Digital Drops Blog de Brinquedo

Sinceras desculpas ao Sr Paul Aiken

Por em 2 de março de 2009

Algumas semanas atrás o Sr Paul Aiken, Diretor-Executivo de um Sindicato dos Escritores dos EUA foi mandado para o Inferno, neste post do MeioBit.

Tal reação extremada foi causada pela postura (a meu ver) corporativista do Sr Aiken, em querer proibir que dispositivos como o Amazon Kindle façam a conversão texto-para-voz, lendo eletronicamente textos armazenados, funcionalidade essa muito útil, principalmente para deficientes visuais.

O Sr Aiken achou um absurdo, disse que ler um livro em voz alta é violação de Copyright. Muitos escritores discordaram. Neil Gaiman deixou clara sua posição. Will Wheaton, que de odiado Wesley Crusher em Star Trek se tornou um geek respeitado e respeitável, se deu ao trabalho de gravar um texto de seu último livro, e disponibilizar, em uma espécie de desafio.

A impressão geral era de que Paul Aiken era um troll, uma minoria barulhenta, que nunca contribuiu realmente com nada, e tentou galgar relevância expondo pontos irrelevantes. Voltaria para debaixo da ponte onde moram os trolls, fadado ao esquecimento, certo?

A Amazon fez algumas declarações a respeito:

  • Eles possuem um lucrativo serviço de Audiobooks
  • O sintetizador de voz do Kindle é Legal
  • O sintetizador trará novos leitores para o mundo dos Audiobooks
  • Não há performance ou cópia do conteúdo, nem obra derivada

Excelente calaboca para o Sr Aiken. Exceto que no final a Amazon preferiu “não comprar briga”.

Em detrimento de uma maioria de usuários que NÃO reclama do serviço de sintetização de voz, em detrimento dos autores, que NÃO protestaram quando da introdução do sintetizador, em detrimento dos leitores que utilizam o recurso E consomem audiobooks, a Amazon ofereceu uma alternativa para o Sr Paul Aiken: Publishers e autores poderão desativar o serviço de sintetização de voz, em livros específicos.

Quod Erat Demonstrandum, não importa que sua idéia seja absurda e não tenha apoio de ninguém, basta atingir quem não quer ficar “mal na fita” e você vencerá, mesmo sendo minoria. Duvida? Pergunte pra Paul Aiken ou para a gamer lésbica do Xbox.

Fonte: The New York Times

emIndústria

TinEye – Um Google, para imagens

Por em 2 de março de 2009

A primeira impressão do TinEye é que replica a funcionalidade do Google Images, mas em verdade os serviços são bem diferentes. O Google utiliza palavras-chave para identificar imagens relevantes e fornecê-las como resultado de busca.

Já o TinEye aceita imagens como argumento. Isso significa que você pode comandá-lo para buscar imagens semelhantes a uma que você tenha em seu computador, ou pode indicar a URL de uma imagem externa, se for o caso.

Vejam por exemplo a busca utilizando uma foto de divulgação da atriz Megan Fox, em Transformers: Foram encontrados 535 resultados, a imagem foi identificada mesmo em montagens tão distintas quanto as figuras abaixo:

Percebe-se que o sistema de buscas funciona mesmo com imagens substancialmente alteradas tanto em recorte quanto em iluminação.

emInternet

Nariko e os vilões memoráveis

Por em 2 de março de 2009

É inegável que vivemos a era dos vilões. Depois de termos visto um ator levar um Oscar por ter feito “um palhaço” e conseguir ofuscar um dos maiores heróis da história, podemos chegar a conclusão que não é muito difícil o  ser humano torcer para os malvados vencerem no final. Mas depois de jogar o Heavenly Sword, eu voltei a sentir raiva de um malfeitor. Um não, vários.

Além de contar com uma jogabilidade muito parecida com a da série God of War e possuir uma heroína belíssima e com muita personalidade, o que mais me prendeu no jogo foram os vilões. Fazia muito tempo que eu não sentia tanta raiva de algum inimigo num jogo, mas não digo raiva só por serem difíceis de derrotá-los (o que também acontece no jogo), mas pelo caráter da turma que tenta acabar com a sua raça.

dori_hs_26.02.09

O quarteto principal é formado por três homens e uma “mulher”. Desses indivíduos, de longe o mais asqueroso é o General Flying Fox. Com um comportamento inclusive muito parecido com o do Coringa interpretado pelo Heath Ledger. Ao longo da aventura vamos criando uma antipatia tão grande por esse excomungado que ao conseguir vencê-lo parecia que eu havia tirado um peso enorme das minhas costas. O lunático passa todo o tempo debochando da protagonista e realizando ações dignas de deixar até o Darth Vader revoltado.

