do lançamento as 8h da manhã pacific time (eu estava em Los Angeles no dia que o aparelho foi lançado), minha reação ao utilizar o Smartphone mais novo da Apple por alguns minutos foi: “meh”.

Por mais que o aparelho tenha melhorado no quesito hardware, acreditem, o 3GS rodando iOS5 ainda possui uma performance bem satisfatória. Sabendo disso a Apple manteve o 3GS na linha mesmo possuindo já duas versões mais recentes do seu espertofone, por um simples motivo: apesar de ter quase 3 anos e meio de lançado, ele ainda é melhor e mais desejado que 95% dos outros smartphones do mercado. Dados do IMBEINH – Instituto Meio Bit de Estatísticas Inventadas na Hora.

Chupa, Jobs!

Too soon?

Com isso, o iPhone 4S ficou com a patroa e eu parti pra um Galaxy SII, que veio com Android 2.3.4. A tela giganteca faz com que ele seja praticamente uma TV LCD dos smartphones e foi um atrativo pra minha aquisição, que trabalho bastante com o celular acessando clientes remotamente, além do hardware privilegiado. Mas ao utilizar meu primeiro smartphone com Android, fiquei um pouco perdido nos menus e procurei customizações que deixassem ele mais com a minha cara.

E aí entrou o Espier Launcher (dica do @RobertoStrabe). O que ele faz? Basicamente modifica a interface do Android e o deixa… igualzinho ao iOS. Segundo a própria empresa criadora, o Espier “traz uma nova experiência para o Android”. Nova experiência = interface igualzinha a do IOS, acreditem, eu usei. As imagens ao lado são do meu Galaxy SII modificado, não é de nenhum iPhone. Óbvio que usuários avançados vão perceber de cara, pois não é 100% igual, mas realmente fica MUITO parecido, inclusive as funcionalidades de modificação de ícones e criação de pastas estão presentes.

Algo parecido jamais seria aprovado na APP Store. E seria no mínimo engraçado ver um defensor cego do Android tirando devagarinho seu telefone do bolso, usando escondido pra ninguém ver que ele deixou seu Android com a cara do iOS. Como não defendo nem A nem B, digo logo: estou usando o Espier e adorando.

emApple e Mac Celular Meio Bit Mobile

Por decisão da Blizzard, Diablo III não deverá ter mods

Por em 28 de outubro de 2011

dori_diab_26.10.11

Eu sempre defendo que as desenvolvedoras deveriam permitir que seus jogos pudessem ser modificados, já que isso poderia aumentar a vida útil e criar uma comunidade em torno do título. A má notícia é que com o Diablo III nós não devermos ter essa possibilidade, pelo menos foi o que afirmou o artista Julian Love.

Não há a intenção direta de dizermos que não queremos que o D3 seja modificável e para ser honesto com você, a tecnologia por si própria, num nível fundamental, faz com que esta seja a versão do Diablo mais propícia a mods já feita.

Contudo, nós temos esses outros objetivos que deixam de lado as modificações: queremos oferecer uma experiência segura para os gamers jogarem e trocarem itens e para fazer isso, temos que fazer com que ele seja jogado apenas online. A partir do momento em que tomamos esta decisão, isso efetivamente eliminou a possibilidade de termos um jogo que aceitasse mods, já que você teria que estar conectado ao nosso serviço para poder jogar.

Eu diria que nunca foi nossa intenção fazer com que os outros jogos da série fossem modificáveis; acontece que as pessoas encontraram uma maneira de tornar isso possível.

Só não consigo entender muito bem no que a obrigatoriedade de estarmos online impede a utilização de mods e fico com a sensação de que talvez essa decisão seja até uma maneira de garantir melhores vendas para futuros DLCs e expansões.

[via GameFront]

emComputadores