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Digital Drops Blog de Brinquedo

Fujitsu sai na frente e lança o primeiro WP7 Mango

Por em 27 de julho de 2011

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Por essa pouca gente esperava.

Enquanto os olhos do mundo se concentravam em outras marcas, a japonesa Fujitsu/Toshiba pulou na frente e anunciou hoje o IS12T, o primeiro smartphone oficial finalmente a rodar o WP7.

A empresa diz que o smart é à prova d’água (provavelmente quiseram dizer resistente à água, não?), roda um processador de 1Ghz e já estará à disposição do mercado a partir de Setembro ainda deste ano, com preços variando entre U$ 378 e U$ 505 obamas.

Espaço de 32GB internos, expansão, câmera de 13.2mp com auto-foco, Bluetooth 2.1 + EDR e WiFi.

 

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Mais uma prisão de um membro do LulzSec. Anon promove boicote legal contra o PayPal

Por em 27 de julho de 2011

A polícia Britânica anunciou hoje mais uma prisão relacionada ao grupo conhecido como LulzSec.

Desta vez foi um jovem de 19 anos que foi reconhecido como uma espécie de porta-voz para o grupo e que assumiu a particpação em diversos ataques a agencias governamentais e empresas.

Em uma nota pública, a polícia informou que ele era conhecido online como ‘Topiary‘ e que ele foi preso durante uma busca nas Ilhas Shetland, pequeno arquipélago ao norte da costa da Escócia.

Em seu feed no Twitter, ele escreveu “Você não pode prender uma idéia”, apenas dois dias após as autoridades anunciarem prisões e blitzes de mais de uma dúzia de pessoas nos EUA, RU e Holanda.

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'mensagem do Anon, ameaçando até o Twitter dizendo que são 'os próximos da lista' por terem censurado pontualmente discussões que envolviam o hashtag #WikiLeaks'

Em resposta de retaliação às prisões de 14 pessoas pelo mundo, o Anon tomou uma medida nada comum e convocou apoiadores e simpatizantes a romperem qualquer laço com o PayPal (?), pedindo que os internautas publiquem no twitter screenshots mostrando o cancelamento de suas contas, apoiando-os em sua crítica em relação à sua postura diante da empresa durante o caso WikiLeaks.

Em uma carta publicada online no PasteBin, o grupo pede à todos os usuários que tiverem contas no PayPal que se descadastrem, por conta da postura da empresa de trabalhar voluntariamente com o FBI e, de alguma forma, colaborar para o rastreio de membros direta ou indiretamente envolvidos na causa AntiSec.

“Eles não merecem seu negócio; (…) não merecem os clientes que tem; e também não merecem o seu respeito”, diz um trecho da carta que entre outras coisas, ainda penaliza o PayPal por atuar contra o WikiLeaks e que ainda mantem retidos os fundos destinados à organização.

As ações do PayPal caíram e depois razoavelmente se recuperaram.

emInternet Meio Bit

Conheça o jogo oficial da Stock Car brasileira

Por em 27 de julho de 2011

Falar sobre a indústria de games no Brasil normalmente se resume a darmos notícias sobre a venda de consoles ou a vinda de alguma grande companhia estrangeira para o país e por isso temos que comemorar quando algum estúdio local está envolvido na criação de um jogo aparentemente de alta qualidade.

Baseado na temporada passada da principal categoria do automobilismo brasileiro, Game Stock Car é um título da Reiza Studios, empresa situada na cidade de Londrina no Paraná, e que trará 37 pilotos que disputarão o campeonato correndo em 10 pistas que segundo os responsáveis foram “meticulosamente modeladas.” Permitindo ajustes mecânicos e na inteligência artificial dos competidores controlados pelo computador, o jogo trará ainda um sistema dinâmico de meteorologia e diversos modos de jogos, incluindo treinos livres.

Tendo levado um ano e meio para ser criado, o título utiliza uma engine alemã e graças ao acesso da Reiza às equipes, a promessa é de que encontraremos nele a maior fidelidade possível, permitindo disputas entre até 34 pessoas localmente ou através da internet.

Exclusivo para PC, o jogo é distribuído pela NC Games e tem o valor sugerido de R$ 49,90, tornando-o bastante acessível. Abaixo você encontra a configuração necessária para jogar, algumas fotos e dois trailers, ambos mostrando uma volta no circuito de Interlagos, sendo que o segundo faz uma comparação entre o real e o virtual.

