Digital Drops Blog de Brinquedo

A Vida Imita a Arte: Fuzileiros dos EUA usando robôs para treinamento de tiro

Por em 30 de setembro de 2011

A cena acima é da série Caprica, que infelizmente teve vida curta. Nela vemos o início da raça cilônia, surgida de um projeto militar de robôs de combate. Em um momento clássico o protótipo é demonstrado em um campo de tiro dizimando robôs-alvo.

A idéia é excelente, uma área onde o treinamento de tiro é sempre deficiente é quando lidamos com situações envolvendo pessoas em movimento. Acertar alvos parados é fácil, quando eles se movem tudo complica, ainda mais se houver uma boa distância envolvida. Stands virtuais com armas simuladas são usados, bem como alvos em trilhos, mas até agora não havia uma solução que imitasse movimentação de pessoas. Até agora.

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emHardware

Criador do Braid diz que não vale a pena ter próximo jogo nos consoles

Por em 30 de setembro de 2011

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Muitas pessoas que gostaram do Braid aguardam com grande ansiedade a próxima criação de Jonathan Blow, mas a má notícia para aqueles que esperavam uma versão para o Playstation 3 ou Xbox 360 é que o game designer revelou que o hardware defasado dos consoles fez com que sua equipe desistisse da conversão do The Witness.

Gostamos do 360 e do PS3, mas as suas especificações já tem mais de cinco anos e em se tratando de computação isso é muito tempo. O tipo de truques que temos que fazer para ter esse jogo funcionando nessas plataformas dá tanto trabalho que neste ponto não vale a pena para nós fazer isso.

Para esse tipo de jogo eu gostaria que a nova geração de consoles já tivesse sido lançada, mesmo que isso significasse apenas processadores gráficos mais rápidos e mais memória RAM, porque ter mais memória poderia fazer uma enorme diferença em trazer um jogo assim para os consoles.

Agora, quer saber o que deixa o comentário de Blow ainda mais surpreendente? O fato de que além do PC há uma versão prometida para o iPad, o que segundo ele será possível porque até o lançamento do jogo, daqui há mais ou menos um ano e meio, uma versão mais poderosa do tablet já deverá estar no mercado. Ele também não descarta que o jogo apareça no Wii U, mas isso dependerá da quantidade de memória que o console da Nintendo terá.

[via VG247]

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Nintendo 3DS alcança 5 milhões de consoles durante festa de aniversário do N64

Por em 30 de setembro de 2011
Nintendo 64 Logo

“Get N, or get Out!”: quinta geração, a popularização dos jogos tridimensionais!

Um dos melhores consoles que o tio Laguna já teve fez aniversário ontem: era o Nintendo 64, que há exatos 15 anos seria lançado no mercado norte-americano.

Tal console debutante da Nintendo foi o último grande console cuja mídia física dos jogos eram os cartuchos, também chamados de “fitas”: se o jogo não ‘pegava’, sempre tinha um que soprava os contatos e hoje sabemos que tal atitude poderia piorar a situação! :lol:

Utilizar cartuchos no Nintendo 64 foi basicamente o calcanhar de Aquiles da empresa na quinta geração de consoles: o belo hardware Ultra 64 bits infelizmente representou a queda da Nintendo daquele posto de maior empresa no ramo dos jogos eletrônicos, conquistado com o NES e o Super Nintendo…
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One Less Thing: iPad Made in Brazil da Foxconn

Por em 30 de setembro de 2011

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Quando surgiu o boato de que a Apple fabricaria iPads no Brasil através da Foxconn todo mundo adorou. O Custo-Brasil é bem alto mas o Custo de Impostos para Impedir que Produtos Decentes de Fora Cheguem ao Mercado é maior ainda. Um iPad brazuca sairia bem mais barato que o importado, aproveitaria as isenções fiscais do Governo Federal para tablets e geraria empregos e expertise.

O BNDES como sempre entraria com um empréstimo para a ampliação das fábricas (ele existe pra isso) e atualização das linhas de montagem. Seriam 100 mil funcionários, dos quais 20 mil engenheiros.

Perfeito, isso foi anunciado em Abril, durante visita da Dilma à China.

De lá pra cá a lua de mel acabou, gente do Governo diz que a Foxconn está fazendo “exigências loucas”, como isenções fiscais e tratamento especial. A data de início de produção foi adiada de Julho para Novembro. A Foxconn por sua vez diz que está com problemas sérios em achar mão-de-obra qualificada.

A Folha de S. Paulo soltou a bomba de que o BNDES está pensando em dar pra trás, e a Foxconn NÃO vai bancar US$12 bilhões do próprio bolso. A queda do crescimento econômico, de 7,5% em 2010 para 3,5%¨previstos pra 2011 também não trazem boas perspectivas para um produto premium como o iPad, e exportação por exportação, nossa mão-de-obra custa 4,5 vezes a mão-de-obra chinesa. Nossa iPad tem tudo para não ser competitivo lá fora.

O conceito de Tablet Popular do Governo é legal, meio utópico mas apela a meu lado geek, então gosto, mas SE vier a existir, não será o Positivo de MIU REAU, muito menos o iPad de R$1500,00. O valor viável é R$500,00 com o Governo arcando 50%. Fora isso continua brinquedinho de classe média.

