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Digital Drops Blog de Brinquedo

Idéia idiota do dia–mantenha-se longe. PS: Não da loira

Por em 31 de janeiro de 2011

iphoneopener-8Como sempre digo nas reuniões do Alto Círculo Illuminati secreto da loja maçônica que frequento com meus amigos sionistas da mídia, detesto teorias conspiratórias, mas algumas idéias são tão idiotas que fica até difícil seguir o ditado “nunca atribua à malícia o que pode ser explicado pela estupidez”.

Um bom exemplo foi aquele celular xing-ling disfarçado de maço de cigarros. Não que celulares por si só não sejam atraentes, mas o potencial de roubabilidade de cigarros é bem maior. Dado o preço a consciência (que no fundo é apenas o medo de ser apanhado, já dizia o Xerife Buck) de quem rouba nem dói tanto.

Acho até que cheguei a sugerir um pendrive em formato de isqueiro, já que o objetivo é ser subtraído de seus dados o mais rápido possível.

Bem, não fui atendido mas mesmo assim meu pedido foi superado. As cavalgaduras do Beaheadcase.com criaram uma capa de iPhone capaz de transformar seu celular no objeto mais desaparecível inventado pelo homem: Um abridor de garrafas.

Você sabe, aquela peça de metal que custa uns R$0,05, é tão rasteira que nem é mais dada como brinde mas que por algum motivo nunca compramos mais de um e ficamos procurando a festa toda quem pegou o MALDITO abridor.

Imagine: Churrascão, cheio de gente, no canto um vegan chato resmungando (eu já vi isso, foi lindo) e a cerveja rolando solta. Você (não eu!) tirando onda com seu iPhone com a capa abridora de garrafas. Alguém te chama, outra pessoa passa perto, você entrega o aparelho. “fica abrindo aqui pra mim”.

Em seguida alguém chega com umas garrafas de Original direto da padaria, pergunta “cadê o abridor?” A pessoa joga. “tá aqui!”. Na mesa, começam “que maneiro, iPhone e abridor”. Logo seu celular está rodando de mão em mão, as pessoas estão fuçando suas Apps, mexendo nos contatos, achando e repassando as fotos de sua namorada pelada.

Isso, claro, na melhor das hipóteses. Na pior alguém vai achar engraçadinho, abrir a bolsa da patroa e derrubar seu celular lá dentro.

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emApple e Mac Celular Mundo Estranho

Devaneios sobre uma coleção

Por em 31 de janeiro de 2011

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Quem conhece o meu blog sabe o quanto sou viciado em comprar jogos e ao longo dos anos, de pouco em pouco tenho aumentado minha pequena coleção. Nesse tempo consegui adquirir alguns títulos que eram um sonho de consumo, como minha edição completa do Flashback ou o The Legend of Zelda: A Link to the Past (infelizmente só o cartucho), mas existe muitos outros que mesmo já tendo visto para vender, nunca tive coragem de pagar o valor pedido pelos vendedores e isso sempre me deixou com uma certa dúvida.

Qualquer pessoa que colecione sempre desejou obter algum produto raro, mas como os videogames existem para serem jogados e não apenas ficarem expostos numa estante, vale a pena investir pequenas fortunas num game que muitas vezes pode ser adquirido de maneiras alternativas? Não estou falando aqui sobre pirataria, mas veja o meu exemplo com o Chrono Trigger. Por ser um dos principais jogos do Super Nintendo, é quase impossível achá-lo aqui no Brasil com caixa e manual por menos de R$ 100 e mesmo nos Estados Unidos seu valor passa fácil dos US$ 70, US$ 80. Como eu estava querendo muito jogá-lo e adoraria tê-lo na minha prateleira, acabei optando pelo bundle Final Fantasy Chronicles, que além do quarto Final Fantasy, ainda traz o RPG sobre viagens no tempo e que virou um clássico.

