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Digital Drops Blog de Brinquedo

Nokia N900 – É como a Luciana Vendramini, japinha, rodando Linux

Por em 1 de setembro de 2009

Os sei-lá-o-quê da série N sempre foram soluções a procura de um problema, mas ninguém nunca entendeu a lógica da Nokia em NÃO incluir suporte a… telefonia. Mesmo assim eram um magneto de geeks, qualquer um que saiba de cor as 3 Leis da Robótica olhava um N810, pegava, fuçava, não tinha nenhuma utilidade específica mas se sentia compelido a ter um.

Agora a Nokia chutou o pau da barraca e FEIO. O N900 é o primeiro gadget que para um geek pode ser considerado iPhone Killer. Vejam que coisa linda:

Fale a verdade, depois de anos de TuxPhones e interfaces marrom-cocô do Ubuntu, nem parece que é Linux. Mas é. O que é vantagem, quando é o caso, Linux feito direito.

Na parte do Hardware ele tem… tudo. Vejamos:

  • Processador ARM Cortex A8 600MHz
  • 1GB de memória (256MB EAM + 768 memória virtual)
  • Navegador baseado no Mozilla, com Flash AJAX, etc
  • Tela de 3,5 polegadas, 800×480
  • Touchscreen
  • WIFI 802.11b/g
  • Bluetooth 2.1 A2DP Estéreo
  • Câmera 5Megapixels com lentes Carl Zeiss
  • LEDs duplos para flash e iluminação de vídeo
  • Filma em 800×480 a 25fps
  • GPS + A-GPS
  • Geotagging automático de fotos
  • Transmissor FM
  • Saída de vídeo
  • porta MicroUSB
  • Cartão microSD de até 16GB
  • 32GB de armazenamento Onboard
  • 3G Quadriband WCDMA/EGSM
  • Autonomia de 2-4 dias com WIFI ligado
  • 5h de conversação 3G, 9h GSM
  • Autonomia de uso ativo, +1 dia
  • 110,9mm x 59,8mm x 18mm
  • 181 gramas
  • Teclado QWERTY
  • Skype, Messengers, MSN, etc, etc
  • etc etc e… já deu pra entender

Com a introdução (epa!) do 3G aconteceu uma mudança de paradigma importante, estratégica, eu diria. O N900 deixou de ser um brinquedo para geeks e se transformou em um… smartphone para geeks. Na verdade ele é um PDA que Fala, com as facilidades de desenvolvimento das plataformas abertas.

Eu quero, eu PRECISO de um. O Maemo está com cara de ser tudo que a Nokia queria fazer com o Symbian mas nunca teve tempo, coragem de reescrever do zero ou inclinação de abandonar a base legada. Não sou adepto de convergência mas no caso mandaram muito, muito bem.

Agora é tentar conseguir um para testes. Alguém tem pra emprestar? :)

Ah sim, antes que perguntem: O preço estimado semi-oficial é de 500 Euros. Sim, uma facada. Achou que ser livre era barato?

emComputação móvel Linux Mercado Mobile

Análise: Battlefield 1943

Por em 1 de setembro de 2009

Mesmo desconfiando que este texto poderá despertar os instintos mais primitivos em alguns leitores, decidi avaliar um jogo lançado digitalmente há alguns dias para o Playstation 3 e XBox 360 e que tem como foco as partidas multiplayer. O problema? Mais um jogo sobre a Segunda Guerra Mundial. Dispa-se do preconceito e saiba como ficou o Battlefield 1943.

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Diversão, “poucas” classes e muita munição

Se você não aguenta nem ouvir falar em jogos sobre a WW2, já de cara deixo um aviso: Battlefield 1943 é muito, mas muito divertido. Após alguns minutos dentro do game, fica claro que a intenção da Dice não era alcançar feitos técnicos extraordinário com o título e sim levar ao jogador a experiência mais gratificante possível.

Um dos fatores que mostram isso são as classes e munições. Mesmo que contando com apenas três tipos de soldados (Scout, Rifleman e Infantryman), o equlibrio entre eles é algo invejável. Se você escolher o Scout, por exemplo, poderá usar um rifle de precisão e ganhará explosivos para serem detonados à distância. O Infantryman começará com uma sub-metralhadora e uma bazuca, além de ser ideal para batalhes de curta distância, enquanto que o Rifleman é ideal para médio alcance e carrega um rifle e granadas, de mão e aquelas acopladas a arma.

Para tentar deixar tudo mais dinâmico, os produtores tiveram a sábia ideia de tornar a munição infinita. Sim, esse detalhe não torna o game mais realista, porém, o que adiciona em termo de diversão às partidas… Contudo, as armas secundárias precisam de um tempo até se tornarem disponíveis novamente, tudo para equilibrar a jogatina.

Os palcos das batalhas

Muitos também poderão estranhar a quantidade de mapas disponíveis. Ao todo são apenas 4 localidades, todas localizadas no front do pacífico. Em Wake Island temos uma ilha em formato de ferradura, Iwo Jima nos coloca no meio de uma feroz luta durante o pôr do Sol e onde foi tirada a popular fotografia dos cinco americanos erguendo a bandeira do país (situação brilhantemente retratada no filme Cartas de Iwo Jima) e o meu mapa preferido, Guadalcanal, ótimo para snipers devido ao terreno extremamente irregular (também mostrado no fantástico Além da Linha Vermelha). O quarto mapa, Coral Sea, ainda não tive a oportunidade de jogar, portanto não darei opiniões.

