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Digital Drops Blog de Brinquedo

AgfaPhoto DC-600UW

Por em 30 de junho de 2009 - Nenhum Comentário

Quando a fotografia digital começou a se mostrar viável para o consumidor comum, existiam vários modelos a disposição dos incautos e ignorantes compradores. Os primeiros que nos habituando a comprar foram as câmeras da Sony. Era a única fabricante que tínhamos total confiança na qualidade. Mas, quem não tinha grana para comprar as poderosas câmeras de marcas conhecidas, acabavam caindo em equipamentos de péssima qualidade e baixo preço, como algumas câmeras Polaroid que não tinham nem 1 megapixels de resolução. Digo isso porque a AgfaPhoto está lançando um modelo que muito me lembra essas câmeras do começo da era digital. Se não fossem alguns detalhes mais refinados na DC-600UW, poderíamos colocar o equipamento no mesmo patamar dessas bombas digitais que povoaram as lojas no começo da década.

A principal característica que remete a esses equipamentos é o design da câmera, bem tradicional e quadrada. A câmera possuí 6 megapixels de resolução máxima, não possuí zoom ótico (a lente é fixa e se comporta como uma 36mm), mas compensa com 5x de zoom digital, e a capacidade de gravação de vídeo é maximizada para quem possuí conta no Youtube, que é uma forma bacana de dizer que os vídeos ficam apenas no padrão VGA. Outras coisas interessantes do equipamento é o incrível modo macro com a possibilidade de se aproximar a 20cm do objeto fotografado, o monitor de 2,4 polegadas e a velocidade ISO variando de 100 a 1600 (eu realmente gostaria de ver uma foto em sensibilidade máxima dessa câmera).

Porém, o que torna o equipamento um pouco diferente de tantos outros espalhados pelo mundo é que a câmera é vedada contra água e poeira e suporta, segundo a empresa, mergulhos em profundidade de até 10 metros. Aliás, toda câmera hoje em dia deveria ser vedada contra poeira e água, como se isso fosse uma coisa muito difícil de se fazer. Toda essa tecnologia está à disposição do consumidor por apenas €149,00. Corra antes que acabe.

Agfaphoto DC600uw

 

Fonte: Dpreview

emNotícias

Livro: “Linux – Guia Prático”

Por em 30 de junho de 2009 - 89 Comentários

O Morimoto (aquele mesmo) finalizou, finalmente, sua saga! linux-smO livro “Linux – Guia Prático” (Editora Meridional, ISBN 978-85-99593-15-8, 719 páginas, R$ 72,00) é o último desta leva, que inclui o “Smartphones – Guia Prático”, “Servidores Linux – Guia Prático”, “Redes – Guia Prático” e “Hardware – Guia Definitivo”.

Para os iniciantes (e mesmo alguns já “iniciados”), escolher uma distribuição GNU/Linux® é um problema. Ou uma religião. Ou ambos. E, depois de “acostumado” a uma delas, muitos têm um misto de preguiça e pavor de mudar.

Com este “Guia Prático”, seus problemas acabaram! São nove capítulos que cobrem detalhes, dicas e instalação das principais distribuições do mercado (além de algumas outras menos conhecidas), conceitos importantes sobre o servidor “X”, o kernel, a árvore de diretórios e assim por diante.

O capítulo 8 é especialmente interessante, por tratar da virtualização (usando VirtualBox) e do Wine. A alfinetada no programa “Computador para todos”, do Governo Federal, também é impagável.

Mais uma obra imperdível, do mestre Morimoto.

Antes da parte mais aguardada (o sorteio, d’uh!), uma dica: já estão disponíveis, gratuitamente, os primeiros capítulos do livro “Smartphones – Guia Prático”. Vale a pena dar uma olhada.

