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Digital Drops Blog de Brinquedo

Mario ao som do Queen

Por em 27 de novembro de 2009

Definitivamente, a criatividade desse pessoal que cria modificações a partir do Super Mario World é mesmo infinita. O negócio anda gerando tanto conteúdo que vários ramos já foram criados e um dos mais interessantes são as fases onde o encanador se movimenta sem a ajuda dos jogadores.

Há pouco tomei conhecimento de mais uma dessas criações geniais e nela assistimos o Mario atravessando o estágio acompanhado convenientemente da música “Don’t Stop Me Now” do Queen. Os quatro estágios mostrados são muito legais, mas a genialidade está nos efeitos sonoros sincronizados com a música, é impossível não nos impressionarmos.

Acho que já assisti o vídeo uma 15 vezes e tenho até medo de pensar o tempo que essa maluquice demorou para ficar pronta.

emCultura Gamer Museu Nintendo Vídeos

Novo Castlevania 3D será muito diferente

Por em 27 de novembro de 2009

A série Castlevania sempre mereceu um bom jogo em três dimensões, infelizmente isso ainda não aconteceu, porém, a expectativa voltou depois que o Lords of Shadow foi anunciado, principalmente quando soubemos que o estúdio de Hideo kojima estaria envolvido.

Ao conceder uma entrevista, Dave Cox, o chefão da Konami na Europa, explicou porque o jogo não foi anunciado na Games Convention de 2008 como um Castlevania:

Se tratava de uma mudança radical em relação ao que já havia sido feito com o Castlevania e havia um pouco de nervosismo em que ele não fosse aceito como um jogo da série… Então o gerente sênior tomou a decisão de que ele seria anunciado como Lords of Shadow, veria como seria a reação e se fosse boa, então se tornaria um verdadeiro Castlevania.”

Isso aí, gostei da ideia, agora, resta saber até que ponto vai essa mudança drástica e que seja, principalmente, em relação aos outros jogos 3D, porque Sr. Cox, pode ter certeza, se dessa vez não for entregue um jogo no mínimo bom, o nervosismo visto será por parte dos jogadores.

dori_cas_27.11.09

[via Eurogamer]

emMicrosoft Sony

Fotógrafos Cegos? Vencendo as Limitações

Por em 27 de novembro de 2009

Uma das coisas que tenho orgulho de dizer é que a fotografia é uma arte democrática. Para praticá-la não existem limitações financeiras, éticas, religiosas ou raciais. Ela aceita a todos e pode ser representada em vários formatos. Para praticar a arte não é necessária uma câmera digital super avançada. Câmeras descartáveis ou latas de leite em pó podem ser os veículos de manifestação artísticos perfeitos. Basta ter vontade e sensibilidade. Dentro desse pensamento, uma das maiores provas da abrangência da fotografia é o crescimento da existência ao redor do mundo de um grupo de fotógrafos muito especial: os que não podem ver.

Recentemente, fiz um ótimo curso de avaliação de imagens aqui em Presidente Prudente e o professor estava falando sobre a questão do uso da luz na imagem. Sabendo que eu era fotógrafo ele me perguntou da importância da luz para a fotografia. Respondi que a luz era muito importante e que o fotógrafo nem precisa enxergá-la, mas ela precisa estar presente. No intervalo me perguntaram sobre essa afirmação e me expliquei para eles dizendo que mesmo pessoas cegas podem captar imagens com grande eficiência. Mesmo que isso seja difícil para nós que enxergamos bem compreender, os cegos trabalham com outros sentidos. Eles fotografam sons, cheiros, texturas, mas necessitam que alguém depois lhes explique as imagens que eles captaram.

Aprendi isso de maneira prática ao conhecer uma artista aqui da cidade que, mesmo sem boa parte de sua capacidade visual, é uma grande fotógrafa de natureza. Com ela aprendi que existem mais sentidos além da visão a serem levados em conta na hora de se fazer uma fotografia. Mas, mesmo não prestando atenção nisso, todos nós já passamos por algo que prove esse posicionamento. Quem aqui nunca teve sua fotografia afetada por estar em local com cheiros fortes ou ruído alto? Podemos não notar, mas tudo isso influencia na qualidade da imagem que estamos captando. Tenho um professor de fotografia que diz que o fotógrafo profissional sempre tem que estar de bom humor e de bem com a vida, pois isso vai se refletir em sua fotografia. Ou seja, mal humor é um luxo que não temos. Os sentidos do olfato e da audição trazem o mesmo efeito sobre nossa produção fotográfica.

