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Digital Drops Blog de Brinquedo

Fuji Finepix HS10 – poderia ser verdade

Por em 1 de fevereiro de 2010

Não passa de um rumor, mas é daqueles rumores que todo mundo está colocando 100% de veracidade. Durante a PMA2010 a Fuji estaria preparando o lançamento de uma câmera fantástica. Um meio termo entre as câmeras compactas e as DSLR de entrada. Pouca coisa foi mostrada até agora, mas as especificações que se tornaram públicas já dão uma mostra do que será essa nova câmera. Uma imagem no novo equipamento também foi mostrada pelo Photo Rumors.

Os rumores dão conta que o equipamento vai ter 10 megapixels de resolução máxima, visor LCD de 3 polegadas, sistema duplo de estabilização de imagem, sensor CMOS retroiluminado (olha a Fuji entrando nesse mercado), gravação de vídeo em alta definição com 1080 pixels, capacidade de fazer 10 fotos por segundo no modo continuo e, segundo as más línguas, um preço muito baixo para esse tipo de equipamento. Mas, a característica mais impressionante eu ainda não falei.

A câmera vai vir equipada com uma lente Fijinon com zoom ótico de 30x. Isso mesmo, a Finepix HS10 vai vir equipada com uma lente cuja distância focal compreende uma boa grande angular de 24mm e uma super teleobjetiva de 720mm. Impressionante para qualquer ponto de vista. Creio que será a primeira ultrazoom a quebrar a barreira dos 700mm. Ótima para fotografia de natureza, já que os profissionais dessa área sempre indicam uma lente 600mm para ter junto com o equipamento. Mas, não para por ai. Fora a distância focal avantajada, a lente ainda tem o diafragma f/2,8-5,6 que garante uma ótima luminosidade para suas fotos.

Sinceramente, torço para que esse boato seja verdadeiro, principalmente a parte do preço baixo. Ótima câmera para ter mesmo que você já tenha uma DSLR.

 

fuji finepix HS10

emNotícias

After Burner reaparece no PS3 e X360

Por em 1 de fevereiro de 2010

A Sega pode ter cometido vários deslizes nos últimos anos, mas pelo menos os jogadores old school ela tem dado motivos para sorrir. Depois de lançar uma versão melhorada do OutRun na Live e na PSN européia, agora é oficial, o clássico After Burner também passará por uma reformulação e será vendido digitalmente.

Contando com 20 estágios, vários aviões para escolhermos e um efeito de câmera lenta que poderá ser usado para facilitar nossas vidas ao desviar de mísseis e tiros. O desenvolvimento ficou sob a responsabilidade da respeitada divisão AM2 da empresa e pelo o que podemos ver no curto trailer de divulgação, After Burner Climax manterá o espírito arcade do original e terá belos gráficos. O lançamento acontecerá na primavera do hemisfério norte.

Lembro-me como se fosse hoje da primeira vez em que joguei o After Burner no Mega Drive e como ele era diferente de tudo o que havia na época, com uma sensação de velocidade incrível. 

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[via Sega Europe Blog]

emMicrosoft Museu Sony

Relembrando – Riviera: The Promised Land

Por em 1 de fevereiro de 2010

Na época do Game Boy Advance, séries como Pokémon e Golden Sun estavam em alta, mas havia um outro RPG que infelizmente não teve tanto sucesso. Seu nome era Riviera: The Promised Land.

A história começa quando dois anjos, Ein e Ledah estão a caminho de Riviera. Esse local precisa ser destruído para evitar outra grande guerra. Segundo os anjos, esse é um “pequeno sacrifício” que impedirá o Ragnarök.

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Ledah e Ein chegam ao Portão do Paraíso (Heaven’s Gate). Lá acabam encontrando com um misterioso espírito que faz com que Ein desapareça. Assim, Ledah recebe a ordem de continuar sozinho.

