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Digital Drops Blog de Brinquedo

THQ: Move e Kinect aumentarão ciclo de vida dos consoles

Por em 28 de outubro de 2010

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A indústria de videogames está mesmo convicta de que o Move e o Kinect darão uma considerável sobrevida ao Xbox 360 e ao Playstation 3. Se a maioria dos jogadores ficam ansiosos para a chegada de uma nova geração de consoles, que invariavelmente trazem melhore gráficos e até mesmo inovações profundo, como foi o caso do Wii, mas para Brian Farrell, CEO da THQ, o momento não é o ideal para o lançamento de novos videogames e ele acredita que os novos acessórios servirão para prolongar a atual geração.

Fracamente, penso que a última coisa que a indústria precisa agora é de um novo hardware. Você olha para os jogos que estão saindo agora para o Playstation 3 e o Xbox 360 e eles parecem belíssimos. Se nós tivermos outra caixa de US$ 1000 que os caras do hardware tenham que subsidiar e que as desenvolvedoras de software tenham que gastar mas dinheiro desenvolvendo, o modelo simplesmente não funcionará.

Então para um ciclo estendido com uma audiência mais ampla, acho, estrategicamente, que é exatamente o caminho correto a seguir e tanto o Move quanto o Kinect foram projetados para fazer isso. O mercado decidirá se um deles ou ambos funcionarão, mas adoro o conceito das duas fabricantes tentarem aumentar seu público além apenas dos consumidores principais. ”

Farrel disse ainda que a incessante busca por gráficos ultrarrealistas perdeu força e que agora a indústria está evoluindo outros aspectos.

Melhores gráficos? Eles são muito bons atualmente. Melhor som? Não. Jogabilidade? Provavelmente não. Então acho que a maneira de evoluir os jogos é a direção que tomamos, a experiência de jogo, histórias melhores, melhores personagens, o valores de produção que são muito mais parecidos com os dos filmes. Acho que essa é a direção, ao invés de tecnologia e gráficos. Acho que esses dias acabaram.”

Como ainda tenho jogos da geração passada esperando para ser jogados, acho que seria bom mesmo se as fabricantes esperassem mais alguns anos para substituir a atual geração. Concordo também que a qualidade gráfica não tem evoluído tão rapidamente como antes e basta lembrarmos que o Crysis vai completar três anos de lançamento e até agora não vimos um jogo que tenha sido capaz de lhe roubar o título de melhores gráficos. Embora seja sempre muito legal pôr as mãos em um novo console, ainda prefiro que as produtoras voltem suas atenções para melhorar a maneira como jogamos e tentem tirar o máximo dos videogames que já estão no mercado.

[via IGN]

emIndústria Microsoft Sony

Minha vida na fotografia Digital

Por em 28 de outubro de 2010

Comprar a nova câmera me fez fazer uma pequena reflexão sobre a minha caminhada na vida digital da fotografia. Antes de aparecerem as primeiras câmeras fotográficas digitais populares, comprar o equipamento era para poucos que tinham uma boa grana sobrando e, mesmo os equipamentos disponíveis, eram pouco potentes e com uma qualidade de imagem horrível. Mas, já tínhamos o vislumbre de como seria o futuro.

A primeira câmera digital que tive em minhas mãos foi uma Sony Mavica FD73, adquirida por mim no distante ano de 2001. A coisa era assombrosa naquela época. Equipamento pesado, cuja bateria era a mesma utilizada pelas filmadoras de vídeo da empresa. A câmera parecia um tijolo e possuía uma lente com incríveis 10x de zoom ótico (equivalente a uma 40-400mm). O sensor, de 1/4 polegadas, tinha a incrível resolução máxima de 0,35 megapixels (640×480 pixels). O mais bacana era que a mídia de armazenamento eram os antigos disquetes de 1.44MB. Quando saia para fotografar tinha que comprar uma caixa de disquete para levar junto (e a possibilidade deles darem pau na hora de passar a foto para o computador era gigantesca). Muito divertido.

Logo depois, em 2004,  veio a evolução. Cansei de imagens que mesmo na internet ficavam com uma qualidade horrível. A próxima compra foi uma Canon Powershot A310. Agora sim, uma câmera pequena, com qualidade de imagem e mídia de armazenamento decente. Eram 3,1 megapixels de resolução máxima e velocidade ISO variando de 50 a 400. Junto com o equipamento comprei um cartão Compact Flash de 256mb (naquela época todas as câmeras que não possuíam cartão proprietário usavam Compact Flash). Com ela podia fazer fotos para a internet e ainda mandar revelar em tamanhos até 18x21cm sem perda aparente de qualidade. A câmera não possuía zoom ótico, apenas o digital, e sua lente era equivalente a uma 33mm.