No início achei que enjoaria rapidamente dos mapas, mas como eles são bastante extensos e foram muito bem desenhados, todas as partidas são muito disputadas e é certo que em algum lugar estará sendo disputada uma batalha violenta. É muito legal participarmos da invasão a uma vila para tomarmos controle dela e assim poder chamar um ataque aéreo.

Veículos e bandeiras, nada de diferente

Como já é de praxe na série, aqui também precisamos dominar alguns mapas do jogo para vencermos as partidas. Esses locais são sinalizados com bandeiras, bastando permanecer perto dele durante alguns segundos para que fiquem sob o domínio do nosso time. Quando isso acontecer, se morrermos poderemos escolher qualquer uma das bandeiras para “renascer”.

Outra característica de volta são os veículos. Qualquer um poderá entrar em um jipe, tanque ou avião e partir para a batalha. Controlar esses veículos é relativamente fácil e após alguns minutos você já estará dando piruetas com o avião ou atropelando inimigos com o tanque de guerra. Como os mapas são extensos, é comum fazermos uso de um jipe, por exemplo, apenas para poder chegar ao tiroteio.

Gráficos, humm… Legaizinhos

Tanto gráfica quanto sonoramente o jogo cumpre seu papel. Se pensarmos que se trata de um game disponível para venda por download, ele pode ser considerado muito bonito, mas a verdade é que a engine Frostbite estava muito melhor no Bad Company. Mesmo assim ele não chega a ser feio e é legal vermos árvores e construções indo pelos ares, mas com certeza não será lembrado por sua perfeição técnica. Ao menos na maioria das vezes as partidas ocorrem sem lags, o que para este estilo é fundamental.

veredicto 
Por mais que você tenha raiva do tema, recomendo comprar o Battlefield 1943. Aqui a Segunda Guerra serve apenas como plano de fundo e o importante mesmo é o mata-mata. O game prende desde o início e devido a sua jogabilidade simplificada, mesmo os inexperientes conseguem se sair bem nas primeiras partidas. Custando apenas US$ 15, é um jogo muito divertido e que lhe trará muitas horas de diversão. 

pros
- Segunda Guerra Mundial;
- Classes equilibradas;
- Extremamente viciante e muito divertido;
- Jogabilidade acessível e de fácil aprendizado.

contras
- Segunda Guerra Mundial;
- Variedade de classes e mapas pode assustar alguns;
- Conteúdo adicional deverá demorar um bom tempo para aparecer, se isso ocorrer.

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emAnálises Microsoft Sony

Edge revela sequência de LostWinds

Por em 1 de setembro de 2009

Em 2008 o Nintendo Wii recebeu através de sua loja virtual um dos mais fascinantes jogos desta geração, o LostWinds, ou como meu sobrinho o chama: “jogo do ventinho”. Apesar de um tanto curto, o game contava com ótimos gráficos, uma história interessante e jogabilidade que fazia ótimo uso do Wiimote. Eis que a versão britânica da Edge trará uma extensa matéria revelando que a tão aguardada sequência está a caminho e atenderá pelo nome LostWinds: Winter of the Melodias.

Apesar de uma data não ter sido revelada, foi dito que Toku, o personagem principal poderá nadar e haverá uma espécie de tornado que será capaz de perfurar rochas e erguer colunas de água, porém, a inovação que promete ser mais interessante é a possibilidade de alterarmos as estações do ano entre verão e inverno para assim solucionarmos alguns puzzles. Só fica o desejo para que a nova aventura seja mais longa.

Se você não conhece o game, dê uma olhada no vídeo abaixo e possuindo um Wii, não deixe de comprá-lo, vale a pena.

[via N-Europe]

emNintendo

Contadora demitida pelo seu JEITINHO

Por em 1 de setembro de 2009

Demonstrar como funciona a teoria lamarckista darwiniana (thx, Pryderi) usando um exemplo de fácil assimilação é bem simples, basta falar da internet. Para viver neste selvagem mundo chamado Interwebs é preciso ser forte; ou melhor, é preciso saber se adaptar. Não é necessário se despersonalizar, mas é preciso seguir algumas regrinhas de conduta e linguagem. Pro pessoal que já está adaptado, é até estranho quando um “novato” chega cometendo barbarismos.

Celebridades no Twitter, atentem para a notícia a seguir: uma contadora neozelandesa chamada Maria da Graç… digo, Vicki Walker, perdeu o emprego por usar CAPSLOCK. Mas isso não é tudo. Além de ser uma entusiasta do “fixa mai”, ela também usava negrito e letras em vermelho em seu correio eletrônico. Assim:

EU NÃO ESTOU GRITANDO, NEM QUERO SER MAL EDUCADA, GALERA. SEMPRE QUE ESCREVO NO COMPUTADOR, ESCREVO ASSIM. É O MEU JEITINHO!

O empregador, muito provavelmente de saco cheio da mulher e sem uma desculpa melhor que justificasse uma demissão por justa causa, alegou que seus emails prejudicavam o ambiente de trabalho na empresa onde Vicky trabalhava há dois anos. A contadora, porém, recorreu à justiça do trabalho da Nova Zelândia e agora vai receber uma indenização equivalente a 22 mil reais pelos danos decorrentes de sua demissão.

Fonte: New Zeland Herald [via G1, que não botou link pra notícia original]

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