Digital Drops Blog de Brinquedo

iPad Desfibrilador?

Por em 30 de novembro de 2010
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Como qualquer país burrocrático que se preze, não perdemos a chance de quizumbar a macumba alheia sempre que possível.

A bola da vez é o lançamento do mês: o iPad. U-unn, Mizi Fi num qué Papai Noé nã!

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emApple e Mac Meio Bit

Brazilia Pilot e o jeitinho brasileiro

Por em 30 de novembro de 2010

Brazilia Pilot

Não tenho uma boa opinião muito bem formada a respeito disso…

O website Brazilia Pilot é típico segredo de Tostines. Compro no “jeito” porque a Apple é um saco? ou a Apple é um saco porque não tenho jeito de comprar na loja canarinha?

Como já se sabe, brasileiros ainda não podem fazer compras na Apple Store sem um cartão de crédito internacional. O resultado? Normalmente, eles ficam relegados à espera de lançamentos de apps para a loja online na versão brazuca e também não podem alugar filmes, comprar música, blablablá — nem o incrível PING podemos usar por aqui!?

Mas tem um jeitinho. Ah, tem…

O tal website vende gift cards e gift certificates da Apple em pelo menos dois tamanhos: e

Segundo a sua descrição de missão, o website já “entrega o iTunes no mundo todo” desde março de 2000, estrambulhando as limitações da Apple via eBay no passado e agora por conta.

São mais de dez anos dando aquele pelezinho em favor de quem não passou pelo geo-crivo do tio Jobs. Concordando ou não, com eles ou com a Apple, é possível inclusive pagar com PayPal (se o caboclo não quer revelar o número de seu precioso cartão de crédito).

emApple e Mac Meio Bit

EA desistiu dos jogos baseados em filmes

Por em 30 de novembro de 2010

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Talvez seja apenas otimismo da minha parte, mas eu sempre acreditei que a Electronic Arts conseguiria recuperar sua imagem de grande produtora, fazendo com que parte dos jogadores que a viam como uma empresa mercenária voltassem a ter interesse em suas criações. É provável que isso ainda não tenha acontecido na proporção que eu gostaria, mas acredito que a qualidade dos jogos criados/publicados por ela tem melhorado bastante e parte dessa mudança pode estar numa resposta dada por Frank Gibeau, presidente do selo EA Games durante uma entrevista.

Se você quer fazer sucesso, é preciso investir tempo [de desenvolvimento] no jogo para conseguir ter qualidade. Os dias de jogos medianos baseados em licenças estão mortos como os dinossauros. ”

Então o entrevistador perguntou se nunca mais veríamos um jogo baseado no espião James Bond e o executivo disse o seguinte.

Não, absolutamente não. Nós descartamos essa licença porque sentíamos que precisávamos ter mais propriedades intelectuais e não estávamos gostando de para onde o James Bond estava indo com todas as limitações criativas impostas. A porcentagem de royalties que você precisa pagar aos donos dos direitos estão indo pelo caminho errado para as editoras. As margens de lucro estão diminuindo e acima de tudo isso, o negócio de jogos baseados em filmes está quebrando.

Considerando a quantidade de dinheiro que você precisa gastar nesses jogos de James Bond e o total de mão de obra que precisa dedicar a eles, nós pensamos; caramba, vamos trabalhar em nossas próprias IPs. Os caras que fizeram jogos do James Bond para nós, bem, eles estão fazendo o Dead Space. E veja onde estamos hoje; o que é preferível publicar, alugar e jogar – o último James Bond ou o Dead Space 2?

Sim, existe toda uma questão financeira por trás da decisão e criar uma nova franquia não é garantia de que um bom jogo será feito, muito menos de que ele dará dinheiro, mas considerando o pouco tempo em que esses games baseados em filmes tem para serem criados e a qualidade duvidosa que eles normalmente apresentam, acho que a EA tomou a decisão correta e no fim das contas todos saíram ganhando, inclusive nós, jogadores.

[via Develop]

emIndústria

Adobe Photoshop para Fotógrafos, Designers e Operadores Digitais

Por em 30 de novembro de 2010

É com grande prazer que tenho em minhas mãos o novo livro de Altair Hoppe que deve, sem sombra de dúvidas, se transformar na nova Bíblia de quem se utiliza do programa de edição da Adobe. Acho que apresentar o autor desse livro é chover no molhado. Em vez disso é muito mais interessante notar a quantidade de informação que encontramos em suas páginas. A novidade dessa edição (que já é o volume 4) é que ele vem acompanhado de um DVD onde o próprio Altair Hoppe ministra algumas das aulas que encontramos no livro. Aliás, ultimamente temos encontrados várias video-aulas em DVD no mercado. Mas, em minha humilde opinião, não consigo dispensar o bom e velho livro. Acho que ambos possuem suas vantagens e desvantagens.

