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Digital Drops Blog de Brinquedo

Novo PSP deverá se chamar PS Vita

Por em 30 de maio de 2011

Desde que foi oficialmente anunciado era evidente que o NGP (Next Generation Portable) não seria lançado com este nome e desde ontem circula pela internet o rumor de que o novo portátil da Sony irá se chamar PS Vita. A informação teria sido passada por uma fonte interna que não se identificou e a confirmação por parte da empresa só deverá acontecer na próxima segunda-feira, dia 6 de junho, quando a empresa realizará sua conferência na E3.

E para reforçar o boato, uma imagem de um suposto folder que será distribuído na feira mostra uma foto do aparelho já com o novo nome e não podemos esquecer que mesmo antes do projeto ser chamado de NGP, ele já vinha sendo conhecido pelos desenvolvedores como Vita (ou Veta), que em latim significa vida.

Pelo o que tenho lido nos comentários dos blogs e sites, a recepção dos jogadores está dividida, com alguns tendo gostado da escolha e outros preferindo que a companhia tivesse mantido o padrão, batizando-o apenas de PSP2, mas com o passar do tempo essas pessoas deverão se acostumar, assim como foi com o Saturn, com o Wii, com o Xbox e tantos outros. Particularmente gostei da escolha por achar uma palavra forte e principalmente por fugir do lugar comum, embora seja estranho ver a Sony lançar um videogame com nome tão diferente e fico pensando se o próximo console poderá seguir o mesmo caminho, não se chamando apenas Playstation 4.

dori_vita_30.05.11

[via Games Pundit]

emGames Portáteis Rumores

.NET e a água que o passarinho do Twitter não bebe

Por em 30 de maio de 2011

netcfbreathalyzer

A regra é clara: Se twittar não beba, se beber não twite. Problema é que nem todo mundo segue a regra e algumas pessoas abusam da jurisprudência e a utilizam como imunidade diplomática, soltando um “tô beudo” no twitter para depois abrir o verbo, e no dia seguinte justificar o suquinho do diabo como fonte de todos os males.

O ideal seria uma forma de auditar os bebedores tuiteiros, para saber se o sujeito está apenas fingindo, levemente alcoolizado ou realmente amando. A mando do capeta.

SEUS PROBLEMAS ACABARAM! continue lendo

emComputação móvel Hardware Meio Bit Open-Source

Mapa é criado com as mortes no Just Cause 2

Por em 30 de maio de 2011

Quando joguei o Just Cause pela primeira vez, no Xbox 360 de um amigo, a impressão que ele me passou não foi das melhores. Apesar dos gráficos muito bonitos, o jogo me pareceu um GTA genérico e ver o personagem pular de um avião e não morrer ao bater no chão me fez acreditar que o mínimo de realismo é necessário para um personagem sem superpoderes, caso contrário a experiência pode se transformar numa grande piada.

Veio então o anúncio de que uma sequência seria lançada e não prestei a menor atenção para o jogo, até que resolvi dar uma chance à sua demo e me surpreendi com o potencial de diversão que o Just Cause 2 podia proporcionar. O protagonista continuava sendo o mesmo Rambo dos trópicos, mas dessa vez com uma pitada de Homem-Aranha, aniquilando centenas de inimigos enquanto pulava daqui para ali com o auxílio de um gancho bastante mentiroso, porém, como era prazeroso causar o caos dentro do game.

Agora, mesmo que você ainda não o tenha jogado (como eu, está lá no Steam esperando), dê uma olhada no fantástico vídeo abaixo. Ele foi criado com um ponto sendo colocado em cada lugar que alguém morreu, mas não com qualquer tipo de morte. O gerente de operações online da produtora, Jim Blackhurst, levou em consideração “apenas” as 11.3 milhões de mortes por impacto com o solo ou contra objetos e o resultado é impressionante, não só visualmente, mas também por mostrar o nível de controle que a empresa possui sobre o jogo.

Sempre achei muito legal esse tipo de informação sobre um determinado título, algo que a Valve domina há tempos, e quando o JC2 completou seis meses de vida, a Avalanche Studios já havia liberado um gráfico trazendo um monte de detalhes sobre o jogo e além de serem curiosos para nós, esses dados servem para fazer com que as próximas criações deles sejam melhores e estejam de acordo com o gosto do consumidor.

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emComputadores Microsoft Sony Vídeos

[Atualizado] ASUS Padfone permite acoplar smartphone num tablet

Por em 30 de maio de 2011

Acabou o mistério — ou, pelo menos, parte dele.

O Pocketnow conseguiu e publicou, com exclusividade, imagens bem claras e distinguíveis do ASUS Padfone, aquele de quem, até a semana passada, só tínhamos fotos da silhueta e escondido na sombra.

Embora ainda não se saiba como a mistura de tablet e smartphone funcionará, nem as especificações técnicas do(s) aparelho(s), uma coisa é certa: trata-se, mesmo, de um smartphone que se acopla ao tablet. Numa analogia um pouco grosseira, mas ainda válida, do ponto de vista visual e mecânico o que o Padfone faz é mais ou menos o que rola entre Atrix e Lapdock, da Motorola. continue lendo

emCelular Computação móvel Hardware Meio Bit Mercado Mobile

O despertador mais caro (e um dos mais eficientes) do mundo

Por em 30 de maio de 2011

Levando a máxima de que “tempo é dinheiro” às últimas consequências, alguém muito criativo (e, provavelmente, preguiçoso) criou um projeto-conceito do que tem tudo para ser o despertador mais eficiente do mundo. Dependendo da sua (in)disciplina em acordar na hora certa, ele pode se tornar o mais caro, também.

