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Digital Drops Blog de Brinquedo

Com consoles no limite, BioWare investe na jogabilidade

Por em 31 de outubro de 2011

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Sempre que um novo jogo de alguma franquia está para ser lançado vemos os responsáveis o apontando como o melhor de todos. Embora saltos de qualidade nos gráficos se tornem mais difíceis o nos aproximarmos do fim da vida útil dos consoles, um melhor conhecimento da plataforma permite que melhorias sejam feitas em outras áreas e de acordo com Aaryn Flynn, gerente da BioWare, é assim que eles conseguirão fazer com que o Mass Effect 3 seja o ápice da série.

Em termos de potência, acho que estamos no limite. Não acho que exista muito mais a ser explorado. Isso dito, acho que o legal é que isso lhe dá uma plataforma incrivelmente estável que lhe permite trabalhar em coisas como a jogabilidade, como a história e coisas que pode fazer dessa forma porque não está preocupado com as mudanças da tecnologia acontecendo. Essa é uma das coisas boas para nós no Mass Effect 3. Confiarmos nesse hardware estável  que você conhece e sobre o qual aprendeu tão bem durante os últimos cinco ou sete anos.

Pronto, agora a BioWare conseguiu falar a língua de muitos jogadores. É claro que o executivo não está fazendo nada além de defender o seu peixe, mas será que alguém discorda que o que precisamos no momento é de avanços em outras áreas que não sejam os gráficos? Eu ainda não comecei a jogar o Mass Effect 2 e por isso não estou muito ansioso pelo terceiro, mas tenho certeza que para muita gente, se o próximo capítulo for tão bom quanto o segundo, já será um dos maiores lançamentos de 2012.

[via Nowgamer]

emMicrosoft Sony

A Banca do iPad–Agora vai?

Por em 31 de outubro de 2011

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O Mercado abraçou em peso o iPad, com investimentos pesados. Gente como Richard Branson e Rupert Murdoch estão colocando um bom dinheiro apostando em projetos de longo prazo. Editoras mesmo no Brasil apostam no formato tablet, mas os números não têm sido lá essas coisas.

Mesmo revistas tradicionalmente tecnológicas como a Wired penam para conseguir assinantes.

Largar a mídia papel é MUITO complicado, eu estou longe de ser um ludita mas reluto em assinar revistas no iPad. Acho o espaço precioso demais, prefiro a aleatoriedade do papel. Já sites não tenho problema nenhum em pagar.

No geral, entretanto, o maior impedimento para a popularização de publicações em tablets parece ser a falta de exposição do conteúdo. Achar revistas e jornais no meio de um monte de aplicações na Apple Store era um inferno. Não dava para buscar em uma categoria específica, como os livros, que contam com uma loja exclusiva.

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emApple e Mac Internet

Vai um Playbook aí, freguesa? É pra acabar, leva três paga dois! (é, chegou a esse ponto)

Por em 31 de outubro de 2011

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O estado dos iPad Killers é lastimável, mas como provavelmente disse Marvin, nada é tão ruim que não possa piorar. O Motorola Xoom, que seria o fim da Apple (ao menos na cabeça dos fanboys) no 3o Trimestre de 2011 entregou para as lojas 100 mil unidades. O Playbook da RIM no 2o Trimestres entregou 200 mil. Notem, entregar para as lojas não é vender. Eles não divulgam unidades vendidas, quem faz isso é a Apple, que no 3o Trimestre vendeu 11,1 milhões de iPads.

Agora para tentar salvar a pátria a RIM apelou para uma estratégia de fim de feira. Aceitando a inevitabilidade da xepa, transformaram seu carro-chefe, seu produto mais caro e motivo de orgulho em peixe velho.

Compre dois Playbooks e leve um terceiro INTEIRAMENTE GRÁTIS!

Mas calma, não ligue ainda, para os primeiros 834723472398 que ligarem você vai levar além desse incrível tablet que todo mundo quer se não tiver opção de injeção no olho um kit completo de acessórios, com um carregador extra, uma capa de couro e um cabo HDMI de 2m!

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emArtigo Artigo Celular Computação móvel

Irmãos recebem conta de celular de US$201 mil–sem falarem uma palavra

Por em 31 de outubro de 2011

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Celina Aarons tem dois irmãos surdo-mudos, e alguns anos atrás um celular para eles seria uma piada de mau gosto, mas com a tecnologia moderna se tornaram instrumentos de comunicação que integram perfeitamente os deficientes auditivos ao mundo. Por isso os dois andavam com seus iPhones para todo lugar.

Só que .eles não sabiam que seu plano camarada da T-Mobile só previa acesso ilimitado de dados e SMS localmente, em sua cidade no sul da Flórida. Sim, o plano era camarada, Celina e seus dois irmãos compartilhavam um plano familiar, que ela pagava e ficava na média em US$175 por mês.´

Por isso não se preocuparam quando foram passar duas semanas no Canadá.

2000 SMSs depois, vídeos acessados depois, eles chegam em casa e descobrem uma conta de 43 páginas e US$201 mil. A T-Mobile explicou que o roaming de dados custava US$10 por Megabyte.

Celina protestou, Reclamou que a empresa não a avisou que a conta estava totalmente descontrolada. Justificativa da T-Mobile? Fazer isso seria “invasão de privacidade”.

A história teve final feliz, Celina apelou pro Quarto Poder, botou a boca no trombone e com o caso na Imprensa se tornando um pesadelo de RP, a T-Mobile reduziu a conta para US$2500,00 e parcelou em seis vezes.