Achei fantástica também a ideia de todos eles pareceram pessoas perturbadas mentalmente, verdadeiros psicopatas que demonstram causar o mal apenas para fazer outras pessoas sofrerem as custas de seu divertimento. Ao contrário da maioria dos personagens dos games que atormentam a vida dos outros, mas que não chegam a nos incomodar, aqui é quase impossível não tomarmos as dores da ruiva e isso se deve claramente ao comportamento desses vilões. Só para citar um exemplo, do início ao fim do jogo você verá insinuações sexuais por parte do Rei Bohan em relação a Nariko e isso nos causa uma repulsa indescritível por aquele sujeito.

Veja também o caso da igualmente repugnante Whiptail que em certo momento revela à Nariko um segredo que a faz repensar tudo o que havia feito até ali e assim começar a matar seus inimigos apenas pelo prazer de ver o sangue escorrer. No fim, a insanidade é tão grande que depois de um tempo parece que até a personagem começa a exalar uma certa quantidade de maldade. Leve em consideração o excelente trabalho de dublagem e a insanidade do grupo é algo para nunca ser esquecido.

Concluindo, acho de extrema valia notar que os produtores estão buscando alternativas para que os jogos fiquem mais parecidos com os filmes e nesse quesito o Heavenly Sword é muito bem sucedido. Só sei que agora essa rapaziada sempre entrará na minha lista dos piores (ou seria melhores?) vilões dos games.

emMiscelâneas Sony

World of Warcraft é como cocaína

Por em 2 de março de 2009

Você joga ou já jogou World of Warcraft? Certa vez eu decidi dar uma chance para o jogo, já que tanta gente falava dele. Fiz o download da versão de teste e após dois dias “internado” no mundo virtual, resolvi que aquilo não era para mim. Não que o jogo seja ruim, pelo contrário. O pouco que joguei me fizeram ficar preso ao game e como não estava disposto a dedicar as poucas horas vagas que tenho apenas nele, resolvi removê-lo do PC e fingir que um dia estive correndo pelas terrenos de Azaroth.

Para tentar mostrar o perigo que um jogo desse pode se tornar, uma associação sueca que tem como objetivo levar outras formas de entretenimento aos jovens além dos jogos eletrônicos irá publicar um comunicado classificando o WoW como “a cocaína do mundo dos jogos de computador”. O estudo usou como base vários contatos feitos com jogadores e seus parentes.

No ano passado, a Suécia se assustou ao saber de um menino que chegou a para no hospital após ter um colapso depois de jogar WoW por 20 horas seguidas. De acordo com Sven Rollenhagen, funcionário da Stiftelsen Ungdomsvård, “não há se quer um caso de vício em games com quem eles tenham trabalhado que o World of Warcraft não tenha participação“ (o que sem dúvida se trata de um exagero).

Tenho notado que dia após dia estão surgindo notícias falando sobre a “game dependência” e ainda não fui capaz de elaborar uma opinião sobre o assunto. Da mesma forma que eu acho isso um pouco de sensacionalismo, acho perfeitamente possível alguém largar todas as suas atividades para se dedicar a algum jogo. Quem nunca sentiu vontade de faltar aula só para ficar jogando aquele joguinho que acabou de ganhar/comprar?

dori_wow_27.02.09

[via The Local]

emCultura Gamer

TIM lança plano pré-pago de banda larga

Por em 2 de março de 2009

A TIM lançou um plano pré-pago para o TIM Web, o serviço de banda larga da operadora.

Para usar o plano, é preciso comprar um minimodem por R$299, colocar créditos na linha e depois solicitar o pacote de dados, que custará R$5, dando direito de usar 250MB num prazo de 24 horas.

Esse plano certamente não vale a pena para uso diário, mas para uso ocasional é um bom concorrente para os serviços de WiFi pago, como a Vex.

Só acho difícil que alguém compre um modem por 300 Reais apenas para uso ocasional, mas com a chegada de netbooks com 3G integrado como o Dell Mini 9, esse plano pode se tornar interessante.

Talvez fosse hora da TIM deveria diminuir o preço do serviço de dados nos planos de voz – num plano pré, cada MB custa R$15,73, enquanto o MB nesse plano custa só R$1,05, mesmo se você não pedir o pacote de dados…

emCelular Computação móvel Mercado

CG: Ace Combat Zero

Por em 1 de março de 2009

Sempre gostei muito de aviões aviões. Algo nessas incríveis máquinas voadoras me fascina e talvez por isso ache a série Ace Combat tão legal. Só ficar olhando os modelos dos aviões presente nos jogos já me deixa satisfeito e sua jogabilidade descompromissada é capaz de proporcionar várias horas de diversão a quem gosta do gênero.

Mesmo não tendo jogado nenhum jogo mais recente da série, gostaria de recomendar a abertura do Ace Combat Zero, também conhecido por The Belkan War. Criada com uma CG muito bonita, o vídeo despertou em mim uma súbita vontade de comprar o jogo lançado para o Xbox 360.

emVídeos