Digital Drops Blog de Brinquedo

Posts em tempo real no Google Reader

Por em 25 de fevereiro de 2010

Você consegue se imaginar sem um agregador de feeds? Eu não. Até lembro da época em que eles não existiam, e era um tormento ter que abrir dezenas (literalmente) de abas apenas para checar se havia atualizações nos meus sites prediletos. Os feeds acabaram com isso, centralizando num só local tudo que me interessa.

Mas, num ponto, ele ficava devendo ao método abra-abas-até-o-navegador-travar: velocidade. Agregadores de feeds, por padrão, não trabalham em tempo real. Em intervalos regulares, ele varre os feeds cadastrados, e se há novidades neles, baixa o conteúdo.

O problema está prestes a ser resolvido. Alguns protocolos, como o RSS Cloud, visam acabar com esse delay entre publicação e recebimento. Nos mesmos moldes aparece o PubSubHubBub (quem batizou esse troço?), com presença mais forte que o concorrente.

pubsubhubbub-tempo-real-reader

Não chega a ser uma briga, mas entre as duas opções disponíveis, em termos de adoção o PubSubHubBub está na dianteira. Enquanto o RSS Cloud é suportado apenas pelo WordPress.com, e, o que é pior, nenhum agregador de feeds grande está adaptado a ele (é uma via de mão dupla, emissor e receptor precisam suportar o protocolo), o Pub… [vocês sabem :-P] tem apoio de Tumblr, posterous e Blogger, e o que é melhor: do Google Reader, fechando o círculo e tornando, de fato, as atualizações imediatas num dos agregadores de feeds mais famosos e usados do planeta. Resumindo, enquanto o RSS Cloud é uma promessa, e assim continuará até que o Google Reader e outros adotem e passem a suportar o formato, o PubSubHubBub já é uma realidade.

O negócio funciona mesmo. Instalei o plugin oficial para WordPress em meus blogs, e os posts aparecem com menos de um minuto de atraso (imagem acima). Caso queira deixar seu blog pronto para o RSS Cloud também, o link é este.

Fonte: Download Squad.

emBlog Internet

DQ IX, Mario Galaxy 2 e novo Metroid até o meio do ano

Por em 25 de fevereiro de 2010

A BigN aproveitou a Nintendo Media Summit para dar uma ótima notícia aos fãs ocidentais do Dragon Quest: O nono jogo da série será lançado neste lado do mundo durante o nosso inverno e a distribuição ficará a cargo da empresa criadora do Mario.

No início houve uma certa desconfiança em relação ao Dragon Quest IX principalmente por se tratar de uma versão para um portátil, contudo, ao se tornar o game mais bem sucedido da franquia, era natural que ele acabasse chegando ao ocidente.

Ainda no evento, foi confirmado que o Monster Hunter Tri lançado por essas bandas não exigirá uma assinatura paga, que o Super Mario Galaxy 2 será lançado no dia 23 de maio e que o Metroid: Other M chega no dia 27 de junho. Com duas de sua principais franquias sendo lançadas até o o meio do ano, aumentam as chances do próximo The Legend of Zelda realmente sair ainda em 2010.

Para ver a lista completo dos lançamentos para os videogames da Nintendo, visite este link.

dori_nin_25.02.10

emNintendo Portáteis

O enterro do Internet Explorer 6 será em março

Por em 25 de fevereiro de 2010

Por Mari-Jô Zilveti

A notícia da morte do navegador da Microsoft já foi anunciada e repetida ad nauseam em 2009 e no início deste ano. Ontem, porém, estipulo-se, pelo menos, o mês. Quanto à precisão da data, há controvésias. Há quem diga que será no primeiro de março. Ou dia 6. Outras fontes profetizam para os dias 7 e 13. Atenção não é uma sexta-feira, ok?

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De blague ou não, foi criado um site para o funeral, o IE6funeral.com e quem quiser participar ou não prenteder dar o ar das graças,  gentilmente está convidado a dar um RSVP, programado para o dia 7. A brincadeira, de bom ou mal gosto, vem da Aten Design Group, e cabe ao interessado prestar suas condolências se quiser deixar alguma marca. Vale lembrar que o IE6 já gerou filho e neto, respectivamente, o Internet Explorer 7 e o Internet Explorer 8.

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No dia 13 será a vez de o YouTube fechar as portas para o moribundo IE6. A mensagem pode gerar leituras sutis. Tudo depende do ângulo de quem a lê. Quem tiver o IE6 e quiser abrir um vídeo nesse portal será convidado a atualizar o seu navegador. Até aí, ok, principalmente para geeks, nerds e afins. Agora imagine a situação do usuário leigo, o comum, que não tem a menor ideia do que é versão. Isso mesmo, caro leitor, sua mãe, a minha, os avós e a maioria dos mortais apenas entram na internet. E pronto. Não tem discussão.

