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Digital Drops Blog de Brinquedo

Vanillaware e o RPG com multiplayer sem limite de jogadores

Por em 1 de abril de 2011

A Vanillaware não é uma das mais conhecidas produtoras e os seus jogos talvez nãos sejam perfeitos, mas uma coisa não podemos deixar de dizer sobre eles, os caras são corajosos. Investir na criação de títulos em duas dimensões numa época onde os gráficos em 3D buscam o fotorrealismo não é algo que deva ser desprezado e o mais impressionante é o resultado que o estúdio tem alcançado em seus jogos. Quem viu o Odin Sphere ou o Muramasa em movimento provavelmente concorda que esses são dois dos mais belos jogos já criados em 2D e após terem alcançado uma certa relevância na indústria, eles acenam com uma nova criação.

Grand Knights History está curiosamente sendo desenvolvido para o PSP e não para o seu sucessor, garantindo assim uma sobrevida ao portátil da Sony, mas o seu grande diferencial e que tem chamado a atenção de todos é a promessa de que o seu multiplayer permitirá um  número infinito de jogadores. O diretor do game, Tomohiko Deguchi, não entrou em detalhes sobre como isso funcionará, limitando-se a dizer que o game se trata de um RPG de guerra onde os jogadores estarão em contato através da internet e que os modos online e offline estarão interligados. A explicação fica mais confusa quando ele afirma que não jogaremos sozinhos ou com nossos amigos, mas que estaremos conectados a outros jogadores durante as batalhas e a primeira ideia que me veio a cabeça foi o que a From Software fez no Demon’s Souls.

O ambicioso projeto que terá batalhas por turno está em desenvolvimento desde a conclusão do Muramasa e o seu lançamento deverá ocorrer já durante o verão do hemisfério norte, levando os gráficos e a rede do PSP ao limite. Será interessante ver como a Vanillaware se sairá com algo tão promissor e torçamos para que alguém decida publicá-lo no ocidente, que as vendas por aqui sejam boas e que os seus servidores permaneçam ligados por muito tempo.

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[via Andriasang]

emPortáteis Sony

Novo Leaker ameaça o futuro do Facebook

Por em 1 de abril de 2011

Todos adoram bombas. Desde que não explodam na nossa cara…

Foi exatamente o que aconteceu na primeira hora de hoje (1/Abril), em Washington, EUA. Medidas nada ortodoxas parecem iniciar um novo jeito do congresso americano de negociar a paz mundial. E que dia, pelo menos aqui no Brasil, para uma notícia como essa.

Em uma reunião mais do que duvidosa, congressistas afilhados do tio Sam anunciaram um novo fundo que será dividido entre as duas agências de segurança mais proeminentes daquele país: a CIA e o NSA. O foco? O Facebook. A fonte? Aí é que a história fica linda…

O responsável pelo vazamento dos detalhes e metas para os incríveis U$ 187 milhões de dólares é um jovem de apenas 17 anos de idade. Phineas Cunnt é o nome do líder de um pequeno gigantesco projeto chamado Drip Leaks, cujo mentor ideológico é ninguém menos que Daniel Domscheit-Berg em pessoa.

Se o nome não lhe chama atenção, Berg é um dos fundadores do CCC (The Caos Computer Club) de Berlim, ex-amigo de infância e ex-braço mecânico de Julian Assange.

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emInternet Meio Bit Web 2.0

Moon Diver é sequência espiritual do Strider

Por em 1 de abril de 2011

Eu seria capaz de apostar que todas as pessoas que tiveram um Mega Drive próximo ao seu lançamento tiveram o prazer de jogar um game chamado Strider. Lançado originalmente para os arcades e idealizado por Kouichi Yotsui, o jogo também apareceu no Nintendinho, mas nas versões caseiras ele brilhou mesmo no videogame de 16-bits da Sega e os seus maiores destaques estavam nos belos gráficos e na jogabilidade inovadora. A série curiosamente recebeu duas sequências chamadas Strider II, uma desenvolvida pela extinta U.S. Gold e outra pela própria Capcom, mas nenhuma das duas fez tanto sucesso quanto o primeiro.

