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Digital Drops Blog de Brinquedo

LG Optimus 3D confirmado para a MWC 2011

Por em 1 de fevereiro de 2011
LG Optimus 3D.

LG Optimus 3D.

A última edição da CES foi praticamente dominada por smartphones e tablets, que ganharam um enorme destaque num evento de tecnologia que abrange uma vasta gama de produtos e soluções.

Tendo em vista que os dispositivos móveis são mesmo a bola da vez, esse destaque que  conquistaram por lá já era previsto. Surpreendente foi ver a LG figurando como vanguardista nessa área, onde nunca antes teve participação relevante. Se perguntássemos, antes do anúncio oficial do Optimus 2X, que fabricantes de smartphones teriam destaque na CES 2011, praticamente ninguém apostaria suas fichas na LG.

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As vantagens das Lojas de Aplicativos

Por em 1 de fevereiro de 2011

Na primeira semana de 2011 a Apple lançou mundialmente a sua loja de aplicativos para o Mac, nos mesmos moldes daquela que já existia no iPhone e no iPad. Como podia se prever o lançamento da loja foi um sucesso, tendo um volume de mais de um milhão de downloads no primeiro dia.

Mas porque será que essas lojas de aplicativos são tão populares e conseguem atingir um público tão grande?

Podemos dizer que o principal motivo está no fato de facilitarem a vida dos usuários ao simplificar as tarefas de comprar, instalar e desinstalar os aplicativos sem que para isso ele tenha que dominar conhecimentos avançados sobre o sistema operacional. Além disso, a atualização para as novas versões é feita automaticamente, coisa que dificilmente um usuário comum faria manualmente.

Por outro lado, temos também as vantagens para os desenvolvedores de aplicativos, principalmente os independentes e pequenas empresas, que de uma hora para a outra passaram a ter acesso à um enorme mercado consumidor sem ter que investir muitos recursos em divulgação.

A maioria das lojas cobra em média 30% de comissão sobre as vendas, o que pode parecer muito numa primeira análise. Mas quando você analisa melhor, descobre que neste valor estão inclusos os serviços de divulgação do aplicativo, acesso à um mercado potencial de milhões de usuários e o sistema de cobrança que automatiza todo o processo de pagamento. Aliás, a cobrança é um dos fatores mais complicados para uma empresa implantar no seu aplicativo, o que por si só justifica o valor da comissão.

E como o mercado potencial é muito grande, muitos desenvolvedores podem se dedicar exclusivamente a uma determinada plataforma, aumentando ainda mais a qualidade dos aplicativos disponíveis e obtendo lucro através da venda de milhares de programas cujo preço fica em torno de alguns dólares apenas. Isso pôde ser confirmado alguns dias após o lançamento da Mac App Store, quando os criadores do Pixelmator, um famoso editor de imagens concorrente do Photoshop, anunciaram que abandonariam as vendas diretas pelo seu site para focar exclusivamente na loja da Apple.

Hoje temos duas plataformas que dominam o mercado mobile: a App Store da Apple que está presente em todos os modelos de iPhone, iPod Touch e iPad e a Android Market, disponível em todos os aparelhos que rodam o sistema operacional do Google.

Mas elas não são as únicas, praticamente todos os outras empresas menores lançaram as suas próprias lojas de aplicativos após o sucesso que Apple obteve em 2008 com o lançamento do iPhone 3G.

A RIM, fabricante do Blackberry lançou a App World em Abril de 2009, oferecendo um mercado potencial para a venda de aplicativos voltados para o mercado corporativo. A Nokia não perdeu tempo e lançou a Ovi Store em Maio do mesmo ano, abrindo um mercado potencial de aproximadamente 675 milhões de dispositivos móveis dos mais diversos tipos, espalhados por praticamente todos os países do planeta.

Todas essas vantagens também estão presentes nas lojas de aplicativos web que oferecem uma forma rápida para o usuário encontrar aquilo que precisa. Um bom exemplo deste tipo de loja foi o lançamento da Chrome Web Store pelo Google, que em poucos dias recebeu milhares de visitas.

Aqui no Brasil também estão surgindo as primeiras iniciativas para a criação de lojas de aplicativos com soluções locais e em português. Um bom exemplo para esse caso é a Loja de aplicativos do UOL HOST, que oferece uma série de aplicativos voltados para empresas e pequenos negócios que precisam solucionar problemas específicos do seu ramo de atividade.

Utilizar uma loja de aplicativos facilita bastante a vida do usuário ao permitir que ele encontre facilmente o programa que deseja. Se você for um desenvolvedor, não perca tempo e aproveite a excelente oportunidade de ter o seu aplicativo comercializado numa loja de aplicativos e exposto a milhares de potenciais consumidores.