A importância da obra se mostra principalmente em nosso mundo onde o tratamento da imagem via software se tornou indispensável tanto para trabalhos caseiros quanto profissionais. Também vale a pena destacar que a obra é a primeira a tratar de forma completa sobre a versão CS5 do Photoshop. O livro é dividido em cinco capítulos que tratam de temas específicos. O primeiro capítulo se chama Tratamento de Imagem e é desenvolvido em 96 páginas. Como o próprio nome do capítulo nos revela, aqui temos os truques e comandos mais usados por quem trabalha com edição de imagem. Nesse capítulo aprendemos a remover ruído, ajustar a luz, tratamento no estilo Lomo, efeito de alto contraste e até a criar um pseudo HDR. Coisas muito bacanas que até quem está na estrada há muito tempo pode não conhecer.

O segundo capitulo, chamado de Retoques e Efeitos Especiais já é bem mais específico e mostra como usar as ferramentas mais avançadas do Photoshop CS5. Com as informações desse capitulo podemos redimensionar fotos sem perder qualidade, fazer retoque de pele, executar correção automática de distorção, remoção personalizada e automática de pessoas e objetos e alterar a pose de modelos. Todo mundo viu os diversos vídeos que a Adobe lançou no Youtube sobre as ferramentas quase mágicas da nova versão do Photoshop. Muitos não acreditaram nessas funcionalidades, mas podemos ver aqui que elas existem e podem ser utilizadas por qualquer pessoa. O terceiro capítulo é voltado para a criação de efeitos, e não necessariamente para o tratamento de uma imagem (do jeito que nós fotógrafos entendemos). Aqui podemos aprender a fazer um splash, como produzir um jato de água, mesclar textos e fotos, textos em 3D e um mosaico de fotos.

O quarto capítulo é dedicado completamente ao tratamento em HDR, uma nova tendência para o tratamento de imagens. Aqui a coisa entra em uma zona meio nefrálgica, pois o HDR não é uma unanimidade dentro do mundo da fotografia. Existem pessoas que amam e pessoas que odeiam e a  proporção desses dois grupos é equivalente. Nesse capítulo temos uma explicação muito bacana sobre o que é HDR e como criar uma imagem dentro dessa categoria. Também é discutido como simular um HDR usando apenas uma imagem e quais os melhores softwares para edição. Se você não sabe nada sobre HDR e sempre quis entrar nessa onda, essa é sua oportunidade de aprender. O quinto capítulo é bem pequeno e trata de plug-ins indispensáveis como o Exposure e o Portrait Professional Studio.

O DVD que acompanha o livro é um grande presente para quem quer realmente aprender. Embora tudo que esteja nele também é tratado no livro, você ver a forma como tudo se desenrola dentro do Phtotoshop de uma maneira dinâmica é muito mais agradável. São duas horas de muita informação, mas nem todas as lições do livro são mostradas no DVD. Precisaria pelo menos um DVD triplo para colocar toda a informação contida na versão impressa. No vídeo encontramos os capítulos de filtro graduado, redução de ruído, Mascaras e Ajustes, Content Aware Fill, Remoção personalizada de Objetos, Content Aware Scale, HDR toning, Pele Falsa, Alto Contraste e muito mais.

O livro é muito bom. Altamente recomendado para quem possui o Photoshop como ferramenta de trabalho. Mas, também é recomendado para quem está começando agora e procura uma fonte de informação, afinal de contas, um tratamento mal feito pode destruir totalmente a qualidade de sua imagem, mesmo que a composição esteja bem feita. O DVD, que foi a primeira coisa que olhei quando o livro chegou, também vai quebrar o seu galho em momentos específicos do processo de tratamento. O único ponto negativo é que o áudio do vídeo não está 100% perfeito, mas nada que vá estragar a sua experiência de aprendizagem. Legal destacar os retratos de dezenas de fotógrafos que ilustram as duas páginas iniciais e as duas páginas finais do livro. Essa foi uma campanha do Altair Hoppe e da iPhoto Editora pelo Twitter onde eles pediram fotos dos leitores para ilustrar o livro. Uma forma de homenagem muito legal.

O livro Adobe Photoshop para fotógrafos, designers e operadores digitais de Altair Hoppe está a venda pela iPhoto Editora e o valor do investimento é de R$ 149,00.

