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Digital Drops Blog de Brinquedo

Desrespeito ou pura preguiça?

Por em 30 de dezembro de 2009

Quando a revelou que o Modern Warfare 2 teria um estágio situado no Rio de Janeiro, muitos brasileiros – e principalmente cariocas – ficaram muito ansiosos para poder jogar no quintal de suas casas. Quando finalmente pudemos colocar as mãos no game, alguns se sentiram incomodados com as expressões utilizadas pela milícia que domina a favela local e deixou uma pulga atrás da orelha em relação ao “realismo” mostrado nas outras cidades que não conhecemos.

E foi exatamente isso o que aconteceu com um leitor do Kotaku nascido no Paquistão. Um dos mapas do multiplayer é situado na cidade de Karachi, onde ele nasceu. O problema é que todos os textos espalhados pelo cenário estão em árabe, enquanto que no país se fala urdu e embora o alfabeto seja o mesmo para ambas as línguas, as palavras são totalmente diferentes.

Algumas pessoas poderão argumentar que isso não influencia na jogabilidade e que para todos aqueles que não são paquistaneses (ou brasileiros) não fará a menor diferença, porém, o blog GamePolitics levantou uma interessante questão: Se as produtoras gastam milhões de dólares para criar um jogo, tentando torná-los o mais realista possível, porque elas não dedicam mais atenção a pequenos detalhes como esses? Será que custa tão caro contratar um tradutor para que o trabalho seja feito corretamente?

No cinema podemos ver o mesmo e assim como os traficantes cariocas do MW2 soltam várias frases em inglês, é absolutamente ridículo ver os brasileiros do Incrível Hulk falando com um irritante sotaque gringo.

dori_mw2_30.12.09

emCultura Gamer Indústria

A Nikon vai para o espaço

Por em 30 de dezembro de 2009

Para a gente pode parecer um absurdo, mas para uma Agência Governamental como a NASA não passa de mais uma compra corriqueira. Eles acabam de adquirir 11 câmeras Nikon D3s equipadas com a lente AF-S Nikkor 14-24mm F/2.8G ED. Os equipamentos vão se juntar às outras câmeras Nikon que já estão em órbita do planeta na Estação Espacial Internacional.

Podemos até pensar que todo esse poder de fogo vai ser usado para o registro fotográfico do espaço ou da visão do nosso planeta, mas quem pensa assim está enganado. Os equipamentos serão empregados no registro da manutenção da Estação Espacial e inspeções. Em minha opinião é um grande desperdício. Mesmo assim, os astronautas que vão manusear o equipamento sempre têm um tempinho para alguns retratos, como o que ilustra esse texto.

Cabe lembrar que nenhuma modificação especial vai ser feita no equipamento para que ele possa ser usado no espaço. Isso demonstra, segundo a empresa, a durabilidade e confiabilidade da câmera que pode ser utilizada até em ambientes extremos. A Nikon tem uma longa história de parceria com a NASA e as antigas D2Xs, assim como um grande números de lentes e flashes, já se encontram na estação, sendo que a agência já fez mais de 700 mil fotos usando câmeras da Nikon.

nasa

Fonte: PopPhoto

emNotícias

Ogre Battle 64 no Wii em janeiro

Por em 30 de dezembro de 2009

Quando um  videogame não se torna um enorme sucesso comercial, duas coisas muito chatas acontecem: aqueles que investiram no aparelho são obrigados a escutar piadinhas dos outros e muitos bons jogos acabam passando longe do radar da maioria. Com o Nintendo 64 não foi diferente.

Entre algumas da pérolas lançadas para o console da Nintendo, estava um RPG de estratégia que se não se equiparava ao Final Fantasy Tactics em qualidade, ao menos não perdia muito. Estou falando do Ogre Battle 64.

Conseguir um cartucho do jogo em boas condições atualmente não é tarefa fácil, podendo custar até mais de US$ 80, se completo, mas em janeiro a Square-Enix irá quebrar o galho de quem possui um Wii.

O jogo será relançado através do Virtual Console e por enquanto só podemos torcer para que o ocidente também seja agraciado com este presente.

