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Digital Drops Blog de Brinquedo

A câmera mais cara do mundo

Por em 29 de janeiro de 2010

Hoje estamos acostumados com câmeras modernas, resolução gigante e recursos que tornam nossa vida confortável. De tão avançadas, para serem perfeitas só faltava fazer o cafezinho também. Junto com toda a modernidade e qualidade, uma coisa que também é bem avançada é o preço desses equipamentos. Se entrarmos na categoria de câmeras profissionais full frame ou das médio formato, o preço quase sempre é absurdamente alto. Mas, nada mais surpreendente do que descobrir que a câmera mais cara do mundo é feita de madeira, não possui megapixel nenhum e a lente é pouco mais do que um vidro sem qualidade.

Estamos falando de um Daguerreótipo, instrumento inventado por Jacques Mande Daguerre e que se tornou a primeira câmera fotográfica a registrar de maneira aceitável imagens através do uso da câmara escura. Daquerre foi o primeiro a se utilizar das descobertas de Joseph-Nicéphore Niépce sobre o uso de materiais sensíveis para o registro de imagens. A câmera é bem diferente do que temos contato hoje em dia. A imagem demorava de 10 a 20 minutos para se formar e em vez de uma película eram utilizadas chapas de cobre. Quando apresentou o seu invento para o governo francês em 1839 Daguerre aceitou doar a patente do processo, que se tornou de domínio público, em troca de uma pensão vitalícia do governo.

E agora, depois de mais de um século, um Daguerreótipo com assinatura de Jacques Mande Daguerre foi encontrado em uma coleção particular. O equipamento, considerado a câmera mais antiga do mundo, está sendo leiloada agora com um lance mínimo de 200 mil euros. Os donos estão confiantes que a câmera seja arrematada ao final por uma quantia em torno de 700 mil euros. Claro que o que está sendo vendido é o significado histórico, mas não deixa de ser a câmera mais cara do mundo.

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emEquipamentos

Fuji Finepix S2500HD – novas câmeras chegando

Por em 29 de janeiro de 2010

Todos os fabricantes de equipamentos fotográficos estão aquecendo suas turbinas para a PMA 2010 e por essas semanas vamos ficar sabendo de novos lançamentos e rumores no mundo da fotografia. Alguns dias atrás, foi o Lets Go Digital quem anunciou um rumor quase certeiro sobre novas câmeras da Fuji, inclusive com imagens dos produtos. A câmera que encabeça a nova leva é a Finepix S2500HD que vai ter 18x de zoom ótico em uma lente com uma confortável grande angular de 28mm e uma teleobjetiva de 504mm e duplo sistema de estabilização de imagem (uma obrigação em câmeras com mais de 300mm de distância focal). Poucas informações oficiais estão liberadas, mas sabemos que a câmera vai gravar vídeos em alta definição com resolução de 1280×720 pixels e estar equipada com todas as perfumarias que já se tornaram obrigatórias como o Face Detection com reconhecimento de 10 rostos na cena e removedor de olhos vermelhos que elimina o problema automaticamente logo após a foto ser feita.

Das outras três câmeras que vão chegar ao mercado esse ano, duas são ultrazoom e uma de corpo compacto, porém não menos poderosa. A Finepix S1730 vai ter 12 megapixels de resolução máxima e 15x de zoom ótico (equivalente a uma 28-420mm). O corpo da câmera é muito parecido com o da Finepix S2500HD. Ela também vai ter duplo sistema de estabilização de imagem e gravar vídeos em alta definição. A Finepix S1600 é a mais misteriosa de todas. A empresa garante que a câmera vai ser a melhor opção entre uma point-and-shot normal e as câmeras DSLR mais baratas. O que sabemos até agora é que ela terá 12 megapixels de resolução máxima, grande zoom ótico e um preço baixo para os padrões atuais do mercado. A última a chegar aos consumidores é a Finepix JX530 que é a primeira câmera de uma nova série e uma compacta totalmente automática com 14 megapixels, 5x de zoom ótico começando com uma grande angular de 28mm, gravação de vídeos em alta definição e visor LCD de 2,7 polegadas.

Nada sobre preços e data de lançamentos foram liberados ao público ainda. Provavelmente essas informações só estarão liberadas durante a PMA2010.

Fonte: Lets Go Digital

emNotícias

O Atari está de volta!

Por em 29 de janeiro de 2010

Quem gosta de jogos antigos provavelmente concorda com a ideia de que jogar no console original melhorar a experiência. Ter em mãos os controle originais e ver aquele surrado console na estante é prazeroso para muita gente e é para esses jogadores que a Atari está vendendo, por tempo limitado, uma reformulação de seu clássico videogame.

