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Digital Drops Blog de Brinquedo

Call of Duty e os jogos anuais

Por em 26 de fevereiro de 2011

Você não sabe onde vai ser, como vai ser, mais sabe que vai ter, franquias anuais fazem parte dos videogames e vão continuar assim por muito tempo. Você sabe que a Activision vai lançar um novo Call of Duty, que vão criar um novo FIFA e um PES para competir entre eles, sabe que vai ter mais um jogo de futebol americano e de golfe. No fim, eles são quase sempre a mesma coisa, claro, gráficos mais refinados, movimentação mais realista e algumas firulas que ninguém liga, mas nada de inovação.

Esse ano tem Call of Duty? Tem sim senhor

O primeiro Call of Duty foi um dos melhores games da época. Mesmo tendo copiando tudo o que pode de Medal of Honor, o segundo introduziu um novo tipo de tiroteio virtual, onde a tensão e ferocidade dos combates predominavam e você só tinha tempo de atirar e correr pela sua vida.

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Vai se #$¨%#$ Bozo!

Por em 26 de fevereiro de 2011

Todo mundo lembra. Durante o programa, onde atendia telefonemas ao vivo dos espectadores um garoto ligou, perdeu e o Bozo tentou consolá-lo. Irritado o moleque soltou um palavrão cabeludo, daquele que nem sonhávamos falar na frente dos pais.

O curioso é que ninguém viu em primeira mão a coisa, sempre conhecia um amigo, um primo, um vizinho que tinha testemunhado o caso. Mais curioso ainda era que o programa do Bozo era regional, com Bozos em várias praças, mas em todos o mesmo garoto (seria filho do Caixeiro Viajante?) havia dado a mesma demonstração de falta de Fairplay.

O programa em questão era o TV POW!

EM TEORIA uma inovação tecnologia permitiria que a criança falasse ao telefone “pow pow pow” (na época a grafia era outra, mas tudo bem, não atraía padres)  e com isso o videogame exibido efetuaria disparos, contabilizando pontos. Não era exatamente controle total mas para um jogo de Coleco, Intellivision ou seja lá o que fosse aquilo, estava bom.

Na verdade nem o controle era verdadeiro. Um contra-regra tentava sincronizar e cada vez que o moleque gritava desesperado “POOOWWW” ele apertava o botão de tiro. UAU. Pois é, guri, a gente se interessava por muita coisa sem graça nos anos 80. Como sua mãe. BOOOOOMMMM NA LATA!

OK, admito, o TV POW visto hoje MESMO com as lentes rosa do saudosismo ainda é sem-graça pra caramba. Por isso não entendo qual a graça dessa invenção aqui debaixo. Um videogame com gráficos made in 1980 onde você não fala POW, fala PEW? E com DOIS pra controlar o personagem?

Me parece (e acho que acertei em cheio) app de máquina de karaoquê pra quem não sabe cantar, já assumindo que máquina de karaoquê já é pra quem não sabe cantar.

Fica o registro e o prêmio de invenção desnecessária da semana.

 

 

Fonte: Geeks are Sexy

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Artes conceituais do Road Rash nunca lançado

Por em 26 de fevereiro de 2011

Acho que se eu tivesse que escolher apenas um jogo esquecido pelos seus criadores para receber uma continuação ou remake, este provavelmente seria o Road Rash (hmmm, há também o Streets of Rage, droga!). Disputar corridas sobre aquelas motos enquanto tínhamos que nos preocupar com o trânsito das estradas, a polícia e os adversários tentando nos derrubar era algo divertidíssimo e mesmo só tendo mantido meu interesse pela franquia até a o terceiro jogo lançado para o Mega Drive, acho que um ótimo jogo poderia ser feito com a tecnologia atual.

Em 2009 um ex-funcionário da EA soltou na internet uma animação que mostrava como uma nova versão do game deveria ficar e o que vimos nela deixou muitos lamentando o seu cancelamento e para nos deixar com ainda mais vontade, Richard Cook, que trabalhou na recém fechada Bizarre Creations e na EA Warrington, publicou em seu site algumas artes conceituais muito bonitas dessa edição. Um detalhe curioso é que esse estúdio da Electronic Arts em que Cook trabalhava também estava desenvolvendo um novo capítulo da série Strike, aquela que começou abordando a Guerra do Golfo e nos colocava no papel de um piloto de helicóptero e que também seria muito bem vindo, desde que adotasse o modelo dos antigos, com visão aérea.

Na minha opinião a EA deveria colocar a Criterion Games para trabalhar em um novo Road Rash e os criadores do Burnout poderiam usar o mesmo estilo do NfS: Hot Pursuit, com corridas em estradas e sem os mundos abertos de muitos dos jogos de corrida de hoje em dia. Apenas corridas puras e simples.

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Nintendo e Ubisoft pegam pesado com We Dare

Por em 25 de fevereiro de 2011

Sinônimo de jogo família, a Nintendo ainda hoje colhe os louros dessa sua abordagem casual, mais descompromissada. O fato das suas principais concorrentes, Microsoft e Sony, terem lançado (tardiamente, mas enfim) acessórios que, a exemplo do Wii da Big N, também deixam de lado os joysticks tradicionais em prol de interfaces mais naturais e animadas, pode ser encarado como a redenção de que a grana (também) está na sua irmã que gosta de Restart e nos seus pais que pensam que video game é máquina de criar psicopatas.