Eis que para a surpresa dos fãs esta semana a Square Enix disponibilizou por US$ 14,99 na PSN o jogo Moon Diver, espécie de sucessor espiritual da saga de Strider Hiryu, que se não tem ligação com o enredo, não esconde as influências do antigo clássico na jogabilidade. Desenvolvido pela feelplus, estúdio criado pela Microsoft para ajudar a Mistwalker e que depois foi adquirido pela AQ Interactive, ao ver o trailer de divulgação fica fácil perceber as semelhanças, o que pode ser explicado pelo fato de que o seu diretor é o mesmo responsável pela criação do jogo daquele que já foi um dos maiores heróis da Capcom.

Além de uma grande quantidade de inimigos e chefes imensos, os personagens evoluem conforme avançamos pelos 12 estágios e o novo jogo conta com gráficos em 3D e a possibilidade de até quatro pessoas jogarem cooperativamente, seja online ou localmente. Esta última novidade no entanto achei um tanto desnecessária, já que o estilo do jogo, na minha opinião, dispensa a necessidade de mais jogadores na tela e para dizer a verdade, até pode transformar tudo numa grande bagunça.

Previsto para chegar a Xbox Live no próximo mês, é bom ver que os envolvidos pelo menos não mudaram muito da estrutura da sua fonte de inspiração.

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emMicrosoft Sony

Nintendo revela 3DS inspirado no Angry Birds

Por em 1 de abril de 2011

Desde fevereiro passado sabemos que a Rovio planejava levar a sua maior (e única) marca, o Angry Birds, para mais uma plataforma, mas depois de terem trocado farpas publicamente, a desenvolvedora finlandesa e a Nintendo fizeram as pazes e anunciaram que lançarão até o final do inverno deste ano no hemisfério norte uma edição especial do 3DS.

Batizado curiosamente de Bacon Edition, em clara alusão aos pobres suínos que devem ser aniquilados no violento jogo infanto-juvenil, o portátil virá com os passarinhos raivosos estampados na carcaça e uma memória flash interna com 16GB de capacidade que será toda ocupada com diversas variações do Angry Birds, incluindo uma onde deveremos usar os estilingues gigantes para arremessar cascos de tartaruga contra o maior ícone da empresa japonesa, que estará protegido por canos e já há quem diga que essa modificação foi mais uma maneira da Rovio cutucar a Nintendo.

Sobre a tal suspeita, Marjo Koppalinggs, vice-presidente geral de marketing, programação e design do estúdio garantiu que eles “nunca fariam tal brincadeira, principalmente em respeito aos problemas que a companhia de Kyoto encarou na geração passado e que ela só tende a crescer com a parceria” e afirmou também que “o Angry Birds será para o 3DS aquilo que o Tetris foi para o Game Boy, ou seja, o motivo inicial do seu sucesso.

Fiquei com a sensação de que talvez o executivo tenha perdido a chance de ficar quietinho, pois parece nem com tamanha oportunidade o pessoal da Rovio consegue deixar a arrogância de lado.

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[via Rovio Hall of Justice]

emNintendo

Estudo diz que PS3 passou XBox 360

Por em 1 de abril de 2011

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De acordo com a firma de análise de mercado Strategy Analytics, aquilo que a Microsoft mais temia (creio eu) aconteceu, o PlayStation 3 se tornou o videogame com a segunda maior base instalada. Os dados da empresa apontam que enquanto o Wii segue isolado na liderança com 75,5 milhões de unidades vendidas, o videogame da Sony já conta com 43,4 milhões, deixando o XBox 360 em terceiro lugar com 42,9 milhões de consoles entregues. O estudo afirma que as baixas vendas na Europa e Ásia fizeram com que este perde-se a segunda posição mundial.

Enquanto o Kinect deu uma levantada na estratégia do XBox 360, a performance do console fora dos Estados Unidos continua desapontando. A demanda global pelo PS3 superou a do XBox 360 em cada um dos dois anos que se passaram e esperamos que continue assim com os anos que virão,” afirmou Jia Wu, analista da companhia e que encabeçou o estudo.

O interessante é que a previsão aponta que tanto o PlayStation 3, que deverá vender mais de 15,7 milhões de unidades até o final deste ano, quanto o XBox 360, que deverá aumentar sua base em 13,7 milhões, deverão diminuir a distância para o Wii, que não deverá chegar a 10 milhões de unidades vendidas. Esta seria a oportunidade ideal para ambas as plataformas começarem uma reação e segundo a opinião expressa no documento, o ideal seria que a Nintendo colocasse o sucessor do seu console no mercado em no máximo 12 meses.

[via Gamasutra.]

emIndústria Microsoft Nintendo Sony