A palavra final, soando algo desiludida é do Ministro Aloízio Mercadante, que em entrevista concluiu:

“Talvez comecemos com alguma coisa menor”

Fonte: Reuters, tuaw

emApple e Mac

Ospreys Tunados, o Resgate do Fuzileiro Ryan e o Apocalipse Digital

Por em 30 de setembro de 2011

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Em Junho do ano passado um helicóptero levando um grupo de 32 fuzileiros de forças especiais sofreu uma pane durante uma tempestade de areia no Afeganistão. Fizeram um pouso forçado perto de Kunduz, que é a forma abreviada do nome da região, Kunduz do Mundo.

Pra piorar era uma chamada “Zona de Pouso Quente”, o que significava que estavam cercados de talibãs atirando com AK-47s e morteiros. A base mais próxima ficava a 650Km de distância. O helicóptero mais rápido do mundo fora o Águia de Fogo é o Sikorsky X2, um modelo experimental que atinge 400Km/h. Mesmo que estivesse disponível não tem espaço para levar 32 pessoas.

Um helicóptero como o Blackhawk tem capacidade para transportar bastante gente, mas só consegue atingir 295Km/h. Mesmo que fosse mais rápido teria que fazer uma trajetória tortuosa entre as montanhas que separavam a base dos fuzileiros, que viam o tempo e a munição se esgotando.

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emHardware Indústria

Nikon diz se arrepender de comentário no Facebook

Por em 30 de setembro de 2011

A bagunça toda começou no dia de ontem quando a Nikon colocou em sua página oficial no Facebook um comentário que não foi muito bem aceito até por quem se utiliza das câmeras da empresa. Em uma tradução livre o que foi postado foi o seguinte:

“Um fotógrafo é apenas tão bom quanto o equipamento que ele usa, e boas lentes são essenciais para fazer uma boa fotografia. Alguns de nossos fãs no facebook usam qualquer de nossas lentes Nikkor? Qual a sua favorita e em que situações vocês às usam?”

Eu até entendo a intenção do comentário de elevar a qualidade das lentes Nikkor e dos equipamentos fotográficos da Nikon, mas o teor da primeira parte do comentário não foi muito bem aceita pelos usuários do facebook e gerou mais de 3 mil comentários na nota (a maioria de reprovação) transformando o fato no assunto do dia em fóruns de fotografia e listas de discussão. Esse é mais um fato que demonstra como grandes empresas ainda não entendem direito como as redes sociais funcionam. Eles simplesmente bateram em um dos pilares do ensino de fotografia. Não importa a sua câmera e sim o seu olhar.

Óbvio que eles entenderam a burrada e um pedido de desculpas foi ao ar hoje. A nota de desculpas publicada pela Nikon está logo abaixo:

“Sabemos que alguns de vocês se ofenderam com o último post, e pedimos desculpas, pois não era o nosso objetivo de insultar qualquer um dos nossos amigos. Nossa declaração era para ser interpretado que o equipamento certo pode ajudá-lo a capturar imagens surpreendentes. Nós apreciamos a paixão que vocês têm para a fotografia e seu equipamento, e saber que uma grande imagem é possível a qualquer hora e em qualquer lugar.”

Sinceramente, eu não vi muita diferença entre o que foi afirmado antes e o que foi dito no pedido de desculpas, mas não podemos esquecer que estamos falando de uma fábrica de equipamentos fotográficos. Para eles o que importa são pixels, lentes, sensores e outros pontos tecnológicos do equipamento. A arte e o olhar são secundários. Mas, que pegou mal isso não tem dúvidas.

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Para Activision rede social nos jogos se tornará padrão

Por em 30 de setembro de 2011

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Durante muito tempo especulou-se na indústria que a Activision lançaria um Call of Duty focado nas partidas multiplayer e que exigiria o pagamento de uma mensalidade. O rumor não se concretizou, mas a empresa estava sim trabalhando numa maneira de lucrar mais um pouco com a franquia e isso acontecerá através do CoD Elite, uma espécie de rede social que permitirá aos usuários se comunicarem, gerenciar clãs e ter acesso as estatísticas avançadas de sua partidas.

A ideia é muito legal, mas algumas pessoas não gostaram de saber que a rede só poderá ser aproveitada em sua plenitude se pagarmos uma mensalidade, mas de acordo com Jamie Berger, vice presidente da área digital da Activision, em breve serviços como esse serão obrigatórios para os jogos.

Acreditamos que estratégias de serviços em tempo integral que aumentem a experiência para além de apenas jogar se tornarão uma necessidade. No momento são uma opção, mas entre três ou cinco anos não serão mais. Para suportar uma base de jogadores diversificada você precisa ter serviços e uma contínua estratégia de conteúdo. Não vejo como os jogos funcionarão sem isso.

Elite é sobre o Call of Duty se tornar maior do que nunca pelos próximos cinco anos e no momento estamos preparando a base para que isso aconteça.

Muito do que o Elite propõe, como as estatísticas, compartilhamento de screenshots, vídeos e a facilidade de organizarmos partidas já pode ser visto numa grande quantidade de jogos, como a série Halo, o serviço Autolog criado pela Electronic Arts ou o segundo Uncharted, porém, o que me incomoda é a ideia das empresas cobrarem por isso. Quer dizer, é justo elas tentarem ganhar um pouco mais e se haverá uma mensalidade é porque existem pessoas dispostas a pagar, mas o preço dos lançamentos já é tão alto e se o Elite cair no gosto do público, o que provavelmente acontecerá, podem esperar que outras empresas sigam o (mau) exemplo.

[via VG247]

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