Wii Dare

Tudo que é demais, porém, faz mal. A pega exclusivamente família do Wii cansa, e cansa bem rápido, razão essa que justifica a saturação de mercado que o console enfrenta desde 2009. Quando você quer passar um tempo com seus priminhos pentelhos, ou fazer uma sessão de Wii Sports com sua família, ele cumpre muito bem o seu papel. Mas e na hora da solidão, ou quando a vontade de encarar algo desafiador e/ou mais sério, adulto, pinta? Red Steel, definitivamente, não conta. Sim, donos de Wii ficam na mão.

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Google Cloud Connect: Microsoft Office vai para a nuvem de carona com o Google Docs

Por em 25 de fevereiro de 2011

Foi lançada ontem a versão final do Google Cloud Connect, um plugin que permite que seus documentos do Word, PowerPoint e Excel sejam compartilhados e editados com outras pessoas através do Google Docs e Microsoft Office, ou seja, na nuvem.

O Google Docs é utilizado para o download e/ou visualização do arquivo. Cada documento que for sincronizado com o Google Cloud Connect obtém uma URL única  que poderá ser compartilhada através de mensagens instantâneas ou e-mail. Dependendo da configuração de privacidade selecionadas para o documento, outras pessoas poderão clicar neste link para visualizar o documento no navegador, fazer o download, editar através do Office e devolver o arquivo.

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Rumor aponta Resident Evil focado na cooperação

Por em 25 de fevereiro de 2011

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Nós sempre soubemos que, mais cedo ou mais tarde, um novo Resident Evil aparecerá, mas eu acabei deixando passar e informação de que desde o ano passado circula um rumor de que o próximo lançamento da série (desconsiderando o Revelations para o 3DS) estaria sendo desenvolvido pela Slant Six Games, mesma produtora do criticado SOCOM: Confrontation para o PS3. Chamado Resident Evil: Raccoon City, o curioso é que o jogo seria focado no multiplayer e na cooperação entre os jogadores e ao saber da descrição, a primeira coisa que veio à cabeça foram os games da série Outbreak.

Talvez a tentativa da Capcom de colocar os jogadores para trabalharem em equipe nos jogos para o Playstation 2 não traga boas recordações para muitos e o estúdio envolvido no projeto não traga muita credibilidade, mas a boa notícia é que se o rumor se confirmar, seríamos levados novamente à cidade que marcou o início da franquia e o jogo deverá se passar antes do que já foi mostrado nos outros títulos já lançados, não contando com nenhum dos personagens conhecidos.

Até o momento muito mistério cerca o suposto jogo e mesmo nunca tendo jogado os Outbreaks, sempre gostei muito do seu conceito e acho que desde que bem executado, esse novo jogo poderia dar muito certo, mas depois de conhecer o estupendo trabalho feito pela Valve na série Left 4 Dead, principalmente no segundo jogo, acho que eles terão muita dificuldade para fazer algo que consiga se destacar.

[via VG247]

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Ken Levine e a imersão nos jogos

Por em 25 de fevereiro de 2011

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Para muitas pessoas os FPSs não passam de galerias de tiros onde apenas reflexos são exigidos do jogador, mas para Ken Levine, criador do System Shock 2 e do Bioshock, o gênero é o responsável por proporcionar umas das melhores imersões dos videogames e mais do que isso, para ele os jogos eletrônicos conseguem nos proporcionar algo que só poderia ser alcançado com mais facilidade quando ainda somos crianças.

Penso que é uma maneira mais direta de engajar-se, é uma barreira a menos para a experiência. É estranho estar nas pele de outra pessoa. É algo que fazemos naturalmente quando crianças, mas que se torna muito mais difícil quando nos tornamos adultos. Acho que os jogos nos dão um empurrão na direção certa daquela experiência de interpretar da nossa infância.

O game designer concluiu dizendo que os games servem para quebrar a barreira criada pela autoconsciência e que nos impede de viver o papel de um personagem quando somos adultos e que por isso os considera algo tão poderoso, algo que concordo plenamente.

Eu nunca havia pensado nos jogos de tiro em primeira pessoa por esse lado e depois de ver a opinião de Levine, comecei a entender melhor porque gosto tanto do gênero. Para mim é praticamente impossível começar a jogar um The Elder Scroll ou um Fallout 3 e não me sentir na pele do personagem e acredito que é por isso que jogos assim consegue mexer tanto comigo. Quando entrei na submersa Rapture ou tentei fugir de City-17, mesmo que inconsciente eu senti como se realmente estivesse passando pelas situações propostas pelos jogos e acho que esse é o principal objetivo deles, nos transportar para mundos fantásticos e nos fazer esquecer dos problemas da vida real e nesse aspecto os FPS estão um passo a frente dos demais.

[via IndustryGamers]

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