Batizado de Atari Flashback 2+, o aparelho será enviado a partir do dia 22 de fevereiro, terá cerca de dois terços do tamanho original, dois controles, 40 jogos na memória e, infelizmente, não terá entrada para cartuchos, o que sem dúvida tira muito de sua graça.

Nos Estados Unidos o preço cobrado será de US$ 29,99 e mesmo sendo uma boa ideia, acho que ainda valeria mais a pena achar um original em bom estado, o que não deve ser nada fácil, é verdade.

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[via Gagá Games]

emMuseu

Dia Internacional da Privacidade de Dados

Por em 28 de janeiro de 2010

Não é feriado, mas hoje é a quarta edição do Dia Internacional da Privacidade de Dados. Para celebrar a ocasião, grandes empresas como Google e Microsoft contribuíram com material relacionado ao tema.

O Google produziu um vídeo (abaixo), no qual mostra como os dados dos usuários são tratados quando em seus servidores. Baseado em cinco princípios, o Google promete não vender dados, mas utilizá-los para melhorar seus produtos; colocar o usuário no controle, dando-lhe a exata percepção do que é compartilhado ou não (Dashboard ajuda); e permitir que o usuário tenha livre trânsito dentro dos domínios da empresa (conhece o Data Liberation?).

A Microsoft liberou um relatório baseado na análise de vários departamentos de Recursos Humanos nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha. Resultado? Nos EUA, 70% dos departamentos rejeitam candidatos baseados em informações obtidas na Internet.

É por essas e outras que devemos ficar atentos ao que publicamos em sites de relacionamento, como o orkut. Seus amigos podem até achar engraçada aquela foto sua bêbado no churrasco de domingo, mas ela, definitivamente, não pegará bem quando um potencial empregador estiver buscando informações suas…

Fonte: Download Squad.

emIndústria Segurança

Apple iPad

Por em 28 de janeiro de 2010

Meses de rumores cada vez mais fortes e, a partir de certo ponto, irritantes. Talvez o iPhone tenha tido mais hype, mas em proporção, arrisco dizer que esse tablet da Apple o superou. Era uma constante: a maioria dos sites e blogs de informática traziam, no mínimo uma vez por semana, alguma notinha/rumor/mock-up do então secreto iPad.

Ontem, Steve Jobs chamou jornalistas e entusiastas do mundo inteiro para apresentar algo. Algo grande. Literalmente grande. À primeira vista, o iPad parece um iPod touch gigante. E por dentro, a impressão é confirmada. Muitos ficaram desapontados, esperavam mais. Hoje, um dia após o evento, não se vê aquela empolgação generalizada, como a da ressaca do iPhone. Culpa do excessivo hype? Ou a Apple está perdendo a mão na hora de impressionar?

Eis o iPad:

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Menos de 1,5 cm de espessura, peso que varia de 0,68 a 0,73 kg (sem e com 3G, respectivamente). Some a isso tela mutitouch capacitiva de 9,7” com resolução de 1024×768 (4:3), SSD de 16, 32 ou 64 GB, WiFi “n”, acelerômetro, sensor de luz ambiente e bateria com autonomia de 10 horas, e está pronto o iPad. Ah sim: não se esqueça do processador, um Apple A4 de 1 GHz. Nem Intel, nem NVIDIA, nem AMD; o coração do mais novo gadget da Apple é prata da casa.

o iPad se propõe a ser muitas coisas, de leitor de e-books até plataforma de games. O sistema operacional, contrariando rumores, não é o Mac OS X, mas sim o iPhone OS, com todas as suas vantagens (App Store carregada) e problemas (nada de multitarefa, nem Flash). Jobs o apresentou como uma espécie de elo perdido entre smartphone e notebooks. Netbooks? Fez pouco caso, disse que eles são lentos e ruins, e que o iPad sim vem para suprir essa lacuna.

Foram apresentados vários usos e novos apps, com destaque para a suíte iWork, devidamente adaptada ao iPhone OS, a US$ 9,99 cada app (são três: Pages, Keynote e Numbers). The New York Times também marcou presença, bem como a EA, com uma versão low graphics de Need For Speed Shift.

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Empolgou? Não. A maioria ficou bastante desapontada com a falta de inovações do aparelho. Ele faz, basicamente, o que tablet PCs fazem desde 2002. Na ânsia de querer abraçar o mundo e suprir várias necessidades, acabou não se mostrando completo em nenhuma delas.