Mas, tudo isso que escrevi serve de introdução para o caso de Brian Negus, um britânico de 62 anos que mesmo após perder quase toda a visão por causa de uma doença degenerativa, se voltou para a fotografia e, mesmo com sua limitação, produz imagens belíssimas. No caso de Brian, que ainda consegue ver vultos, a orientação para a captura da imagem vem através de sombras e sons. Segundo ele “freqüentemente não sei o que estou fotografando”. Do ponto de vista da composição fotográfica isso é uma maluquice, mas a sensibilidade e o registro do momento são fatos que compensam a deficiência.

Mais bacana do que saber que existem pessoas com deficiência visual que estão fotografando bem melhor do que muito fotógrafo profissional é saber que eles estão se organizando e que já existe um site especializado no assunto. O Blind Photographers reúne notícias e portfólios de fotógrafos cegos através do mundo. Ótima dica para quem quer abrir seus horizontes e ver que nem tudo se resume simplesmente a ver.

Fonte: Blog do Globo Rural (sim, eu leio globo rural)

emFotografia

As 5 piores câmeras de 2009

Por em 27 de novembro de 2009

Estamos na época em que os principais sites de equipamento, não só os de fotografia, começam a fazer suas listas de melhores de 2009. Conheço uns três sites importantes na fotografia que merecem ser ouvidos na hora de elencarem os melhores do ano que passou. Porém, o Digital Câmera HQ fez uma lista um pouco diferente do que estamos acostumados. O site elencou as 5 piores câmeras digitais compactas de 2009 e os motivos que levaram a escolha dos equipamentos para essa tão “alta” honraria. Alguns modelos realmente me assustaram ao estarem presentes na lista. Mas, é aquela velha história. Os fabricantes lançam o equipamento com uma lista de funcionalidades de encher os olhos e às vezes é só isso que ficamos sabendo da câmera. Ao que parece, a lista do Digital Câmera HQ foi embasada na experiência dos consumidores que enviaram depoimentos para o site. Veja abaixo um pequeno resumo dos comentários e os cinco modelos apontados.

- Fuji Finepix J20 – lançada em agosto de 2008, a câmera é uma compacta automática de 10 megapixels. Segundo o site, que também aponta gravíssimos problemas com a qualidade de imagem do equipamento, o principal problema encontrado aqui é a extrema fragilidade no visor LCD do equipamento. Muitos usuários apontaram que ele se quebra facilmente após algum tempo de uso. Mesmo depois de substituído o equipamento não volta a funcionar 100%. Os editores apontam que a unidade que eles testaram não chegou a quebrar, mas comprovaram que a câmera é feita com material muito frágil. Como assim Fuji? E eu que defendo sempre vocês? Não pode mancar desse jeito.

- Nikon Coolpix S220 – anunciada em fevereiro de 2009, é uma compacta automática com 10 megapixels de resolução máxima. Classificada como um pequeno pedaço de lixo, a melhor definição dos problemas principais da câmera é que ela tem uma imagem medíocre e desempenho lento. Isso não me surpreende. A Nikon nunca se deu muito bem com o desenvolvimento de câmera compactas. Mas, uma indicação dos redatores do texto mostra que ela é melhor das cinco indicadas a pior nesse ano;

- Pentax Optio W80 – anunciada em agosto de 2009, a W80 é uma câmera robusta que foi desenhada para concorrer na categoria de câmeras que se dão bem em qualquer ambiente. A câmera é quase indestrutível, mas a qualidade de imagem é sofrível. Até nas melhores condições de iluminação as fotos mostram uma granulação horrível. Interessante notar que todas as câmeras desse tipo não se saem bem em qualidade de imagem. Será que existe alguma relação?