Outro detalhe que tem me feito pensar ultimamente é, ao comprar a versão digital de um jogo, como fiz recentemente com o Alundra, ele merece ser inserido na minha lista de jogos que possuo, como a que mantenho no Playfire? Eu sou um defensor convicto das versões físicas e acho fantástico ter o jogo completo, com caixa e manual, mas se paguei por ele, mesmo que digitalmente, ele não merece ser considero parte da coleção? Ou seja, os meus jogos comprados no Steam não devem ser considerados tão importantes para minha coleção quanto o Dragon Age: Origins (Collector’s Edition) que possuo em versão física?

Algumas vezes eu disse que me achava mais um colecionador de games do que um jogador, pois não conseguia encontrar tempo para aproveitar tudo o que comprava, mas hoje acredito que minhas aquisições são sempre feitas levando-se em consideração principalmente a vontade que tenho de jogar aquele título e não apenas o quão raro ele é. Isso provavelmente deixa minha coleção mais pobre, mas entre pagar US$ 100, US$ 150 num Final Fantasy III ou poder jogá-lo no Final Fantasy Anthology pagando US$ 13 e investir a diferença em outro três, quatro jogos, não tenho vergonha de admitir que minha preferência será a quantidade e não a raridade, mas será que isso me desqualifica como um colecionador?

emMiscelâneas Museu

Correndo e pulando num mundo de linhas

Por em 31 de janeiro de 2011

Um web game todo feito em primeira pessoa com gráficos em wireframe e que deve ser jogado com apenas um botão. Falando assim a criação da Santa Ragione não parece ser muito divertida, mas basta dar uma chance ao Fotonica para ver como a simplicidade pode nos prender durante muito e muitos minutos.

Parecendo uma versão para o Atari do Mirror’s Edge, nele basta segurar uma tecla ou botão do mouse para correr e soltando-o para pular. O objetivo é chegar ao final de uma das fases conquistando o maior número de pontos possíveis, mas a dificuldade não será tão baixa quanto parece, exigindo noção de velocidade, timing e precisão como poucos jogos fizeram.

Uma ideia simples, porém muito bem executada. Como seria bom se mais desenvolvedores levassem isso em consideração na hora de criar seus games.

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emWeb Games

Como ganhar dinheiro com Gay Pr0n sem dar duro ou pegar no pesado

Por em 31 de janeiro de 2011

Existe um consenso mesmo entre os mais ardorosos defensores dos direitos autorais que quem pagar por pornografia é um loser completo. Não há nada mais descartável que filmes pornô. Nem as atrizes.

Desde o início da Internet a pirataria de material educativo foi ampla, geral e irrestrita. O mundo do entretenimento adulto sobrevive graças a vendas de DVDs pro pessoal de mais de 112 anos de idade, que não sabe achar o RedTube*. Mesmo o material via streaming é capturado por voluntários e socializado entre os membros (epa!) da Confraria da Mão Peluda.

Durante algum tempo a indústria pornô faturou uma boa grana usando um método razoavelmente questionável: pedia dados de cartão de crédito para comprovar a maioridade dos clientes otários. Nas letrinhas muito miúdas o supracitado otário se comprometia a assinar o serviço caso não clicasse em um link inexistente de cancelamento.

Quando a fatura chegava, o sujeito ficava sem graça de ligar e contestar uma cobrança vinda de “Sperma Teen Productions”, “Sweedish Erotica Internet Services” ou “Master Bator´s Inc”. No mês seguinte não vinha nada, o cidadão desistia de recuperar o dinheiro, achava mais fácil entubar.

Continuando o raciocínio, no caso de pornografia de nicho o buraco era mais embaixo.

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emÁudio Vídeo Fotografia Indústria

CG – Earthrise

Por em 30 de janeiro de 2011

Um MMO produzido por um estúdio búlgaro não deve ser o tipo de descrição que conseguiria chamar a atenção dos jogadores, mas é a ambientação por trás do Earthrise, um mundo pós-apocalíptico destruído pela Terceira Guerra mundial, que poderá fazer com que algumas pessoas deem uma chance ao título da Masthead Studios.