Não vamos esquecer das empresas que mantêm máquinas de antanho, em que os proprietários sentam em cima do dim dim, quando o administrador da rede ou do suporte faz uma simples menção a comprar mais memória para as máquinas da “firma” ou trocar versões de programas, mesmo que elas sejam gratuitas. Que atire a primeira pedra quem nunca ouviu o patrão ou diretor financeiro pronunciar a frase “Não é prioridade, todo mundo pode trabalhar bem com as máquinas que temos”.

Se você achar isso incrível, no sentido “não dá pra acreditar”, basta checar a presença do Internet Explorer 6. Aqui mesmo no Meio Bit foi postado um texto sobre outro assunto, cujo primeiro parágrafo apontava a pizza de quem é quem. Os dados são da netmarketshare: simplesmente, 20%.

A cruzada contra o IE6 foi vem sendo praticada desde o ano passado. Agora é a vez de outros órgãos se unirem para acabar com a dor de cabeça de produzir códigos para abrir sites para um navegador que já deveria ter saído dos computadores. O movimento dos “sem IE6”, “IE6 no more”, está no ar há meses e vem sendo propagado em todos os cantos, lembrando a todos que esse navegador surgiu em 2001.

A Microsoft, por outro lado, não se faz de rogada. Até discute se vale a pena ou não, mas oferece suporte bonitinho para o seu vetusto navegador, o IE6.

Ok, crédito para os desenvolvedores que não aguentam mais ter de trabalhar dobrado ou triplicado para que um site abra no tal navegador. Outro dia ouvi uma hístória no mínimo curiosa. Um sujeito de uma agência trabalhava em uma equipe responsável para fazer o site de Queen Latifah. Por pesquisas, descobriu-se que grande parte do público que acessava informações sobre essa artista usava o Internet Explorer 5, lançado em 1999. Isso mesmo. Dá para pensar que nos EUA há milhares de pessoas que ainda têm máquinas em casa com chips de antanho? E bota velhice e falta de grana nisso.

Fonte: http://blogs.westword.com/latestword/2010/02/internet_explorer_6_is_dead_–.php

emBlog Internet

Do navegador para o desktop com o Prism

Por em 25 de fevereiro de 2010

É uma tendência já relativamente antiga, mas que ainda não “pegou” totalmente: transformar serviços presentes na web em aplicações locais, ou, em outras palavras, eliminar o navegador da interface entre nós, meros mortais sentados em poltronas no conforto do lar ou no ambiente de trabalho, e serviços úteis, no passado existentes apenas localmente, agora hospedados na nuvem.

Para exemplificar melhor, tomemos como exemplo o Gmail. Além de ser o serviço de e-mails do Google, é um baita cliente de e-mails, de quaisquer contas POP3/SMTP ou IMAP. Muita gente o utiliza assim, no papel que, no passado, seria restrito a programas locais, como Outlook, Evolution, Mail, Thunderbird, etc.

É uma transição natural, com tendência a tornar-se cada vez mais popular. Mas, ainda temos o navegador no meio da coisa toda, quando, na realidade, a única coisa necessária é o engine de renderização para acessarmos, de fato, o serviço pretendido.

A Mozilla vislumbrou isso alguns anos atrás, e então de início ao projeto Prism. Existem formas mais complexas e completas de explicar, mas, falando simples, o Prism transforma serviços em aplicações locais.

As vantagens disso a própria Mozilla comenta: acesso direto via desktop/barra de tarefas/dock, maior estabilidade por rodar separado do navegador, e até integração com a bandeja (Windows) e dock (OS X).

O Prism está disponível para download de duas formas: programa standalone, ou extensão para o Firefox. Ambos culminam em resultados iguais, vai do usuário escolher o método que mais lhe agrada. Por conveniência (a maioria já roda Firefox), abaixo um tutorial de como criar aplicações via Prism extensão.

Depois de instalada a extensão, e reiniciado o navegador, acesse o site que deseja transformar em aplicação. Estando nele, clique no menu Ferramentas, e em seguida, na opção Convert Website to Application…

Nesse momento, uma caixa de diálogo surge. Ela permite editar vários parâmetros da aplicação, como elementos da interface do Firefox que estarão presentes, locais em que o atalho será criado, e ícone usado. Ajuste as configurações, e clique em OK.

Como dito, o novo aplicativo roda independente do navegador em si. Para o Firefox em especial, isso é bastante interessante, pois permite navegar num proesso à parte, ou seja, ficam dois processos firefox.exe carregados. Repare, na imagem abaixo, que não há menção ao nome “Firefox” na janela; o objetivo é que os aplicativos gerados no Prism deem a sensação de serem, de fato, aplicativos.

Windows Task Manager

Lembrando que, além do Firefox, o Chrome também possui um recurso semelhante, e no caso dele, nativo. Basta clicar no menu da página, e em seguida, na opção Criar atalhos de aplicativos… Embora menos personalizável, o resultado é o mesmo.

emDicas Internet

Pentax X90 – Nova ultrazoom no mercado

Por em 25 de fevereiro de 2010

A Pentax acaba de anunciar a sucessora de sua primeira ultrazoom, a X70. O anúncio é no mínimo estranho, e mostra que a empresa está ligada nas tendências do mercado. Digo estranho porque a Pentax X70 não completou nem um ano de vida e já tem uma sucessora. A parte das tendências do mercado é em razão de quase nada ter sido acrescentado nesse novo modelo, com exceção da distância focal que acompanha as características alcançadas pelas concorrentes no final de 2009.