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emÁudio Vídeo Fotografia Notícias

Kinect voltará às lojas brasileiras em breve

Por em 29 de novembro de 2010

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Os donos de um Xbox 360 e que se interessaram pelo Kinect provavelmente sofreram uma decepção ao tentar comprar uma unidade em uma das revendas autorizadas pela Microsoft. Bastou alguns minutos após o seu lançamento no Brasil para que todos os estoques esvaziassem e fica a dúvida se o preço abaixo do que a maioria esperava ajudou nesse processo ou se a Microsoft não apostava em tamanho sucesso, mas penso até que esse não é o maior problema.

O que todos estão querendo saber mesmo é quando a Microsoft irá repor os estoques e por isso entrei em contato com a empresa para saber quando as lojas voltarão a vender o acessório e posição oficial deles é a seguinte:

A Microsoft informa que o Kinect começou a ser vendido no último dia 18 de novembro, em todas as revendas oficiais, e esclarece que se alguns consumidores não encontrarem o produto neste primeiro momento, é porque – por ser um lançamento mundial – a demanda está muito grande e as unidades que chegaram ao país foram vendidas rapidamente.

Isso está ocorrendo no mundo todo e a Microsoft trabalha para enviar mais unidades do Kinect nas próximas semanas. O consumidor brasileiro encontrará o Kinect para o Natal.

O problema pelo jeito não é mesmo privilégio dos brasileiros, já que não é difícil encontrar relatos ao redor do mundo de pessoas que não estão conseguindo comprar o Kinect, mas pelo menos agora sabemos que na próximas semanas tudo deverá voltar ao normal e torçamos para que todas consigam adquirir o seu sensor de movimentos.

emGames Microsoft

BigN vende 1,5 milhões de videogames no feriado

Por em 29 de novembro de 2010

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O Wii perderá força com o lançamento do Move e do Kinect e o DS está morto por causa do anúncio do seu sucessor. Quem aqui não pensou isso sobre os videogames da Nintendo? Confesso que eu achava que o final de ano não seria muito fácil para a empresa japonesa, mas o presidente da divisão americana da BigN, Reggie Fils-Aime, anunciou os números alcançados durante o BlackFriday e eles são bastante expressivos.

Depois de receber nos últimos meses alguns bons jogos, como o Metroid: Other M, o Kirby’s Epic Yarn e o Donkey Kong Country Returns, o Wii teve 600 mil unidades vendidas, mas foi o DS quem apresentou os melhores resultados. Somadas todas as versões do portátil (DS Lite, DSi e DSi XL), 900 mil unidades foram entregues, algo bastante significativo se levarmos em conta que daqui em diante os lançamentos para a plataforma ficarão cada vez mais raros.

Nos últimos anos o público determinou que a Nintendo oferece entretenimento valioso e acessível e esse sentimento foi reforçado com o início da temporada de compras,” declarou Fils-Aime, mas como o preço é um grande influenciador na hora de comprar um videogame, acho que neste final de ano os consoles e jogos da Nintendo tem sido escolhidos como as melhores formas de presentes para os gamers. COntudo, seja lá qual for o motivo, o importante é que a empresa dá sinais de que está firme e forte e que há mesmo mercado para venderem muito mais.

[via VG247]

emNintendo Portáteis

Meio Bit no Flickr – Fotos da Semana

Por em 29 de novembro de 2010

Estamos aqui novamente para visualizar a foto da semana no Meio Bit Fotografia. Lembrando que agora temos 4 imagens (sendo que uma será, obrigatóriamente, um retrato) muito bacanas e que não existe grau de importância entre as fotos. Todas as quatro estão no mesmo patamar.

Um toque para você que está começando na fotografia e quer mostrar seu trabalho para o mundo através do flickr. É muito positivo você dar um nome para a foto em vez de deixar o nome do aquivo que a câmera gera. Outro fato que ajuda na interpretação do observador é uma pequena descrição sobre a foto mostrada. Pequenas coisas que separam as fotos mais comentadas do resto.

A Foto da Semana é escolhida entre as imagens postadas em nosso grupo no Flickr. Já temos 1.242 participantes e um total de 20.541 itens compartilhados.

ATENÇÃO: pessoas que não permitem o compartilhamento de imagens no flickr podem mandar suas imagens para nosso grupo sem problema, mas ficam impossibilitadas de participar da escolha semanal de fotos.

Estatístícas do grupo do Flickr do Meio Bit:

Cinco maiores colaboradores

Cinco maiores Tags do grupo

  • brasil
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  • meio bit

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emÁudio Vídeo Fotografia Foto da Semana