Bem, como já é normal, temos um exemplar para sorteio. Em vez de simplesmente sortear, vamos fazer aquela boa e velha brincadeira: quem escrever aí nos comentários o melhor motivo para ficar com a obra (sem citar as palavras “Microsoft”, “M$”, “Windows”, “xiita”, “*tard”, “Richard”, “Stallman” e “Cardoso”) leva. Lembrando que “melhor” é um conceito relativo e, neste caso, cabe unicamente aos editores decidir. Os comentários estarão abertos até quinta-feira. Boa sorte a todos!

emAnálise Destaque Livros

Starcraft II sem partidas via LAN

Por em 29 de junho de 2009 - 21 Comentários

Rob Pardo, vice-presidente de game design da Blizzard revelou uma característica do aguardadíssimo Starcraft II que deverá desagradar muitos fãs da franquia. O executivo afirmou que não haverá partidas multiplayer por rede local, portanto a única forma de jogarmos contra outros jogadores será através da Battle.net, serviço online da empresa.

Embora não tenha sido dito o motivo, fica claro que a iniciativa é uma tentativa de evitar o uso de versões piratas do jogo e como um de seus principais apelos são as partidas multiplayer, validar as partidas através de seus servidores é algo que parece fazer sentido. Pardo também tratou de dizer que a chance do SCII aparecer nos consoles “é zero”, já que a produtora tentou fazer isso no Nintendo 64 e segundo ele, “embora o título seja jogável, a jogabilidade é muito diferente da versão para PC”.

Acredito que embora esta “limitação” não fará diferença para muita gente, vai ter muita LAN Party por aí que vai sair prejudicada.

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Depois do break tem um vídeo com 7 minutos do jogo, aproveite e vá matando a vontade.

[via Destructoid]

emComputadores

Sega licencia Mega Drive portátil

Por em 29 de junho de 2009 - 15 Comentários

O pessoal da terceira idade já deu a dica, mas não posso deixar passar a informação de que a Sega autorizou uma empresa chamada Innex Inc. a “ressuscitar” o Nomad, portátil desejado por todo aqueles que são ou foram donos de um Mega Drive. O aparelho chamado Retro Gen possui um novo design e além de contar com entrada para cartuchos do antigo console, ainda rodará jogos licenciados que poderão ser transferidos para um cartão de memória ligado a um cartucho especial.

Para tornar o videogame ainda mais atraente, a empresa colocou nele uma saída para televisão e embutiu uma bateria que poderá ser recarregada até pela porta USB do computador, eliminando assim um dos principais defeitos do Nomad, o alto consumo de pilhas. Com lançamento previsto para o dia 25 de julho e custando US$ 49,99, o Retro Gen poderá ser adquirido através dessa loja, mas ela misteriosamente não abre por aqui.

Mesmo não tendo gostado muito do visual, me deu vontade de adquirir um, pelo menos é mais bonito que o lançado pela Tectoy e quem nem entrada para cartuchos possui. Mesmo assim, acho que vou investir em um Mega Drive mesmo.

dori_gen_29.06.09

[via Sega Nerds]

emMuseu Portáteis

Relembrando: Shenmue

Por em 29 de junho de 2009 - 11 Comentários

No final de 1998, a então respeitada Sega chocou o mundo com um videogame extremamente potente. O Dreamcast parecia ser a volta por cima da companhia, depois de fracassar perante a “novata” Sony e o seu Playstation. Pouco mais de um ano após seu lançamento, o console receberia um dos jogos mais impressionantes já criados e Shenmue era capaz de mostrar toda a genialidade de seu criador, Yu Suzuki.

dori_she_25.06.09

Definido pelo seu idealizador como um FREE (Full Reactive Eyes Entertainment), Shenmue girava em torno de um rapaz chamado Ryo Hazuki e que ao chegar em casa vê seu pai ser morto por um homem que procura um item raro. Começa ali seu desejo de vingança e embora o enredo seja um tanto batido, a forma como a história se desenrola é bastante interessante, segurando nossa atenção durante o game.

O grande problema é que mesmo pensando em procurar o assassino de seu pai, Ryo não pode ser considerado um lutador e ele não faz ideia de onde procurar e aí está a grande sacada do jogo. Shenmue é pode ser considerado um simulador de vida, nele vemos a passagem entre dia e noite, mudanças climáticas, tínhamos que dormir, aprender a lutar e até trabalhar para conseguir dinheiro e começar a viajem que nos levará até Hong Kong. O nível de realismo era tão grande, que o sistema clima usado no game poderia repetir as condições climáticas reais ocorridas na cidade de Yokosuka durante os anos de 86/87, período e local onde o enredo se passa.