[via Siliconera]

emMuseu Nintendo

O NES ainda vive!

Por em 29 de dezembro de 2009

Você deve estar muito ansioso para a chegada de 2010 e o lançamento daqueles inúmeros jogos que deixaram de ser lançados neste ano que está terminando, não é mesmo? Mas com o lançamento de um novo jogo para o Nintendinho você não contava.

Desenvolvido pela Sivak Games, Battle Kid: Fortress of Peril deverá ser lançado, em cartucho, em meados de janeiro e será vendido pelo site Retrozone. A julgar pelo trailer abaixo, o jogo parece muito bem acabado, com uma jogabilidade semelhante a da série Mega Man, inclusive mantendo a alta dificuldade.

Tenho certeza que os retrogamers se interessarão e os colecionadores já devem estar contando as moedas para pedir uma cópia. O duro é saber que a maioria dos títulos vendidos por lá não são muito baratos.

[via Joystiq]

emMuseu Nintendo

Os melhores aplicativos do iPhone para verdadeiros fotógrafos

Por em 29 de dezembro de 2009

Quando o iPhone foi lançado eu não dei muita bola para ele. Tudo bem que é um celular bacana e com uns recursos absurdamente interessantes, mas era (e ainda continua sendo) muito caro no Brasil. O fato de não ter Bluetooth também me desanima. Na época muitos falavam que a câmera que equipava o celular também não era nenhuma maravilha. Porém, uma das especificidades mais legais do aparelho é a possibilidade de se adicionar funcionalidades através de aplicativos desenvolvidos especialmente para ele. Várias coisas inúteis são encontradas nessa lista, mas Juan Pons, do blog Digital Photo Experience, compilou uma lista dos melhores aplicativos (segundo ele, é claro) que encontramos para o iPhone para verdadeiros fotógrafos. Até que é uma lista interessante. Vejam abaixo os escolhidos.

- Focalware – muito bacana isso aqui. Se utilizando do GPS e da Bússola interna do aparelho, esse aplicativo pode dizer para você a posição do Sol ou da Lua em qualquer parte do planeta e em qualquer horário. Além de determinar a posição da luz ele também pode trabalhar com as áreas de sombras produzidas. Já que fotografar é registrar a luz, nada melhor do que saber a posição da principal fonte de luz que possuímos. Preço de US$ 9,90.

- Darkness – aqui a funcionalidade pode ser até parecida com a do Focalware, mas é voltado para quem gosta de fotografar o nascer ou o por do Sol, além da Lua, é claro. O aplicativo permite saber onde o Sol vai nascer ou se por em qualquer lugar do mundo, além de mostrar para você a atual fase da Lua e onde ela vai nascer. É possível guardar na memória as leituras de um determinado lugar para ir comparando as mudanças ao longo do tempo. Preço de US$ 0,99.

- iTimeLapse – esse aplicativo permite que você produza vídeos em Time Lapse com seu telefone. Para quem não conhece, essa é uma técnica muito usada na fotografia onde você fotografa várias vezes um objeto no mesmo ângulo, mas em determinados espaços de tempo. Ao colocar as fotos em seqüência temos a impressão de ver o tempo passando e agindo sobre o objeto. Esse aplicativo permite regular o espaço de tempo em que a câmera vai ser ativada e também o tempo de filmagem de cada fragmento. Depois, o próprio software faz a junção das partes e cria o vídeo. Muito interessante para quem se interessa por esse tipo de produção visual. Preço de US$ 2,99.

- AutoStitch – não poderia faltar nessa lista um aplicativo voltado para a produção de fotos panorâmicas. Segundo o autor do texto, esse AutoStitch é muito versátil porque ele faz a junção de fotos tanto na horizontal quanto na vertical. O aplicativo não faz as fotos, só utiliza as que estão gravadas na memória do aparelho. Preço de US$ 1,99.