Este texto é fruto de uma parceria comercial do UOL com o Meio Bit, que cedeu espaço para a publicação de um post mensal com temas relacionados a produtos do UOL e ao mesmo tempo relevantes para o público do Meio Bit. Aceitamos sugestões de temas pelos comentários.

emMeio Bit

Os problemas ao lançar jogos do PS1 pela PSN

Por em 1 de fevereiro de 2011

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Existe uma parte da PS Store que julgo ser uma das melhores sacadas da Sony para esta geração, a venda digital de jogos do primeiro Playstation. Ter a possibilidade de rejogar ou conhecer antigos títulos do console que fizeram muito sucesso sem ter que pagar várias dezenas de dólares é algo incrível, além de ser algo que ajuda a manter a memória dos games. No entanto, os lançamentos por lá não costumam ser muito frequentes, mas para tentar explicar o motivo disso ocorrer, o blog oficial do Playstation publicou um excelente artigo.

Existem dois grandes obstáculos entre submeter um jogo para a emulação e sermos capazes de publicá-los: Não termos a liberação legal ou ele não passar no Controle de Qualidade (QA).

Primeiro, sobre a parte legal, alguns games possuem produtos de marca (como as roupas de um personagem) que não estão mais sob a licença dos proprietários da marca. Da mesma forma, alguns jogos possuem personagens emprestados de outras séries e as editoras não possuem mais direitos para usá-los ou músicas que foram licenciadas para um jogo e que novamente, as licenças expiraram.

O outro problema é falhar no QA devido a graves bugs, e quando digo bugs, estou falando de baratas gigantes. Vi diversos relatórios de QA do PSOne com alguns erros estranhos e maravilhosos – tela de menu com textos de cabeça para baixo, explosões que matavam o personagem aleatoriamente logo após assistirmos a cut scene, jogos cuja velocidade caia conforme fôssemos jogando ou músicas que pareciam estar vindo do fundo de um poço… A lista continua.

Toda essa explicação foi dada por Ross McGrath, membro do time responsável pela PS Store e considero ótimo quando detalhes dos bastidores são revelados, ainda mais num caso como este, quando muitos dos jogos que gostaríamos de comprar na loja virtual da Sony ainda não deram as caras. Xenogears e Vagrant Story, estou falando de vocês.

[via VG247]

emMuseu Sony

Apple rejeita app do Sony Reader. Kindle é o próximo?

Por em 1 de fevereiro de 2011
Sony Reader? Só no Android mesmo...

Sony Reader? Só no Android mesmo...

A App Store, da Apple, é um modelo a ser seguido. Loja de aplicativos pioneira e, até o momento, a mais bem sucedida dentre todas, atrai milhões de compradores de iDevices porque… Por que mesmo? Ah sim, é a única opção — descontando o jailbreaking. Mas independente dessa “exclusividade” forçada, fato é que, se não fosse boa, não teria tanta gente lá, comprando e baixando aplicativos e jogos.

Apesar de todo o sucesso, vira e mexe a Apple se vê envolvida em polêmicas, em boa parte graças às suas políticas obscuras e incongruentes no processo de aprovação de aplicativos na App Store. A última envolve o Sony Reader, aplicativo da gigante japonesa para a leitura de ebooks da Reader Store.

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emApple e Mac Celular Indústria Meio Bit Mobile Mundo Estranho

Abe’s Oddysee ganhará versão em HD

Por em 1 de fevereiro de 2011

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Na época do Mega Drive e Super Nintendo, chegou um determinado momento em que eu não conseguia mais ver jogos de plataforma na minha frente. Toda empresa lançava dúzias de games nesse estilo, mais ou menos como acontece hoje em dia com os FPSs e a maioria deles não traziam nada de novo, apenas um personagem diferente e estágios reciclados. Porém, existia um sub-gênero que ficou conhecido como Cinematic Platformers que contava com excepcionais títulos que são idolatrados até hoje, como o Flashback, o Another World e a série Oddworld. Estes nunca cansei de jogar.

Sobre esta última, quando a Just Add Water anunciou que estava trabalhando em um remake do Oddworld: Stranger’s Wrath, não digo que não gostei, mas o até então exclusivo do Xbox estava mais para um jogo de tiro em primeira pessoa e o que eu queria mesmo era que os antigos Abe’s Oddysee e Abe’s Exoddus recebessem tal tratamento e agora fico sabendo que em partes o meu desejo será atendido.

A revelação foi feita por Lorne Lanning, criador da série que em uma entrevista à revista EGM afirmou que o “Abe HD está em produção” e que “basicamente será o Abe’s Oddysee refeito como um jogo de plataforma com visão lateral e uma engine de física 3D.” O game designer aproveitou ainda para deixar claro que eles não estão tentando reinventar a roda e que a pergunta que se fizeram ao iniciar o projeto foi se “poderiam obter aquela experiência com uma nova engine, nova tecnologia, mas da maneira antiga”.

Na minha opinião o ideal seria que eles recriassem o jogo com gráficos em alta definição como os do Shank e não usassem polígonos para montar os estágios em duas dimensões, como a Konami fez com o Rocket Knight. Mas seja como for, torço para que consigam fazer um bom trabalho na parte gráfica, porque a jogabilidade, essa nem precisa ser alterada.

[via Joystiq]

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