Primeiro vamos falar do que temos de novo no equipamento. A câmera é equipada com um zoom ótico de 26x, equivalente a uma 26-676mm no formato 35mm. Sempre é bom destacar quando as empresas fabricantes de câmeras compactas se preocupam em conferir ao equipamento uma verdadeira grande angular. Em relação à distância mínima de foco, cabe ressaltar que a empresa garante uma distância de 1cm para fotos macro (já vi outras ultrazoom com essa característica e nenhuma chegou perto de cumprir o prometido). Como em outros modelos da empresa, a câmera também vem equipada com o PENTAX-original CCD-shift-type SR (Shake Reduction), um estabilizador de imagem que tem como base o sensor e não a lente. Outras duas novas características são voltadas para a longa duração da bateria, garantindo 225 fotos com uma carga, e o ajuste de dioptria no view finder eletrônico (ótimo para quem não gosta de fotografar com óculos).

As características que sem mantém iguais aos do modelo anterior são o número de 5 fotos por segundo no modo contínuo, monitor LCD de 2,7 polegadas, modo manual completo assim como prioridades de abertura e velocidade, vários modos pré-programados de cena, compatibilidade com os cartões eye-fi wireless e gravação de vídeos em alta definição com 1280 x 720 pixels em 30 fotogramas por segundo. Também é bom ressaltar a abertura de diafragma que varia de F/2,8-5,0, mostrando que apesar da grande distância focal, o equipamento conta com uma lente clara, se compararmos com a concorrência. Nada foi anunciado sobre data de lançamento ou preços. Mas, podemos ter como base o valor de sua antecessora, que chegou ao mercado custando US$ 399,95.

pentax x90

 

Fonte: Dpreview

emNotícias

Clássicos do Atari nos cinemas

Por em 25 de fevereiro de 2010

Poxa, tudo bem que criar filmes baseados em games é uma ótima maneira dos estúdios ganhar uns trocados, mas depois de passarmos pelos filmes de lutinha (anos 80), ver o terror adolescente ser revitalizado (anos 90) e sobrevivermos as produções sobre catástrofes naturais (anos 2000), parece que a nova onda de Hollywood é lançar filmes inspirados em títulos do Atari.

O primeiro a ser cogitado foi o estranho Joust, então alguém de dentro da Universal achou que valeria a pena levar o insosso Asteroids para as telonas e agora, o LA Times publicou um artigo dando conta de que a Atari estaria procurando um estúdio que pudesse levar o Missile Command para os cinemas e o mais provável é que ele acabe nas mãos da Fox.

O texto conta um pouco do enredo do jogo, presente no manual e que se passa num planeta chamado Zardon e onde os jogadores devem se proteger da invasão do exército de Krytol. Mesmo afirmando que ele reflete o clima que pairava sobre a Guerra Fria e com esse enredo de ficção científica, é difícil imaginar que um bom filme sairia desse projeto (e porque não, dos outros também).

dori_ata_25.02.10

[via Joystiq]

emCultura Gamer Museu

O que você mudaria no Fallout 3?

Por em 25 de fevereiro de 2010

Quem aqui jogou o Fallout 3? Embora eu tenha ouvido vários jogadores dizendo que não gostaram do game, na minha opinião se trata de um dos melhores títulos, senão o melhor dessa geração. Belos gráficos, muitas possibilidades de avançar na aventura e principalmente, uma imersão poucas vezes vista. Se eu tivesse que mudar algo no jogo, sinceramente não sei o que seria.

Quem também parece ter gostado do jogo foi  Timothy Cain, um dos responsáveis pelo primeiro jogo e um site criado por fãs conseguiu entrevistá-lo e aproveitou para questionar qual sua opinião sobre a aventura pós-apocalíptica da Bethesda.

Eu joguei e terminei o Fallout 3 logo que foi lançado. Eu realmente gostei do jogo e acho que os designers da Bethesda realmente fizeram o dever de casa. O jogo mostrou que eles entendiam e conheciam profundamente os aspectos essenciais dos jogos originais. Eu até rejoguei algumas vezes para ver como eu poderia ter experiências diferentes e me diverti com isso. É claro, eu teria feito algumas coisas diferentes caso o tivesse criado.

É óbvio que dificilmente ele teria feito o jogo exatamente igual, mas fico me perguntando quais aspectos ele teria mudado. Cain disse ainda que no caso do primeiro jogo ele, se fosse fazê-lo atualmente, com a experiência que possui, teria melhorado a interface, criado um sistema de batalhas por turno mais dinâmico e lamenta o fato de que na época a equipe em que trabalhava não tinha muito dinheiro, o que impossibilitou um jogo maior e mais longo. Por fim, ele afirmou que as vezes tem a sensação de que o Fallout 1 serviu apenas como uma propaganda para o segundo.

dori_fall_24.02.10

[via Hellforge]

emMiscelâneas