Um ano depois fiz a pior besteira de minha vida. Troquei a confiabilidade da Canon pela bonita e brilhante Sony Cybershot P-71 com 3 megapixels de resolução máxima. Digo besteira por que a câmera tinha uma qualidade de imagem bem abaixo da Canon, mas tinha uma quantidade gigantesca de recursos tecnológicos. Zoom ótico de 3x (39-117mm), histograma ativo no visor de LCD e abertura de diafragma variando entre f/2,8-5.3. Muito mais luz, mas com muito ruído na imagem em ISO 400 e baixa nitidez. Sem falar que tinha que comprar os malditos cartões Memory Sticks, que custavam uma verdadeira facada.

Por fim, em 2006, joguei a Sony fora e comprei a Fuji Finepix S5100 com 10x de zoom ótico (37-370mm) e 4 megapixels de resolução máxima. A câmera era tudo que eu queria. Corpo grande (parecido com uma SLR), boa autonomia de bateria, versatilidade na distância focal, controles totalmente manuais, possibilidade de usar filtros e a capacidade de trabalhar com arquivos RAW (meu primeiro contato com a tecnologia). Infelizmente, como toda ultrazoom, a quantidade de ruído em ISO 400 era absurdamente elevada. Essa câmera ficou comigo por muito tempo e digo que sinto saudades de brincar com ela. A única coisa que não gostei foi de comprar cartões de memória XD. Muito caros.

Em 2007 tive uma pequena experiência com a Sony Mavica CD 500. Pensei que não iria gostar do equipamento, mas a câmera foi uma grata surpresa. Boa qualidade de imagem em um sensor de 1/1,8 polegadas com 5 megapixels de resolução máxima. Gostei também da lente ser uma 34-102mm (equivalente) e com abertura máxima de diafragma em f/2,0-2,5 (encontre uma compacta hoje com essa abertura de diafragma e te dou um prêmio). Porém, comparando com câmeras atuais, tínhamos algumas limitações. A primeira é que a velocidade ISO variava apenas de 100 até 400 e a segunda é que pesava uma tonelada. A câmera utilizava como mídia de armazenamento um Mini CD, o que tornava o ato de ligar a câmera muito demorado, pois era necessário fazer a leitura da mídia. Fechar o CD após fazer as fotos também era uma tarefa árdua.

Finalmente, em 2008, decidi abandonar totalmente minhas câmeras de filme para trabalhos profissionais. Nessa ocasião, vendi todas as compactas para poder comprar a primeira digital (Rebel XSi) e o flash 580EX. De lá para cá já estou na terceira câmera SLR Digital. Isso para mim foi esquisito, pois fiquei anos com a mesma SLR de filme e a mesma só foi para a manutenção para fazer limpezas. O mundo evolui, a tecnologia se torna mais moderna, e a usabilidade dos equipamentos mais breve. Assim caminha a humanidade.

emÁudio Vídeo Fotografia Equipamentos

Quanto mais as coisas mudam…

Por em 28 de outubro de 2010

Minha avó expedia certidões de nascimento usando uma belíssima caneta-tinteiro Parker, presente da minha bisavó (com uma ponta de ouro que um dia eu estraguei… mas não vem ao caso). Trabalhou assim por décadas, até que, finalmente, a modernidade chegou ao cartório: uma máquina de escrever Remington saída não sei bem de onde.

Em vez de se preocupar com a tinta da caneta, agora a preocupação era com a fita da máquina. Além disso, um curso de datilografia foi necessário, “para não passar vergonha catando milho”. Ah! E uma borrachinha, para limpar os resíduos de tinta que ficavam nas partes metálicas. Mas tudo isso compensava, porque “o ganho de velocidade é impressionante”. continue lendo

emMeio Bit Miscelâneas

Blizzard não descarta Diablo III nos consoles

Por em 28 de outubro de 2010

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Talvez eu receba uma boa quantidade de críticas pelo o que falarei aqui, mas para mim, jogo no estilo do Diablo III funcionam melhor em consoles. Embora a Blizzard não tenha conseguido tanto sucesso ao lançar o primeiro jogo da série para o Playstation, depois de jogar games como o Champions of Norrath e o Champions: Return to Arms no PS2, achei a experiência mais gratificante, já que com um joystick nas mãos parece que temos mais controle sobre os personagens do que apenas ter que ficar clicando aqui ou ali com o mouse.

Acho que foi por isso que desde o anúncio do Diablo III eu torço para que a produtora revele estar trabalhando em uma versão para o Xbox 360 e/ou Playstation 3 e mesmo não tendo sido dessa vez que eles fizeram a minha alegria, ao menos o designer sênior do jogo, Jason Bender, deu indícios de que a possibilidade não está descartada.

Acho que ele é adequado aos consoles. Nós estamos definitivamente trabalhando, é óbvio, na versão para PC. Isso é algo que tem sido muito levantado sobre o DIablo. É o tipo de questão em andamento e tenho certeza que adoraríamos jogar ele nos consoles, mas por enquanto, estamos apenas focados no que está na nossa frente. Quem sabe o que o futuro nos reserva? É difícil dizer.”

Admito não ter muitas esperanças de que o jogo deixe de ser exclusivo para os computadores e acho mesmo que o jeito será me contentar com o hack and slash baseado nos Senhor dos Anéis que a Snowblind, mesma da série Champions, está produzindo. Mas e quanto a você, também gosta de jogar games do gênero nos consoles?