A engenhoca, em vez de ficar tocando em loop infinito uma musiquinha chata ou sair correndo pelo quarto, duas táticas recorrentes, porém irritantes, apela para uma abordagem mais… discreta, mas tão ou até mais eficiente. Se após tocar o alarme o dono não acorda, uma cédula previamente inserida dentro do despertador começa a ser… triturada! continue lendo

emMeio Bit Miscelâneas

Computadores da II Guerra Mundial reconstruídos na Inglaterra

Por em 30 de maio de 2011
Tunny

Clique na imagem para assistir ao Vídeo (fonte: BBC Tech News)

Engenheiros de Bletchley Park em Buckinghamshire (RU) reconstruíram os Tunny, super computadores utilizados para crackear códigos em mensagens secretas dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

As réplicas, agora totalmente funcionais, foram refeitas a partir de manuais antigos do projeto que foram descartados.

Os Tunny foram responsáveis por quebrar a cifra de Lorenz no auge da guerra. Os códigos eram roto-cifrados a partir de uma espécie de teletipo artesanal, os Lorenz SZ40, SZ42A e SZ42B, também conhecidos como “Fish”. continue lendo

emCiência Meio Bit Miscelâneas

Livro Retratos de Luiz Garrido

Por em 29 de maio de 2011

Na Photo Image Brazil do ano passado o estande da iPhoto Editora estava uma verdadeira badalação. Muita gente legal ministrando palestras, responde a dúvidas e divulgando os materiais que estavam a venda. Um deles foi o Luiz Garrido que estava lá para falar do futuro lançamento do seu livro e de algumas histórias sobre os personagens que já havia fotografado. Essa pequena prévia foi suficiente para contagiar os presentes e muitos compraram a obra em seu pré-lançamento. Agora, depois de longos meses de espera, tenho em minhas mãos o livro Retratos – Técnica, Composição e Direção.

Existem duas maneiras de encarar esse livro. A primeira é como uma coletânea de memórias de Luiz Garrido e sua relação com a fotografia e os personagens que ele retratou. Acho muito proveitoso para os jovens fotógrafos que estão iniciando na profissão saber como um dos grandes retratistas do Brasil começou a fotografar. As motivações, as dificuldades a relação com a arte fotográfica. Temos tudo isso logo em um capítulo introdutório chamado simplesmente de “A história da minha história” onde através de uma leitura simples e envolvente nos preparamos para o que vamos encontrar no resto do livro. Óbvio que a parte principal do livro é quando o autor fala de seus personagens. São 24 personagens escolhidos e cada um ocupa um capítulo do livro. Dentro desses capítulos Luiz Garrido mostra as dificuldades e soluções que levaram a composição daquele retrato. Lembrando que o sucesso do fotógrafo como um retratista se deve ao fato de conseguir transmitir para a foto um pouco da personalidade do personagem retratado.

Muito justo que o livro comece com a Rogéria, não apenas por conta do teor artístico, mas também porque foi uma foto que causou polêmica alguns anos atrás quando a imagem foi proibida de participar de uma exposição no Congresso Nacional por conta da alegada desculpa da moral e dos bons costumes. Outra história que vale a pena de ver é sobre a foto da Isadora Ribeiro onde vemos quando os problemas podem vir a atrapalhar uma boa sessão de fotos e como é necessário que o fotógrafo tenha um bom jogo de cintura. Outra história engraçada é sobre a foto de Ziraldo, o pai do Menino Maluquinho. Aliás, uma constante em todas as histórias é a questão do fotógrafo perante a pessoa a ser retratada. Como chegar a uma celebridade e levar ela a posar da maneira que você a vê? Sim, é complicado. Por isso que parte do serviço do fotógrafo de retrato é ser comunicativo e saber explicar a pessoa a sua visão e como você o quer representar. Também encontramos no livro as histórias dos retratos de Jô Soares, Lula, Ferreira Gullar, ACM, Maitê Proença e muitos outros.

A segunda maneira de encararmos o livro é como um grande manual de como fazer fotografias de retrato. Ao longo de todo o livro temos a indicação do que o fotógrafo usa como equipamento e como fontes de luz. Incrível notar como tudo aqui é muito simples. Claro que alguns dos retratos foram feitos com filme e câmeras mecânicas, mas o próprio Garrido nos afirma que usa constantemente um jogo de apenas três lentes e uma fonte de luz para a maioria dos retratos. Uma boa indicação para quem acha que é necessário uma tonelada de equipamentos. Na segunda parte do livro temos os capítulos práticos, sendo que um deles é dedicado a confecção de retratos de beleza. Temos modelos e esquemas de luz nessa parte, além de mostrar a importância da equipe para a realização do trabalho (fotógrafo, maquiador e produtor). O próximo capitulo trata da Edição de Retratos e fechamos o pacote com um capitulo sobre equipamentos.

Para minha surpresa o livro acompanha um DVD onde temos uma representação visual dos capítulos técnicos do livro. Temos uma entrevista, onde Garrido conta um pouco de sua trajetória e como começou na fotografia e temos a montagem completa dos ensaios descritos no livro. Tanto equipamentos quanto esquemas de luz são mostrados na prática para o espectador. Ver um grande fotógrafo trabalhando na prática, mesmo que por apenas 40 minutos, é suficiente para enriquecer os seus conhecimentos e colocar novas idéias e possibilidades em sua cabeça.

O livro é magnífico e a qualidade de impressão é muito legal. Papel de qualidade e capa dura. As fotos são em preto e branco, demonstrando o estilo do fotógrafo. Além de todo conteúdo escrito por ele ainda temos uma incrível introdução Milton Guran sobre a importância do retrato na história e na arte. Muito propício e válido para engrandecer ainda mais a obra.

O livro Retratos – Técnica, Composição e Direção de Luiz Garrido está a venda no site da iPhoto Editora e o valor do investimento é de R$ 129,00.

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