- Kodak Easyshare C180 – câmera compacta de 10 megapixels que foi lançada esse ano no Brasil durante a Photo Image Brazil 2009. Aqui a coisa fica realmente feia. O Digital Câmera HQ aponta que a Kodak produz as piores câmeras do mercado e isso é o principal motivo para o constante prejuízo que a empresa vem acumulado. Ainda apontam que a C180 é a personificação de tudo que existe de ruim no mercado de câmeras fotográficas, com destaque para a péssima qualidade de imagem, a curta duração da bateria e a interface gráfica que parece ter sido feita em 2002.

- Olympus FE 45 – compacta com 10 megapixels de resolução máxima e anunciada em janeiro de 2009, ela é classificada pelo site como um peso de papel muito caro. Essa foi apontada como a pior câmera do ano. Fatores que levaram a essa escolha foram o fato de ainda usar cartão de memória XD, a qualidade de imagem ruim e interface gráfica apontada como primitiva. Porém, o principal fator que levou a essa escolha foi a questão da durabilidade da bateria. Usuários do site garantiram que um par de baterias carregadas duravam em torno de 12 minutos. Para colocar isso em prova eles compraram uma câmera e fizeram o teste. No caso deles, e usando diferentes marcas de baterias, a média de durabilidade foi de 15 minutos. Isso é quase uma piada. Deve ser por isso que o modelo quase não é mais encontrado para venda no mercado americano.

A conclusão geral é que mesmo que você encontre esses equipamentos por um preço fantástico, é melhor não se arriscar e ficar se sentindo enganado depois.

emEquipamentos

Homem casa com personagem de game

Por em 27 de novembro de 2009

Você achou muito bizarra a história das mulheres que estão se sentindo incomodadas por seus maridos dedicarem muito tempo a um simulador de encontros? Então é melhor nem terminar de ler esse texto.

No último sábado um homem conhecido apenas como Sal9000 adentrou uma igreja situada em Guam acompanhado de seu Nintendo DS, mas se engana quem pensa que o cidadão levou o portátil para aproveitar as horas de atraso da noiva. O videogame estava ali porque o solitário japonês estava se casando com Nene Anegasaki, esse pitelzinho da imagem abaixo e uma das três personagens do Love Plus.

dori_jap_26.11.09 É sério, o sujeito “trocou alianças” com um desenho que responde a suas ações e inclusive convocou a imprensa para cobrir a festa depois do casório. Parece que eles passaram a lua de mel na ilha, mas rumores dão conta de que o bonitão esteja tendo um caso com uma das outras personagens do game.

Viu só? Agora você pode dizer que já viu de tudo na vida e pode parar de me sacanear, digo, sacanear o Leonan por causa do Dreamcast. Aproveite e fique com alguns trechos do casamento.

[via Kotaku]

emCultura Gamer Miscelâneas

João e Maria viram adventure

Por em 27 de novembro de 2009

Acredito que todos aqui conheçam a velha história de João e Maria, não é mesmo? Contudo, o que muitos não devem conhecer é um web game onde o conto de fadas onde devemos ajudar os irmãos Gretel e Hansel a fugirem de sua madrasta e não perderem o caminho para fora da floresta.

Com uma direção artística belíssima, com as imagens todas pintadas a mão e parecidas com uma aquarela, o joguinho é um puzzle dos mais divertidos, jogado com a combinação teclado + mouse.

Além do suporte a achievements e com 10 mortes diferentes, o seu único defeito é ser muito curto, porém, essa é a primeira de três partes que ainda não foram lançadas. Altamente recomendado e viciante.

dori_joa_26.11.09

[via Rock, Paper, Shotgun]

emWeb Games

Ocarina of Time, um jogo pioneiro no uso do Eyefinity

Por em 26 de novembro de 2009

Um dos novos recursos dos processadores gráficos Radeon HD5k é o Eyefinity, uma tecnologia de exibição de imagens em múltiplo monitor, que permite a combinação de três ou mais monitores para exibir imagens de altíssima definição, como se os monitores fossem um só, caso os conectores estejam disponíveis nas respectivas placas de vídeo.

Nas atuais placas de vídeo cujas GPUs dedicadas Radeon (HD59x0, HD58x0 e HD57x0, até o presente momento) suportam tal recurso, há, geralmente, quatro conectores de saída de vídeo, sendo dois DVI-I (Dual Link, analógico-digital), um HDMI e um DisplayPort, mas só três deles podem ser utilizados ao mesmo tempo e tal combinação deve, obrigatoriamente, incluir o novato DisplayPort na história.