Com forte apelo às batalhas entre os jogadores, o game abordará a luta entre duas facções, o governo opressor chamado Continoma que controla todos os aspectos dos cidadãos e os Noir, um grupo rebelde que tenta acabar com essa prática. Como a humanidade conseguiu dominar as técnicas de clonagem, nanotecnologia e engenharia quântica, a imortalidade foi alcançada e a consciência armazenada de cada indivíduo está pronta para ser inserida em um novo corpo, mas como teria que existir um vilão nessa história, o papel cabe ao governo, responsável por escolher quem vive e quem morre.

Além da temática pouco comum para o gênero, a produtora tentará se destacar no mercado oferecendo personagens que podem ser configurados com mais de 100 habilidade diferentes,uma economia que será controlado pelos jogadores e a possibilidade de os comandantes de uma região escolherem como administrá-la, criando regras ou deixando que a anarquia reine.

O trailer abaixo mostra a abertura do jogo e caso queira vê-lo em ação, recomendo este vídeo. Graficamente ele não chega a decepcionar, mas também não mostra nada muito diferente do que qualquer pessoa que já tenha experimentado um MMO esteja acostumados, mas será que eles terão sucesso com o game ou estamos diante apenas de mais um anunciado fracasso?

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emGame da Semana MMO Vídeos

Marca Sega Rally Online Arcade é registrada

Por em 29 de janeiro de 2011

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Quando eu estava entrando no segundo grau conheci um jogo nos fliperamas que me fez cair o queixo. Aquele game de corrida era uma das coisas mais impressionantes que havia na época e a sensação de estar pilotando um carro de rally quando sentávamos no cockpit era o mais próximo que a maioria poderia chegar desta que considero uma das mais legais categorias do automobilismo. Alguns meses depois ganhei um Sega Saturn e claro, eu não poderia deixar de ter passado dias e mais dias correndo pelas míseras quatro pistas do Sega Rally.

Agora o sistema de avaliação coreano fez o registro de um jogo chamado Sega Rally Online Arcade para o Playstation 3, o que nos leva a crer que se trata de uma versão que provavelmente será vendida através da rede online do console, mas por enquanto tudo não passa de especulação.

Apesar de achar que esses jogos que seguem o estilo arcade a risca não tenham muita graça hoje em dia, mas desde que eles incluam uma boa quantidade de pistas, diversos campeonatos, muitos carros e a possibilidade de jogarmos online, acho que valerá a pena investir neste aí.

[via Siliconera]

emMiscelâneas Sony

Novo-velho Kirby é anunciado para o Wii

Por em 28 de janeiro de 2011

Acredito que isso não seja um “privilégio” meu, mas como jogador de videogame existem vários títulos renomados que nunca tive a oportunidade de jogar e só para ficar no terreno da Nintendo, posso citar as séries Pokemon, Kid Icarus e Kirby, mas desses, com certeza o que sempre me chamou mais a atenção foram os games da bolota rosa, que apesar do visual mais voltado para crianças, me agrada a ideia de podermos absorver as características dos inimigos. E se você também foi um que deixou passar a chance de jogar o Kirby: Epic Yarn, lançado no ano passado para o Wii, saiba que o console receberá um novo jogo da franquia.

Com previsão de lançamento no Japão ainda este ano, o jogo está sendo desenvolvido pelo HAL Laboratory, mesmo estúdio que criou o personagem lá em 1992, o que dá esperança sobre uma produção de qualidade e um detalhe curioso é que ele será uma versão melhorada de um game do mascote que seria lançado para o Game Cube e acabou sendo cancelado.

Como pode ser visto no trailer abaixo, este novo Kirby parece voltar as origens, com o rechonchudo personagem sugando seus adversários em um game de aventura com visão lateral e apesar de simples, gostei bastante da parte gráfica. Além disso, é bom ver que o Wii ainda tem lenha para queimar e que títulos de peso deverão continuar sendo lançados para ele por um bom tempo.

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emNintendo