A princípio, o título parecia um RPG, onde tínhamos que andar pela cidade, conversar com outras pessoas para conseguir dicas e quest e assim progredir, porém, as variações na jogabilidade o tornaram um game singular. Durante nossas andanças pela vila onde o personagem morava, podíamos andar de moto, lutar dentro de bares e até jogar fliperama, com versões completas dos clássicos Sapace Harrie e Super Han-On, ambos criados por Suzuki. O jogo também estava repleto de “coisinhas” espalhadas pelo lugar, como um Sega Saturn que Ryo tinha em sua casa (mas que infelizmente não funcionava).

Em Shenmue a Sega também aproveitou para popularizar algo que já tinha sido utilizado, mas que ficou popular apenas após o sucesso do game, os QTE, ou Quick Time Events. Esse sistema nada mais é do que aquelas sequências de botões que aparecem na tela para que os jogadores as repitam. Qualquer um que tenha jogado algum God of War sabe do que se trata e na criação de Yu Suzuki ele foi muito bem implementado, ajudando na imersão e tornando as cenas que seriam não interativas em situações extremamente empolgantes.

Apesar de todas as suas qualidades, Shenmue não vendeu muito e estimasse que a Sega tenha gasto 70 milhões de dólares em sua produção. Para se ter ideia do tamanho do problema, muitos analistas afirmam que para ter dado lucro para a produtora, cada dono de Dreamcast teria que comprar pelo menos duas cópias do jogo. Isso fez com que o projeto sofresse sérias alterações e o game que foi idealizado para ser lançado em diversas partes, só acabou sendo lançado até o segundo game, este para o Dreamcast e posteriormente saindo para Xbox.

Se eu tivesse que fazer uma lista com os jogos que mais gostaria de ver um remake ou sequência, pode ter certeza que o memorável Shenmue estaria no topo da lista e quem jogou o game sabe o motivo. Quem sabe um dia os deuses dos videogames não me dão esta alegria.

emMuseu

Nathan Drake irá para a telona

Por em 29 de junho de 2009 - 8 Comentários

Na última semana um boato começou a circular pela internet onde se dizia que o jogo Uncharted seria transformado em filme. Bastou alguns dias para que a um dos chefões da Naughty Dog confirmasse a notícia e agora é oficial, Nathan Drake virará mesmo astro de cinema. O acordo foi fechado com a Columbia Pictures, que por sinal pertence à Sony e a produção ficará a cargo de Avi e Ari Arad (Homem de Ferro), Charles Roven (O Cavaleiro das Trevas) e Alex Gartner (Proposta Indecente).

Quem jogou Uncharted sabe de seus qualidades. O game possui uma boa história, muita ação, um clima cinematográfico e um personagem carismático, características que já seriam suficientes para se desenvolver um bom longa metragem. Estamos diante de mais um típico caso de jogo que não seria muito difícil de se adaptar para o cinema e vamos esperar para ver se o trabalho será bem feito.

Por falar em personagem, quem você acha que poderia encarnar Drake nos cinemas? Eu gostaria de ver no papel o irlandês Colin Farrel, além da semelhança física, acho que ambos possuem um ar de “sujeito canastrão”.

dori_unc_29.06.09

[via Playstation Blog]

emCultura Gamer

Tópicos do Fórum

Por em 29 de junho de 2009 - 5 Comentários

Aqui vai mais uma lista de alguns tópicos interessantes que estão sendo discutidos no nosso fórum aqui do Meio Bit

Cantada Nerd – quem estiver em depressão não entre… Cada cantada horrível que dá até uma tristeza : )

Top 500 Supercomputer – Brasil está fora – sempre achei que a área de pesquisa deve ser mais valorizada no Brasil, nesse tópico mais um exemplo que ficamos de fora.

Seu micro está aquecendo? Verifique o processador. – dica boa: tirar as etiquetas do processador faz muito bem para a temperatura do seu computador.

A liberdade segundo Stallman – conceitos diferentes a respeito de liberdade segundo o famoso Stallman.

Acompanhe as últimas discussões do fórum pela página "Últimos tópicos no fórum" ou através do RSS.

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