- Camera Genius – esse aplicativo praticamente substitui os controles normais do iPhone para a câmera por funcionalidades mais práticas e bacanas. Entre elas podemos citar as linhas guias que podem ajudar na hora da composição da imagem e o Big Button que transforma o monitor do celular em um enorme botão de disparo do obturador. Preço de US$ 1,99.

- Photoshop Mobile – esse todo mundo aqui já deve conhecer. A versão Mobile do Photoshop para iPhone foi lançada nesse ano e já conquistou totalmente os usuários. É possível cortar, rotacionar, aplicar saturação e ajustes de tonalidade, além de uma boa quantidade de efeitos. Aplicativo Gratruíto.

- StroboX – quem trabalha em estúdio sabe que montar esquemas de iluminação não é fácil. Principalmente se você vai ensinar para alguém como montar aquela determinada iluminação. O StroboX é um aplicativo que permite montar esses esquemas de maneira muito fácil. Depois de editado é possível salvar o esquema e fazer o vínculo com qualquer foto que esteja em seu telefone. Muito bacana. Aplicativo Gratuito.

- Flickr -  e por fim temos o aplicativo mobile desenvolvido pelo próprio flickr para os usuários do serviço. Além de enviar as fotos, o aplicativo permite um número limitado de edições como cortar ou redimensionar a imagem. Básico, mas suficiente para estar sempre atualizando o seu álbum. Aplicativo Gratuíto.

Pelo que constatei, existem centenas de aplicativos voltados para a fotografia além desses, mas é possível cobrir uma enorme gama de possibilidades com esses que foram mencionados.

 

Texto encontrado via o twitter do Clício Barroso.

emAcessórios

Posterous, o blog via e-mail

Por em 29 de dezembro de 2009

Embora ainda não esteja no mainstream, arrisco dizer que é questão de tempo para que o Posterous tenha tanta força quanto Tumblr, WordPress e outros. O sistema é tão simples e funcional que beira o ridículo, possui uma API poderosíssima, e, o que é mais importante, é tão fácil que até sua avó consegue montar e manter um blog nele. E não é força de expressão; se ela sabe usar o e-mail, então é elegível a manter um blog no Posterous.

Veja o passo-a-passo para criar um blog lá:

como-criar-um-posterous-20091229

Não é pegadinha, é só isso mesmo. O Posterous funciona totalmente atrelado ao e-mail, que por sua vez é a forma mais cômoda, eficiente e simples de atualizar seu blog. Basta mandar uma mensagem para post@posterous.com, e o blog é automaticamente criado.

E não são apenas mensagens em texto que são aceitas. O sistema lida com vídeos, fotos e áudio, e manipula tudo de maneira elegante e simples (não se incomode; você lerá a palavra “simples” muitas vezes ainda). Mandou um vídeo? O Posterous cria um player para seus leitores vê-lo. Fotos? Uma galeria de imagens em AJAX aparece automagicamente. Áudio? Um pequeno player também aparece. Arquivos? Links para download e tudo mais. O usuário não precisa se preocupar com absolutamente nada.

A simplicidade do cadastro é apenas a primeira coisa que chama a atenção no Posterous. Dentre muitas outras, considero três tão bacanas quanto a forma de acessá-lo: bookmarklet, autopost em outras redes sociais e flexibilidade.

Bookmarklet é um pequeno código que o usuário arrasta para os favoritos do navegador, e a partir de então, funciona em páginas diversas da do Posterous. Encontrou um texto, imagem ou vídeo legal? Clique no bookmarklet, e um popup do Posterous aparece dentro da página, para que você ajuste o post e o publique dali mesmo.

PS4 poderá abandonar o Cell Meio Bit - Google Chrome

É bem verdade que Tumblr e WordPress possuem bookmarklets com finalidade idêntica, mas em termos de usabilidade e qualidade, a comparação é extremamente desleal. O do Posterous simplesmente destrói os concorrentes. É inteligente, bem resolvido e não afeta em absolutamente nada o trabalho de publicar um post. Nos outros, temos uma versão capenga e mal feita do editor principal; no Posterous, o bookmarklet é até mais interessante que o próprio editor interno/padrão dele (quase nunca usado, aliás).