Há no mercado, inclusive, algumas placas equipadas com 6 (seis!) conectores Mini DisplayPort, semelhantes às utilizadas para demonstrar o Eyefinity num CrossFire X4, uma combinação de hardware que conseguiu exibir, em “apenas” 24 monitores com resolução de 1920×1200 cada, alguns aplicativos tridimensionais de demonstração técnica na distro GNU/Linux Ubuntu 9.04.

Resumindo: o tio Laguna aqui quer deixar bem claro que tal tecnologia é bem recente e que está presente nas linhas mid e high-end de tais processadores gráficos DX11.

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Agora vem a novidade, ou quase isso: genivf2, um usuário do Youtube, inocentemente foi testar sua nova placa de vídeo, equipada com uma GPU Radeon HD5870.

Como ele tinha três monitores de 24 polegadas e um deles tinha uma entrada DisplayPort, não teve maiores problemas em juntá-los numa área de trabalho com resolução 5760×1200, onde os três LCDs estão dispostos lado a lado, numa configuração ‘ultra-widescreen’ do Windows Sete.

O tal sortudo foi testando diversos jogos, para ver se eram compatíveis com tal recurso. Alguns mais recentes foram até incompatíveis com o Eyefinity, só exibindo as imagens no monitor principal, o do meio.

Então, o garoto de sorte foi testar os jogos que tinha para um determinado emulador do Nintendo 64, aparentemente sem nenhum plugin especial ou outra opção fora do padrão, que ele usaria para rodar o jogo em tela cheia com o Eyefinity (ativado ou não) no Catalyst, nem mesmo ROMs alteradas.

Nenhum jogo do N64 foi compatível até então. Num último e derradeiro teste, ele colocou a ROM do The Legend of Zelda, Ocarina of Time e também ficou arrepiado com a seguinte cena, após o break:

Bom lembrar que este fantástico jogo foi originalmente feito para ser exibido numa resolução quarter-VGA (320×240 ou 76,8 quilopixels decimais), típica das TVs de tubo que usávamos para rodar os jogos do Nintendo 64 (em meio à quinta geração de consoles), e agora vemos o mesmo numa resolução de quase 7 (sete!) megapixels decimais, ou seja, uma resolução 90 (noventa!) vezes maior, com direito a um filtro anisotrópico de 16x e anti-aliasing a 8x.

O Eyefinity, quando funciona bem, mostra uma visão panorâmica das cenas do jogo em que é compatível, mostrando além do que normalmente não é visto numa situação normal de jogo. Notem, no próximo vídeo, que os HUDs do jogo permanecem na tela do meio, tal qual os jogos recentes que utilizam tal recurso, recurso este ainda exclusivo das GPUs Radeon HD5k.

Depois de ver essas cenas, o tio Laguna ficou com os olhos bem lacrimejados, devido à alguns ciscos que lhe caíram nos olhos…

E pensar que Eiji Aonuma, um dos responsáveis pelo Ocarina of Time ser o melhor jogo de todos os tempos (pelo menos na opinião do indivíduo que vos escreve), dizia que um jogador atual, ao jogar tal obra-prima, não acharia o jogo tão bom.

Sinceramente, nós, verdadeiros fãs de Zelda, pedimos para que ele supere o que o Ocarina of Time representou para os videogames no século passado, como ele já prometeu antes, só isso!

Por que um simplório jogo em cartucho de 32 MiB, que completou 11 anos na segunda-feira, ainda apresenta alguma novidade dessas?

Podem me dizer que é fraude, que é um hack muito louco, que o genivf2 fez uma operação ilegal e precisa ser exterminado, enfim, seja o que for, digo o seguinte: se você, caro leitor, não pôde jogar este jogo sem preconceitos, num equipamento adequado, perdeu muita coisa em sua vida de jogador, acredite.

E não, não é apenas pelo uso do Eyefinity: a fantasia, a magia da lenda da princesa Zelda está ali, em seu auge, em toda a sua glória, ao som da melodia de uma Ocarina do Tempo.

[Agradeço a dica do Lucas, o Homem Risonho.]

emAcessórios Computadores Nintendo Vídeos