[via VG247]

emComputadores Microsoft Sony

Jobs sabota Java e Flash numa tacada só

Por em 28 de outubro de 2010

Na semana passada, além dos lançamentos prometidos para um futuro próximo e uma atualizada radical na linha de notebooks, Steve Jobs trouxe também duas surpresinhas um tanto inconvenientes para um conjunto peculiar de desenvolvedores. Há, claro, quem tenha ficado feliz com a notícia, mas esses desenvolvedores com certeza ainda reclamarão muito.

A Apple anunciou seus novos MacBooks Air virão sem Flash pré-instalado. Mais um passo em direção oposta à empresa com quem tem um histórico amplo de ajuda mútua e parcerias frutíferas? A Maçã diz que não: “a melhor forma de garantir que os usuários tenham sempre a versão mais atualizada e segura [do Flash] é fazer com que a baixem diretamente da Adobe”, disse o porta-voz da Apple em uma nota para o Engadget.

Esse golpe que os desenvolvedores Flash receberam não foi o único, sobrando também um Hadouken para os pobres javeiros. Em um comunicado recente, a empresa afirmou que não mais atualizará o Java nas próximas versões do Mac OS X Snow Leopard. A justificativa para a decisão são os diferentes ciclos de lançamentos, fazendo com que a versão presente no Mac OS estivesse sempre atrasada. Uma vez que a implementação para Mac do Java era feita pela própria Apple, Jobs espera que a Oracle tome providências, uma vez que a mesma fornece o Java para todas as plataformas com exceção do Mac.

Ambos os comunicados dizem que essa tendência permanecerá nas próximas edições do sistema operacional e indicam que a Apple não mais se responsabilizará por manter atualizadas (ou mesmo ativas) ferramentas de terceiros. Uma vez que ambos, Java e Flash, são motivos de constantes reclamações por parte dos usuários, que os responsabilizam por instabilidades e travadas no sistema, talvez isso seja apenas reflexo de Jobs ouvindo “a voz de deus”.

emApple e Mac Indústria Meio Bit Software

Rússia planeja substituto ao Windows

Por em 28 de outubro de 2010

Com US$ 4,9 milhões destinados ao projeto, o Governo da Rússia confirmou o plano de desenvolver uma alternativa ao Windows, visando economia na aquisição de licenças, melhoria na segurança computacional da nação e menor dependência do software americano no país.

Na Rússia, o computador usa você!

Como quase todo projeto governamental, a base do sistema operacional russo será o Linux, e o objetivo é substituir o Windows em todos os departamentos. A ideia dessa iniciativa não é nova; em outubro de 2007, o Primeiro Ministro Dmitri Medvedev havia anunciado planos nesse sentido.

Apesar do destaque, a Rússia não é precursora nessa debandada para o lado open source da Força. No Brasil, o Paraná é sempre lembrado no circuito de software livre pelas iniciativas na área via CELEPAR (aqui tem um vídeo de uma visita que fiz à CELEPAR no começo do ano), que desenvolveu os programas de email e automação de processos usados pelos órgãos estaduais. Do outro lado do mundo, a Coreia do Norte tem sua própria distribuição Linux, a Red Star. E em junho desse ano, segundo nota do Neowin, o governo britânico sinalizou que, talvez, também migre sua base de computadores para Linux, visando conter gastos.

Não que seja parâmetro ou tenha relação com o tema, mas se a Rússia conseguiu acabar com 20% do spam mundial de farmacêuticos numa tacada só, quem garante que o lance do sistema operacional próprio não pode dar certo?

Fonte: Neowin.

emLinux Meio Bit Open-Source

Desenvolvedores listam os seus preferidos do PS2

Por em 28 de outubro de 2010

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Na terça-feira passada foi aniversário de 10 anos do lançamento dos PS2 nos Estados Unidos e para comemorar, o blog oficial do Playstation pediu para que vários desenvolvedores de games (e alguns jornalista de renome também) listassem os três jogos do console que mais gostaram. O que mais gostei deles não terem se limitado apenas aos profissionais que desenvolvem para os videogames da empresa como acho muito legal saber o que esse pessoal gosta de jogar, considero as respostas de extremo valor.

Entre os citados estão nomes de respeito como Ed Boon (Mortal Kombat), Ken Levine (Bioshock), David Jaffe (God of War), Warren Spector (Deus EX), Tim Schafer (Grin Fandango) e Cliff Bleszinski (Gears of War), mas senti falta de outras pessoas tão ou mais importantes quanto, como Hideo Kojima, Fumito Ueda ou Keiji Inafune, porém, o fantástico mesmo seria se Shigeru Miyamoto tivesse participado.

De qualquer forma, vou deixar aqui no post o nome de todos os que deram sua opinião, com o nome da empresa em que trabalham e os jogos citados por eles, na ordem de preferência.

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emMiscelâneas Museu Sony