Mesmo assim ainda é uma facada. O roaming é o custo mais artificial que as operadoras criaram para extorquir dinheiro de seus clientes, só perde para a maldita taxa de conveniência daquela criação do demônio chamada site de ingressos online. Correndo cabeça-a-cabeça vem o SMS, com tarifação loucamente arbitrária.

A “recomendação” das operadoras é que quando você viaje desligue o tráfego de dados de seu celular. Excelente, seu lindo smartphone de última geração se torna tão útil quando um Nokia 232.

Caso você não queira está sujeito a absurdos como uma amiga, que fez um tour pela Europa e seu tráfego de dados foi tarifado pela Vivo em R$27,99/MB.

Hoje o grande impedimento para a proliferação de 3G, 4G e da sociedade interconectava são justamente as operadoras que deveriam prover esses serviços. Enquanto não cessarem com a mentalidade de que vendem VOZ e que dados são luxos agregados, continuaremos avançando a passos de tartaruga.

emCelular Computação móvel

Microsoft venderá Kinect para negócios não relacionados a games

Por em 31 de outubro de 2011

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Quando a Microsoft anunciou o Kinect, era fácil perceber que o acessório abriria um enorme leque de possibilidades para a companhia, permitindo que alguns estilos de jogos se tornassem muito mais divertidos. Mas manipular uma interface sem a utilização de controles, apenas fazendo movimentos diante da câmera ou dando comandos de voz é algo que poderia ir além dos games e é de olho num mercado imenso que a empresa começará a vender no início de 2012 um kit de desenvolvimento que permitirá que o Kinect seja usado em outras áreas.

No momento eles estão trabalhando com mais de 200 companhias de 25 indústrias diferentes para fazer com que o sensor der movimentos do Xbox 360 torne algumas atividades mais simples. Com isso a Microsoft espera atingir desde aqueles que trabalham com educação até saúde e uma empresa espanhola já utiliza o Kinect para permitir que cirurgiões monitorem os dados dos pacientes enquanto operam e outro exemplo é a Toyota, que criou um showroom virtual para ser usado com ele.

Posso lhe garantir que daqui há 12 meses, aplicações educacionais, acadêmicas e comerciais não se parecerão em nada com as atuais,” declarou Alex Kipman, responsável pelo time do Kinect. Já Dennis Durkin, diretor financeiro da divisão Xbox, explicou que uma das principais vantagens de se utilizar o acessório é que há dois anos algo como o Kinect custava de 30 a 40 mil dólares e graças a produção  em massa hoje ele pode ser adquirido por US$ 150.

Eu ainda ouço muita gente reclamando da falta de jogos para o acessório, mas continuo acreditando que o seu verdadeiro mérito não será substituir os controles, mas sim tornar a experiência nos games mais imersiva, seja rastreando o movimento de nossas cabeças no Forza 4 ou nos permitindo dar ordens por voz aos nossos parceiros no Mass Effect 3 e por isso ainda acredito no Kinect, mesmo reconhecendo que quase não o utilizo.

[via Eurogamer]

emMicrosoft Miscelâneas Miscelâneas

Darkstalkers deverá ser vendido pela PSN

Por em 31 de outubro de 2011

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O ESRB, órgão de classificação etária dos Estados Unidos, costuma ser um bom lugar para sabermos do (re-)lançamento de jogos que ainda não foram anunciados oficialmente. Quase tudo o que é avaliado pelos caras cedo ou tarde acaba sendo confirmado e se a tendência continuar, em breve os donos de um Playstation 3 ou PSP poderão adquirir através da PSN o Darkstalkers: The Night Warriors, o que deixa claro que se será a versão para PSOne que estará à venda.

O game de luta da Capcom colocava diversos monstros como vampiros, lobisomens, múmias e outros seres sobrenaturais em uma arena para saber qual era o mais poderoso, tornando-se um grande sucesso e os fãs vivem pedindo por um novo capítulo para os consoles atuais.

Apesar de achar alguns dos personagens da série muito legais e adorar os seus gráficos, nunca consegui gostar muito de nenhum Darkstalkers, embora reconheça sua importância e desconfie que venderá muito bem, caso o rumor seja mesmo confirmado e isso provavelmente seria um belo incentivo para a Capcom olhar com mais carinho para um novo jogo.

[via ThatVideoGame Blog]

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CG – Uncharted 3: Drake’s Deception

Por em 30 de outubro de 2011

Nathan Drake está de volta. Depois de conquistar os jogadores mostrando que um Tomb Raider com um personagem masculino poderia dar certo e de provar que o mundo não era pequeno demais para dois Indiana Jones, na próxima terça-feira o explorador criado pela Naughty Dog tentará repetir o sucesso dos dois jogos anteriores e se consolidar como uma das principais franquias desta geração.

Dessa vez o descendente de Sir Francis Drake irá se aventurar pela lendária cidade conhecida como Atlântida das Areias no deserto Rub’ al Khali e que também esteve nas buscas de exploradores famosos, como Lawrence da Arábia e Marco Polo. Não é surpresa que outras pessoas (leia-se vilões) estejam tentando chegar no mesmo lugar, onde como sempre, há um valioso tesouro guardado.

Para este capítulo uma das maiores expectativas reside na maneira como a produtora dará vida a um deserto, devido a dificuldade de se criar a areia, mas como eles já foram capazes de nos deixar de boca aberta com a floresta tropical do primeiro jogo e as montanhas geladas do segundo, ninguém espera nada menos do que um jogo espetacular para o Uncharted 3 e se ele não for um dos melhores jogos do ano, tenho certeza que será uma grande decepção para muita gente (eu incluso).

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