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emComputadores Games

Xperia Arc: vale a pena?

Por em 27 de julho de 2011

Então… depois de ler e reler por aí todos os dados técnicos do Sony Ericsson Xperia Arc, decidi trocar o bom e velho Motorola Milestone.

Analisando as características técnicas, a troca parecia ser um bom negócio: uma CPU Cortex A8 de 600MHz por uma já conhecida (mas ainda respeitável) Snapdragon de 1GHz. A tela, apesar de manter a mesma resolução (854 x 480 pixels), teria meia polegada a mais! Uma câmera decente, um microfone extra usado para cancelamento de ruídos e o Android 2.3 já de fábrica pareciam a cereja do bolo.

Tudo perfeito? Se não fosse o preço… R$ 1.699,00? Caro, muito caro. Mesmo assim, o design (8,7mm… 8,7mm!) e a predileção pela marca falaram mais alto.

Depois de uma semana, posso garantir que a Sony Ericsson está no caminho certo: o equipamento é bonito, elegante e bastante rápido. Mas não deixa de ter seus probleminhas.

Primeiro ponto: a câmera. A qualidade da imagem é muito boa, graças ao sensor Exmor R, de 8MP e retroiluminado. Vejam dois exemplos ao ar livre (ei, Gilson, não sou profissional, hein!).

Fazendo coro a dezenas de outras análises, também achei o botão de disparo muito próximo da borda, dificultando uma foto “firme”, sem a famigerada “tremida”. Mas tudo é questão de treino (e o reconhecimento de sorrisos ajuda bastante: já viu foto para Facebook com o sujeito sério?). A posição do sensor (e da lente), também muito próximos da borda da câmera, são outro ponto negativo.

Eu até entendo que a engenharia da Sony não devesse ter muita opção de lugar, se quisesse manter o equipamento “delgado” como é. Mas que ficou incômodo, ficou.

A gravação de vídeo, em 720p, é bem razoável para um celular e apesar da concorrência já disponibilizar 1080p, não vejo como um grande diferencial.

A tela é um caso a parte: certamente, o melhor LCD que já vi. É muito nítida e o ângulo de visualização é excelente mesmo ao ar livre, graças ao “Bravia Mobile Engine”. No entanto, por mais que tenha tentado (usando, inclusive, o widgetsoid) foi impossível ativar o “brilho automático”. Por conta disso, em ambientes fechados ou à noite, o brilho excessivo incomoda e é preciso ajustar manualmente.

Outro compromisso entre funcionalidade e design foi a localização do conector para fones de ouvido: na lateral do aparelho. Vai colocá-lo no bolso enquanto escuta suas músicas prediletas? Boa sorte.

Aliás, no quesito áudio, quando se recebe uma chamada enquanto se ouve alguma música, há um ruído durante a comutação. Pude perceber nitidamente durante três chamadas.

A carcaça do Arc é muito, muito, muito bonita. No entanto, é plástica… e muito fina. Conversando com alguns amigos, chegamos à conclusão de que seria impossível para a Sony fabricar um equipamento assim com outro material e, portanto, foi uma escolha de projeto. Mas é preciso cuidado redobrado para não deixá-lo cair e perder todo o seu investimento.

Para quem tinha um Milestone, é de se estranhar a “pegada”. A parte traseira é muito lisa e a gordura dos dedos logo se acumula. É preciso usar um paninho fino ou uma mecha de algodão diariamente.

Vale notar que, seguindo a tendência mundial, o conector mini-USB está presente e você pode utilizar outros carregadores que não os da Sony Ericsson.

A interface “Timescape”, que centraliza mensagens, Facebook, Twitter e afins é bem bacana. Nada fora do comum, mas é um visual que faz sucesso.

Algo que faz falta é um bom programa de GPS. Apesar do onipresente Google Maps, um “GPS de verdade” viria bem a calhar… e eis que, ao conectar o aparelho ao computador, via USB, o “Sony Ericsson PC Companion” é instalado automaticamente e dá a opção de se baixar o Wisepilot. Não é um programa ruim, mas o iGo é muito superior.

Depois de tudo isso, fica a pergunta: “Vale a pena?”. A resposta, como quase tudo na vida, é “depende”. Se você for fã da marca e quiser um aparelho que simbolize um certo status, mas sem abrir mão da velocidade e das funcionalidades do Gingerbread, o Arc é a escolha certa.

