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Digital Drops Blog de Brinquedo

Samsung ressuscita Dell Streak com o Galaxy Note

Por em 1 de setembro de 2011

Parece um smartphone, mas não é.

Além do Galaxy Tab 7.7, a Samsung anunciou hoje o Galaxy Note, um meio termo entre um tablet e um smartphone.

Como se pode imaginar pelo nome, ele é destinado a quem quer fazer anotações e vem com uma stylus e softwares adaptados para a caneta: No S Planner, você pode usar a escrita manual em calendários e lista de tarefas. No S Memo, fazer anotações e desenhos. O mais interessante talvez seja o Virtual Whiteboard, que me pareceu uma versão colaborativa do S Memo.

No lado tablet, o Note tem o mesmo processador dual core de 1.4Ghz do Tab 7.7 e até a mesma resolução de tela, impressionantes 1280×800 pixels em 5.3 polegadas. Do lado telefone, ele tem as mesmas câmeras de 8MP (traseira) e 2MP (frontal) do Galaxy S II.

O preço ou a data de lançamento ainda não foram anunciadas… continue lendo

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Samsung anuncia Galaxy Tab 7.7

Por em 1 de setembro de 2011

Hoje na IFA, feira de tecnologia móvel que acontece em Berlim, a Samsung anunciou o sucessor do Galaxy Tab de 7 polegadas.O Galaxy Tab 7.7 tem processador dual core de 1.4Ghz e como o nome sugere, uma tela de 7.7 polegadas – a primeira AMOLED em um tablet. A resolução é de 1280×800 pixels, a mesma dos irmãos maiores de 8.9 e 10.1 polegadas.

Ao contrário de seu antecessor, que rodava uma versão do Android destinada a celulares, o Tab 7.7 roda o Android 3.2 Honeycomb. E assim como no restante da linha Galaxy Tab, vem com a interface TouchWiz.

Eu particularmente acho 7 polegadas pouco para um tablet, mas muita gente os prefere pela portabilidade.

E nesse quesito o Galaxy Tab 7.7 promete ir bem: Por enquanto, é o tablet mais fino do mercado, com 7.9 milimetros de espessura, sendo quase tão fino quanto um iPod touch e mais fino que o Amazon Kindle. Ele também é bastante leve, com apenas 335 gramas.

O Tab 7.7 virá em versões de 16, 32 e 64GB, mas não tem preço ou data de lançamento definidas.

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China quer capturar um asteroide, colocá-lo em órbita instável em torna da Terra e minerá-lo. O quê poderia dar errado?

Por em 1 de setembro de 2011

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O projeto existe faz tempo na ficção científica, mas agora está sendo levado a sério, ao menos por Hexi Baoyin, Yang Chen e Junfeng Li, do Departamento de Engenharia Aeroespacial da Universidade Tsinghua, na China. Em  um paper publicado recentemente detalham em 27 páginas a viabilidade de capturar um NEO – Near Earth Object – e usá-lo como fonte de matéria-prima.

O NEO escolhido (não este) teria sua velocidade altera com o uso de velas solares, explosões nucleares ou propulsores iônicos e seria capturado pela gravidade terrestre. (Gravity is a bitch – Kilowog) Estacionado em uma órbita duas vezes mais distante que a Lua, seus recursos minerais seriam explorados durante vários anos, até que a pequena diferença de velocidade angular se acumulasse e o asteroide fosse ejetado, seguindo para longe do planeta. Em teoria.

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emCiência

DICE diz porque não poderemos atirar em civis no Battlefield 3

Por em 1 de setembro de 2011

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Todos nós sabemos que em guerras reais coisas abomináveis acontecem e poucos foram os jogos que se arriscaram a reproduzir tais atos. Ao fazer isso as produtoras podem chamar a atenção para seus títulos de maneira negativa e ao ser questionado sobre o motivo pelo qual não teremos ataques contra pessoas desarmadas no Battlefield 3, o produtor executivo do game, Patrick Bach, deu uma explicação bem interessante.

Os jogos estão onde os filmes estavam nas décadas de 30 e 40, quando passaram de um espetáculo técnico para ‘ei, espere um minuto, nós podemos usar isso para contar algo, ser político’ e coisas desses tipo. Penso que estejamos pertos de ver coisas como essa.

Se você coloca o jogador diante da opção dele poder fazer coisas boas ou más, ele fará coisas más, irá para o lado escuro – porque as pessoas pensam que é legal ser perversos, elas não serão pegas… Em um jogo que é mais autêntico, em que você tem uma armas nas mãos e uma criança na sua frente, o que poderia acontecer? Bem, o jogador provavelmente atirará na criança.

Nós seríamos aqueles considerados culpados. Temos que construir nossa experiência, então não colocaremos o jogador numa experiência onde poderão fazer coisas más.

Eu nunca havia pensando desta maneira, mas é mesmo curioso o fato de que se o jogador opta por massacrar civis num aeroporto, mesmo estando num contexto, a culpa recaia nas costas da desenvolvedora. Tudo bem que um jogo não deva servir para medir o caráter de ninguém, mas embora os criadores coloquem a arma nas nossas mãos, somos nós os responsáveis por puxar o gatilho e talvez o que falte mesmo aos games seja o amadurecimento, assim como já aconteceu com o cinema.

[via Rock, Paper, Shotgun]

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