Dito isso, vamos ao próximo ponto de destaque: autopost e integração com redes sociais. O Posterous integra-se com muitas redes sociais, a saber:

redes-sociais-posterous-20091229

Ao adicionar uma rede social no seu Posterous, ela integra-se realmente ao serviço, e toda postagem feita no blog vai para a rede, dependendo do escopo dela. Mandou um vídeo? Vai para o YouTube/Vimeo também. Fotos? Flickr/Picasa é o destino. Qualquer tipo de post? Atualizações no Twitter/Facebook. E assim por diante.

Todavia, o usuário tem a liberdade de limitar ou filtrar para quais redes suas atualizações serão enviadas, simplesmente mexendo no endereço de e-mail usado no envio das atualizações. A URL padrão, como já comentada, é post@posterous.com. Existem variações, porém. Se quiser mandar apenas para o blog, basta trocar o destino para posterous@posterous.com. Se quiser limitar a poucos serviços, basta combinar os nomes, assim: posterous+twitter@posterous.com. Existe ainda uma outra possibilidade, que é limitar a publicação a redes em cujo seu nome de usuário contenha determinado termo. Assim, se eu escrever para #windows@posterous.com, a atualização será mostrada só nos locais onde a palavra “windows” apareça no nome/URL/título.

Aqui tem uma lista de dicas e alternativas simplesmente baseadas no endereço de e-mail. Repetindo: beira o ridículo (no bom sentido) a simplicidade da coisa.

Por fim, a flexibilidade a que me referi acima, e, no caso, diz respeito à audiência e a quem atualiza o blog. A princípio, o Posterous é público. Mas o usuário pode restringi-lo com senha, tanto completamente, quanto apenas no que toca a um post – novamente, alteração no endereço do e-mail: private@posterous.com.

Do outro lado do blog, ou seja, quem o atualiza, recentemente abriram a possibilidade de criar blogs colaborativos, com múltiplos autores. O suporte é exemplar, e permite inclusive criar um “perfil” para o blog diferente do de seu fundador. O oficial já funciona assim, e outras empreass, como o TweetDeck, também utilizam a plataforma do Posterous para se comunicar com seus usuários.

Criei o meu há pouco mais de três meses, e agora voltei a atualizá-lo com frequência. É uma experiência de blog bem mais “light” e descompromissada, e, por isso mesmo, bem divertida. Se você nunca teve um blog por temer preocupações com configurações complicadas ou preguiça de ter que abrir o editor e aprender a usá-lo, o Posterous vem a calhar. Afinal, desde o século passado todos sabemos como enviar e-mails, logo, não há desculpas para não dar uma chance ao Posterous.

emInternet Web 2.0

PS4 poderá abandonar o Cell

Por em 29 de dezembro de 2009

Antes o Playstation 3 ser lançado, numa época em que o Blu-ray não era vendido pela Sony como um dos grandes diferenciais do aparelho, o garoto propaganda do videogame atendia pelo nome Cell, o processador desenvolvido em parceria com a IBM e a Toshiba e que prometia milagres.

Muito dinheiro foi gasto na criação do chip e embora ele tenha mostrado bons resultados, ainda hoje existem empresas que sofrem para produzir jogos para o PS3 e segundo o site japonês Impress Watch, o próximo Playstation poderá abandonar o outrora inquestionável microprocessador.

dori_cell_29.12.09 Segundo fontes ligadas a Intel, a empresa japonesa já teria dado início ao projeto do “PS4” e que uma das possibilidades seria usar o, até o momento, fracassado Larrabee como coração do videogame.

O problema todo estaria no fato da Sony considerar a tecnologia da Intel aquém das suas necessidades e o mais provável é que ela redesenhe o Cell ou simplesmente utilize processadores multi-core como os usados nos PCs e no Xbox 360.

Caso o Cell seja mesmo abandonado, é pouco provável que o novo console tenha retrocompatibilidade com o PS3 e se nem o coração do novo aparelho foi escolhido ainda, pode esquecer um lançamento para tão cedo.

[via IGN]

emIndústria Rumores Sony