Ein cai em uma estranha vila, na casa de Fia e Lina, duas garotas que cuidaram dele até que acordasse. Ele descobre que está em Riviera, porém perdeu toda a memória, e só consegue se lembrar do próprio nome.

alex_riv_01.02.10-2 O jogo conta com um sistema que não estamos acostumados a ver em RPGs. Você não é livre para controlar o personagem. Tudo a fazer é escolher a direção que quer seguir, e Ein automaticamente vai para a próxima tela. No canto superior esquerdo, há um mapa mostrando os blocos abertos. Cada fase possui 10 áreas exploráveis. Em alguns momentos você não poderá voltar.

Agora, sobre as batalhas. Em cada luta, você só poderá carregar 4 itens. O ideal é pegar 3 armas e 1 item de cura. As armas possuem limite de uso. Por exemplo, um arco só poderá ser usado 40 vezes, depois você o perde. É recomendável explorar bem as fases em busca de armas.

Cada vez que você ataca o inimigo, ou é atacado, uma barra no canto superior esquerdo da tela começa a se encher. Com ela, você pode disparar um ataque especial. Mas cuidado, ao usar o especial “Disaresta” de Ein, ou o “Lost Seraph” de Ledah, a barra se quebra e você não poderá usá-la novamente até o fim da batalha. Os inimigos também possuem essa barra, que fica no canto inferior direito da tela.

alex_riv_01.02.10-3 Neste jogo, você não recebe experiência após as batalhas. Para subir de nível é necessário usar diferentes armas. Vou explicar: Cada arma exige que o personagem a utilize determinada quantidade de vezes. Exemplo: Um arco precisa ser usado 4 vezes por Ein para que ele se aperfeiçoe. Quando isso acontece, ele ganha mais HP, mais força, etc.

O game possui o modo treinamento que pode ser acessado a qualquer hora. Lá, você pode lutar contra inimigos, e é ideal para aperfeiçoar suas armas, pois lá você não as gasta ao usar. O correto seria acessar o treinamento toda vez que adquirir uma arma nova.

Todo RPG precisa de exploração, certo? Em Riviera, isso não falta. Ao entrar numa tela, você estará no modo “Move”, e ao apertar uma das setas direcionais, moverá para outra tela. Mas ao apertar o botão “A”, você ativa o modo “Look”, no qual poderá analisar o cenário em busca de algo interessante.

alex_riv_01.02.10-4 Mas toda vez que você analisa algo, você perde 1 TP. Para ganhar mais TPs, você precisa se sair bem nas batalhas. Ao terminar uma luta, você recebe uma nota, Se tirar “C”, recebe 1 TP. “B”, recebe 2 TPs. “A”, recebe 3 TPs, e “S” recebe 4 TPs. Assim, você poderá analisar melhor os cenários.

Um ponto forte do jogo é o fato de que muitas vezes você pode escolher o que quer dizer às personagens. Dependendo de sua escolha, você pode se dar bem, ou acabar tudo em confusão. Isso deixa o jogo muito divertido.

Se Riviera: The Promised Land é um excelente jogo, eu não sei. Mas garanto que é bem melhor do que muitos RPGs que eu conheço.

emMuseu Portáteis

Zelda na Source Engine

Por em 1 de fevereiro de 2010

Enquanto o próximo The Legend of Zelda vive apenas em nossas imaginações, um usuário do fórum Zelda Universe postou algumas das imagens mais impressionantes já criadas por um fã da franquia.

Elas foram criadas usando o Garry’s Mod, uma ferramenta que usa a engine do Half Life 2 e permite que os jogadores recriem cenas de outros jogos ou simplesmente brinquem com os efeitos de física da Source. Depois de ver essas belas obras de arte, é impossível não desejar que o futuro jogo do Wii não tenha uma qualidade pelo menos parecida com essas.

Para ver as outras criações, visite o tópico no fórum ou dê uma olhada na página do autor no DeviantArt.

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emMiscelâneas Nintendo