E não bastasse essa crise de identidade, sobram “defeitos” no iPad. A tela, por exemplo, poderia ser o sonho de quem gosta de vídeo. O problema? Proporção 4:3. Ao assistir algum filme, espere por barras pretas nas bordas, no melhor estilo TV de tubo. Não existe webcam, ausência que mina Skype, iChat e qualquer outra espécie de comunicação via voz e imagem. Também não temos portas USB, e nem o Finder ou qualquer outro gerenciador de arquivos. Para não tornar este um texto muito “negativo”, sugiro a leitura deste, escrito mais cedo e focado nos pecados do iPad.

O iPad, para fazer inveja ao Windows, virá em seis (!) sabores. Com ou sem 3G, em capacidades de 16, 32 e 64 GB. Os preços variam de US$ 499,00 a US$ 829,00. A disponibilidade não é imediata; na Terra do Tio Sam, os modelos só com WiFi saem daqui a 60 dias, já os com 3G, daqui a 90. Esses últimos, aliás, funcionarão com os novíssimos microSIM cards. A Apple já anunciou uma série de acessórios compatíveis com o iPad, incluindo um teclado físico. Quem disse que já dá para nos desfazermos dele?

No Twitter e em vários sites (recomendo essas leituras, em inglês), a maioria das reações foi negativa. Resta saber se, a exemplo do que aconteceu com o iPhone, a Apple conseguirá virar o jogo e mostrar que, afinal, o iPad tem potencial para tornar-se sucesso. Ou isso, ou cair no limbo do esquecimento, onde jazem G4 Cube e MacBook Air…

emApple e Mac Computação móvel

Final Fantasy XIII poderá ficar sem DLCs

Por em 28 de janeiro de 2010

Uma das características mais marcantes dessa geração são os downloads de conteúdo adicionais que as produtoras disponibilizam para seus jogos e um rumor que começou a circular a internet sobre o Final Fantasy XIII promete causar reações adversas em alguns jogadores.

Ao conceder uma entrevista para um guia de estratégias sobre o jogo, o produtor Yoshinori Kitase teria dito que embora a equipe tivesse cogitado o lançamento de DLCs durante o desenvolvimento do FFXIII, eles chegaram a conclusão de que seria disponibilizar toda a experiência durante a aventura principal. Outro motivo para a desistência foi o longo tempo de produção do jogo e preparar mais conteúdo para download atrasaria ainda mais seu lançamento.

Contudo, Kitase afirmou que a forma como o jogo foi construído permite que esses pacote sejam lançados e que mesmo havendo tal possibilidade, por enquanto a Square Enix não considerando o caso.

O problema é que o mesmo executivo teria dito à Revista Oficial do Playstation na Holanda que eles tinham dúvida sobre o lançamento de mais conteúdo para as versões ocidentais do jogo, mas que ele deve acontecer, mesmo que demore um pouco.

Se por um lado muitos se revoltam com jogos que recebem conteúdo extras até mesmo no dia de seu lançamento, já que eles poderiam ser incluídos nos discos, se o próximo Final Fantasy não os tiver, seremos obrigados a nos contentar com a ideia de que após o término da aventura principal (que diga-se de passagem, deverá ser beeem longa), nada de novo aparecerá.

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[via andriasang]

emMicrosoft Rumores Sony

Bioshock 2 não terá servidores dedicados

Por em 28 de janeiro de 2010

E não é que um dos maiores pesadelos dos jogadores de PC está se tornando realidade? A ideia de retirar os servidores dedicados do CoD: Modern Warfare 2 está sendo adotada por outras empresas e pode ser que acabe virando um padrão na indústria.

A primeira a seguir o método foi a DICE, criadora do Battlefield: Bad Company 2 e crítica ferrenha da prática utilizada por uma de suas principais concorrentes. Quer dizer, é verdade que o jogo terá os servidores dedicados, porém, eles terão que ser alugados com a própria DICE, o que serviu para desagradar muita gente.

Agora, quem resolveu entrar na dança foi a 2K Games. Alegando falta de tempo e que preferiram se dedicar a fazer poucas coisas bem feitas ao invés de tentar fazer muito e com baixa qualidade, a empresa resolveu retirar a possibilidade de jogarmos o Bioshock 2 em servidores dedicados ou através de LAN.

Como o jogo não possui um apelo tão forte para o multiplayer quanto o Modern Warfare 2, será que a repercussão negativa fará com que muitos jogadores desistam do Bioshock 2, assim como supostamente aconteceu com o jogo da Infinity Ward?

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[via VG247]

emComputadores