Mas se você é um “early adopter” e já está de olho nos novos “dual core” que estão aparecendo, então, junte mais alguns caraminguás e escolha outra marca.

No entanto, uma coisa é certa: o Arc tem ótimas qualidades e é um aparelho acima da média.

emAnálise Celular Meio Bit Opinião

Square acredita em gráficos muito melhores na próxima geração

Por em 27 de julho de 2011

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Ah, vamos ser sinceros, esse papo de próxima geração já encheu, não acha? A cada semana um executivo aparece fazendo previsões completamente diferentes daquelas feitas por outro há alguns dias e o fato é que a maioria de nós ainda tem um milhão de jogos dos consoles atuais para jogar, então se os novos aparelhos demorassem mais duzentos anos para chegar, provavelmente não conseguiríamos aproveitar nem o que já temos em casa.

Bom, mas como eu preciso mantê-los informados, vamos abrir espaço para a opinião de Julien Merceron, diretor global de tecnologia da Square Enix:

Acho que iremos ver um grande salto nos gráficos. Em termos de tecnologia, penso que iremos ver os desenvolvedores tirando vantagem da renderização baseada na física e da iluminação baseada na física. Acho que as pessoas aproveitarão a iluminação global ou pelo menos alguma forma de aproximação da iluminação global, então isso pode te um impacto significativo na qualidade dos gráficos.

Isso permitirá novas formas de direção de arte, mas também possibilitará uma convergência mais profunda entre várias mídias – tornando possível o compartilhamento de custos entre os filmes, séries de TV e jogos. Isso quer dizer que quando estiver fazendo um desenho ou um filmes animado, poderá pensar em uma direção artística para o jogo que poderá ficar bem parecido.

Bastante interessante, mas se uns afirmam que os próximos consoles não serão muito diferentes dos atuais e outros tentam nos vender a ideia de que eles serão consideravelmente mais poderosos, quem está com a razão?

Quer saber? Acho que vou me mudar para uma ilha deserta (onde não exista internet) levando todos os meus jogos, dessa e das gerações passadas e quando terminar todos eles eu volto, aí vocês me contam o que aconteceu, fechado?

[via Videogamer]

emIndústria

Cala-de-pau master: China kiba um trem inteiro

Por em 27 de julho de 2011

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No dia 24 de Julho um trem-bala que ligava Zhuhai a Guangzhou, na China, sofreu um acidente indesculpável. Uma perda de energia ocasionada por um raio, segundo as autoridades (eu acho que foi ráquer, ou labirintite) fez com que uma composição ficasse parada em uma ponte. O trem que vinha atrás não foi avisado, ou não teve tempo de parar e escacetou-se na traseira do outro, derrubando vários vagões de passageiros e matando pelo menos 39 pessoas.

Os fóruns locais estão apinhados de denúncias, as acusações de incompetência, corrupção e má-qualidade dos trens se acumulam.

Não são novidade. O CRH2 é (seria) um trem feito 100% com propriedade intelectual chinesa, orgulho nacional, bla bla bla. Da última vez que falaram isso foi em 2009, quando descobriu-se que o trem 100% chinês havia sido projetado pela Siemens alemã e a Alstom francesa, e que os chineses haviam violado os acordos e estavam exportando os veículos.

A bola da vez é a japonesa Kawasaki, que começou uma parceria com a China, para construção de trens, mas foi expulsa do país. A China disse que tinha know-how para projetar seus próprios trens, bons o suficientes para exportar até pro Japão.

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emHardware

[App do Dia] Visualizador de moléculas para iPad

Por em 27 de julho de 2011

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Uma das imagens mais impressionantes de 2009 foi divulgada pela IBM. Produzida por um time de cientistas encabeçado por Leo Gross, a foto –se é que podemos chamar assim- utilizou um microscópio de tunelamento, nos laboratórios da empresa na Suíça. O resultado foi a primeira imagem nítida de uma molécula complexa, no caso Pentaceno, um hidrocarboneto composto de 5 anéis de Benzeno.

A imagem é impressionantemente próxima do modelo visual clássico ensinado nas escolas, é quase como se a gente pegasse um avião e descobrisse que de cima os países têm cores diferentes e nomes escritos, vejam só:

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